É Melhor Deixar Ir
tudo que foi bom visto
que tu és apenas o mal em mim,
visto que és o desejo malicioso;
É Melhor Deixar Ir
todo este amor neutro e que
apenas há um lutador
apenas um coração a bater por ti;
É Melhor Deixar Ir
tudo que me fez amar-te,
tudo que me fez suspirar por ti,
tudo que me fez admirar-te,
tudo que me fez elogiar-te,
tudo que me fez fazer escrever por ti.
É Melhor Deixar Ir
tudo que é bom e intenso
pois tudo isso foi passageiro,
tudo isso pareceu engano;
É Melhor Deixar Ir
afinal o que é bom acaba depressa
como este amor tão utópico,
mas que foi sempre verdadeiro
sempre o foi para mim;
É Melhor Deixar Ir
todas as lembranças, tudo isto,
tudo que me faz agradar,
tudo que me faz pensar em ti,
tudo que me fez sonhar para ti,
tudo que me fez sonhar por nós,
um nós que eu apenas projectei falsamente.
É Melhor Deixar Ir
toda a lembrança boa, todo o amor
que senti por ti, tudo que foi marcante
e memorável entre nós, tudo que foi,
tudo que,
tudo...
É Melhor Deixar Ir
o que me fez auto corroer,
o que me fez magoar desnecessariamente,
o que me fez mutilar-me
o que me fez magoar mais que
espadas atravessadas e ainda remexidas
para magoar cada vez mais
o meu coração, o meu amor, a minha alma,
a minha vida, o meu verdadeiro que se apaixonou
por ti, desde do dia que te vi tão
naturalmente como isto tudo que escrevo para ti
de forma tão sincera e verdadeira.
Tu sabes,
Já te amei.
Autor : Carlos Cordoeiro.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
sábado, 6 de fevereiro de 2016
Poema Pensei
Pensei que tudo isto era real
entre nós, entre tu, entre eu
mas não sei bem o que somos
o que queremos, e se até posso falar
como nós, visto que sou apenas eu;
Pensei que tudo isto
era projectado para outros,
e nunca para mim, demasiado intenso
e verdadeiro para mim
por isso prefiro apagar-me a ela;
Pensei que fossemos algo mas apenas
eu imaginei algo em mim,
mesmo que outras pessoas não,
mesmo que outras imaginem algo mais utópico;
Pensei que éramos.
Pensei que poderíamos dar-mos
a simplicidade um ao outro
sem pedir nada em troca,
sem pedir a verdade a cada um,
sem pedir a sinceridade como
algo pela chantagem;
Pensei que podessemos ser grandes
como um amor grandioso
que se vê nesses clássicos em cinema
mesmo que pelo caminho
haja tristezas profundas constantes;
Pensei que éramos um sonho
um sonho completamente eterno
em que podia torná-lo como
memorável, como definitivo
e relembrar sempre que eu quisesse
mesmo que isso me custasse caro;
Pensei que fossemos um
mesmo que fossem em simpatia,
alegria, felicidade, amizade,
mas nada disto verifiquei a não ser
falar por falar, desculpa mas assim
nada quero contigo se nada disto for sincero
peço-te desculpa mas agora isto terá que ser a
despedida em grande de não te querer por agora.
Autor : Carlos Cordoeiro.
Poema Serei Eu.........
Serei Eu aquele que podes ou queres escolher?
Certamente que não, visto que sou o erro para ti,
visto que sou a maldade aos teus olhos,
visto que sou a sujidade do dia-a-dia ou da alma,
visto que sou aquele que recusas constantemente,
mesmo que eu te ignore ou faça de ti irreal;
Serei Eu aquele que desejas ter?
Parece não haver dúvidas que não,
não me queres tal como não queres
em dias de sol, ou através de jardins frescos
da Primavera em brisa do Porto;
Serei Eu aquele com quem tu queres falar?
Talvez sim, mas de quê? deve ser sempre essa
a tua questão, falado de tudo que quiseres
até de amor, mesmo que isso faça de mim
vergonha ou indiferença.
Serei Eu aquele que gostas de falar?
Não sei as nossas falas são
dois monólogos, daí não haver total compreensão
e cada um por si fica na sua,
mesmo que se queira falar,
nunca dá por culpa de dois;
Serei Eu?
Serei?
Autor : Carlos Cordoeiro.
Certamente que não, visto que sou o erro para ti,
visto que sou a maldade aos teus olhos,
visto que sou a sujidade do dia-a-dia ou da alma,
visto que sou aquele que recusas constantemente,
mesmo que eu te ignore ou faça de ti irreal;
Serei Eu aquele que desejas ter?
Parece não haver dúvidas que não,
não me queres tal como não queres
em dias de sol, ou através de jardins frescos
da Primavera em brisa do Porto;
Serei Eu aquele com quem tu queres falar?
Talvez sim, mas de quê? deve ser sempre essa
a tua questão, falado de tudo que quiseres
até de amor, mesmo que isso faça de mim
vergonha ou indiferença.
Serei Eu aquele que gostas de falar?
Não sei as nossas falas são
dois monólogos, daí não haver total compreensão
e cada um por si fica na sua,
mesmo que se queira falar,
nunca dá por culpa de dois;
Serei Eu?
Serei?
Autor : Carlos Cordoeiro.
Poema Coração Quebrado
Coração quebrado é como está o meu
desde que eu comecei a amar-te
mas pouco ou nada tenho em troca
apenas uma constante indiferença
e devo apenas simplesmente aceitar isso;
Coração Quebrado é o que sinto
de forma dura, que me fez entristecer
porque nada parece justo ou normal
apenas olho como público, mas nunca
como actor do romance;
Coração Quebrado é como tu gostas de ver
eu neste estado, deve ser algo que te faz rir
ou simplesmente passa-te ao lado
e como tal deve ser-te banal;
Coração Quebrado é o que tu achas
que eu não sou e estou mas sim
que sou uma alegria inundada
e que todo eu é simpatia, alegria e felicidade
mas bem lá por dentro, por dentro
tudo me faz corroer de forma dolorosa,
de forma intensa, de forma triste,
que me sinto que pior que cão molhado
há mercê das chuvas e tempestades
das invejas, ódios, raivas de ti ou de qualquer pessoa.
Coração Quebrado dói agora e parece que é sempre
mesmo não sendo, a dor é tão constante
que o sofrimento talvez seja passageiro ou não,
que tudo isto pareça uma realidade dura mas que ainda assim
eu lá aguento e suporto mesmo não o podendo;
Coração Quebrado é isto mesmo, isto que vês
mas que tão naturalmente julgas verdade
mesmo não sendo de todo, tu sabes que não o é,
sabes mesmo que não é nada disto que sou ou sinto face
a algo que nem se pode chamar nós;
Coração Quebrado é tudo isto que nós somos
mesmo sem haver nós, mesmo sem haver carinho,
mesmo sem haver amor, mesmo sem haver paz, mesmo sem haver amor
mesmo sem haver nada disto somos nós,
porque estou a falar como tal;
Coração Quebrado é o que eu sinto sempre que me magoas constantemente
sempre que tudo isto é verdade, sempre que tudo isto é mentira
ou até mesmo incerto como o que eu sinto por ti
talvez seja verdade ou talvez mentira, fica em suspenso.
Autor : Carlos Cordoeiro.
desde que eu comecei a amar-te
mas pouco ou nada tenho em troca
apenas uma constante indiferença
e devo apenas simplesmente aceitar isso;
Coração Quebrado é o que sinto
de forma dura, que me fez entristecer
porque nada parece justo ou normal
apenas olho como público, mas nunca
como actor do romance;
Coração Quebrado é como tu gostas de ver
eu neste estado, deve ser algo que te faz rir
ou simplesmente passa-te ao lado
e como tal deve ser-te banal;
Coração Quebrado é o que tu achas
que eu não sou e estou mas sim
que sou uma alegria inundada
e que todo eu é simpatia, alegria e felicidade
mas bem lá por dentro, por dentro
tudo me faz corroer de forma dolorosa,
de forma intensa, de forma triste,
que me sinto que pior que cão molhado
há mercê das chuvas e tempestades
das invejas, ódios, raivas de ti ou de qualquer pessoa.
Coração Quebrado dói agora e parece que é sempre
mesmo não sendo, a dor é tão constante
que o sofrimento talvez seja passageiro ou não,
que tudo isto pareça uma realidade dura mas que ainda assim
eu lá aguento e suporto mesmo não o podendo;
Coração Quebrado é isto mesmo, isto que vês
mas que tão naturalmente julgas verdade
mesmo não sendo de todo, tu sabes que não o é,
sabes mesmo que não é nada disto que sou ou sinto face
a algo que nem se pode chamar nós;
Coração Quebrado é tudo isto que nós somos
mesmo sem haver nós, mesmo sem haver carinho,
mesmo sem haver amor, mesmo sem haver paz, mesmo sem haver amor
mesmo sem haver nada disto somos nós,
porque estou a falar como tal;
Coração Quebrado é o que eu sinto sempre que me magoas constantemente
sempre que tudo isto é verdade, sempre que tudo isto é mentira
ou até mesmo incerto como o que eu sinto por ti
talvez seja verdade ou talvez mentira, fica em suspenso.
Autor : Carlos Cordoeiro.
domingo, 31 de janeiro de 2016
Poema Talvez Possa Sonhar...
Talvez Possa Sonhar com tudo isto de forma verdadeira
e supor que tudo isto é a realidade,
que tudo é amizade ou amor que eu supostamente
tenciono misturar por ingenuidade minha e
porque sou constantemente um sonhador;
Talvez Possa Sonhar que tudo isto é demasiado,
mas que é possível ter como algo certo
como algo que pode ser tangível,
como algo que eu posso ficar feliz mesmo sendo utópico
por tempos indefinidos no meu coração.
Talvez Possa Sonhar com tudo isto de forma provocadora,
como beijos provocantes, abraços quentes,
envolvências geometricamente elaboradas,
penetrações intensas e transcendentais
entre outras provocações que poderão ser constantes;
Talvez Possa Sonhar com tudo isto como na verdade
fosse um grande maluco, como achasse que tudo isto
pode e é verdade no meu coração ou cabeça
seja amor ou amor utópico, ou qualquer coisa
a definir por mim, mas que me é difícil.
Talvez Possa Sonhar com a tua beleza todos os dias
mesmo sabendo que aos meus olhos
tu és a realidade dos meus dias, mesmo que não o saibas;
Talvez Possa Sonhar em ter-te como algo bom
como algo que me conforta e eu a ti,
como algo que eu quero tentar amar para sempre
mas com naturalidade tal como este poema
para ti, minha flor que me faz arder a vista
de tanto te admirar sem barreiras, sem limites,
talvez seja assim que tenha que ficar, em suspenso.
Autor : Carlos Cordoeiro.
e supor que tudo isto é a realidade,
que tudo é amizade ou amor que eu supostamente
tenciono misturar por ingenuidade minha e
porque sou constantemente um sonhador;
Talvez Possa Sonhar que tudo isto é demasiado,
mas que é possível ter como algo certo
como algo que pode ser tangível,
como algo que eu posso ficar feliz mesmo sendo utópico
por tempos indefinidos no meu coração.
Talvez Possa Sonhar com tudo isto de forma provocadora,
como beijos provocantes, abraços quentes,
envolvências geometricamente elaboradas,
penetrações intensas e transcendentais
entre outras provocações que poderão ser constantes;
Talvez Possa Sonhar com tudo isto como na verdade
fosse um grande maluco, como achasse que tudo isto
pode e é verdade no meu coração ou cabeça
seja amor ou amor utópico, ou qualquer coisa
a definir por mim, mas que me é difícil.
Talvez Possa Sonhar com a tua beleza todos os dias
mesmo sabendo que aos meus olhos
tu és a realidade dos meus dias, mesmo que não o saibas;
Talvez Possa Sonhar em ter-te como algo bom
como algo que me conforta e eu a ti,
como algo que eu quero tentar amar para sempre
mas com naturalidade tal como este poema
para ti, minha flor que me faz arder a vista
de tanto te admirar sem barreiras, sem limites,
talvez seja assim que tenha que ficar, em suspenso.
Autor : Carlos Cordoeiro.
Imagina (poema)
Imagina que podias ter feito tanto até agora
e nada fizeste por ti nem por ninguém
porque achaste que eras apenas tu
o mais importante e o único em biliões restantes;
Imagina que podias ser o genial
mas nem sequer olhaste o outro
para perceber o que lhe faltava
e se tu podias ajudar de forma tão natural
como a chuva que cai para ajudar as plantas;
Imagina que até tinhas o ideal
até tinhas o planeado, até tinhas o idealizado
mas estiveste com tantas reticentes
que nada fizeste, nem tentaste
apenas tiveste a ideia mas ficou pelo suspenso;
Imagina que tudo seria perfeito senão pensasses tanto,
senão tivesses tanta ganância, tanta sede
de materialismo que agora estás na ruína;
Imagina tudo que podia ser simples
se tomasses como exemplo a natureza,
se tomasses como exemplo os animais,
se tomasses como exemplo os povos verdadeiros,
se tomasses como exemplo a água como fonte de vida,
se tomasses como exemplo os frutos que dão forças
se tomasses como exemplo as energias que sabes que tens
mas que desperdiças com tão pouco,
com tanta coisa rele, com tanta coisa ridícula,
que nem sequer te faz evoluir como humano nem como humano.
Autor : Carlos Cordoeiro.
e nada fizeste por ti nem por ninguém
porque achaste que eras apenas tu
o mais importante e o único em biliões restantes;
Imagina que podias ser o genial
mas nem sequer olhaste o outro
para perceber o que lhe faltava
e se tu podias ajudar de forma tão natural
como a chuva que cai para ajudar as plantas;
Imagina que até tinhas o ideal
até tinhas o planeado, até tinhas o idealizado
mas estiveste com tantas reticentes
que nada fizeste, nem tentaste
apenas tiveste a ideia mas ficou pelo suspenso;
Imagina que tudo seria perfeito senão pensasses tanto,
senão tivesses tanta ganância, tanta sede
de materialismo que agora estás na ruína;
Imagina tudo que podia ser simples
se tomasses como exemplo a natureza,
se tomasses como exemplo os animais,
se tomasses como exemplo os povos verdadeiros,
se tomasses como exemplo a água como fonte de vida,
se tomasses como exemplo os frutos que dão forças
se tomasses como exemplo as energias que sabes que tens
mas que desperdiças com tão pouco,
com tanta coisa rele, com tanta coisa ridícula,
que nem sequer te faz evoluir como humano nem como humano.
Autor : Carlos Cordoeiro.
שיר עדיין חברים
עדיין חברים אחרי הכל מבולבל,
אחרי הכל זה באומרו,עדיין חברים אחרי הכל מבולבל,
אחרי הכל זה באומרו,
גם אם המילים הגסות
העלות שלעכל אמת אפילו שלא יודע איך לדבר בה;
אפילו החברים שלי על ידי בחירה
לאחרים אהבה, אני לא יכול להביע את אמת
אני מרגיש את הצורה הפנימית
עוצמה שלפעמים חונק אותי;
חברים עדיין למשהו גבוה יותר שגורם לי לחייך
למשהו מורכב להבין מדוע אינטנסיבי
כמו שוקולד כהה מה שאני מרגיש;
חברים, כי אני עדיין מתעקש על סבל עצמי,
בהגנה עצמית, בתיאור של המעשים שלי,
בדיווח לא כל הישות שלי,
באינו מסומן באופן הדוק על ידי צדדים שלישיים;
נראה חברים עדיין כחברה לנשמעים יותר טוב
אבל זה בכלל לא מה שאני רוצה, אבל אני רוצה
אנסה להיות שלך, לתת לך את עצמי, אבל בשלווה
גם אם זה לא אומר שאהבה מיידית
מיועד או מתוכנן אהבה;
חברים, כי נראה אפילו עכשיו הגיוני
למרות שזה אולי יביא לי יותר כאב
שבעושה סרט בשחור הלבן
שיגרום לך לבכות הסוף העצוב.
חברים עדיין לאמיתות נוחים
העומדים בכל הזמן
גם אם בכאב,
אפילו בדרך אוטופי
אבל עדיין נשאר משהו כמו אמיתי;
חברים עדיין אוהבים את כל אותם ימים
כי הן שמש וגשום
אבל כל מה שנשאר בהמתנה
כמוני ובתוכי ושם;
חברים עדיין בדרך
בדרך רגועה עם דבר כדי לחסום,
טבעי כמו הפירות המתוקים
אני מתעקש להוכיח כפרובוקציה
שלי או לך, אבל בלי לפגוע במישהו;
חברים עדיין כמו קודם
אבל תמיד בגל הזה של פלא
ואדישות, הכל הוכפל;
כל מה שתמיד חווה כדבר כפול,
כל מה שתמיד הוא כמו כפול אפילו אני
לא להיות שיכור באהבה או בשבילך,
גם אם כל זה נכון
או אירוני; גם אם הידידות הזאת
או אהבה; למרות שזה אמיתי
או אוטופיה; עכשיו,
אנחנו עדיין חברים.
גם אם המילים הגסות
העלות שלעכל אמת אפילו שלא יודע איך לדבר בה;
אפילו החברים שלי על ידי בחירה
לאחרים אהבה, אני לא יכול להביע את אמת
אני מרגיש את הצורה הפנימית
עוצמה שלפעמים חונק אותי;
חברים עדיין למשהו גבוה יותר שגורם לי לחייך
למשהו מורכב להבין מדוע אינטנסיבי
כמו שוקולד כהה מה שאני מרגיש;
חברים, כי אני עדיין מתעקש על סבל עצמי,
בהגנה עצמית, בתיאור של המעשים שלי,
בדיווח לא כל הישות שלי,
באינו מסומן באופן הדוק על ידי צדדים שלישיים;
נראה חברים עדיין כחברה לנשמעים יותר טוב
אבל זה בכלל לא מה שאני רוצה, אבל אני רוצה
אנסה להיות שלך, לתת לך את עצמי, אבל בשלווה
גם אם זה לא אומר שאהבה מיידית
מיועד או מתוכנן אהבה;
חברים, כי נראה אפילו עכשיו הגיוני
למרות שזה אולי יביא לי יותר כאב
שבעושה סרט בשחור הלבן
שיגרום לך לבכות הסוף העצוב.
חברים עדיין לאמיתות נוחים
העומדים בכל הזמן
גם אם בכאב,
אפילו בדרך אוטופי
אבל עדיין נשאר משהו כמו אמיתי;
חברים עדיין אוהבים את כל אותם ימים
כי הן שמש וגשום
אבל כל מה שנשאר בהמתנה
כמוני ובתוכי ושם;
חברים עדיין בדרך
בדרך רגועה עם דבר כדי לחסום,
טבעי כמו הפירות המתוקים
אני מתעקש להוכיח כפרובוקציה
שלי או לך, אבל בלי לפגוע במישהו;
חברים עדיין כמו קודם
אבל תמיד בגל הזה של פלא
ואדישות, הכל הוכפל;
כל מה שתמיד חווה כדבר כפול,
כל מה שתמיד הוא כמו כפול אפילו אני
לא להיות שיכור באהבה או בשבילך,
גם אם כל זה נכון
או אירוני; גם אם הידידות הזאת
או אהבה; למרות שזה אמיתי
או אוטופיה; עכשיו,
אנחנו עדיין חברים.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
Poema Juntos
Juntos somos algo definido
por algo que não sabemos,
por algo que não queremos,
por algo que nos é aleatório,
por algo que não nos pertence;
Juntos somos a impossibilidade,
somos a mágoa que se vê,
e o distanciamento que persiste,
e toda a dor que é algo quotidiano;
Juntos somos a destruição um do outro,
a desgraça em cada um,
a estupidez nas acções,
a infelicidade constante nas palavras do dia.
Juntos somos o ridículo do dia,
somos o sangue que dói correr,
somos o ácido que é o nosso corpo,
somos a dor em carne e osso,
somos a mágoa, a ruindade, a estupidez;
Juntos somos a dor que já passou,
somos as lágrimas sofredoras que já secaram,
somos as dores que passaram a boa disposição,
somos a tristeza que se evaporou com o calor do Verão
agora somos amor;
Juntos somos um amor, informal, puro, natural
em que tudo que fazemos ou dizemos
é como nós
natural, por isso isto corre como água fresca da montanha.
Autor : Carlos Cordoeiro.
por algo que não sabemos,
por algo que não queremos,
por algo que nos é aleatório,
por algo que não nos pertence;
Juntos somos a impossibilidade,
somos a mágoa que se vê,
e o distanciamento que persiste,
e toda a dor que é algo quotidiano;
Juntos somos a destruição um do outro,
a desgraça em cada um,
a estupidez nas acções,
a infelicidade constante nas palavras do dia.
Juntos somos o ridículo do dia,
somos o sangue que dói correr,
somos o ácido que é o nosso corpo,
somos a dor em carne e osso,
somos a mágoa, a ruindade, a estupidez;
Juntos somos a dor que já passou,
somos as lágrimas sofredoras que já secaram,
somos as dores que passaram a boa disposição,
somos a tristeza que se evaporou com o calor do Verão
agora somos amor;
Juntos somos um amor, informal, puro, natural
em que tudo que fazemos ou dizemos
é como nós
natural, por isso isto corre como água fresca da montanha.
Autor : Carlos Cordoeiro.
Poema Querida Sou Teu
Querida sou teu até
o sol terminar a luz
para os nossos beijos
e tudo isto se torna mais confuso;
Querida sou teu
até aqui e sempre
que isto entre nós durar
mesmo como amizade;
Querida sou teu
e deixo-te tocares-me em abuso,
tocar em desejo nosso,
em toques completos de beijos intensos;
Querida sou teu
de forma tão natural de forma tão pura,
de forma tão constante, de forma tão forte,
faço tudo por ti desde deste agora.
Querida adoro-te mesmo tanto
tanto como o chocolate quente,
como o beijo suave,
como o abraço amigável,
como aquela canção memorável;
Sou teu de forma que o desejares
de forma que te for mais louca,
de forma que te for mais sedutora,
de forma que achares mais justa.
Autor : Carlos Cordoeiro.
o sol terminar a luz
para os nossos beijos
e tudo isto se torna mais confuso;
Querida sou teu
até aqui e sempre
que isto entre nós durar
mesmo como amizade;
Querida sou teu
e deixo-te tocares-me em abuso,
tocar em desejo nosso,
em toques completos de beijos intensos;
Querida sou teu
de forma tão natural de forma tão pura,
de forma tão constante, de forma tão forte,
faço tudo por ti desde deste agora.
Querida adoro-te mesmo tanto
tanto como o chocolate quente,
como o beijo suave,
como o abraço amigável,
como aquela canção memorável;
Sou teu de forma que o desejares
de forma que te for mais louca,
de forma que te for mais sedutora,
de forma que achares mais justa.
Autor : Carlos Cordoeiro.
domingo, 24 de janeiro de 2016
Poema Continuo Nisto....
Continuo nisto de tentar algo que é difícil
de explicar, dizer, demonstrar,
visto que dói e não sabes o quanto
tornar-me negligente dos meus
próprios sentimentos mais puros;
Continuo nisto, nesta dor de não falar
de não tentar dizer-te algo, dizer-te algo bom
dizer-te algo que eu posso saber
que irás gostar ou sorrir de forma tão simples e bela
como sempre tu foste aos meus olhos;
Continuo nisto, nesta doente indecisão
se digo ou faço o que me vai na alma
mesmo sabendo que o depois é tão incerto
como as tuas reacções a mim,
como as tuas palavras a mim,
como os teus sorrisos a mim,
é tudo tão enigmático, serás sempre assim?.
Continuo nisto, nisto......nisto de tentar..........
de dizer algo tão poético como as tuas curvas,
como a flor que és para mim;
como o perfume que tu me és
todos os dias e me fazes sentir tão bem;
como a beleza que te vejo
que me faz estremecer
muito mais que um sismo;
como todo o teu sorriso
que a mim me parece uma provocação
mas de forma saudável;
como todo este meu sentimento
que eu sinceramente acho que é bom,
verdadeiro, intenso, positivo, energético.
Autor : Carlos Cordoeiro.
de explicar, dizer, demonstrar,
visto que dói e não sabes o quanto
tornar-me negligente dos meus
próprios sentimentos mais puros;
Continuo nisto, nesta dor de não falar
de não tentar dizer-te algo, dizer-te algo bom
dizer-te algo que eu posso saber
que irás gostar ou sorrir de forma tão simples e bela
como sempre tu foste aos meus olhos;
Continuo nisto, nesta doente indecisão
se digo ou faço o que me vai na alma
mesmo sabendo que o depois é tão incerto
como as tuas reacções a mim,
como as tuas palavras a mim,
como os teus sorrisos a mim,
é tudo tão enigmático, serás sempre assim?.
Continuo nisto, nisto......nisto de tentar..........
de dizer algo tão poético como as tuas curvas,
como a flor que és para mim;
como o perfume que tu me és
todos os dias e me fazes sentir tão bem;
como a beleza que te vejo
que me faz estremecer
muito mais que um sismo;
como todo o teu sorriso
que a mim me parece uma provocação
mas de forma saudável;
como todo este meu sentimento
que eu sinceramente acho que é bom,
verdadeiro, intenso, positivo, energético.
Autor : Carlos Cordoeiro.
Poema Há Pessoas Que....
Há pessoas que de facto não sabem o que são
e não sabem o que dizem,
não sabem como pensar,
não sabem como expressar,
não sabem o que transmitir
e depois acabam no ridículo da sua própria vida;
Há pessoas que são tão supérfluas
que falam tanto, mas tanto, tanto
ignorando quem lhes ensinam,
aqueles que lhes são superior,
nem comento mais nada;
Há pessoas que parecem a futilidade como definição,
há pessoas que se acham qualquer coisa de superior,
há pessoas que têm imensa lata,
há pessoas que se consideram demais,
há pessoas que não respeitam,
ainda se acham com razão;
Há pessoas que inundam-se com um tal ego
que quando dão por si caiem no ridículo de forma constante,
que quando dão por si são de uma estupidez estúpida que até doí,
que quando dão por si são de uma burrice que até espanta,
enfim mas no final, no momento decisivo são estas que se espalham.
Autor : Carlos Cordoeiro.
e não sabem o que dizem,
não sabem como pensar,
não sabem como expressar,
não sabem o que transmitir
e depois acabam no ridículo da sua própria vida;
Há pessoas que são tão supérfluas
que falam tanto, mas tanto, tanto
ignorando quem lhes ensinam,
aqueles que lhes são superior,
nem comento mais nada;
Há pessoas que parecem a futilidade como definição,
há pessoas que se acham qualquer coisa de superior,
há pessoas que têm imensa lata,
há pessoas que se consideram demais,
há pessoas que não respeitam,
ainda se acham com razão;
Há pessoas que inundam-se com um tal ego
que quando dão por si caiem no ridículo de forma constante,
que quando dão por si são de uma estupidez estúpida que até doí,
que quando dão por si são de uma burrice que até espanta,
enfim mas no final, no momento decisivo são estas que se espalham.
Autor : Carlos Cordoeiro.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
Poema V de Vitória
V de Vitória quiseste transmitir não sei bem porquê,
mas talvez venceste na vida por algo de bom que aconteceu
algo de bom era constante na tua vida;
Sorriste para a outra pessoa que se poderá reflectir num espelho
que poderá se quebrar se nada disto for verdadeiro,
se nada disto for intencional,
se nada disto for premeditado,
se nada disto for pensado,
mas continuou uma imagem sorridente mas ainda assim enigmática.
Autor : Carlos Cordoeiro.
domingo, 10 de janeiro de 2016
Poema Não Deveria Estar Aqui...
Não Deveria Estar Aqui pois o sofrimento é intenso,
mas ao mesmo gosto e adoro olhar-te
porque vejo em ti uma simplicidade tão pura
como a tua beleza que se deixa mostrar naturalmente;
Não Deveria Estar Aqui porque é tudo sonhador,
porque é tudo complicado, porque é tudo rendilhado,
porque é tudo doloroso, porque é tudo tão bom e alegre
mas ao mesmo tempo triste e choroso que não me aguento bem de pé;
Não Deveria Estar Aqui porque é tudo tão complicado,
é tudo tão demorado, é tudo tão rápido,
é tudo demasiado sofredor que o meu corpo
já não resiste muito à dor de amores constantemente desfeitos;
Não Deveria Estar Aqui porque sinto-me sempre a mais,
porque me sinto esquisito, porque me sinto como duplo,
porque me sinto a mais quando apenas só o figurante
de um filme que nem sei bem o nome dele.
Não Deveria Estar Aqui, sinceramente agora que penso,
todos os meus dias são derretidos pelo calor do sol
que me faz tornar água, algo que não se pode tocar,
pela impureza do não amor vivido;
Não Deveria Estar Aqui pois não há cadeira com o meu nome,
pois não há mesa para eu estar a trocar impressões,
não há salas onde eu seja puro no que desenho ou escrevo,
bem como não há amores passageiros constantemente;
Não Deveria Estar Aqui há algo em mim que me faz tornar algo a mais
algo que não pertence a este sítio,
algo que não me faz falar,
algo que não me faz tentar ser natural como a flor,
algo que não é natural como o iogurte que eu costumo comer;
Não Deveria Estar Aqui pois o tempo não me é amigo,
muito menos as conversas que tento ter com simplicidade,
muitíssimo menos com acções que me fazem quebrar constantemente
constantemente em mim, e no meu ser plural.
Autor : Carlos Cordoeiro.
mas ao mesmo gosto e adoro olhar-te
porque vejo em ti uma simplicidade tão pura
como a tua beleza que se deixa mostrar naturalmente;
Não Deveria Estar Aqui porque é tudo sonhador,
porque é tudo complicado, porque é tudo rendilhado,
porque é tudo doloroso, porque é tudo tão bom e alegre
mas ao mesmo tempo triste e choroso que não me aguento bem de pé;
Não Deveria Estar Aqui porque é tudo tão complicado,
é tudo tão demorado, é tudo tão rápido,
é tudo demasiado sofredor que o meu corpo
já não resiste muito à dor de amores constantemente desfeitos;
Não Deveria Estar Aqui porque sinto-me sempre a mais,
porque me sinto esquisito, porque me sinto como duplo,
porque me sinto a mais quando apenas só o figurante
de um filme que nem sei bem o nome dele.
Não Deveria Estar Aqui, sinceramente agora que penso,
todos os meus dias são derretidos pelo calor do sol
que me faz tornar água, algo que não se pode tocar,
pela impureza do não amor vivido;
Não Deveria Estar Aqui pois não há cadeira com o meu nome,
pois não há mesa para eu estar a trocar impressões,
não há salas onde eu seja puro no que desenho ou escrevo,
bem como não há amores passageiros constantemente;
Não Deveria Estar Aqui há algo em mim que me faz tornar algo a mais
algo que não pertence a este sítio,
algo que não me faz falar,
algo que não me faz tentar ser natural como a flor,
algo que não é natural como o iogurte que eu costumo comer;
Não Deveria Estar Aqui pois o tempo não me é amigo,
muito menos as conversas que tento ter com simplicidade,
muitíssimo menos com acções que me fazem quebrar constantemente
constantemente em mim, e no meu ser plural.
Autor : Carlos Cordoeiro.
sábado, 9 de janeiro de 2016
Poema Magoaste-me......
Magoaste-me bem lá no fundo do meu ser,
mas na verdade até foi sempre assim
mas na verdade até foi pré destinado,
mas na verdade até foi premeditado,
mas não gosto de ser o outro, o secundário;
Magoaste-me até ao meu osso
que mesmo esse foi quase desfeito,
quase corrompido, quase desfigurado,
mas também é o que nos somos;
Magoaste-me tanto que me custava ver-te
mas via, mas nem tudo foi em vão ou até foi
ou.....até....foi; mas é assim, tudo tem dor quando se gosta
tudo é mau quando sonhamos demais
quando projectamos demais sobre nós aos outros;
Magoaste-me quando me viste como o outro
quando me vieste como secundário,
quando me vieste como aquele que não interessa,
quando me vieste como o patinho feio,
quando me vieste como o desgraçado
que vive uma vida como se fosse uma vítima,
que vive uma vida como um qualquer que por aí anda.
Magoaste-me tanto mas mesmo tanto
que as minhas lágrimas de tristeza
saíram como sangue de dor
causada pelo teu desprezo à minha pessoa;
Magoaste-me mesmo tanto que todo o meu corpo
deixou-se cair, deixou-se morrer por dentro
deixou-se gelar, e agora até o meu coração
já não sente, já não ama, já não gosta;
Magoaste-me com o desprezo a mim
e o valor ao outro como algo prioritário,
e que eu agora deixo-me cair pelo sofá
mas num plano de preto e branco
em que nunca ouvirás a minha voz de lamento
mas sim os meus versos, como agora estes que eu escrevo;
Magoaste-me mesmo muito, tanto mas mesmo tanto
que nem sabes a dor que é constantemente,
que nem imaginas a dor que é cá dentro,
que nem imaginas como está o meu coração,
que nem imaginas cada lágrima que já derramei,
que já me fizeram inundar-me a mim mesmo
com uma tristeza de tal ordem,
que o meu olhar já era apenas a cinzento para o preto
cada vez mais negro como o nosso afastamento estranhado por mim.
Autor : Carlos Cordoeiro.
mas na verdade até foi sempre assim
mas na verdade até foi pré destinado,
mas na verdade até foi premeditado,
mas não gosto de ser o outro, o secundário;
Magoaste-me até ao meu osso
que mesmo esse foi quase desfeito,
quase corrompido, quase desfigurado,
mas também é o que nos somos;
Magoaste-me tanto que me custava ver-te
mas via, mas nem tudo foi em vão ou até foi
ou.....até....foi; mas é assim, tudo tem dor quando se gosta
tudo é mau quando sonhamos demais
quando projectamos demais sobre nós aos outros;
Magoaste-me quando me viste como o outro
quando me vieste como secundário,
quando me vieste como aquele que não interessa,
quando me vieste como o patinho feio,
quando me vieste como o desgraçado
que vive uma vida como se fosse uma vítima,
que vive uma vida como um qualquer que por aí anda.
Magoaste-me tanto mas mesmo tanto
que as minhas lágrimas de tristeza
saíram como sangue de dor
causada pelo teu desprezo à minha pessoa;
Magoaste-me mesmo tanto que todo o meu corpo
deixou-se cair, deixou-se morrer por dentro
deixou-se gelar, e agora até o meu coração
já não sente, já não ama, já não gosta;
Magoaste-me com o desprezo a mim
e o valor ao outro como algo prioritário,
e que eu agora deixo-me cair pelo sofá
mas num plano de preto e branco
em que nunca ouvirás a minha voz de lamento
mas sim os meus versos, como agora estes que eu escrevo;
Magoaste-me mesmo muito, tanto mas mesmo tanto
que nem sabes a dor que é constantemente,
que nem imaginas a dor que é cá dentro,
que nem imaginas como está o meu coração,
que nem imaginas cada lágrima que já derramei,
que já me fizeram inundar-me a mim mesmo
com uma tristeza de tal ordem,
que o meu olhar já era apenas a cinzento para o preto
cada vez mais negro como o nosso afastamento estranhado por mim.
Autor : Carlos Cordoeiro.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
Poema Ainda Amigos
Ainda Amigos apesar de tudo estar confuso,
apesar de tudo estar por dizer,
mesmo que sejam as palavras mais cruas
que custam a digerir uma verdade que nem sei como falá-la;
Ainda Amigos por opção minha
em amar demais, que não consigo expressar no real
o que sinto de forma interior
de forma intensa que por vezes me abafa;
Ainda Amigos por algo superior que me faz sorrir
por algo complexo de perceber porque é intenso
como o chocolate amargo que quero sentir;
Ainda Amigos porque eu insisto no auto-sofrimento,
na auto-defesa, na descrição dos meus actos,
na não denúncia de todo o meu ser,
na não marcação cerrada por terceiros;
Ainda Amigos visto que agora parece soar melhor
mas não é de todo o que eu quero, quero sim
tentar ser teu, entregar-me a ti mas com muita calma
mesmo que isso não signifique um amor imediato
um amor intencionado ou planeado;
Ainda Amigos porque agora parece fazer sentido
mesmo sabendo que isso me possa trazer uma dor maior
em que me torne preto e branco de um filme
que te irá fazer chorar pelo final infeliz.
Ainda Amigos por verdades convenientes
que nos preenchem constantemente
mesmo que de forma dolorosa,
mesmo que de forma utópica
mas que ainda assim continua algo como verdadeiro;
Ainda Amigos como todos aqueles dias
que tanto são de sol como de chuva
mas que se permanece tudo em suspenso
como eu bem cá dentro e lá encima;
Ainda Amigos de forma normal
de forma descontraída sem nada a bloquear,
natural como o doce do fruto
que eu insisto em provar como provocação
a mim ou a ti, mas sem ferir alguém;
Ainda Amigos como dantes
mas sempre nesta onda de querer saber
e indiferença, tudo é duplicado;
tudo é sempre vivido como algo duplo,
tudo é sempre como o dobrar mesmo eu
não estando bêbedo no amor ou por ti,
mesmo sendo tudo isto verdadeiro
ou irónico; mesmo sendo isto amizade
ou amor; mesmo sendo isto real
ou utópico; agora,
Ainda Somos Amigos.
Autor : Carlos Cordoeiro,
apesar de tudo estar por dizer,
mesmo que sejam as palavras mais cruas
que custam a digerir uma verdade que nem sei como falá-la;
Ainda Amigos por opção minha
em amar demais, que não consigo expressar no real
o que sinto de forma interior
de forma intensa que por vezes me abafa;
Ainda Amigos por algo superior que me faz sorrir
por algo complexo de perceber porque é intenso
como o chocolate amargo que quero sentir;
Ainda Amigos porque eu insisto no auto-sofrimento,
na auto-defesa, na descrição dos meus actos,
na não denúncia de todo o meu ser,
na não marcação cerrada por terceiros;
Ainda Amigos visto que agora parece soar melhor
mas não é de todo o que eu quero, quero sim
tentar ser teu, entregar-me a ti mas com muita calma
mesmo que isso não signifique um amor imediato
um amor intencionado ou planeado;
Ainda Amigos porque agora parece fazer sentido
mesmo sabendo que isso me possa trazer uma dor maior
em que me torne preto e branco de um filme
que te irá fazer chorar pelo final infeliz.
Ainda Amigos por verdades convenientes
que nos preenchem constantemente
mesmo que de forma dolorosa,
mesmo que de forma utópica
mas que ainda assim continua algo como verdadeiro;
Ainda Amigos como todos aqueles dias
que tanto são de sol como de chuva
mas que se permanece tudo em suspenso
como eu bem cá dentro e lá encima;
Ainda Amigos de forma normal
de forma descontraída sem nada a bloquear,
natural como o doce do fruto
que eu insisto em provar como provocação
a mim ou a ti, mas sem ferir alguém;
Ainda Amigos como dantes
mas sempre nesta onda de querer saber
e indiferença, tudo é duplicado;
tudo é sempre vivido como algo duplo,
tudo é sempre como o dobrar mesmo eu
não estando bêbedo no amor ou por ti,
mesmo sendo tudo isto verdadeiro
ou irónico; mesmo sendo isto amizade
ou amor; mesmo sendo isto real
ou utópico; agora,
Ainda Somos Amigos.
Autor : Carlos Cordoeiro,
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
Poema Não Posso Ignorar Que.....
Não Posso Ignorar que és bela enquanto eu tentei
fazer sobressair isso através dos meus olhos
estava constantemente distraído e por isso a conversa
tornava-se estranha e confusa mas eu ainda assim continuava;
Não Posso Ignorar que me marcaste por um motivo
motivo este que é complexo de explicar, dizer, ou mostrar
porque apenas sinto mas não o mostro
e como tal a timidez continua como escudo de algo a;
Não Posso Ignorar que me marcas constantemente
por algo complicado de se perceber,
por algo tanto ou mais maior do que eu,
e por isso sinto-me constantemente num pequeno nervoso;
Não Posso Ignorar que és o meu sismo
muita para lá do 10 na escala de Richter,
e que em réplicas são constantes
a cada segundo, minuto, hora,
por isso a destruição por dentro é completa;
Não Posso Ignorar que cada minuto assim desta maneira
faz-me ficar tremido, mas nem muito bem porquê
ou de quê, apenas tremo mais que uma gelatina
E por isso caio muitas vezes, embora a minha amizade e carinho
por ti sejam muito mais alto, alto tão alto que nem vejo mas sinto.
Autor : Carlos Cordoeiro.
fazer sobressair isso através dos meus olhos
estava constantemente distraído e por isso a conversa
tornava-se estranha e confusa mas eu ainda assim continuava;
Não Posso Ignorar que me marcaste por um motivo
motivo este que é complexo de explicar, dizer, ou mostrar
porque apenas sinto mas não o mostro
e como tal a timidez continua como escudo de algo a;
Não Posso Ignorar que me marcas constantemente
por algo complicado de se perceber,
por algo tanto ou mais maior do que eu,
e por isso sinto-me constantemente num pequeno nervoso;
Não Posso Ignorar que és o meu sismo
muita para lá do 10 na escala de Richter,
e que em réplicas são constantes
a cada segundo, minuto, hora,
por isso a destruição por dentro é completa;
Não Posso Ignorar que cada minuto assim desta maneira
faz-me ficar tremido, mas nem muito bem porquê
ou de quê, apenas tremo mais que uma gelatina
E por isso caio muitas vezes, embora a minha amizade e carinho
por ti sejam muito mais alto, alto tão alto que nem vejo mas sinto.
Autor : Carlos Cordoeiro.
domingo, 27 de dezembro de 2015
Poema Quando Os Meus Olhos
Quando os meus olhos vêem algo mais belo do que eles
então é porque é verdade mesmo,
então é porque há algo de bom a ver,
então é porque devo ver mais e melhor e apreciar
delicadamente como todas estas flores que eu cheiro;
Quando os meus olhos vêem todas aquelas belezas
que caminham suavemente e levemente
que parece que vou voar mas apenas escolho
aquilo que me é o melhor e me faz sentir melhor;
Quando os meus olhos choraram
foi pela incerteza de tudo que pensei
sobre ti, eu e nós como algo que poderia ser
mas não foi, ou está para vir a ser;
Quando os meus olhos viraram para o lado
não queriam ver a realidade que doeu mais
que um fogo no coração em constantemente
ardência;
Quando foi aqueles dias de várias horas seguidas
em plenos dias derretidos pela chuva ou sol doentio
pelo nevoeiro, eu criei em mim mesmo uma dor maior
como escudo de uma dor visível;
Quando os meus olhos olharam para lá não viram nada
a não ser uma dor crescente de incerteza
e de insegurança que não dava para compreender,
mas apenas sofrer cada vez mais
pelo não entendimento do assunto em causa;
Quando os meus olhos analisaram a dor e a mágoa
o choro da dor e a dor do choro foram constantes
dentro de mim, que me fez corroer por dentro
e agora só sobra ossos que não desejas ter como amor;
Quando meus olhos naturalmente te olhavam
eu controlava-os para não se perderem no caminho
da tentação que não me está ao alcance
muito menos a perto como tu agora;
Quando Os Meus Olhos quiseram ter um brilho especial,
foi completamente impossível porque o coração falou mais alto,
a cabeça pensou o filme errado,
o take não foi o certo, e o meu papel até agora é como figurante,
nem faço parte do filme, sou um mero adereço de um filme que começo a desconhecer.
Quando Os Meus Olhos quiseram tentar ver para além de
foi tão complexo tentar compreender
o que nem sequer eu ainda analisei
e como tal fico na mesma, na minha solidão;
Quando Os Meus Olhos querem ver a impossibilidade da questão
vêem muito para além disto e quem fica na mágoa
é o meu coração de tamanha dor
que apenas irá passar com os olhares que se irão elevar ás luzes;
Quando Os Meus Olhos queriam-se alegrar por motivos óbvios
a questão óbvia era muito mais inteligente do que eu
e como tal já era completamente ultrapassado há que muito tempo;
Quando Os Meus Olhos tentaram procurar verdades positivas
eu apenas vi tudo em negativo: como fotografia e vida
e como tal nunca vi a cor na felicidade sonhada;
Quando Os Meus Olhos quiseram ver amores supostos
estava tudo em branco, mas eu é que tinha que preencher
mas não tinha nada para escrever
como tal compreendi a mensagem transmitida a mim;
Quando Através Dos Meus Olhos eu quis amar
fosse através da alegria, carinho, felicidade, simpatia
tudo era demasiado rendilhado, mais que as rendas
da minha avó que já estão arrumadas no baú do século passado;
Quando Meus Olhos quiseram amar
quiseram tentar a utopia, a ilusão,
já pareceu realidade ao meu coração
e como tal a dor não pareceu tão grande;
Quando O Meu Olhar quis ver para além da dor
já era tão complicado, tão verdadeiro, tão doloroso
que habituei-me à ideia;
Quando o meu olhar quis te mostrar
as verdadeiras realidades, no meu coração
tudo se evaporou como o nevoeiro
das nossas manhãs favoritas mas que já se foram
bem como o nosso amor sonhado e projectado
tudo esvoaçou mais do que as nossas vidas,
o que restou foi apenas uma dor que alimentou
parte da minha dor principal de não poder-te amar.
Autor : Carlos Cordoeiro.
então é porque é verdade mesmo,
então é porque há algo de bom a ver,
então é porque devo ver mais e melhor e apreciar
delicadamente como todas estas flores que eu cheiro;
Quando os meus olhos vêem todas aquelas belezas
que caminham suavemente e levemente
que parece que vou voar mas apenas escolho
aquilo que me é o melhor e me faz sentir melhor;
Quando os meus olhos choraram
foi pela incerteza de tudo que pensei
sobre ti, eu e nós como algo que poderia ser
mas não foi, ou está para vir a ser;
Quando os meus olhos viraram para o lado
não queriam ver a realidade que doeu mais
que um fogo no coração em constantemente
ardência;
Quando foi aqueles dias de várias horas seguidas
em plenos dias derretidos pela chuva ou sol doentio
pelo nevoeiro, eu criei em mim mesmo uma dor maior
como escudo de uma dor visível;
Quando os meus olhos olharam para lá não viram nada
a não ser uma dor crescente de incerteza
e de insegurança que não dava para compreender,
mas apenas sofrer cada vez mais
pelo não entendimento do assunto em causa;
Quando os meus olhos analisaram a dor e a mágoa
o choro da dor e a dor do choro foram constantes
dentro de mim, que me fez corroer por dentro
e agora só sobra ossos que não desejas ter como amor;
Quando meus olhos naturalmente te olhavam
eu controlava-os para não se perderem no caminho
da tentação que não me está ao alcance
muito menos a perto como tu agora;
Quando Os Meus Olhos quiseram ter um brilho especial,
foi completamente impossível porque o coração falou mais alto,
a cabeça pensou o filme errado,
o take não foi o certo, e o meu papel até agora é como figurante,
nem faço parte do filme, sou um mero adereço de um filme que começo a desconhecer.
Quando Os Meus Olhos quiseram tentar ver para além de
foi tão complexo tentar compreender
o que nem sequer eu ainda analisei
e como tal fico na mesma, na minha solidão;
Quando Os Meus Olhos querem ver a impossibilidade da questão
vêem muito para além disto e quem fica na mágoa
é o meu coração de tamanha dor
que apenas irá passar com os olhares que se irão elevar ás luzes;
Quando Os Meus Olhos queriam-se alegrar por motivos óbvios
a questão óbvia era muito mais inteligente do que eu
e como tal já era completamente ultrapassado há que muito tempo;
Quando Os Meus Olhos tentaram procurar verdades positivas
eu apenas vi tudo em negativo: como fotografia e vida
e como tal nunca vi a cor na felicidade sonhada;
Quando Os Meus Olhos quiseram ver amores supostos
estava tudo em branco, mas eu é que tinha que preencher
mas não tinha nada para escrever
como tal compreendi a mensagem transmitida a mim;
Quando Através Dos Meus Olhos eu quis amar
fosse através da alegria, carinho, felicidade, simpatia
tudo era demasiado rendilhado, mais que as rendas
da minha avó que já estão arrumadas no baú do século passado;
Quando Meus Olhos quiseram amar
quiseram tentar a utopia, a ilusão,
já pareceu realidade ao meu coração
e como tal a dor não pareceu tão grande;
Quando O Meu Olhar quis ver para além da dor
já era tão complicado, tão verdadeiro, tão doloroso
que habituei-me à ideia;
Quando o meu olhar quis te mostrar
as verdadeiras realidades, no meu coração
tudo se evaporou como o nevoeiro
das nossas manhãs favoritas mas que já se foram
bem como o nosso amor sonhado e projectado
tudo esvoaçou mais do que as nossas vidas,
o que restou foi apenas uma dor que alimentou
parte da minha dor principal de não poder-te amar.
Autor : Carlos Cordoeiro.
sexta-feira, 25 de dezembro de 2015
Poema Nós
Nós fomos uma realidade projectada
de forma aleatória por isso agora estamos errados
mas penso e acredito que poderemos dar bem
penso que podermos ser a bondade;
Nós fomos aquele romance triste que leste
mas num bom dia de sol em viagem
de dia-a-dia a voltar para casa,
e identificaste-te por algum motivo;
Nós fomos algo que nem sabemos definir bem
algo que é complexo de se falar com normalidade
por isso através dos meus versos recorro
a alguma verdade que tenciono encontrar;
Nós fomos o desejo de um que queria algo mais sorridente,
algo mais sincero, algo mais feliz, algo mais intenso
que preencherá constantemente o corpo
e como tal a solidão não existirá nem no coração.
Nós fomos algo...
Nós fomos...
Nós...
Fiquei sem palavras nenhumas
de tanto verdade que encontro em ti,
de tanto amor que te posso retirar
com agrado e ternura sem abusar;
Nós fomos a indecisão dos dois
a confusão de um
pelo atrapalhar do outro e por isso
nada ficou decido em fazer-se;
Nós fomos tudo mas de forma tão naïf,
de forma tão ingénua, de forma tão estranha,
que é definir em rótulo mas isso é bom,
não somos o que a sociedade quer;
Nós fomos um amor utópico surrealista irreal
mas que ainda assim foi imaginado e desconfiado
e como tal ficou como que suspenso
num tribunal indefinido e que nem existe
mas sim apenas todos estes sentimentos.
Autor : Carlos Cordoeiro.
de forma aleatória por isso agora estamos errados
mas penso e acredito que poderemos dar bem
penso que podermos ser a bondade;
Nós fomos aquele romance triste que leste
mas num bom dia de sol em viagem
de dia-a-dia a voltar para casa,
e identificaste-te por algum motivo;
Nós fomos algo que nem sabemos definir bem
algo que é complexo de se falar com normalidade
por isso através dos meus versos recorro
a alguma verdade que tenciono encontrar;
Nós fomos o desejo de um que queria algo mais sorridente,
algo mais sincero, algo mais feliz, algo mais intenso
que preencherá constantemente o corpo
e como tal a solidão não existirá nem no coração.
Nós fomos algo...
Nós fomos...
Nós...
Fiquei sem palavras nenhumas
de tanto verdade que encontro em ti,
de tanto amor que te posso retirar
com agrado e ternura sem abusar;
Nós fomos a indecisão dos dois
a confusão de um
pelo atrapalhar do outro e por isso
nada ficou decido em fazer-se;
Nós fomos tudo mas de forma tão naïf,
de forma tão ingénua, de forma tão estranha,
que é definir em rótulo mas isso é bom,
não somos o que a sociedade quer;
Nós fomos um amor utópico surrealista irreal
mas que ainda assim foi imaginado e desconfiado
e como tal ficou como que suspenso
num tribunal indefinido e que nem existe
mas sim apenas todos estes sentimentos.
Autor : Carlos Cordoeiro.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
Poema Quando
Quando tu caminhas eu apenas paro
para uma melhor observação da questão
mesmo que isso te faça rir,
e eu fico como atrapalhado;
Quando passas por mim
eu admiro-te como uma Arte,
como uma estátua mas que não
pode ser tocada, não pode ser explorada
o olhar deve ser inocente;
Quando caminhas eu mantenho o respeito
mantenho a calma para não haver
confusão em nós e no caminho.
Quando eu...
quando eu caminho para ter contigo
nada acontece nada a não ser
embaraço dos dois com som surdo;
Quando eu caminho ao sol matinal
meu corpo gela pelo nevoeiro
que faz-me paralisar e não pensar
na maneira de como vou dizer
que te quero amar;
Quando eu caminho torna-se tudo nublado
por isso não vejo a ti, a mim, a ninguém,
por isso ás vezes escolho as pessoas erradas.
Quando eu caminho sinto constantemente nervos
porque nunca sei o que esperar
do meu próximo passo se será para o amor
se será para a amizade, ou nada disto fará sentido
e por isso simplesmente ando e mais ando
Até um dia dar de caras contigo e passo a gostar de ti
um pouco, cada dia acrescentando sempre um pouco
até se tornar num amor grandioso como os raios que nos iluminam.
Autor : Carlos Cordoeiro.
para uma melhor observação da questão
mesmo que isso te faça rir,
e eu fico como atrapalhado;
Quando passas por mim
eu admiro-te como uma Arte,
como uma estátua mas que não
pode ser tocada, não pode ser explorada
o olhar deve ser inocente;
Quando caminhas eu mantenho o respeito
mantenho a calma para não haver
confusão em nós e no caminho.
Quando eu...
quando eu caminho para ter contigo
nada acontece nada a não ser
embaraço dos dois com som surdo;
Quando eu caminho ao sol matinal
meu corpo gela pelo nevoeiro
que faz-me paralisar e não pensar
na maneira de como vou dizer
que te quero amar;
Quando eu caminho torna-se tudo nublado
por isso não vejo a ti, a mim, a ninguém,
por isso ás vezes escolho as pessoas erradas.
Quando eu caminho sinto constantemente nervos
porque nunca sei o que esperar
do meu próximo passo se será para o amor
se será para a amizade, ou nada disto fará sentido
e por isso simplesmente ando e mais ando
Até um dia dar de caras contigo e passo a gostar de ti
um pouco, cada dia acrescentando sempre um pouco
até se tornar num amor grandioso como os raios que nos iluminam.
Autor : Carlos Cordoeiro.
Poema Amor História
O nosso amor não começou agora
mas muito antes, ainda não existiam
os nossos pais, nem avôs
e inexplicavelmente já nos amávamos;
O nosso amor foi como encontrar
o lado utópico disto tudo
mesmo que não fosse real
e apenas um sonho que durou uma vida;
O nosso amor foi a história
constante que foi sempre reescrita
como aquela que era cantada
pela pessoa mais romântica
como nós enquanto vivíamos tudo isto.
O nosso amor foi tudo isto assim,
sem pensar que foi acontecendo
passando por várias gerações
com várias guerras pelo meio,
por várias vitórias como a nossa
em momentos maus;
O nosso amor foi tudo isto que vês
o bom, o mau, o fácil, o difícil,
a alegria, a tristeza e até a lágrima mais complicada
de se deixar cair quando alguém tem que decidir
quando partir, ou quando deve ir, ou quando deixar.
Autor : Carlos Cordoeiro.
mas muito antes, ainda não existiam
os nossos pais, nem avôs
e inexplicavelmente já nos amávamos;
O nosso amor foi como encontrar
o lado utópico disto tudo
mesmo que não fosse real
e apenas um sonho que durou uma vida;
O nosso amor foi a história
constante que foi sempre reescrita
como aquela que era cantada
pela pessoa mais romântica
como nós enquanto vivíamos tudo isto.
O nosso amor foi tudo isto assim,
sem pensar que foi acontecendo
passando por várias gerações
com várias guerras pelo meio,
por várias vitórias como a nossa
em momentos maus;
O nosso amor foi tudo isto que vês
o bom, o mau, o fácil, o difícil,
a alegria, a tristeza e até a lágrima mais complicada
de se deixar cair quando alguém tem que decidir
quando partir, ou quando deve ir, ou quando deixar.
Autor : Carlos Cordoeiro.
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
Poema Mau Sangue
Mau Sangue é aquele que tu gostas
por isso em ti corre
a necessidade do risco e do erro;
Mau Sangue corre-te naturalmente
como o verdadeiro já correu
por isso agora és uma pessoa criminosa
por não aceitares e mudares a mágoa;
Mau Sangue está na ponta da tua navalha
que deixou-se penetrar no corpo
do inocente e por isso eu choro
a tua prisão à liberdade;
Mau Sangue é matares-me constantemente
por um sentimento que não sentes,
por um ódio que não queres ter,
por uma recusa do meu amor pelo beijo;
Mau Sangue é o que nos sentimos;
é aquele derramado quando te ris,
e eu estendido por tanto sentir
por tanto amar quem não devia ou queria.
Mau Sangue é todo aquele crime
que deixaste esquecendo que seria a
tua marca para a desgraça como o nosso amor;
Mau Sangue foi o que eu libertei
quando soube que era o secundário
num amor que considerei prioritário
e o que o resto eu desperdicei;
Mau Sangue foi aquele que fizeste
derramar pelos teus crimes,
pelos teus actos escuros,
pelas tuas falsidades,
pelas tuas teatralidades,
por toda a vida que é uma mentira;
Mau Sangue foi o que saiu através das tuas palavras
que me magoam constantemente em ferida aberta
e nunca cura, e por isso a dor é cada vez maior
até ficar eu todo em ferida por um amor não vivido;
Mau Sangue foi este amor que não se viveu
foi esta solidão constante carregada de dor
e de saudade pelo que ainda não foi visto ou vivido,
e por isso tudo é tão constante na dor e na tristeza
e nunca saberei se o teu amor será real ou não.
Autor : Carlos Cordoeiro
(poema escrito ao som de Bastille - Bad Blood)
por isso em ti corre
a necessidade do risco e do erro;
Mau Sangue corre-te naturalmente
como o verdadeiro já correu
por isso agora és uma pessoa criminosa
por não aceitares e mudares a mágoa;
Mau Sangue está na ponta da tua navalha
que deixou-se penetrar no corpo
do inocente e por isso eu choro
a tua prisão à liberdade;
Mau Sangue é matares-me constantemente
por um sentimento que não sentes,
por um ódio que não queres ter,
por uma recusa do meu amor pelo beijo;
Mau Sangue é o que nos sentimos;
é aquele derramado quando te ris,
e eu estendido por tanto sentir
por tanto amar quem não devia ou queria.
Mau Sangue é todo aquele crime
que deixaste esquecendo que seria a
tua marca para a desgraça como o nosso amor;
Mau Sangue foi o que eu libertei
quando soube que era o secundário
num amor que considerei prioritário
e o que o resto eu desperdicei;
Mau Sangue foi aquele que fizeste
derramar pelos teus crimes,
pelos teus actos escuros,
pelas tuas falsidades,
pelas tuas teatralidades,
por toda a vida que é uma mentira;
Mau Sangue foi o que saiu através das tuas palavras
que me magoam constantemente em ferida aberta
e nunca cura, e por isso a dor é cada vez maior
até ficar eu todo em ferida por um amor não vivido;
Mau Sangue foi este amor que não se viveu
foi esta solidão constante carregada de dor
e de saudade pelo que ainda não foi visto ou vivido,
e por isso tudo é tão constante na dor e na tristeza
e nunca saberei se o teu amor será real ou não.
Autor : Carlos Cordoeiro
(poema escrito ao som de Bastille - Bad Blood)
Poema Não Anjos
Não há anjos nos nossos corações
por isso é que já não conseguimos amar
um ao outro como de antes, no passado
naqueles momentos bons e áureos;
Não há anjos por isso é que te perdi
por não acreditar no que deveria
e apenas em mim mesmo
e não te vi como queria ou sentia;
Não há anjos por isso é a vida é assim difícil
por isso é que amar é utópico,
por isso é que beijar é intenso,
por isso é que ter-te é tão para lá realidade;
Não há anjos quando falo por ti
quando falo para ti com amor,
quando falo para ti com intenção;
Não há anjos quando tive que morrer
para ti por tu não me quereres,
por não me amares tão intensamente
como eu a ti.
Não há anjos como nós
que nos queremos
mas negamos ao mesmo tempo
por isso o amor não é real;
Não há anjos como eu e tu
em que o amor já foi real
e agora apenas é passado
mais que as folhas amarelas
que são os meus poemas de amor a ti;
Não há anjos como nós
que já vivemos tantos anos de amor
tantos anos de beijos, carinhos e momentos
tantos anos de vivências
que nos fazem chorar como recordações;
Não há anjos como tu e eu
que já nos desejamos enquanto amor
enquanto paixão, enquanto vontade
enquanto enredo, enquanto verdade,
enquanto história, enquanto momento,
enquanto tudo, enquanto nada.
Autor : Carlos Cordoeiro.
por isso é que já não conseguimos amar
um ao outro como de antes, no passado
naqueles momentos bons e áureos;
Não há anjos por isso é que te perdi
por não acreditar no que deveria
e apenas em mim mesmo
e não te vi como queria ou sentia;
Não há anjos por isso é a vida é assim difícil
por isso é que amar é utópico,
por isso é que beijar é intenso,
por isso é que ter-te é tão para lá realidade;
Não há anjos quando falo por ti
quando falo para ti com amor,
quando falo para ti com intenção;
Não há anjos quando tive que morrer
para ti por tu não me quereres,
por não me amares tão intensamente
como eu a ti.
Não há anjos como nós
que nos queremos
mas negamos ao mesmo tempo
por isso o amor não é real;
Não há anjos como eu e tu
em que o amor já foi real
e agora apenas é passado
mais que as folhas amarelas
que são os meus poemas de amor a ti;
Não há anjos como nós
que já vivemos tantos anos de amor
tantos anos de beijos, carinhos e momentos
tantos anos de vivências
que nos fazem chorar como recordações;
Não há anjos como tu e eu
que já nos desejamos enquanto amor
enquanto paixão, enquanto vontade
enquanto enredo, enquanto verdade,
enquanto história, enquanto momento,
enquanto tudo, enquanto nada.
Autor : Carlos Cordoeiro.
(poema escrito ao som de Bastille ft. Ella Eyre - No Angels)
I'm Felt So Much Poem / Poema Eu Sinto Tanto
i felt love's so much
because we're the wrong side
when the sun come up;
can you help me?
when the dog run to me
and goes ahead
inside to my heart
i cry to next verse;
If you knew what's wrong
you could do it better
without our passion
because passion broke
our friendship;
If we count our lovers
you could find just one,
but not me, you know that!
Autor : Carlos Cordoeiro.
because we're the wrong side
when the sun come up;
can you help me?
when the dog run to me
and goes ahead
inside to my heart
i cry to next verse;
If you knew what's wrong
you could do it better
without our passion
because passion broke
our friendship;
If we count our lovers
you could find just one,
but not me, you know that!
Autor : Carlos Cordoeiro.
sábado, 19 de dezembro de 2015
Poema Cansaço
Cansaço qualquer coisa como
suspensão em cima de suspensão
que deixa em suspenso tudo que está
suspendido e que me deixa sem reacção;
Cansaço deixa meu corpo em água
que me sinto completamente inundado
completamente desligado para o que quero criar
para o que quero desejar
para o que quero sentir
para o que quero amar
para o que quero definir como prioridade
em cada dia que me torna tudo lento.
Cansaço faz-me derreter muito mais que queijo,
faz-me evaporar muito mais que água em panela,
faz-me dormir enquanto ando para casa
meu olhos fecham-se como que tivessem vida;
Cansaço faz-me tornar mole por dentro
e todo em por dentro não sei o que fazer
e como fazer e por isso estou intacto;
Cansaço torna-me como que estático
torna-me como máquina,
torna-me como se fosse ausente constante,
torna-me como se fosse vegetal,
torna-me como inconsciente,
como tudo que não quero ser.
Cansaço é...........cansaço......
cansaço.......vou repousar o meu cérebro,
vou repousar a minha mente,
vou repousar a minha inteligência,
vou repousar meu corpo,
vou repousar tudo que é físico
e mental para relaxar e........
e.........
Autor : Carlos Cordoeiro.
suspensão em cima de suspensão
que deixa em suspenso tudo que está
suspendido e que me deixa sem reacção;
Cansaço deixa meu corpo em água
que me sinto completamente inundado
completamente desligado para o que quero criar
para o que quero desejar
para o que quero sentir
para o que quero amar
para o que quero definir como prioridade
em cada dia que me torna tudo lento.
Cansaço faz-me derreter muito mais que queijo,
faz-me evaporar muito mais que água em panela,
faz-me dormir enquanto ando para casa
meu olhos fecham-se como que tivessem vida;
Cansaço faz-me tornar mole por dentro
e todo em por dentro não sei o que fazer
e como fazer e por isso estou intacto;
Cansaço torna-me como que estático
torna-me como máquina,
torna-me como se fosse ausente constante,
torna-me como se fosse vegetal,
torna-me como inconsciente,
como tudo que não quero ser.
Cansaço é...........cansaço......
cansaço.......vou repousar o meu cérebro,
vou repousar a minha mente,
vou repousar a minha inteligência,
vou repousar meu corpo,
vou repousar tudo que é físico
e mental para relaxar e........
e.........
Autor : Carlos Cordoeiro.
Poema Promete
Promete que te cuidas
promete que tornas o teu beijo
em flor de Primavera;
Promete que não te esqueces
promete que não me esqueces
que não me ignoras
mas sim eu ser-te uma lembrança;
Promete que somos amigos
que floresce naturalmente
como as rosas que admiramos;
Promete que me verás sempre
de longe e eu de perto
como se quer;
Promete que renascemos como
jardins frescos e apetecíveis
da manhã de nevoeiro do Porto;
Promete que me tornas frescura
dos dias mais quentes que nos
secam os lábios;
Promete que os nossos dias
serão diferentes, sempre diferentes
como cada dia que já passou.
Promete que quando sol será nosso
ou de manhã quando somos um nascimento
a meio quando somos rebentos constantes
ou há tarde quando somos um terminar da dor
que há muito já havia e agora é aliviada;
Promete que os nossos dias serão eternos
como aquele amor que sentimos e juramos
e que era tão intenso, mais que um coração aflito
de uma dor que já passou mas que por vezes ainda se sente;
Promete que o amanhã é sempre novo
como cada beijo nosso,
como cada carinho nosso,
como cada abraço trocado,
como cada amor desejado,
como cada sentimento que floresce e dá naturalmente
novos rebentos quando outros partem e deixam de brilhar
como um dia eu deixei quando já achei não te amar;
Mas agora amo-te como se fossemos novas plantas dos campos
como novas frescuras dos campos mais altos do nosso mundo
como fossemos novas sementes que timidamente surgem
como eu surgi para ti e de início não reparaste
por isso é que a luz não era total como as nossas estrelas do escuro;
Promete que seremos sempre isto, sempre este amor incondicional
sempre este beijo que dura mesmo quando o comboio já partiu,
sempre este carinho que prolonga-se tanto, mais que um relógio
sempre este abraço que nos faz aquecer mais que um fogo
sempre este brilho que nunca morre e que irá está sempre vivo mesmo
quando tu e eu fomos algo para lá de....
Autor : Carlos Cordoeiro.
promete que tornas o teu beijo
em flor de Primavera;
Promete que não te esqueces
promete que não me esqueces
que não me ignoras
mas sim eu ser-te uma lembrança;
Promete que somos amigos
que floresce naturalmente
como as rosas que admiramos;
Promete que me verás sempre
de longe e eu de perto
como se quer;
Promete que renascemos como
jardins frescos e apetecíveis
da manhã de nevoeiro do Porto;
Promete que me tornas frescura
dos dias mais quentes que nos
secam os lábios;
Promete que os nossos dias
serão diferentes, sempre diferentes
como cada dia que já passou.
Promete que quando sol será nosso
ou de manhã quando somos um nascimento
a meio quando somos rebentos constantes
ou há tarde quando somos um terminar da dor
que há muito já havia e agora é aliviada;
Promete que os nossos dias serão eternos
como aquele amor que sentimos e juramos
e que era tão intenso, mais que um coração aflito
de uma dor que já passou mas que por vezes ainda se sente;
Promete que o amanhã é sempre novo
como cada beijo nosso,
como cada carinho nosso,
como cada abraço trocado,
como cada amor desejado,
como cada sentimento que floresce e dá naturalmente
novos rebentos quando outros partem e deixam de brilhar
como um dia eu deixei quando já achei não te amar;
Mas agora amo-te como se fossemos novas plantas dos campos
como novas frescuras dos campos mais altos do nosso mundo
como fossemos novas sementes que timidamente surgem
como eu surgi para ti e de início não reparaste
por isso é que a luz não era total como as nossas estrelas do escuro;
Promete que seremos sempre isto, sempre este amor incondicional
sempre este beijo que dura mesmo quando o comboio já partiu,
sempre este carinho que prolonga-se tanto, mais que um relógio
sempre este abraço que nos faz aquecer mais que um fogo
sempre este brilho que nunca morre e que irá está sempre vivo mesmo
quando tu e eu fomos algo para lá de....
Autor : Carlos Cordoeiro.
Poema Amo-te Como.....
Amo-te como o sangue que é o meu rio
de vida e de amor por ti
e por nós enquanto casal de um amor;
Amo-te como a lágrima derramada
pela discussão que é pensada
e que ainda não aconteceu;
Amo-te como uma força que é possível
de se sentir e amar
porque não é algo que magoa;
Amo-te como algo superior
algo muito maior do que eu mesmo
por isso não suporto tamanho amor.
Amo-te com tanto gosto mas mesmo muito
que já esqueci o que é o sabor
de tudo que nós gostamos de fazer
ou de saborear por casa;
Amo-te tanto que somos o sabor
um do outro mas por vezes esqueço
do açúcar no nosso enredo;
Amo-te por vezes de forma azeda.
que não como, bebo ou provo
o nosso amor quando deveria
e por isso a tua tristeza fala mais alto
e eu rebaixo-me até tu seres o topo do meu mundo;
Amo-te como se fossemos constantes pedaços
de histórias variadas em que todas juntas
formam uma só e com sentido;
Amo-te com toda a profundidade da questão
como os oceanos fossem a terra
que nos faz tornar mais seguros de nós mesmos
dos nossos beijos e carinhos constantes;
Amo-te como músicas melancólicas
que apelam a tristeza da minha lágrima derramada
mas que logo a seguir vem o beijo tão desconcertante
como uma viagem que parece que será a última
como a última que um de nós fez e...
Autor : Carlos Cordoeiro.
de vida e de amor por ti
e por nós enquanto casal de um amor;
Amo-te como a lágrima derramada
pela discussão que é pensada
e que ainda não aconteceu;
Amo-te como uma força que é possível
de se sentir e amar
porque não é algo que magoa;
Amo-te como algo superior
algo muito maior do que eu mesmo
por isso não suporto tamanho amor.
Amo-te com tanto gosto mas mesmo muito
que já esqueci o que é o sabor
de tudo que nós gostamos de fazer
ou de saborear por casa;
Amo-te tanto que somos o sabor
um do outro mas por vezes esqueço
do açúcar no nosso enredo;
Amo-te por vezes de forma azeda.
que não como, bebo ou provo
o nosso amor quando deveria
e por isso a tua tristeza fala mais alto
e eu rebaixo-me até tu seres o topo do meu mundo;
Amo-te como se fossemos constantes pedaços
de histórias variadas em que todas juntas
formam uma só e com sentido;
Amo-te com toda a profundidade da questão
como os oceanos fossem a terra
que nos faz tornar mais seguros de nós mesmos
dos nossos beijos e carinhos constantes;
Amo-te como músicas melancólicas
que apelam a tristeza da minha lágrima derramada
mas que logo a seguir vem o beijo tão desconcertante
como uma viagem que parece que será a última
como a última que um de nós fez e...
Autor : Carlos Cordoeiro.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
Poema Jardim
No jardim é onde eu te conheci com todo o meu amor
e tu a mim de forma igual e sem regalias
estávamos em pé de igualdade, em sintonia musical;
No jardim foi onde eu falei tanto mas tanto contigo
em que o cenário de fundo era árvores, arbustos e repuxos
que nos tornavam mais íntimos, próximos e que apenas sobrou o melhor
intensos e tímidos beijos com a cara meia escondida na outra;
No jardim exploramos nossos beijos
como se tivéssemos na Primavera
e o amor de um beijo fosse constante
em acontecer entre nós de forma calorosa;
No jardim tu e eu somos sempre um
mesmo de forma calorosa
quando a chuva cai sempre em nós,
mas o nosso maior é tão grande
que nem sentimos o gelo de Inverno.
No jardim ela e eu trocávamos tantos beijos
que ficávamos tão quentes como o fogo
que incendiou os nossos corações de amor
e que este amor é disfarçado pelo menos para mim;
No jardim tanto os beijos fizeram sentido,
tanto os abraços fizeram calor,
tanto as palavras quentes
encheram-nos o peito de conforto;
No jardim trocamos tantos calores,
tantos beijos, tantas carícias, tantas amores
que nos completamos tanto um ao outro,
que agora somos apenas um : Amor.
Autor : Carlos Cordoeiro.
e tu a mim de forma igual e sem regalias
estávamos em pé de igualdade, em sintonia musical;
No jardim foi onde eu falei tanto mas tanto contigo
em que o cenário de fundo era árvores, arbustos e repuxos
que nos tornavam mais íntimos, próximos e que apenas sobrou o melhor
intensos e tímidos beijos com a cara meia escondida na outra;
No jardim exploramos nossos beijos
como se tivéssemos na Primavera
e o amor de um beijo fosse constante
em acontecer entre nós de forma calorosa;
No jardim tu e eu somos sempre um
mesmo de forma calorosa
quando a chuva cai sempre em nós,
mas o nosso maior é tão grande
que nem sentimos o gelo de Inverno.
No jardim ela e eu trocávamos tantos beijos
que ficávamos tão quentes como o fogo
que incendiou os nossos corações de amor
e que este amor é disfarçado pelo menos para mim;
No jardim tanto os beijos fizeram sentido,
tanto os abraços fizeram calor,
tanto as palavras quentes
encheram-nos o peito de conforto;
No jardim trocamos tantos calores,
tantos beijos, tantas carícias, tantas amores
que nos completamos tanto um ao outro,
que agora somos apenas um : Amor.
Autor : Carlos Cordoeiro.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
Poema A Dor De Um Amor
A dor de um amor foi quando eu amei tanto e depois perdi
perdi em tão pouco aquilo que julguei eterno,
perdi aquilo que achei que ia ter como garantido,
perdi cada beijo que te dei de forma sedutora,
perdi cada abraço quente que trocamos,
perdi tudo que podia ter facilmente mas com respeito;
A dor de um amor passa por eu chorar constantemente o que eu já tive
o que quero ter como eterno e amoroso
que és mesmo tu,
pelo menos penso isso constantemente;
A dor de um amor é sonharmos sempre com a mesma pessoa,
sempre com a mesma vontade,
sempre com a mesma energia
sem nunca cansar,
sem nunca respirar de novo e como tal o oxigénio não é novo,
e por isso sou doente de amor por ti.
A dor de um amor é estares aí longe e eu aqui
somos a distância representada como pessoas
somos o que não deve ser imaginado como bom;
A dor de um amor é uma lágrima derramada
sem ser pensada mas libertada naturalmente
como o nosso amor longínquo e utópico
por isso é que nos afastamos sem intenção;
A dor de um amor foi eu imaginar demais os dois como vida
imaginar algo entre nós como realidade amorosa
é tudo tão surrealista no meu coração e sentimento;
A dor de um amor foi eu querer-te alcançar
esquecendo que és mais do que eu, em parte,
esquecendo que és mais poderosa do que eu,
esquecendo que te fazes maior do que eu,
porque eu enquanto estrela ainda não brilhei para ti;
A dor de um amor foi eu não ser o teu brilho
aquele que tu querias como guia para o teu caminho
aquele que tu sonhavas como alguém ao teu lado
aquele que tu achas que eu teria
aquele que tu achavas eu ter guardado como presente para ti;
A dor de um amor......
A dor de um amor.....
de.........um
amor é, eu ficar assim tão reticente e indeciso,
é ficar assim tão nervoso e sem conseguir falar algo de jeito,
é ficar assim tão atrapalhado e falar olhando para o lado e não para ti,
por isso te digo que a dor de um amor é tudo isto de forma crua e nua
e como tal sinto um frio interior de desamor por parte de mim mesmo e mais ninguém.
Autor : Carlos Cordoeiro.
perdi em tão pouco aquilo que julguei eterno,
perdi aquilo que achei que ia ter como garantido,
perdi cada beijo que te dei de forma sedutora,
perdi cada abraço quente que trocamos,
perdi tudo que podia ter facilmente mas com respeito;
A dor de um amor passa por eu chorar constantemente o que eu já tive
o que quero ter como eterno e amoroso
que és mesmo tu,
pelo menos penso isso constantemente;
A dor de um amor é sonharmos sempre com a mesma pessoa,
sempre com a mesma vontade,
sempre com a mesma energia
sem nunca cansar,
sem nunca respirar de novo e como tal o oxigénio não é novo,
e por isso sou doente de amor por ti.
A dor de um amor é estares aí longe e eu aqui
somos a distância representada como pessoas
somos o que não deve ser imaginado como bom;
A dor de um amor é uma lágrima derramada
sem ser pensada mas libertada naturalmente
como o nosso amor longínquo e utópico
por isso é que nos afastamos sem intenção;
A dor de um amor foi eu imaginar demais os dois como vida
imaginar algo entre nós como realidade amorosa
é tudo tão surrealista no meu coração e sentimento;
A dor de um amor foi eu querer-te alcançar
esquecendo que és mais do que eu, em parte,
esquecendo que és mais poderosa do que eu,
esquecendo que te fazes maior do que eu,
porque eu enquanto estrela ainda não brilhei para ti;
A dor de um amor foi eu não ser o teu brilho
aquele que tu querias como guia para o teu caminho
aquele que tu sonhavas como alguém ao teu lado
aquele que tu achas que eu teria
aquele que tu achavas eu ter guardado como presente para ti;
A dor de um amor......
A dor de um amor.....
de.........um
amor é, eu ficar assim tão reticente e indeciso,
é ficar assim tão nervoso e sem conseguir falar algo de jeito,
é ficar assim tão atrapalhado e falar olhando para o lado e não para ti,
por isso te digo que a dor de um amor é tudo isto de forma crua e nua
e como tal sinto um frio interior de desamor por parte de mim mesmo e mais ninguém.
Autor : Carlos Cordoeiro.
sábado, 12 de dezembro de 2015
Poema Caminho
Caminho por novos caminhos incertos que me põe com medo
é tudo tão desconhecido e de desconfiar,
é tudo tão esquisito e reticente que eu nem tento entrar
porque o meu receio é maior que o momento;
Caminho por sítios novos que me são apetecíveis de explorar
mas estão tão bloqueados que só o meu espírito entra
mas não pode lá ficar como chantagem de um vida dupla;
Caminho por novas estradas que são pouco iluminadas
mesmo quando isto me torna mais vulnerável
mesmo quando isto me torna mais medroso
mesmo quando isto me faz pensar o errado
mesmo quando tudo isto faz projecto o obscuro da questão inatingível;
Caminho por lágrimas que eu derramei que me fizeram crescer
que me fizeram ser grande como um céu com estrelas
que acabam por me iluminar e guiar para uma vida mais livre de medos;
Caminho por espaços tão surrealistas como um amor que já senti,
como uma amizade que perdi em plena areia quente de deserto,
como um carinho que perdi e fez-me chorar por tristeza
que o meu corpo cobriu-se de negra tristeza e vontade de me tornar mais negro para não ser visto.
Caminho por amores que perdi com grande facilidade como ir ver as horas
como deixar-me distrair pelo Sol que me iluminou certo momento,
como aquele dia que mergulhei nas águas frias e me fizeram congelar,
fizeram congelar o meu amor,
fizeram congelar o meu beijo para ti,
fizeram congelar o meu pedido de amor a ti como princesa;
Caminho de forma doentia sem qualquer caminho traçado como guia,
caminho de forma irracional por isso é que vejo o que não quero,
caminho de forma medrosa por isso é que é tudo negro para mim e na minha cabeça,
caminho de forma chorosa porque nunca sei o que vem aí;
Caminho por dores mentais na medida em que através dos meus olhos
sofro o que eu não quero ver ou ler,
é doentio pra mim ver o que para mim é saturação;
Caminho por caminhos que são estreitos mas ao mesmo tempo tão abafantes
mas ao mesmo tempo tão quentes que me preenchem no sentimento
de amor, carinho ou amizade de forma sincera e pura;
Caminho para novos amores que estão camuflados com o dia-a-dia de cada um,
camuflados com os aromas e sabores de todos os cafés da Cidade,
camuflados com todas as cores intensas de Outono;
Caminho por vários atalhos para chegar a ti, meu adorável amor
para te beijar bem devagar para sentir os teus lábios sedosos,
para te sentir nos meus braços e tu sentires que estás dentro de uma muralha,
para te sentir como algo tão puro como a água fresca da montanha,
para te sentir como meu amor eterno e seguro
e saber que posso sempre te amar, como no primeiro dia naquele jardim
em que o jardim parecia todo íntimo porque estávamos só nós os dois
ainda a explorarmos um ao outro como se fossemos uma espécie de crianças
e como tal o amor desde daí acabou sempre por ser sincero, como agora.
Adoro-te.
Autor : Carlos Cordoeiro.
é tudo tão desconhecido e de desconfiar,
é tudo tão esquisito e reticente que eu nem tento entrar
porque o meu receio é maior que o momento;
Caminho por sítios novos que me são apetecíveis de explorar
mas estão tão bloqueados que só o meu espírito entra
mas não pode lá ficar como chantagem de um vida dupla;
Caminho por novas estradas que são pouco iluminadas
mesmo quando isto me torna mais vulnerável
mesmo quando isto me torna mais medroso
mesmo quando isto me faz pensar o errado
mesmo quando tudo isto faz projecto o obscuro da questão inatingível;
Caminho por lágrimas que eu derramei que me fizeram crescer
que me fizeram ser grande como um céu com estrelas
que acabam por me iluminar e guiar para uma vida mais livre de medos;
Caminho por espaços tão surrealistas como um amor que já senti,
como uma amizade que perdi em plena areia quente de deserto,
como um carinho que perdi e fez-me chorar por tristeza
que o meu corpo cobriu-se de negra tristeza e vontade de me tornar mais negro para não ser visto.
Caminho por amores que perdi com grande facilidade como ir ver as horas
como deixar-me distrair pelo Sol que me iluminou certo momento,
como aquele dia que mergulhei nas águas frias e me fizeram congelar,
fizeram congelar o meu amor,
fizeram congelar o meu beijo para ti,
fizeram congelar o meu pedido de amor a ti como princesa;
Caminho de forma doentia sem qualquer caminho traçado como guia,
caminho de forma irracional por isso é que vejo o que não quero,
caminho de forma medrosa por isso é que é tudo negro para mim e na minha cabeça,
caminho de forma chorosa porque nunca sei o que vem aí;
Caminho por dores mentais na medida em que através dos meus olhos
sofro o que eu não quero ver ou ler,
é doentio pra mim ver o que para mim é saturação;
Caminho por caminhos que são estreitos mas ao mesmo tempo tão abafantes
mas ao mesmo tempo tão quentes que me preenchem no sentimento
de amor, carinho ou amizade de forma sincera e pura;
Caminho para novos amores que estão camuflados com o dia-a-dia de cada um,
camuflados com os aromas e sabores de todos os cafés da Cidade,
camuflados com todas as cores intensas de Outono;
Caminho por vários atalhos para chegar a ti, meu adorável amor
para te beijar bem devagar para sentir os teus lábios sedosos,
para te sentir nos meus braços e tu sentires que estás dentro de uma muralha,
para te sentir como algo tão puro como a água fresca da montanha,
para te sentir como meu amor eterno e seguro
e saber que posso sempre te amar, como no primeiro dia naquele jardim
em que o jardim parecia todo íntimo porque estávamos só nós os dois
ainda a explorarmos um ao outro como se fossemos uma espécie de crianças
e como tal o amor desde daí acabou sempre por ser sincero, como agora.
Adoro-te.
Autor : Carlos Cordoeiro.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Poema Profundo
Profundo é tudo isto que eu sinto por ti
e nunca foi correspondido e como tal
eu ainda espero por novas oportunidades
na tentava de acreditar na minha senha de vez;
Profundo é todo este amor que eu tenciono
dar e mais tarde receber como carinho normalizado
mas tudo é tão burocrático e complexo
será que tenho que assinar algum contracto?
Profundo é todo aquele beijo
que acaba por escapar mesmo que saibas
que eu desejo como água para a vida
que me corre naturalmente como o meu amor por ti.
Profundo é tudo isto que me corre nas veias
que pode ser amor desde que eu seja tolo
na maneira de falar ou agir para contigo;
Profundo é tudo que uma pessoa imagina
mesmo que seja extremamente utópico e estranho
mas que mesmo assim quer fazer acontecer
porque sabe que pode vir a ser realista;
Profundo é aquele pequeno borbulhar que já sinto
por ti mesmo que não saiba como defini-lo
mesmo que não admita dizer-te,
mesmo que não saiba como dizer-te para ficar feliz,
mesmo que isso me causa tristeza por dentro por guarda tudo isto;
Profundo será os beijos que troco contigo,
todos os abraços que te dou,
todas as carícias que trocamos,
todo o amor que nos fazemos,
quando vou a ver é tudo sonho e projecção minha
em filme de película velha, a preto e branco
e com demasiados cortes e por isso o nosso amor em filme
nunca acontece em pleno há imensos takes.
Autor : Carlos Cordoeiro.
e nunca foi correspondido e como tal
eu ainda espero por novas oportunidades
na tentava de acreditar na minha senha de vez;
Profundo é todo este amor que eu tenciono
dar e mais tarde receber como carinho normalizado
mas tudo é tão burocrático e complexo
será que tenho que assinar algum contracto?
Profundo é todo aquele beijo
que acaba por escapar mesmo que saibas
que eu desejo como água para a vida
que me corre naturalmente como o meu amor por ti.
Profundo é tudo isto que me corre nas veias
que pode ser amor desde que eu seja tolo
na maneira de falar ou agir para contigo;
Profundo é tudo que uma pessoa imagina
mesmo que seja extremamente utópico e estranho
mas que mesmo assim quer fazer acontecer
porque sabe que pode vir a ser realista;
Profundo é aquele pequeno borbulhar que já sinto
por ti mesmo que não saiba como defini-lo
mesmo que não admita dizer-te,
mesmo que não saiba como dizer-te para ficar feliz,
mesmo que isso me causa tristeza por dentro por guarda tudo isto;
Profundo será os beijos que troco contigo,
todos os abraços que te dou,
todas as carícias que trocamos,
todo o amor que nos fazemos,
quando vou a ver é tudo sonho e projecção minha
em filme de película velha, a preto e branco
e com demasiados cortes e por isso o nosso amor em filme
nunca acontece em pleno há imensos takes.
Autor : Carlos Cordoeiro.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
Poema Menina De Rua
Menina de rua que te deixas caminhar sem preconceito,
sem qualquer tipo de problema, sem qualquer vergonha,
sem qualquer medo de ser julgada por outros de fora;
Menina que te deixas mostrar de forma normal
ou provocadora dependendo do teu sabor
ao que queres provar e dar a conhecer;
Menina exterior que não te revelas por dentro
apenas por um interior mais interessante
que através do calor te deixas explorar
sem te preocupares o que daí poderá provar no outro;
Menina de rua que está constantemente presente
tanto como uma religião
mas tu és pecadora de uma satisfação dos homens
em que és constantemente solicitada como uso de se ser infiel.
Menina de rua que beijas tudo que percorres
como que fosse uma obrigação tua mesmo tu
sabendo que apenas satisfazes o que não queres;
Menina de rua que dás prazer pelas vias mais esquisitas
pelos meios mais complicados e provocantes
e que aos olhos da Igreja é pecado perante Ele;
Menina de rua tu que dás prazer pelo corpo
que tem vários acessórios provocantes
e que tens um corpo apetecível para a tua suposta profissão;
Menina de rua que te exibes como fosses um luxo
quando apenas serves como local de depósito de prazer
um prazer que no teu corpo custa caro
e te deixa desgastada, e tu fazes isso como algo normal
como a água que te escorre com suposto prazer
e já estás automática em todo este processo
apenas fazes o que eles pedem.
Autor : Carlos Cordoeiro.
sem qualquer tipo de problema, sem qualquer vergonha,
sem qualquer medo de ser julgada por outros de fora;
Menina que te deixas mostrar de forma normal
ou provocadora dependendo do teu sabor
ao que queres provar e dar a conhecer;
Menina exterior que não te revelas por dentro
apenas por um interior mais interessante
que através do calor te deixas explorar
sem te preocupares o que daí poderá provar no outro;
Menina de rua que está constantemente presente
tanto como uma religião
mas tu és pecadora de uma satisfação dos homens
em que és constantemente solicitada como uso de se ser infiel.
Menina de rua que beijas tudo que percorres
como que fosse uma obrigação tua mesmo tu
sabendo que apenas satisfazes o que não queres;
Menina de rua que dás prazer pelas vias mais esquisitas
pelos meios mais complicados e provocantes
e que aos olhos da Igreja é pecado perante Ele;
Menina de rua tu que dás prazer pelo corpo
que tem vários acessórios provocantes
e que tens um corpo apetecível para a tua suposta profissão;
Menina de rua que te exibes como fosses um luxo
quando apenas serves como local de depósito de prazer
um prazer que no teu corpo custa caro
e te deixa desgastada, e tu fazes isso como algo normal
como a água que te escorre com suposto prazer
e já estás automática em todo este processo
apenas fazes o que eles pedem.
Autor : Carlos Cordoeiro.
sábado, 28 de novembro de 2015
Poema Monstro
Monstro talvez serão aqueles que se deixam
derramar no que não querem
ou não devem;
Monstro é todo aquele que gosta de ver
de longe como espectador o que nos faz
sangrar os sentimentos;
Monstro é aquele que nos magoa
e não pede perdão e continua
fazendo a porcaria florescer;
Monstro é aquele que faz ferir
o amor e prefere o vermelho da dor
ao amor;
Monstro é aquele que destrói o sentimento
que é como a rosa ainda a nascer
no campo fresco e frio da Primavera;
Monstro é aquele que calca
o pequeno rebento que lhe dará comer;
Monstro é todo aquele hipócrita
que se finge numa sociedade
e não declara como culpado;
Monstro é todo aquele que destrói de forma crua
como a carne crua que não consegue comer
são iguais, incomestivel;
Monstro é todo aquele que destrói
o que deve ser destruído apenas por outros
mas não tu;
Monstro é todo o ser que tem a cara escondida,
que tem a cara fachada,
que tem a cara maliciosa,
que tem a cara mascarada,
que tem a cara falsa,
por isto é um monstro da sociedade.
Monstro é aquele que me fez perder
a água mais limpa que me clarificava
o amor que eu via e queria;
Monstro é aquele que me fez amar
o que não era o certo nem indicado
eu amei o errado agora amo o certo
mas não mo vão tirar;
Monstro é todo aquele que é o reverso
da vida oposta dos dias de hoje;
Monstro será aquele que vê
em tudo um motivo maior
para destruir o que não é certo;
Monstro será aquele que destrói
como seu auto alimento
mas que depois quando não tem mais
tenta-se saciar por onde não há
e por isso torna-se mais monstro.
Autor : Carlos Cordoeiro.
derramar no que não querem
ou não devem;
Monstro é todo aquele que gosta de ver
de longe como espectador o que nos faz
sangrar os sentimentos;
Monstro é aquele que nos magoa
e não pede perdão e continua
fazendo a porcaria florescer;
Monstro é aquele que faz ferir
o amor e prefere o vermelho da dor
ao amor;
Monstro é aquele que destrói o sentimento
que é como a rosa ainda a nascer
no campo fresco e frio da Primavera;
Monstro é aquele que calca
o pequeno rebento que lhe dará comer;
Monstro é todo aquele hipócrita
que se finge numa sociedade
e não declara como culpado;
Monstro é todo aquele que destrói de forma crua
como a carne crua que não consegue comer
são iguais, incomestivel;
Monstro é todo aquele que destrói
o que deve ser destruído apenas por outros
mas não tu;
Monstro é todo o ser que tem a cara escondida,
que tem a cara fachada,
que tem a cara maliciosa,
que tem a cara mascarada,
que tem a cara falsa,
por isto é um monstro da sociedade.
Monstro é aquele que me fez perder
a água mais limpa que me clarificava
o amor que eu via e queria;
Monstro é aquele que me fez amar
o que não era o certo nem indicado
eu amei o errado agora amo o certo
mas não mo vão tirar;
Monstro é todo aquele que é o reverso
da vida oposta dos dias de hoje;
Monstro será aquele que vê
em tudo um motivo maior
para destruir o que não é certo;
Monstro será aquele que destrói
como seu auto alimento
mas que depois quando não tem mais
tenta-se saciar por onde não há
e por isso torna-se mais monstro.
Autor : Carlos Cordoeiro.
Poema Na Minha Cabeça
Na minha cabeça imagino tudo que não é possível de se viver
mas apenas imaginado o que acaba por ser uma grande utopia;
Na minha cabeça é tudo tão projectado
mais do que uma Arquitectura racional
mas na verdade nada é construído para satisfazer alguém ou algo;
Na minha cabeça a imaginação é algo real
mas quando tento passar para o real torna-se imaginário
e isto deixa-me a chorar lagos e mares por dentro de tristeza;
Na minha cabeça os amores são muito mais renascidos
que as flores da Primavera
mas o cheiro dos meus amores é tão nulo e tristonho;
Na minha cabeça projecto vários momentos de amor
que não passam de simples esboços
que nem as linhas se vêem logo não há uma definição do que quero;
Na minha cabeça as ideias são ardentes
chegando a queimar-me sem querer
mas quando se é puro nas criações tudo dói em demasia.
Na minha cabeça penso demasiado o que nunca foi possível
mas eu teimoso insisto em acreditar no que é verdade
em mim e não nos dias que correm como sangue;
Na minha cabeça tudo é tão gritante
tudo é tão latente pior que martelos de metal
no som bastante gritante como amores
que insistem em não acontecer;
Na minha cabeça tudo é tão doloroso pelo sentimento causado
por algo ou alguém, é tudo tão marcante,
é tudo fortemente intenso e inesperado!;
Na minha cabeça tudo é bastante leve
como tal nada fica apenas vem como breve lembrança
ao ponto de me esquecer facilmente e com dor
mas já não dá pra recordar;
Na minha cabeça todos os amores supostamente seriam possíveis
todos os beijos seriam intensos,
todos os abraços me esmagariam de alegria,
todos os carinhos dados e recebidos seriam um conforto,
todo o amor carnal seria uma expressão viva de amor
todo os bilhetes e flores dados por mim seriam amados
e apreciados e apenas desaparecia depois do tempo consumir;
Na minha cabeça, o amor parece um filme
em que eu nem sequer actor sou, nada disto
apenas um figurino que nem tem grande plano
em grande tela num filme memorável chamado Vida.
Autor : Carlos Cordoeiro.
mas apenas imaginado o que acaba por ser uma grande utopia;
Na minha cabeça é tudo tão projectado
mais do que uma Arquitectura racional
mas na verdade nada é construído para satisfazer alguém ou algo;
Na minha cabeça a imaginação é algo real
mas quando tento passar para o real torna-se imaginário
e isto deixa-me a chorar lagos e mares por dentro de tristeza;
Na minha cabeça os amores são muito mais renascidos
que as flores da Primavera
mas o cheiro dos meus amores é tão nulo e tristonho;
Na minha cabeça projecto vários momentos de amor
que não passam de simples esboços
que nem as linhas se vêem logo não há uma definição do que quero;
Na minha cabeça as ideias são ardentes
chegando a queimar-me sem querer
mas quando se é puro nas criações tudo dói em demasia.
Na minha cabeça penso demasiado o que nunca foi possível
mas eu teimoso insisto em acreditar no que é verdade
em mim e não nos dias que correm como sangue;
Na minha cabeça tudo é tão gritante
tudo é tão latente pior que martelos de metal
no som bastante gritante como amores
que insistem em não acontecer;
Na minha cabeça tudo é tão doloroso pelo sentimento causado
por algo ou alguém, é tudo tão marcante,
é tudo fortemente intenso e inesperado!;
Na minha cabeça tudo é bastante leve
como tal nada fica apenas vem como breve lembrança
ao ponto de me esquecer facilmente e com dor
mas já não dá pra recordar;
Na minha cabeça todos os amores supostamente seriam possíveis
todos os beijos seriam intensos,
todos os abraços me esmagariam de alegria,
todos os carinhos dados e recebidos seriam um conforto,
todo o amor carnal seria uma expressão viva de amor
todo os bilhetes e flores dados por mim seriam amados
e apreciados e apenas desaparecia depois do tempo consumir;
Na minha cabeça, o amor parece um filme
em que eu nem sequer actor sou, nada disto
apenas um figurino que nem tem grande plano
em grande tela num filme memorável chamado Vida.
Autor : Carlos Cordoeiro.
domingo, 22 de novembro de 2015
Poema O Que Me Fazes
Que olhar penetrante que me explora ao máximo no meu interior,
que me atravessa por todo o meu corpo e nem sei bem como reagir
por essa tua presença brutal, enigmática, intensa e até mesmo provocadora
o que queres de mim? porque me exploras através do olhar?
o que te darei em troca para tornaste mais suave através do olhar?;
Esse teu chapéu tão grande como os desejos que sentem por ti
que te faz dar uma carga maior de respeito mas também de sensualidade
que é apetecível de se ter e desejar;
Essa tua mão discreta que apenas se nota os dedos que passam pelo ombro
como convite ao desejo que nos proíbem de ter ou fazer
mas porquê? se és naturalmente sensual e bela? Deixa-te apenas levar!;
Esse fio do biquíni ou soutien mas belo e especial para que eu possa apreciar
ou então escondes o que não queres mostrar;
Esses teus lábios tão carnais e brilhantes e apetecíveis que só quero beijar
e tão perfeitos que é impossível não desejar senti-los.
Toda a tua postura grande, enigmática e forte que me deixa desconcertante
essa tua beleza inexplicavelmente forte e inquietante que me faz tremer
deixa-me a desejar muito mas a ter muito pouco de ti;
Pareces não querer falar mas porquê? O que te fiz? O que vou fazer-te?
Apenas quero tentar algo impossível como um amor balnear
mas os olhares são tantos mas mesmo tantos
que me deixo levar pela timidez do público cupido que nos vê;
Quero descobrir-te, quero sentir-te mas és como um escudo de Guerra
que nada para fora passa a não ser esse teu olhar cortante
que me deixa inseguro e incerto se devo ou não te amar ou apenas admirar;
Quem és? Como te chamas? Que idade tens? Onde estás mesmo? Que praia é essa?
Tão deserta como a tua fala, tão vazia como o amor que eu não consigo sentir por ti
como os beijos que não existem porque te fechas em ti;
Que olhar tão esquisito que me remexe constantemente e não me deixa viver em pleno
porque penso sempre nesse teu lado cortina de esconder uma alegria maior.
Pintura : Sofia de Castro
Poema : Carlos Cordoeiro.
Poema Se Vou Atrás De Ti
Se vou atrás de ti é porque te preciso mesmo que de forma tímida
é porque te amo incondicionalmente mesmo que isso não me faça perceber;
Se vou atrás de ti é porque te quero
sentir tão loucamente e de forma tão intensa
como um perfume natural
ou como aquele beijo que espero ter mas anseio em senti-lo;
Se vou atrás de ti
mesmo que através do olhar
é intimidante para os dois mesmo não sabendo isso;
Se vou atrás de ti
é porque acho que ambos temos algo a ganhar
pelo menos pela amizade mas eu quero mais
quero mais como sentir-te mais perto de mim e deixares-me a tremer pela tua beleza;
Se vou atrás de ti
mesmo através do olhar é porque quero que faças o mesmo
um para o outro e depois comunicamos através e apenas pelo olhar
e aí eu entendo-te mais e melhor e tu a mim, agora as palavras apenas atrapalham;
Se vou atrás de ti
pelo meu olhar e sorriso a conquistar-te enquanto tentativa
por vezes tu sorris mas porquê? gostas do que eu faço? achas-me tolo?
queres-me amar? serei eu tão sonhador que não vejo que nem estás a olhara para mim.....
ou até posso acreditar que quando olhas é para mim?.
Se vou atrás de ti
é porque me inquietas sentimentalmente
é porque despertas tanto em mim que fico remexido;
Se vou atrás de ti
não é por indiferença é porque há
um propósito que me mói tanto por dentro
que quero mas não quero ao mesmo tempo
ir ter contigo e sentir-te tão naturalmente como a água;
Se vou atrás de ti
é porque me atrais de alguma modo
que eu ainda não descobri mas sinto
quando te olho tão naturalmente que me inquietas
mas eu gosto disto, de me sentir a tremer por algo bom
que és tu apenas e só quando me sorris;
Se vou atrás de ti
é porque desejo tocar-te e tu a mim
nem que seja suave e depois te vás
como as folhas do Outono ao sabor do vento;
Se vou atrás de ti
é porque desejo que estejamos mais próximos
tão próximos ao ponto de sentirmos o calor um do outro
e fiquemos assim tanto tempo até o amor se pronunciar
até evidenciar-mo-nos enquanto par se isso for o necessário
para vivermos melhor um com o outro enquanto rebentos eternos de um amor enigmático.
Autor : Carlos Cordoeiro.
é porque te amo incondicionalmente mesmo que isso não me faça perceber;
Se vou atrás de ti é porque te quero
sentir tão loucamente e de forma tão intensa
como um perfume natural
ou como aquele beijo que espero ter mas anseio em senti-lo;
Se vou atrás de ti
mesmo que através do olhar
é intimidante para os dois mesmo não sabendo isso;
Se vou atrás de ti
é porque acho que ambos temos algo a ganhar
pelo menos pela amizade mas eu quero mais
quero mais como sentir-te mais perto de mim e deixares-me a tremer pela tua beleza;
Se vou atrás de ti
mesmo através do olhar é porque quero que faças o mesmo
um para o outro e depois comunicamos através e apenas pelo olhar
e aí eu entendo-te mais e melhor e tu a mim, agora as palavras apenas atrapalham;
Se vou atrás de ti
pelo meu olhar e sorriso a conquistar-te enquanto tentativa
por vezes tu sorris mas porquê? gostas do que eu faço? achas-me tolo?
queres-me amar? serei eu tão sonhador que não vejo que nem estás a olhara para mim.....
ou até posso acreditar que quando olhas é para mim?.
Se vou atrás de ti
é porque me inquietas sentimentalmente
é porque despertas tanto em mim que fico remexido;
Se vou atrás de ti
não é por indiferença é porque há
um propósito que me mói tanto por dentro
que quero mas não quero ao mesmo tempo
ir ter contigo e sentir-te tão naturalmente como a água;
Se vou atrás de ti
é porque me atrais de alguma modo
que eu ainda não descobri mas sinto
quando te olho tão naturalmente que me inquietas
mas eu gosto disto, de me sentir a tremer por algo bom
que és tu apenas e só quando me sorris;
Se vou atrás de ti
é porque desejo tocar-te e tu a mim
nem que seja suave e depois te vás
como as folhas do Outono ao sabor do vento;
Se vou atrás de ti
é porque desejo que estejamos mais próximos
tão próximos ao ponto de sentirmos o calor um do outro
e fiquemos assim tanto tempo até o amor se pronunciar
até evidenciar-mo-nos enquanto par se isso for o necessário
para vivermos melhor um com o outro enquanto rebentos eternos de um amor enigmático.
Autor : Carlos Cordoeiro.
sábado, 14 de novembro de 2015
Poema Chocolate
Chocolate aos quadrados divididos
como a tua beleza que também é dividida
pelas tuas curvas salientes como os relevos
do chocolate bastante negro e amargo que adoro apreciar;
Chocolate que me aquece o coração
quando derretido como já foi o amor
que nos fez derreter um pelo o outro;
Chocolate espesso para saborear lentamente
como conseguimos saborear o nosso beijo
enquanto lá fora caia a chuva bastante gélida;
Chocolate branco é demasiado enjoativo
como viagens de carro
de grandes distâncias, maiores que o nosso amor;
Chocolate em pó é complicado,
porque depois fica tudo demasiado sujo,
e depois nada vemos um para o outro;
Se fossemos como licor não podias ser muito forte
para que eu tivesse mais forças para o nosso amor
que tem um sabor muito melhor como por exemplo os nossos beijos.
Chocolate é tão doce como o nosso amor que é sempre comestível
por isso não temos que por açúcar porque já nós somos doces;
Chocolate mais amargo quando nós estamos amargos um para o outro
e nos sabe mal os beijos porque é tudo sem sabor;
Chocolate seja de que género for é exactamente como o nosso amor.
os nossos beijos são espessos,
os nossos abraços são cremosos,
as nossas carícias são como aquele chocolate fofo
e o nosso amor carnal é duro mas apetecível constantemente.
Autor : Carlos Cordoeiro.
como a tua beleza que também é dividida
pelas tuas curvas salientes como os relevos
do chocolate bastante negro e amargo que adoro apreciar;
Chocolate que me aquece o coração
quando derretido como já foi o amor
que nos fez derreter um pelo o outro;
Chocolate espesso para saborear lentamente
como conseguimos saborear o nosso beijo
enquanto lá fora caia a chuva bastante gélida;
Chocolate branco é demasiado enjoativo
como viagens de carro
de grandes distâncias, maiores que o nosso amor;
Chocolate em pó é complicado,
porque depois fica tudo demasiado sujo,
e depois nada vemos um para o outro;
Se fossemos como licor não podias ser muito forte
para que eu tivesse mais forças para o nosso amor
que tem um sabor muito melhor como por exemplo os nossos beijos.
Chocolate é tão doce como o nosso amor que é sempre comestível
por isso não temos que por açúcar porque já nós somos doces;
Chocolate mais amargo quando nós estamos amargos um para o outro
e nos sabe mal os beijos porque é tudo sem sabor;
Chocolate seja de que género for é exactamente como o nosso amor.
os nossos beijos são espessos,
os nossos abraços são cremosos,
as nossas carícias são como aquele chocolate fofo
e o nosso amor carnal é duro mas apetecível constantemente.
Autor : Carlos Cordoeiro.
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
Poema Loucos
Loucos somos nós
porque somos assim tão naturais
sem qualquer tipo de falsidade amorosa;
Loucos somos nós
em desejarmos beijos doces
nos nossos corpos tão sedentos de amor;
Loucos somos nós
porque caminhamos à chuva
mesmo quando esta gela os nossos corpos;
Loucos somos nós quando corremos nus
pela praia
com despreocupação se os outros
nos vão censurar pela natureza bela que somos;
Loucos somos nós
que prometemos demais
quando ainda éramos crianças
e dávamos os primeiros beijos inocentes;
Loucos somos nós
que queremos aqueles beijos fortes
aqueles que nos marcam na ansiedade do momento;
Loucos somos nós
ser humanos que desejamos tanto mas tanto
que depois nem sabemos o que queremos verdadeiramente;
Loucos somos nós
nós enquanto par que tentamos motivar
os outros para olhar o nosso amor que agora...
é ainda sonhador como os nossos beijos;
Loucos somos nós
por querer fazer amor sem nada
a cobrir nos sítios errados segundo as regras;
Loucos somos nós
que quisermos mostrar aos outros
um amor que eles nunca acreditaram;
Loucos somos nós
por sermos mesmo assim
correndo risco à sociedade que se acha;
Loucos somos nós meu Deus
que somos mesmo loucos por este amor tão apetecível e doentio
porque cada amor que fazemos é sempre algo tão poético e envolvente.
Autor : Carlos Cordoeiro.
porque somos assim tão naturais
sem qualquer tipo de falsidade amorosa;
Loucos somos nós
em desejarmos beijos doces
nos nossos corpos tão sedentos de amor;
Loucos somos nós
porque caminhamos à chuva
mesmo quando esta gela os nossos corpos;
Loucos somos nós quando corremos nus
pela praia
com despreocupação se os outros
nos vão censurar pela natureza bela que somos;
Loucos somos nós
que prometemos demais
quando ainda éramos crianças
e dávamos os primeiros beijos inocentes;
Loucos somos nós
que queremos aqueles beijos fortes
aqueles que nos marcam na ansiedade do momento;
Loucos somos nós
ser humanos que desejamos tanto mas tanto
que depois nem sabemos o que queremos verdadeiramente;
Loucos somos nós
nós enquanto par que tentamos motivar
os outros para olhar o nosso amor que agora...
é ainda sonhador como os nossos beijos;
Loucos somos nós
por querer fazer amor sem nada
a cobrir nos sítios errados segundo as regras;
Loucos somos nós
que quisermos mostrar aos outros
um amor que eles nunca acreditaram;
Loucos somos nós
por sermos mesmo assim
correndo risco à sociedade que se acha;
Loucos somos nós meu Deus
que somos mesmo loucos por este amor tão apetecível e doentio
porque cada amor que fazemos é sempre algo tão poético e envolvente.
Autor : Carlos Cordoeiro.
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