quinta-feira, 7 de abril de 2016
COMICS STRIP PRESENTATION
Carlos Cordoeiro
HUMMM
Lápis de cor e caneta preta sobre folha a3
29,7 cm x 42,0 cm
Abril 2016.
COMICS STRIP PRESENTATION, é um trabalho de Banda Desenhada, com influência artística na Pop Art e nos anos 50 e de certa forma, mesmo que de forma distante na Arte Nova (Art Nouveau) perceptível através das ondulações do cabelo.
No fundo esta Banda Desenhada, conta uma pequena história entre duas personagens sobre a Cordoeiro Jewelry (Cordoeiro Bijutaria), em que as personagens querem mesmo muito ter as peças de joalharia / bijutaria deste loja.
domingo, 3 de abril de 2016
Poema Funeral
Quando eu morrer no meu funeral...
No Meu Funeral estará a alegria na tristeza,
não haverá aquelas lágrimas falsas
e dizer-se que eu era boa pessoa, ou fui muito bom quando estava vivo,
assim como não haverá muitas pessoas de preto
e a entristecer todo o lado cinematográfico do momento;
No Meu Funeral não haverá carros a andar lentos,
filas gigantes de pessoas a andarem atrás
como se elas tivessem morrido por mim ou comigo,
muito menos vai haver aqueles gritos e choros
tão teatrais para outros ouvirem e insultarem;
No Meu Funeral não irei ser esmagado
com quilos e quilos de flores extremamente perfumadas,
e que ficam a apodrecer o meu belo túmulo,
e que ficam ali a ocupar espaço e nem consigo mexer-me
à vontade enquanto estou a dormir,
No Meu Funeral não quero estar de noite
a ser visto e beijado inconscientemente e de forma doentia
como eu fosse um corpo anormal
que deve ser estudado e analisado e explorado sentimentalmente
por isso agradeço que me vejam mas de longe;
No Meu Funeral a sepultura será grande mas cómoda.
sabem porquê? Para não ver a desgraça dos dias futuros,
para não chorar pelo mau rumo que o mundo está a tomar,
para não sentir a dor de inocentes,
para não falar o que não quero na hora que deveria;
No Meu Funeral a alegria vai ser intensa, brutal, imensa, verdadeira,
uma festa autêntica onde os sentimentos serão puros e genuínos,
tudo será natural como o lado natural de eu ser enterrado
na terra fresca e boa da Natureza que me fez criar;
No Meu Funeral não haverá pessoas hipócritas a verem-me lá em baixo
já deitado, a dormir descansado para acordar numa dimensão melhor
numa dimensão mais pura, numa dimensão mais alegre,
numa dimensão que não me julguem por ser diferente,
por ter vivido as artes plásticas como vida,
por ter escrito os poemas das pessoas que amei e detestei,
por ter chorado, por ter magoado aqueles que me eram mais próximos
e que de facto amaram-me sempre mesmo eu não percebendo,
por ter ter falado àqueles que me diziam tanto e que sempre viram em mim
uma pessoa boa, simpática, amável mesmo quando eu não via nada disto em mim,
mesmo quando em mim vi apenas momentos escuros que não consegui variar
numa fase em que os dias não foram tão bons para se viver;
No Meu Funeral vou ser recordado, vou ser lembrado, vou ser amado,
vou ser imortalizado, vou ser adorado, vou ser petrificado na História da Arte,
vou ser aquele que marcou as Artes, aquele que revolucionou, aqueles que não teve medo
de escrever o que o coração sentia e queria dizer.
No Meu Funeral irei viver uma nova vida mais pura do que esta.
Autor: Carlos Cordoeiro.
No Meu Funeral estará a alegria na tristeza,
não haverá aquelas lágrimas falsas
e dizer-se que eu era boa pessoa, ou fui muito bom quando estava vivo,
assim como não haverá muitas pessoas de preto
e a entristecer todo o lado cinematográfico do momento;
No Meu Funeral não haverá carros a andar lentos,
filas gigantes de pessoas a andarem atrás
como se elas tivessem morrido por mim ou comigo,
muito menos vai haver aqueles gritos e choros
tão teatrais para outros ouvirem e insultarem;
No Meu Funeral não irei ser esmagado
com quilos e quilos de flores extremamente perfumadas,
e que ficam a apodrecer o meu belo túmulo,
e que ficam ali a ocupar espaço e nem consigo mexer-me
à vontade enquanto estou a dormir,
No Meu Funeral não quero estar de noite
a ser visto e beijado inconscientemente e de forma doentia
como eu fosse um corpo anormal
que deve ser estudado e analisado e explorado sentimentalmente
por isso agradeço que me vejam mas de longe;
No Meu Funeral a sepultura será grande mas cómoda.
sabem porquê? Para não ver a desgraça dos dias futuros,
para não chorar pelo mau rumo que o mundo está a tomar,
para não sentir a dor de inocentes,
para não falar o que não quero na hora que deveria;
No Meu Funeral a alegria vai ser intensa, brutal, imensa, verdadeira,
uma festa autêntica onde os sentimentos serão puros e genuínos,
tudo será natural como o lado natural de eu ser enterrado
na terra fresca e boa da Natureza que me fez criar;
No Meu Funeral não haverá pessoas hipócritas a verem-me lá em baixo
já deitado, a dormir descansado para acordar numa dimensão melhor
numa dimensão mais pura, numa dimensão mais alegre,
numa dimensão que não me julguem por ser diferente,
por ter vivido as artes plásticas como vida,
por ter escrito os poemas das pessoas que amei e detestei,
por ter chorado, por ter magoado aqueles que me eram mais próximos
e que de facto amaram-me sempre mesmo eu não percebendo,
por ter ter falado àqueles que me diziam tanto e que sempre viram em mim
uma pessoa boa, simpática, amável mesmo quando eu não via nada disto em mim,
mesmo quando em mim vi apenas momentos escuros que não consegui variar
numa fase em que os dias não foram tão bons para se viver;
No Meu Funeral vou ser recordado, vou ser lembrado, vou ser amado,
vou ser imortalizado, vou ser adorado, vou ser petrificado na História da Arte,
vou ser aquele que marcou as Artes, aquele que revolucionou, aqueles que não teve medo
de escrever o que o coração sentia e queria dizer.
No Meu Funeral irei viver uma nova vida mais pura do que esta.
Autor: Carlos Cordoeiro.
quarta-feira, 30 de março de 2016
Poema Desculpa Por...
Desculpa Por isto não ser o que sonhas,
por não ser aquilo que projectaste como verdadeiro,
como algo que poderias acreditar desde do início,
que poderias acreditar de olhos fechados;
Desculpa Por te fazer sentir mal, se disse aquilo
que te fez chorar de forma assustadora, de forma
brutal e que fez do teu coração incendiar-se
com a infelicidade que eu te criei;
Desculpa Por tudo que disse ou pensei erradamente
da tua pessoa, desculpa se a minha boca falou mentiras,
e se o meu coração pensou o errado,
e fui demasiado emotivo em falar aquilo que mais tarde
soube que era errado e nunca existiu;
Desculpa Por dias completamente em insónia
que foram vividos com bastante dor, que até os ossos
quebraram, até o teu corpo gelou
por tantas lágrimas dolorosas e gélidas que derramaste;
Desculpa Por todas estas palavras que te fez incendiar
a tua sensibilidade e que por isso ficaste magoada comigo
e que por isso te fez ignorar-me vários dias, vários momentos
não te condeno, não te julgo, não te censuro
visto que eu fui o mau da história ao fazer-te chorar cada dia,
cada momento, cada semana, cada momento que passou
estavas cada vez mais triste porque eu fui culpado disso
e acho que não vais conseguir perdoar-me por eu ser assim,
Desculpa, Desculpa Por tudo isto que foi marcante
para os dois mas muito mais para ti que ficaste com uma cruz marcada no coração.
Desculpa Por tudo isto se é que ainda me amas,
se ainda me achas a pessoa ideal para o teu coração,
se ainda me achas aquele tipo que pode te acalmar
nos dias mais agressivos dos sentimentos maus
que por vezes surgem sem nós queremos;
Desculpa Por tudo isto que te fiz ou disse,
sabes...acho eu..que não foi de todo por mal,
que não foi de todo o que eu quis fazer-te,
acho que sabes que adoro-te pela tua simplicidade,
acho que sabes que eu adoro esse teu sorriso que me remexe,
acho que sabes que adoro ver como andas de forma provocatória,
tu sabes que tudo que te escrevo é sincero
mesmo depois de todo o sofrimento que te causei;
Desculpa Por todas estas coisas que te escrevo
que se calhar para ti já enoja e já não te diz nada,
mas tu sabes que te adoro, que te admiro,
mesmo depois de todo o mal que te fiz,
será difícil mas.....mas...achas que podemos recomeçar?
Achas que podemos recomeçar como nos primeiros dias?
Aqueles dias que ambos éramos inocentes? Aqueles dias que sorriamos?
Aqueles dias provocatórios? Aqueles dias indiferentes?
Aqueles momentos de pura ironia? Aqueles momentos de suposta alegria?
Desculpa Por todo este tempo não dizer-te que acho que te amo,
venho há imenso tempo a tentar descobrir se é amor ou não, o que achas tu?
Achas que te amo? É só carinho?
De qualquer maneira atrevo-me a dizer Amo-te.
Autor: Carlos Cordoeiro.
por não ser aquilo que projectaste como verdadeiro,
como algo que poderias acreditar desde do início,
que poderias acreditar de olhos fechados;
Desculpa Por te fazer sentir mal, se disse aquilo
que te fez chorar de forma assustadora, de forma
brutal e que fez do teu coração incendiar-se
com a infelicidade que eu te criei;
Desculpa Por tudo que disse ou pensei erradamente
da tua pessoa, desculpa se a minha boca falou mentiras,
e se o meu coração pensou o errado,
e fui demasiado emotivo em falar aquilo que mais tarde
soube que era errado e nunca existiu;
Desculpa Por dias completamente em insónia
que foram vividos com bastante dor, que até os ossos
quebraram, até o teu corpo gelou
por tantas lágrimas dolorosas e gélidas que derramaste;
Desculpa Por todas estas palavras que te fez incendiar
a tua sensibilidade e que por isso ficaste magoada comigo
e que por isso te fez ignorar-me vários dias, vários momentos
não te condeno, não te julgo, não te censuro
visto que eu fui o mau da história ao fazer-te chorar cada dia,
cada momento, cada semana, cada momento que passou
estavas cada vez mais triste porque eu fui culpado disso
e acho que não vais conseguir perdoar-me por eu ser assim,
Desculpa, Desculpa Por tudo isto que foi marcante
para os dois mas muito mais para ti que ficaste com uma cruz marcada no coração.
Desculpa Por tudo isto se é que ainda me amas,
se ainda me achas a pessoa ideal para o teu coração,
se ainda me achas aquele tipo que pode te acalmar
nos dias mais agressivos dos sentimentos maus
que por vezes surgem sem nós queremos;
Desculpa Por tudo isto que te fiz ou disse,
sabes...acho eu..que não foi de todo por mal,
que não foi de todo o que eu quis fazer-te,
acho que sabes que adoro-te pela tua simplicidade,
acho que sabes que eu adoro esse teu sorriso que me remexe,
acho que sabes que adoro ver como andas de forma provocatória,
tu sabes que tudo que te escrevo é sincero
mesmo depois de todo o sofrimento que te causei;
Desculpa Por todas estas coisas que te escrevo
que se calhar para ti já enoja e já não te diz nada,
mas tu sabes que te adoro, que te admiro,
mesmo depois de todo o mal que te fiz,
será difícil mas.....mas...achas que podemos recomeçar?
Achas que podemos recomeçar como nos primeiros dias?
Aqueles dias que ambos éramos inocentes? Aqueles dias que sorriamos?
Aqueles dias provocatórios? Aqueles dias indiferentes?
Aqueles momentos de pura ironia? Aqueles momentos de suposta alegria?
Desculpa Por todo este tempo não dizer-te que acho que te amo,
venho há imenso tempo a tentar descobrir se é amor ou não, o que achas tu?
Achas que te amo? É só carinho?
De qualquer maneira atrevo-me a dizer Amo-te.
Autor: Carlos Cordoeiro.
sábado, 26 de março de 2016
Poema Amor Por Ti
Amor Por Ti é todos os momentos que penso em ti,
todos aqueles momentos que foram sonhados apenas em ti,
aqueles que sonhos que recordo sempre,
mesmo que esteja na rua a andar na minha vida distraído,
distraído como estou por ti, meu belo amor;
Amor Por Ti é tudo isto que lês e escrevo para ti,
que escrevo como todo o meu amor,
com toda a minha sinceridade e sentimento
e nada disto é falso, pois podes confiar
o meu amor é tão simples e natural
como o sumo de laranja que bebes em dias de sol;
Amor Por Ti é eu escrever-te tantos poemas
que perdi conta, perdi a conta o números de versos
que fiz para ti, mesmo sabendo que me eras desconhecida,
mesmo sabendo que não sabes que te amo,
mesmo sabendo que não sabes que respiro este amor;
Amor Por Ti é sentir tudo isto
de forma tão pura, tão natural, tão verdadeira,
tão sincera, tão refrescante, tão intensa,
isto tudo é tão intenso na sua origem,
este amor ainda não nasceu e já me faz gaguejar por ti.
Amor Por Ti escrevo-te tudo isto
e tu sabes perfeitamente que é para ti,
sabes que estes versos são para ti,
estes versos tão repletos de um amor
que se quer libertar, de um amor que quer
desejado, correspondido;
estes versos são inundados em amor, beleza, pureza
é como sinto o teu corpo, a tua felicidade,
a alegria que me contagias e que eu passo-a
para os meus versos carregados de amor intenso como chocolate,
café, morango tudo que desejares para uma noite
como aperitivo de uma noite duradoura como aquele sonho;
Amor Por Ti eu escrevi, eu senti, eu chorei, eu fiquei na tristeza,
eu fique completamente devastado, completamente destruído
porque o que te escrevi sentia de forma tão dolorosa,
tudo que era menos bom eu senti bem cá dentro,
a ferida era tão cortante, era tão aberta, tão cheia de infecção
como naquele tempo que eu sentia o amor corroído
mas agora sinto-te como uma nova energia que pode completar a minha;
Amor Por Ti
escrevi tanto mas mesmo tanto
que se fosse a contar o tempo que ganhei em escrever
o que sentia por ti, não estou mesmo nada arrependido,
estou mesmo intensamente feliz, nas nuvens,
por saberes que todos este poemas foram para ti, meu amor,
Amor Por Ti
escrevi mesmo imenso, mesmo muito,
todas as minhas palavras, todos os meus versos,
todas as minhas estrofes, todos os meus poemas foram para ti
para sentir a tua beleza tão alta como os céus que estão para lá das nuvens,
para sentir a tua felicidade em leres o que te escrevia,
para sentir a tua alegria em saber que te revias nos meus poemas,
para ver que ao leres o amor que te escrevi de forma sincera
ficaste assim, tão naturalmente bela mesmo sabendo que o és,
tão naturalmente elegante, mesmo sabendo que te amo.
Autor: Carlos Cordoeiro.
todos aqueles momentos que foram sonhados apenas em ti,
aqueles que sonhos que recordo sempre,
mesmo que esteja na rua a andar na minha vida distraído,
distraído como estou por ti, meu belo amor;
Amor Por Ti é tudo isto que lês e escrevo para ti,
que escrevo como todo o meu amor,
com toda a minha sinceridade e sentimento
e nada disto é falso, pois podes confiar
o meu amor é tão simples e natural
como o sumo de laranja que bebes em dias de sol;
Amor Por Ti é eu escrever-te tantos poemas
que perdi conta, perdi a conta o números de versos
que fiz para ti, mesmo sabendo que me eras desconhecida,
mesmo sabendo que não sabes que te amo,
mesmo sabendo que não sabes que respiro este amor;
Amor Por Ti é sentir tudo isto
de forma tão pura, tão natural, tão verdadeira,
tão sincera, tão refrescante, tão intensa,
isto tudo é tão intenso na sua origem,
este amor ainda não nasceu e já me faz gaguejar por ti.
Amor Por Ti escrevo-te tudo isto
e tu sabes perfeitamente que é para ti,
sabes que estes versos são para ti,
estes versos tão repletos de um amor
que se quer libertar, de um amor que quer
desejado, correspondido;
estes versos são inundados em amor, beleza, pureza
é como sinto o teu corpo, a tua felicidade,
a alegria que me contagias e que eu passo-a
para os meus versos carregados de amor intenso como chocolate,
café, morango tudo que desejares para uma noite
como aperitivo de uma noite duradoura como aquele sonho;
Amor Por Ti eu escrevi, eu senti, eu chorei, eu fiquei na tristeza,
eu fique completamente devastado, completamente destruído
porque o que te escrevi sentia de forma tão dolorosa,
tudo que era menos bom eu senti bem cá dentro,
a ferida era tão cortante, era tão aberta, tão cheia de infecção
como naquele tempo que eu sentia o amor corroído
mas agora sinto-te como uma nova energia que pode completar a minha;
Amor Por Ti
escrevi tanto mas mesmo tanto
que se fosse a contar o tempo que ganhei em escrever
o que sentia por ti, não estou mesmo nada arrependido,
estou mesmo intensamente feliz, nas nuvens,
por saberes que todos este poemas foram para ti, meu amor,
Amor Por Ti
escrevi mesmo imenso, mesmo muito,
todas as minhas palavras, todos os meus versos,
todas as minhas estrofes, todos os meus poemas foram para ti
para sentir a tua beleza tão alta como os céus que estão para lá das nuvens,
para sentir a tua felicidade em leres o que te escrevia,
para sentir a tua alegria em saber que te revias nos meus poemas,
para ver que ao leres o amor que te escrevi de forma sincera
ficaste assim, tão naturalmente bela mesmo sabendo que o és,
tão naturalmente elegante, mesmo sabendo que te amo.
Autor: Carlos Cordoeiro.
Poema As Flores
As Flores fazem de nós um par que caminham
por jardins que estão cobertos de aromas
e suavidades vermelhas ou rosas
que tão delicadamente se sente e que é apetecível
de ser ter ou provar;
As Flores deixam em nós um perfume tão intenso
como os amores que começam a surgir
de maneira natural como o crescimento de uma flor
num jardim tão fresco como nos primeiros
dias da Primavera;
As Flores são aquelas que te envolvem todos os dias
num vestido tão belo como a tua face,
como o teu olhar que embala o meu,
como a tua suavidade que me torna mais puro,
como a tua calma que me acalma,
como a tua felicidade que me torna mais feliz;
As Flores que nos rodeiam
criam em nós uma sensação tão pura,
uma sensação tão boa, uma sensação tão normal,
uma sensação tão arrepiante, uma sensação tão primaveril,
uma sensação que eu quero conservar
como os nossos primeiros beijos.
As Flores que vemos nos jardim
são tão frágeis como o nosso amor
que ainda não existe por não ter semente,
por não ter ainda aquele início,
por não ter ainda aquele beijo,
por não ter ainda aquele desejo,
por não ter ainda aquela intensidade do momento
que se deseja e é conhecido;
As Flores fazem de ti algo tão fresco
como as brisas marítimas que começo a sentir,
como as brisas nortenhas que me fazem arrepiar,
como as brisas do leste que me fazem abafar,
como as brisas abafadas que me fazem ficar sem ar
como acontece quando te aproximas de mim
e eu quero falar e nada sai a não ser um riso parvo
como este amor que insisto em guardar;
As Flores cobrem o meu amor
cobrem com uma manta fina de Verão,
para não se ver o calor do momento de te amar,
para não se ver a frescura dos beijos que te quero dar,
para não se ver a grandiosidade do meu amor,
para não se ver o meu lado romântico que tento sempre esconder,
para não se ver o meu sentimento profundamente verdadeiro,
para não se ver o meu amor que ocupa o teu redor e as tuas vivências
mesmo sem notares isso e sem repares que tudo isto é para ti.
Autor: Carlos Cordoeiro.
por jardins que estão cobertos de aromas
e suavidades vermelhas ou rosas
que tão delicadamente se sente e que é apetecível
de ser ter ou provar;
As Flores deixam em nós um perfume tão intenso
como os amores que começam a surgir
de maneira natural como o crescimento de uma flor
num jardim tão fresco como nos primeiros
dias da Primavera;
As Flores são aquelas que te envolvem todos os dias
num vestido tão belo como a tua face,
como o teu olhar que embala o meu,
como a tua suavidade que me torna mais puro,
como a tua calma que me acalma,
como a tua felicidade que me torna mais feliz;
As Flores que nos rodeiam
criam em nós uma sensação tão pura,
uma sensação tão boa, uma sensação tão normal,
uma sensação tão arrepiante, uma sensação tão primaveril,
uma sensação que eu quero conservar
como os nossos primeiros beijos.
As Flores que vemos nos jardim
são tão frágeis como o nosso amor
que ainda não existe por não ter semente,
por não ter ainda aquele início,
por não ter ainda aquele beijo,
por não ter ainda aquele desejo,
por não ter ainda aquela intensidade do momento
que se deseja e é conhecido;
As Flores fazem de ti algo tão fresco
como as brisas marítimas que começo a sentir,
como as brisas nortenhas que me fazem arrepiar,
como as brisas do leste que me fazem abafar,
como as brisas abafadas que me fazem ficar sem ar
como acontece quando te aproximas de mim
e eu quero falar e nada sai a não ser um riso parvo
como este amor que insisto em guardar;
As Flores cobrem o meu amor
cobrem com uma manta fina de Verão,
para não se ver o calor do momento de te amar,
para não se ver a frescura dos beijos que te quero dar,
para não se ver a grandiosidade do meu amor,
para não se ver o meu lado romântico que tento sempre esconder,
para não se ver o meu sentimento profundamente verdadeiro,
para não se ver o meu amor que ocupa o teu redor e as tuas vivências
mesmo sem notares isso e sem repares que tudo isto é para ti.
Autor: Carlos Cordoeiro.
sexta-feira, 25 de março de 2016
Poema Quem És Tu
Quem És Tu que me queres constantemente
como um amor por uns segundos,
mas que é tudo completamente incerto,
e eu fico naquela de não saber o que fazer;
Quem És Tu que por momentos
queres falar-me de tudo que é bom
tudo que é amor, sentimento, boas sensações
mas que depois queres-me ver
nos dias negros sem a tua presença
sem o teu amor, sem o teu beijo,
sem o teu abraço, sem aquele desejo de ser amado;
Quem És Tu que por vezes
cobres os meus dias de uma felicidade plena
que o resto é demasiado passageiro,
que o resto é demasiado supérfluo,
que o resto é demasiado indiferente,
viste que o nosso amor incendeia por onde passamos,
por onde andamos, por onde caminhamos,
por onde tentamos ser felizes;
Quem És Tu que por vezes queimas o meu amor,
que por vezes incendeias o meu desejo,
arrasas o sentido de desejo que tenho por ti,
arrasas todos os beijos que guardei para ti,
arrasas todas as palavras como estas que te escrevo.
Quem És Tu que brilhas tanto para mim,
que és-me tão especial,
e que suavemente te toco, suavemente te imagino,
suavemente imagino que somos um eterno beijo,
um eterno momento de amor que é infinito em nós,
um eterno jardim em constante crescimento e beleza;
Quem És Tu meu amor
que me completas tanto mesmo sem saber,
que me fazes sorrir mesmo sem dares conta,
que me fazes sentir parvo mesmo que isso não te passe pela cabeça,
que me fazes sentir nervoso mesmo que isso se note,
que me fazes gaguejar mesmo que não seja caso para isso,
que me fazes acalmar quando não estou,
que me fazes sentir tudo isto e muito mais de forma tão natural como o meu amor por ti;
Quem És Tu que me fazes sentir tudo isto
sem qualquer pudor, e com todo o atrevimento
provocas em mim todo este meu amor que eu quero dar-te
mas não sei bem como, de que maneira, de que intensidade,
é tudo demasiado provocante, a mim, a ti e a nós,
o nós, é algo que existe constantemente nos meus sonhos.
Quem És Tu que tanto me falas, tanto te dás
a mim mesmo como amiga mas depois abandonas-me
de forma tão natural, de forma tão indiferente,
e o nosso amor fica completamente em suspenso;
Quem És Tu que fazes de mim um
constante sonhador,
em que todos os meus sonhos são contigo,
todos os meus sonhos são a tua presença,
todos os meus sonhos são projectados,
num amor tão utópico embora o que eu sinta seja
infinito no finito, tudo que sinto por ti
é dolorosamente verdadeiro;
Quem És Tu meu coração tão apetecível e desejado,
que me fazes perder em ti, todo o meu amor,
que não há nada em nós que seja falso ou verdadeiro,
apenas este amor que sinto por ti,
mas que insiste em ser como que vários hologramas num só,
mas eu ainda assim irei continuar a insistir em amar-te,
mesmo sendo sonhos, para mim eles são sempre reais, sempre.
Autor: Carlos Cordoeiro.
como um amor por uns segundos,
mas que é tudo completamente incerto,
e eu fico naquela de não saber o que fazer;
Quem És Tu que por momentos
queres falar-me de tudo que é bom
tudo que é amor, sentimento, boas sensações
mas que depois queres-me ver
nos dias negros sem a tua presença
sem o teu amor, sem o teu beijo,
sem o teu abraço, sem aquele desejo de ser amado;
Quem És Tu que por vezes
cobres os meus dias de uma felicidade plena
que o resto é demasiado passageiro,
que o resto é demasiado supérfluo,
que o resto é demasiado indiferente,
viste que o nosso amor incendeia por onde passamos,
por onde andamos, por onde caminhamos,
por onde tentamos ser felizes;
Quem És Tu que por vezes queimas o meu amor,
que por vezes incendeias o meu desejo,
arrasas o sentido de desejo que tenho por ti,
arrasas todos os beijos que guardei para ti,
arrasas todas as palavras como estas que te escrevo.
Quem És Tu que brilhas tanto para mim,
que és-me tão especial,
e que suavemente te toco, suavemente te imagino,
suavemente imagino que somos um eterno beijo,
um eterno momento de amor que é infinito em nós,
um eterno jardim em constante crescimento e beleza;
Quem És Tu meu amor
que me completas tanto mesmo sem saber,
que me fazes sorrir mesmo sem dares conta,
que me fazes sentir parvo mesmo que isso não te passe pela cabeça,
que me fazes sentir nervoso mesmo que isso se note,
que me fazes gaguejar mesmo que não seja caso para isso,
que me fazes acalmar quando não estou,
que me fazes sentir tudo isto e muito mais de forma tão natural como o meu amor por ti;
Quem És Tu que me fazes sentir tudo isto
sem qualquer pudor, e com todo o atrevimento
provocas em mim todo este meu amor que eu quero dar-te
mas não sei bem como, de que maneira, de que intensidade,
é tudo demasiado provocante, a mim, a ti e a nós,
o nós, é algo que existe constantemente nos meus sonhos.
Quem És Tu que tanto me falas, tanto te dás
a mim mesmo como amiga mas depois abandonas-me
de forma tão natural, de forma tão indiferente,
e o nosso amor fica completamente em suspenso;
Quem És Tu que fazes de mim um
constante sonhador,
em que todos os meus sonhos são contigo,
todos os meus sonhos são a tua presença,
todos os meus sonhos são projectados,
num amor tão utópico embora o que eu sinta seja
infinito no finito, tudo que sinto por ti
é dolorosamente verdadeiro;
Quem És Tu meu coração tão apetecível e desejado,
que me fazes perder em ti, todo o meu amor,
que não há nada em nós que seja falso ou verdadeiro,
apenas este amor que sinto por ti,
mas que insiste em ser como que vários hologramas num só,
mas eu ainda assim irei continuar a insistir em amar-te,
mesmo sendo sonhos, para mim eles são sempre reais, sempre.
Autor: Carlos Cordoeiro.
sábado, 19 de março de 2016
Poema Pai (Dia do Pai)
Mais um dia especial,
que é teu,
todos os anos,
mesmo que eu não te consiga ver,
mesmo que eu não te consiga ouvir,
mesmo que eu não te consiga sentir,
mesmo que eu não te consiga falar-te,
consigo fazer tudo isto contigo
através do meu coração
e da recordação constante que criei de ti
através da tua presença petrificada em foto.
Segundos, Minutos, Horas, Dias, Semanas,
Meses e Anos correm tão lentamente,
se me lembrasse de cada momento que te perdi
de forma injusta e tão crua,
que quando engulo em seco até dói
eu se calhar pensava duas vezes nisto tudo;
Se soubesse, ou pensasse de forma triste ou irracional
na probabilidade de cada segundo ser o último
para mim...há muito tempo que já estava contigo,
há muito tempo que já sorria contigo,
há muito tempo que já falava contigo,
há muito tempo que já te abraçava,
há muito tempo que já sabia como eras,
há muito tempo que já te conhecia e amava;
É ingrato tudo isto
é ingrato a garganta inchada que se sente
quando queremos falar, escrever ou sentir
alguém que nos é especial e não nos conhecemos, e não nos vimos,
os olhos não cruzaram, o toque não foi mútuo;
É tão forte esta dor que se mistura com a curiosidade,
de se querer conhecer alguém, que deveria ficar comigo
mais tempo, para que este tempo até hoje
não fosse tão duro, tão forte, tão corrosivo
nos corações daqueles que realmente sofreram mesmo sem querer com à tua partida.
Mãe tiveste que ser duas estrelas,
tiveste que ser tu mesma e aprender do nada a ser uma nova
a estrela Pai, a estrela masculina,
tiveste que ser mais homem, tiveste que ser mais dura,
talvez....tiveste que ser tanta coisa
em tempos tão difíceis, tempos apertados,
tempos complexos, tempos de mágoa, tempos de dor,
em tempos de saudade, tempos de arrepio, tempos de aflição,
tempos de imaginação, tempos de suspirar....suspirar....suspirar
suspirar por dias tão cansativos....
por dias de tamanha luta...
por dias de tamanho desespero...
por dias batalhados de forma sozinha...
por dias tão remexidos...
por dias tão injustos...
por coisas, dias, acções, dilemas, verdades, mentiras, angústias,
hipocrisias, por tudo isto e por tudo mais que tiveste que brilhar pelo Pai, Mãe.
Podes estar longe meu Pai, ou então tão perto
mesmo aqui ao meu lado sentado a ler isto que te escrevo
e a dizeres para não chorar e para ser forte,
e para não sofrer com a tua saudade,
para não sofrer com a tua ausência,
para não sofrer com a tua transparência,
para não sofrer por não te sentir,
para não sofrer por não te tocar,
para não sofrer por não te ver,
porque mesmo sendo isto tudo injusto ou parecer, o que fica é o futuro,
as sementes que tu deixaste no futuro, as sementes que floresceram,
que nasceram, mesmo que de forma tremida,
que crescemos, mesmo que sem um apoio, um pilar, um membro, um amor.
AMO-TE PAI.
Autor : Carlos Cordoeiro.
que é teu,
todos os anos,
mesmo que eu não te consiga ver,
mesmo que eu não te consiga ouvir,
mesmo que eu não te consiga sentir,
mesmo que eu não te consiga falar-te,
consigo fazer tudo isto contigo
através do meu coração
e da recordação constante que criei de ti
através da tua presença petrificada em foto.
Segundos, Minutos, Horas, Dias, Semanas,
Meses e Anos correm tão lentamente,
se me lembrasse de cada momento que te perdi
de forma injusta e tão crua,
que quando engulo em seco até dói
eu se calhar pensava duas vezes nisto tudo;
Se soubesse, ou pensasse de forma triste ou irracional
na probabilidade de cada segundo ser o último
para mim...há muito tempo que já estava contigo,
há muito tempo que já sorria contigo,
há muito tempo que já falava contigo,
há muito tempo que já te abraçava,
há muito tempo que já sabia como eras,
há muito tempo que já te conhecia e amava;
É ingrato tudo isto
é ingrato a garganta inchada que se sente
quando queremos falar, escrever ou sentir
alguém que nos é especial e não nos conhecemos, e não nos vimos,
os olhos não cruzaram, o toque não foi mútuo;
É tão forte esta dor que se mistura com a curiosidade,
de se querer conhecer alguém, que deveria ficar comigo
mais tempo, para que este tempo até hoje
não fosse tão duro, tão forte, tão corrosivo
nos corações daqueles que realmente sofreram mesmo sem querer com à tua partida.
Mãe tiveste que ser duas estrelas,
tiveste que ser tu mesma e aprender do nada a ser uma nova
a estrela Pai, a estrela masculina,
tiveste que ser mais homem, tiveste que ser mais dura,
talvez....tiveste que ser tanta coisa
em tempos tão difíceis, tempos apertados,
tempos complexos, tempos de mágoa, tempos de dor,
em tempos de saudade, tempos de arrepio, tempos de aflição,
tempos de imaginação, tempos de suspirar....suspirar....suspirar
suspirar por dias tão cansativos....
por dias de tamanha luta...
por dias de tamanho desespero...
por dias batalhados de forma sozinha...
por dias tão remexidos...
por dias tão injustos...
por coisas, dias, acções, dilemas, verdades, mentiras, angústias,
hipocrisias, por tudo isto e por tudo mais que tiveste que brilhar pelo Pai, Mãe.
Podes estar longe meu Pai, ou então tão perto
mesmo aqui ao meu lado sentado a ler isto que te escrevo
e a dizeres para não chorar e para ser forte,
e para não sofrer com a tua saudade,
para não sofrer com a tua ausência,
para não sofrer com a tua transparência,
para não sofrer por não te sentir,
para não sofrer por não te tocar,
para não sofrer por não te ver,
porque mesmo sendo isto tudo injusto ou parecer, o que fica é o futuro,
as sementes que tu deixaste no futuro, as sementes que floresceram,
que nasceram, mesmo que de forma tremida,
que crescemos, mesmo que sem um apoio, um pilar, um membro, um amor.
AMO-TE PAI.
Autor : Carlos Cordoeiro.
terça-feira, 15 de março de 2016
domingo, 13 de março de 2016
Poema Adoro-te
Adoro-te quando te conheci e vi que eras diferente,
achei-te desde sempre algo como um misto de
tão belos momentos, tão belos desejos,
tão belos prazeres que um homem pode desejar ter,
Adoro-te desde este dia em que a admiração é constantemente
enjoativa e sabes porquê? Porque não tiro os olhos de ti,
tentando transmitir aquilo que supostamente poderia ser uma verdade
pelo menos para mim, pelo menos para o meu lado mais sonhador;
Adoro-te desde que isto tornou-se um hábito para mim
em que te olho de forma tão natural,
de forma tão apetecível, mas não me tornas de ponta,
apenas te admiro por uma beleza que surge tão naturalmente como uma flor;
Adoro-te simplesmente porque te vejo
e fazes dos meus dias melhores mesmo que não me fales,
mesmo que me ignores, mesmo que me aches inferior
isso não é nada comparado com o pequeno delírio que tenho por ti.
Adoro-te assim, tal e qual como és, claro que és demasiado
és demasiado enquanto dose para complementar o que sinto
mesmo que isto que sinto seja sonhador,
ou pesadelo, senão se realizar no meu coração;
Adoro-te mesmo que me vejas como algo inferior,
adoro-te mesmo que pensas que não sou bom para ti,
pelo contrário eu sou-o demais que até nem o vês,
nem o reparas, nem o sentes e por isso isto
que tenho ou sinto está completamente a palpitar
mas entretanto vou deixando assim,
andar até que um dia irá parar mas ou porque foste embora
ou porque nos unimos enquanto pares de amores completamente sonhadores;
Adoro-te porque vejo em ti
tudo que não posso sonhar
em dizer ou fazer de forma tão natural,
eu apenas fico a admirar de longe, porque assim não me incendeia
os olhos de uma beleza que eu tenciono ter mas não sei
e eu quero tentar fazer de ti meu par de dança
mas a minha dança é tão disforme como o batimento do meu coração
quando te aproximas de mim, nem que seja para falar das banalidades;
Adoro-te como és mesmo que o teu olho se direccione
para o lado errado, e não reparas que o amor está deste lado
sou eu, surpreendida? Não me admira, e sabes porquê?
Por achares que estou disponível e aberto para a tua personalidade
como a carteira que tanto adoras e valorizas,
mas apenas estou aberto para o amor, este que tem um cadeado tão forte
que me magoa tanto aqui dentro.
Autor : Carlos Cordoeiro.
achei-te desde sempre algo como um misto de
tão belos momentos, tão belos desejos,
tão belos prazeres que um homem pode desejar ter,
Adoro-te desde este dia em que a admiração é constantemente
enjoativa e sabes porquê? Porque não tiro os olhos de ti,
tentando transmitir aquilo que supostamente poderia ser uma verdade
pelo menos para mim, pelo menos para o meu lado mais sonhador;
Adoro-te desde que isto tornou-se um hábito para mim
em que te olho de forma tão natural,
de forma tão apetecível, mas não me tornas de ponta,
apenas te admiro por uma beleza que surge tão naturalmente como uma flor;
Adoro-te simplesmente porque te vejo
e fazes dos meus dias melhores mesmo que não me fales,
mesmo que me ignores, mesmo que me aches inferior
isso não é nada comparado com o pequeno delírio que tenho por ti.
Adoro-te assim, tal e qual como és, claro que és demasiado
és demasiado enquanto dose para complementar o que sinto
mesmo que isto que sinto seja sonhador,
ou pesadelo, senão se realizar no meu coração;
Adoro-te mesmo que me vejas como algo inferior,
adoro-te mesmo que pensas que não sou bom para ti,
pelo contrário eu sou-o demais que até nem o vês,
nem o reparas, nem o sentes e por isso isto
que tenho ou sinto está completamente a palpitar
mas entretanto vou deixando assim,
andar até que um dia irá parar mas ou porque foste embora
ou porque nos unimos enquanto pares de amores completamente sonhadores;
Adoro-te porque vejo em ti
tudo que não posso sonhar
em dizer ou fazer de forma tão natural,
eu apenas fico a admirar de longe, porque assim não me incendeia
os olhos de uma beleza que eu tenciono ter mas não sei
e eu quero tentar fazer de ti meu par de dança
mas a minha dança é tão disforme como o batimento do meu coração
quando te aproximas de mim, nem que seja para falar das banalidades;
Adoro-te como és mesmo que o teu olho se direccione
para o lado errado, e não reparas que o amor está deste lado
sou eu, surpreendida? Não me admira, e sabes porquê?
Por achares que estou disponível e aberto para a tua personalidade
como a carteira que tanto adoras e valorizas,
mas apenas estou aberto para o amor, este que tem um cadeado tão forte
que me magoa tanto aqui dentro.
Autor : Carlos Cordoeiro.
domingo, 6 de março de 2016
Poema Perdi-me Por Ti
Perdi-me Por Ti
com beijos que podiam ser duradouros
como o sol que eu insisto em ver,
como a brisa do mar que insiste em sentir
na minha cara desgastada por um amor que não existe;
Perdi-me Por Ti
com abraços que podiam ser reais
como a lua que eu insisto em brilhar-me,
como a brisa de um rio que insisto em imaginar
na minha cara desgastada pela madrugada;
Perdi-me Por Ti
com troca de olhares tão sonhadores
que nem mesmo os meus lençóis
cobriam o melhor que sonhei,
o melhor que projectei de mim mesmo,
o melhor que quis para sonhar ainda mais longe;
Perdi-me Por Ti
mesmo sabendo que poderia ser arriscado,
mesmo sabendo que isto pareceria utópico,
mesmo sabendo que isto era tão intenso
que nem o meu coração aguentava tanto amor aprisionado.
Perdi-me Por Ti
como alguém que se perde por algo que gosta,
como me perdesse num caminho bom mas assustador,
como me encontrasse perante em ti e descansasse,
mas que no fundo desejo-te constantemente e de forma secreta;
Perdi-me Por Ti
com tantos beijos que te dei de forma provocante,
no canto da boca para deixar uma saudade
que nunca ou talvez nunca irá ser recordada
mas que tudo isto foi imaginado por mim e por ti falsamente;
Perdi-me Por Ti
como um grande amor perde outro
sem se despedir, sem abraçar, sem falar,
sem escrever, sem beijar, sem amar, sem olhar,
sem nada fazer ou dizer e por isso no final fica isto
isto de tão tamanha dor de vazio como os dias de Inverno;
Perdi-me Por Ti
como uma pessoa perde-se no seu próprio rumo,
como um animal perde do seu grupo restante,
como uma árvore que cresce sozinha completamente na escuridão,
como um corvo que voa entre florestas negras nórdicas,
como um fumo restante de uma fogueira de guerra,
como um calafrio de medo ou ansiedade de algo que sabes que pode vir a acontecer,
como um animal que morre lentamente sem piedade aos olhos de outros,
como uma serpente que engole a vítima, como o meu medo engole o meu amor
que já senti por ti mas que agora é cinza mas que pode renascer, renascer de forma
tão nobre como uma fénix, mas agora tudo é tão sentido, isto é a ansiedade,
A ansiedade, agora vejo como um campo completamente destruído, árvores cortadas, fumo
do fogo restante das casas, sangue derramado junto com vinho, tristeza respirável, medo que se sente, todo este cenário completamente horroroso, assustador, gritante mas sem som e sem ajuda possível,
é todo o meu amor,
todo o meu sentimento, toda a minha verdade,
todo o meu desejo, toda a minha vontade,
todo o meu querer, toda a minha beleza,
aprisionada por ti, por nós, por isto, pelo amor, por isso...
Perdi-me Por Ti.
Autor : Carlos Cordoeiro.
com beijos que podiam ser duradouros
como o sol que eu insisto em ver,
como a brisa do mar que insiste em sentir
na minha cara desgastada por um amor que não existe;
Perdi-me Por Ti
com abraços que podiam ser reais
como a lua que eu insisto em brilhar-me,
como a brisa de um rio que insisto em imaginar
na minha cara desgastada pela madrugada;
Perdi-me Por Ti
com troca de olhares tão sonhadores
que nem mesmo os meus lençóis
cobriam o melhor que sonhei,
o melhor que projectei de mim mesmo,
o melhor que quis para sonhar ainda mais longe;
Perdi-me Por Ti
mesmo sabendo que poderia ser arriscado,
mesmo sabendo que isto pareceria utópico,
mesmo sabendo que isto era tão intenso
que nem o meu coração aguentava tanto amor aprisionado.
Perdi-me Por Ti
como alguém que se perde por algo que gosta,
como me perdesse num caminho bom mas assustador,
como me encontrasse perante em ti e descansasse,
mas que no fundo desejo-te constantemente e de forma secreta;
Perdi-me Por Ti
com tantos beijos que te dei de forma provocante,
no canto da boca para deixar uma saudade
que nunca ou talvez nunca irá ser recordada
mas que tudo isto foi imaginado por mim e por ti falsamente;
Perdi-me Por Ti
como um grande amor perde outro
sem se despedir, sem abraçar, sem falar,
sem escrever, sem beijar, sem amar, sem olhar,
sem nada fazer ou dizer e por isso no final fica isto
isto de tão tamanha dor de vazio como os dias de Inverno;
Perdi-me Por Ti
como uma pessoa perde-se no seu próprio rumo,
como um animal perde do seu grupo restante,
como uma árvore que cresce sozinha completamente na escuridão,
como um corvo que voa entre florestas negras nórdicas,
como um fumo restante de uma fogueira de guerra,
como um calafrio de medo ou ansiedade de algo que sabes que pode vir a acontecer,
como um animal que morre lentamente sem piedade aos olhos de outros,
como uma serpente que engole a vítima, como o meu medo engole o meu amor
que já senti por ti mas que agora é cinza mas que pode renascer, renascer de forma
tão nobre como uma fénix, mas agora tudo é tão sentido, isto é a ansiedade,
A ansiedade, agora vejo como um campo completamente destruído, árvores cortadas, fumo
do fogo restante das casas, sangue derramado junto com vinho, tristeza respirável, medo que se sente, todo este cenário completamente horroroso, assustador, gritante mas sem som e sem ajuda possível,
é todo o meu amor,
todo o meu sentimento, toda a minha verdade,
todo o meu desejo, toda a minha vontade,
todo o meu querer, toda a minha beleza,
aprisionada por ti, por nós, por isto, pelo amor, por isso...
Perdi-me Por Ti.
Autor : Carlos Cordoeiro.
sábado, 27 de fevereiro de 2016
Poema Dói-me A Palavra
Dói-me A Palavra que te escrevo constantemente
e que tu insiste em ler mas ignorar que tudo isto
é para ti, para ti meu Amor;
Dói-me A Palavra que eu escrevo de forma
tão intensa que o meu coração também escreve,
a minha alma também escreve para ti,
tudo em mim é escrito para ti,
Dói-me A Palavra cada vez mais por dentro de mim,
visto que sou eu que faço isto, isto de te escrever
em constante sofrimento, em constante mágoa,
em constantes lágrimas que se deixam derramar
formando o rio da mágoa do amor e da tristeza.
Dói-me A Palavra, arde-me tanto o desejo de escrever-te,
arde-me tanto querer-te amar sem reservas,
arde-me pior que fogo esta palavra que eu escrevo sempre
para ti, sempre a pensar em nós, sempre a pensar nisto;
Dói-me A Palavra que insisto em escrever,
que insisto como cura das dores utópicas que existem,
como remédios de amores altamente platónicos,
insisto neste círculo infinito que finita em algo que não conheço:
Dói-me A Palavra que tenciono dizer-te como necessidade,
mesmo que isso a mim me cause uma dor, uma lágrima, uma dor,
algo que sabes que é complexo de decidir ou ter.
Dói-me A Palavra mesmo muito, mas não sei muito bem o que fazer,
dói-me o corpo todo, a alma toda, os dedos de escrever
o que tu não lês, o que tu não queres saber,
o que tu insiste em achar que não vivo; que insistes em achar-me falso,
que achas que tudo isto é pura gota de prazer da minha imaginação
quando nem imaginas a verdade......a verdade de estar aprisionado em ti,
neste amor tão prisioneiro, que me prendo a mim mesmo nestes círculos
círculos estes que giram, tal como a minha cabeça gira por algo que não é verdadeiro,
que gira por algo demasiado fantástico e surreal para ser verdade,
o nosso amor existe apenas aqui, no que te escrevo, no que te tento transmitir
desde de sempre, todos os dias, semanas, meses, anos a fio a escorrer.
Autor : Carlos Cordoeiro.
e que tu insiste em ler mas ignorar que tudo isto
é para ti, para ti meu Amor;
Dói-me A Palavra que eu escrevo de forma
tão intensa que o meu coração também escreve,
a minha alma também escreve para ti,
tudo em mim é escrito para ti,
Dói-me A Palavra cada vez mais por dentro de mim,
visto que sou eu que faço isto, isto de te escrever
em constante sofrimento, em constante mágoa,
em constantes lágrimas que se deixam derramar
formando o rio da mágoa do amor e da tristeza.
Dói-me A Palavra, arde-me tanto o desejo de escrever-te,
arde-me tanto querer-te amar sem reservas,
arde-me pior que fogo esta palavra que eu escrevo sempre
para ti, sempre a pensar em nós, sempre a pensar nisto;
Dói-me A Palavra que insisto em escrever,
que insisto como cura das dores utópicas que existem,
como remédios de amores altamente platónicos,
insisto neste círculo infinito que finita em algo que não conheço:
Dói-me A Palavra que tenciono dizer-te como necessidade,
mesmo que isso a mim me cause uma dor, uma lágrima, uma dor,
algo que sabes que é complexo de decidir ou ter.
Dói-me A Palavra mesmo muito, mas não sei muito bem o que fazer,
dói-me o corpo todo, a alma toda, os dedos de escrever
o que tu não lês, o que tu não queres saber,
o que tu insiste em achar que não vivo; que insistes em achar-me falso,
que achas que tudo isto é pura gota de prazer da minha imaginação
quando nem imaginas a verdade......a verdade de estar aprisionado em ti,
neste amor tão prisioneiro, que me prendo a mim mesmo nestes círculos
círculos estes que giram, tal como a minha cabeça gira por algo que não é verdadeiro,
que gira por algo demasiado fantástico e surreal para ser verdade,
o nosso amor existe apenas aqui, no que te escrevo, no que te tento transmitir
desde de sempre, todos os dias, semanas, meses, anos a fio a escorrer.
Autor : Carlos Cordoeiro.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
Poema Por Eu Te Amar
Por Eu Te Amar que tudo foi intenso
até há ultima gota de sangue
que eu derramei por ti,
destas gotas tornou-se tudo rio,
lago, mar, oceano, tal como todo este meu sofrimento
por ti, que sempre foi constante,
em constante sofrimento de não poder-te decifrar;
Por Eu Te Amar foi tudo inundado em mim
senti-me sem ar porque te amava
e não poder dizer, e não poder admirar-te por isto,
e senti-me interiormente inundado
com uma dor que me afoga mais que a água.
Por Eu Te Amar que esta dor parece sempre grande,
parece cada vez maior, mais que o meu coração,
parece que tudo sempre maior, maior que a minha dor,
maior do que isto tudo, esta dor é tão inexplicável,
Até consigo amar-te, sim um pouco, mas a dor é sempre uma constante
é algo indeterminado que insiste em magoar-me
sempre que eu quero amar-te, sempre que eu tento conseguir algo
nem que seja o teu olhar simples e sem cumprimisso;
Até posso-te perdoar por não me olhares,
não me considero o modelo tão levemente esculpido pelo vento,
tão suave como os lençóis que te cobrem,
Por Eu Te Amar que isto pareceu o meu maior vício
isto de escrever para ti, mesmo que tu não me ames,
mesmo que eu não te seja nada, mesmo eu que seja apenas algo que vês,
algo que apenas observas com uma normalidade
como o normal dos teus dias que correm com naturalidade em que talvez
prefiras outros do que a mim, apenas suponho tudo isto em mim mesmo;
Por Eu Te Amar atrevo-me a dizer a palavra Amar mesmo que seja utópico
porque amor é tudo isto, de forma tão sonhadora, que não há hora certa para
quando isto acontecer mesmo que seja de forma sonhadora,
mesmo que eu seja um sonhador dos sonhos da minha vida sonhada
e portanto tudo isto é de forma assustadora verdadeira apenas no meu eu.
e o resto é tudo ficção, algo como hologramas reais presenciais na minha vida.
Por Eu Te Amar
parece estar a escrever sem sentido, e se calhar é isso mesmo
se calhar tudo isto não faz sentido como este amor que eu sinto por ti,
como esta utopia que eu sinto por ti,
como esta falsidade que sinto por ti que insisto em ser minha como sofrimento,
insisto num sofrimento puro e elegante, que me faz florescer sorrisos forçados
mesmo que ignorados pela pessoa que deveria olhar e sentir o mesmo
de forma pura como o ar que se respira;
Por Eu Te Amar
escrevo isto de forma tão estranha tal como o sentimento que sinto por ti...é
algo a definir não por mim, mas pelos dias que vão correndo
contra ou não a minha pessoa que insiste em admirar-te.
Autor : Carlos Cordoeiro.
até há ultima gota de sangue
que eu derramei por ti,
destas gotas tornou-se tudo rio,
lago, mar, oceano, tal como todo este meu sofrimento
por ti, que sempre foi constante,
em constante sofrimento de não poder-te decifrar;
Por Eu Te Amar foi tudo inundado em mim
senti-me sem ar porque te amava
e não poder dizer, e não poder admirar-te por isto,
e senti-me interiormente inundado
com uma dor que me afoga mais que a água.
Por Eu Te Amar que esta dor parece sempre grande,
parece cada vez maior, mais que o meu coração,
parece que tudo sempre maior, maior que a minha dor,
maior do que isto tudo, esta dor é tão inexplicável,
Até consigo amar-te, sim um pouco, mas a dor é sempre uma constante
é algo indeterminado que insiste em magoar-me
sempre que eu quero amar-te, sempre que eu tento conseguir algo
nem que seja o teu olhar simples e sem cumprimisso;
Até posso-te perdoar por não me olhares,
não me considero o modelo tão levemente esculpido pelo vento,
tão suave como os lençóis que te cobrem,
Por Eu Te Amar que isto pareceu o meu maior vício
isto de escrever para ti, mesmo que tu não me ames,
mesmo que eu não te seja nada, mesmo eu que seja apenas algo que vês,
algo que apenas observas com uma normalidade
como o normal dos teus dias que correm com naturalidade em que talvez
prefiras outros do que a mim, apenas suponho tudo isto em mim mesmo;
Por Eu Te Amar atrevo-me a dizer a palavra Amar mesmo que seja utópico
porque amor é tudo isto, de forma tão sonhadora, que não há hora certa para
quando isto acontecer mesmo que seja de forma sonhadora,
mesmo que eu seja um sonhador dos sonhos da minha vida sonhada
e portanto tudo isto é de forma assustadora verdadeira apenas no meu eu.
e o resto é tudo ficção, algo como hologramas reais presenciais na minha vida.
Por Eu Te Amar
parece estar a escrever sem sentido, e se calhar é isso mesmo
se calhar tudo isto não faz sentido como este amor que eu sinto por ti,
como esta utopia que eu sinto por ti,
como esta falsidade que sinto por ti que insisto em ser minha como sofrimento,
insisto num sofrimento puro e elegante, que me faz florescer sorrisos forçados
mesmo que ignorados pela pessoa que deveria olhar e sentir o mesmo
de forma pura como o ar que se respira;
Por Eu Te Amar
escrevo isto de forma tão estranha tal como o sentimento que sinto por ti...é
algo a definir não por mim, mas pelos dias que vão correndo
contra ou não a minha pessoa que insiste em admirar-te.
Autor : Carlos Cordoeiro.
Cenografia | Scenariography
Carlos Cordoeiro
Cenário (para o Carnaval dos Animais de Camille Saint-Sëns)
Maqueta (k-line, madeira, tinta acrílica e fio de algodão)
(Poema) Carta De Uma Prostituta
José:
Sabes que eu sou uma prostituta
sempre o fui, tu sabes que aos 12 anos
eram difíceis aos meus dias,
o meu pai era alcoólico
e a minha mãe era...prostituta?
Sim é verdade, mas fiz um grande esforço
opah e fui para a minha avó
e ela fez-me ter escola até aos 18 anos...
mas tinha tanta vergonha, para visitar a minha mãe
tinha que ir para onde ela estava com os homens
vi coisas horríveis, e nem acredita naquilo;
Ás vezes, estranhamente a minha mãe, mostrava-me o dinheiro
meu Deus era mesmo muito José (mas acho que estejas informado disso)
mas ela dizia que ganhava bem, que não era preciso muito esforço
mas que ás vezes estava farta de certas pessoas que atendia,
mas sabes José, ela nunca me disse para o que era,
nunca me disse o que fazia, será que ela não se lembrava
que eu a via com aqueles homens de negócios todos nojentos?
ela não se lembrava que eu a via aqueles gajos com os casamentos todos lixados?
aqueles gajos gordos, com bigode horroroso, praí com 70 anos e mesmo assim querem fazer sexo?
Por favor, isto é completamente nojento, mas eu segui o mesmo caminho.
Fui e sou, como tu sabes José, prostituta, opah é verdade,
quero lá saber o que os outros acham de mim,
ou porque sou isto, mas agora percebo a minha mãe;
Tenho que atender clientes, quase ser manda por eles...
já tive que fazer coisas horríveis...já me bateram (estou toda lixada mas pronto)...
já tive que tocar-lhes de maneiras horríveis... já me violaram...já me ameaçaram...
Sabes José, eu não compreendo se eu abro as pernas para eles
porque me lixam tanto,
todo o meu corpo, a alma, a verdade e a dignidade que há muito perdi
Peço-te ajuda José,
Abraço, vou-te falando, se conseguir.
Autor : Carlos Cordoeiro
Sabes que eu sou uma prostituta
sempre o fui, tu sabes que aos 12 anos
eram difíceis aos meus dias,
o meu pai era alcoólico
e a minha mãe era...prostituta?
Sim é verdade, mas fiz um grande esforço
opah e fui para a minha avó
e ela fez-me ter escola até aos 18 anos...
mas tinha tanta vergonha, para visitar a minha mãe
tinha que ir para onde ela estava com os homens
vi coisas horríveis, e nem acredita naquilo;
Ás vezes, estranhamente a minha mãe, mostrava-me o dinheiro
meu Deus era mesmo muito José (mas acho que estejas informado disso)
mas ela dizia que ganhava bem, que não era preciso muito esforço
mas que ás vezes estava farta de certas pessoas que atendia,
mas sabes José, ela nunca me disse para o que era,
nunca me disse o que fazia, será que ela não se lembrava
que eu a via com aqueles homens de negócios todos nojentos?
ela não se lembrava que eu a via aqueles gajos com os casamentos todos lixados?
aqueles gajos gordos, com bigode horroroso, praí com 70 anos e mesmo assim querem fazer sexo?
Por favor, isto é completamente nojento, mas eu segui o mesmo caminho.
Fui e sou, como tu sabes José, prostituta, opah é verdade,
quero lá saber o que os outros acham de mim,
ou porque sou isto, mas agora percebo a minha mãe;
Tenho que atender clientes, quase ser manda por eles...
já tive que fazer coisas horríveis...já me bateram (estou toda lixada mas pronto)...
já tive que tocar-lhes de maneiras horríveis... já me violaram...já me ameaçaram...
Sabes José, eu não compreendo se eu abro as pernas para eles
porque me lixam tanto,
todo o meu corpo, a alma, a verdade e a dignidade que há muito perdi
Peço-te ajuda José,
Abraço, vou-te falando, se conseguir.
Autor : Carlos Cordoeiro
domingo, 21 de fevereiro de 2016
Poema Se Falo
Se Falo é porque preciso,
é porque é algo que eu necessito
de transparecer para fora
algo que deve mesmo sair;
Se Falo demais as pessoas incomodam-se,
aborrecem-se, põe a mão na cabeça,
mas e quê? Não posso falar?
Não posso expressar a minha verdadeira felicidade?
Se Falo é porque é intencional
é porque preciso de libertar,
preciso de me fazer ouvir,
e se tu estás mal paciência;
Não conheces o quanto
as minhas palavras são importantes
o quanto tenho que falar
se não falo ou escrevo
morro, todo o meu corpo torna-se algo
torna-se algo muito superior a ti;
Se Falo é porque há um desejo
para satisfazer a minha pessoa,
o meu interior, e no interior tu não mandas
por mais que o queiras fazer.
Falo sempre, falo com dor,
falo com amor, falo com respeito,
falo com tristeza, falo com desprezo,
falo com alegria, falo com sono,
falo intensamente, falo quase a adormecer,
falo e falo mais
falo porque posso e devo e respiro assim
o silêncio aqui, no ideal não é o desejado.
Autor : Carlos Cordoeiro.
é porque é algo que eu necessito
de transparecer para fora
algo que deve mesmo sair;
Se Falo demais as pessoas incomodam-se,
aborrecem-se, põe a mão na cabeça,
mas e quê? Não posso falar?
Não posso expressar a minha verdadeira felicidade?
Se Falo é porque é intencional
é porque preciso de libertar,
preciso de me fazer ouvir,
e se tu estás mal paciência;
Não conheces o quanto
as minhas palavras são importantes
o quanto tenho que falar
se não falo ou escrevo
morro, todo o meu corpo torna-se algo
torna-se algo muito superior a ti;
Se Falo é porque há um desejo
para satisfazer a minha pessoa,
o meu interior, e no interior tu não mandas
por mais que o queiras fazer.
Falo sempre, falo com dor,
falo com amor, falo com respeito,
falo com tristeza, falo com desprezo,
falo com alegria, falo com sono,
falo intensamente, falo quase a adormecer,
falo e falo mais
falo porque posso e devo e respiro assim
o silêncio aqui, no ideal não é o desejado.
Autor : Carlos Cordoeiro.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
Poema Nossa Amizade
Tudo começou com alta bola na tua barriga
ficaste sem ar, mas até riste
é porque não te magoaste assim tanto
e continuamos a jogar bola naquele extenso
campo que fica quase perto do mar
mas ao mesmo tempo reservado há cidade;
Desde daí foste crescendo tanto, mas tanto
mais do que eu imaginei, ficaste maior
maior do que eu imaginava
mas ainda és aquilo eterno Amigo das brincadeiras
das brincadeiras tão parvas e sem sentido mas que eu gosto;
Lembro-me de tu, eu e outros amigões fazermos praia
e quase comermos areia porque causa da bola
agressivamente chutada para qualquer dia,
foi e é sempre bom esses momentos completamente parvos.
Gosto da nossa amizade,
falamos de tudo, falamos de nada,
falamos dos sentimentos, das desgraças,
do utópico, da realidade, da minha poesia,
dos teus gostos, de parvoíces,
passeamos por um Porto amigável,
por uma cidade diferentemente explorada,
falamos por sms, por redes sociais,
mesmo que isso nada disto existisse
sei que estás bem, o que é mau
corre mais rápido que um rio em tempestade.
A nossa amizade foi crescendo de forma natural
como as flores do jardim,
foi sendo regada tão naturalmente como as águas
gélidas do mar nortenho que mergulhávamos no verão
quente, tão quente
como aquelas raparigas bonitas e de corpo saliente
nós víamos;
Sim, somos grandes amigões, vês cada poema meu,
cada tristeza minha, cada amor ou desamor que eu tenho,
apoias as minhas Artes, reforças, incentivas-me
poucos ou ninguém me fazem crescer tanto como pessoa,
humano, cidadão, artista entre outros adjectivos,
o que interessa é a verdadeira Amizade,
aquela que é espontânea como a nossa.
Autor : Carlos Cordoeiro
(A ti, meu bom Amigo te dedico este Poema).
ficaste sem ar, mas até riste
é porque não te magoaste assim tanto
e continuamos a jogar bola naquele extenso
campo que fica quase perto do mar
mas ao mesmo tempo reservado há cidade;
Desde daí foste crescendo tanto, mas tanto
mais do que eu imaginei, ficaste maior
maior do que eu imaginava
mas ainda és aquilo eterno Amigo das brincadeiras
das brincadeiras tão parvas e sem sentido mas que eu gosto;
Lembro-me de tu, eu e outros amigões fazermos praia
e quase comermos areia porque causa da bola
agressivamente chutada para qualquer dia,
foi e é sempre bom esses momentos completamente parvos.
Gosto da nossa amizade,
falamos de tudo, falamos de nada,
falamos dos sentimentos, das desgraças,
do utópico, da realidade, da minha poesia,
dos teus gostos, de parvoíces,
passeamos por um Porto amigável,
por uma cidade diferentemente explorada,
falamos por sms, por redes sociais,
mesmo que isso nada disto existisse
sei que estás bem, o que é mau
corre mais rápido que um rio em tempestade.
A nossa amizade foi crescendo de forma natural
como as flores do jardim,
foi sendo regada tão naturalmente como as águas
gélidas do mar nortenho que mergulhávamos no verão
quente, tão quente
como aquelas raparigas bonitas e de corpo saliente
nós víamos;
Sim, somos grandes amigões, vês cada poema meu,
cada tristeza minha, cada amor ou desamor que eu tenho,
apoias as minhas Artes, reforças, incentivas-me
poucos ou ninguém me fazem crescer tanto como pessoa,
humano, cidadão, artista entre outros adjectivos,
o que interessa é a verdadeira Amizade,
aquela que é espontânea como a nossa.
Autor : Carlos Cordoeiro
(A ti, meu bom Amigo te dedico este Poema).
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
Poema A Ideia De...
As flores que escorrem
como fossem o meu sangue amor vivo,
como se fosse o movimento
que faz a minha Alma
amar-te constantemente
de forma seguida;
Estas flores tão intensas, tão marcantes,
estão vibrantes no seu amor pleno
que me faz suspirar e mais suspirar
por ti, meu amor, meu querido amor
que tanto te prezo como a respiração.
Estas flores que me deixam tão
mas mesmo tão louco por ti,
ohm eu grande amor primaveril
que já chegaste ao meu coração muito antes das flores
colorirem a minha vida
como tu mo fazes;
Meu bem, meu doce, meu mel amor
minha querida inspiração, minha Mulher
tão curva, tão bela, tão poderosa,
tão intensamente marcante nas vistas do meu olhar
e ficas como petrificada na minha memória
ai fogo como é tão bom recordar-te há noite.
Meu grande Amor que me fazes escrever assim
sem qualquer ordem, sentido, lógica
é isto que eu sinto por ti, a desordem total
é mesmo arrebatadora de corações,
minha luz provocadora de sensações,
minha liberdade, minha paz, meu desejo,
Ufa, que isto é tão cansativo mas ao mesmo tempo
um prazer, um calor, um desejo, um orgasmo falar em ti
desejar a ti aquilo que eu loucamente imagino,
que eu loucamente desejo mesmo que
possa perceber perversão mas não, chamo-lhe paixão.
Autor : Carlos Cordoeiro.
como fossem o meu sangue amor vivo,
como se fosse o movimento
que faz a minha Alma
amar-te constantemente
de forma seguida;
Estas flores tão intensas, tão marcantes,
estão vibrantes no seu amor pleno
que me faz suspirar e mais suspirar
por ti, meu amor, meu querido amor
que tanto te prezo como a respiração.
Estas flores que me deixam tão
mas mesmo tão louco por ti,
ohm eu grande amor primaveril
que já chegaste ao meu coração muito antes das flores
colorirem a minha vida
como tu mo fazes;
Meu bem, meu doce, meu mel amor
minha querida inspiração, minha Mulher
tão curva, tão bela, tão poderosa,
tão intensamente marcante nas vistas do meu olhar
e ficas como petrificada na minha memória
ai fogo como é tão bom recordar-te há noite.
Meu grande Amor que me fazes escrever assim
sem qualquer ordem, sentido, lógica
é isto que eu sinto por ti, a desordem total
é mesmo arrebatadora de corações,
minha luz provocadora de sensações,
minha liberdade, minha paz, meu desejo,
Ufa, que isto é tão cansativo mas ao mesmo tempo
um prazer, um calor, um desejo, um orgasmo falar em ti
desejar a ti aquilo que eu loucamente imagino,
que eu loucamente desejo mesmo que
possa perceber perversão mas não, chamo-lhe paixão.
Autor : Carlos Cordoeiro.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
Poema É Melhor Deixar Ir
É Melhor Deixar Ir
tudo que foi bom visto
que tu és apenas o mal em mim,
visto que és o desejo malicioso;
É Melhor Deixar Ir
todo este amor neutro e que
apenas há um lutador
apenas um coração a bater por ti;
É Melhor Deixar Ir
tudo que me fez amar-te,
tudo que me fez suspirar por ti,
tudo que me fez admirar-te,
tudo que me fez elogiar-te,
tudo que me fez fazer escrever por ti.
É Melhor Deixar Ir
tudo que é bom e intenso
pois tudo isso foi passageiro,
tudo isso pareceu engano;
É Melhor Deixar Ir
afinal o que é bom acaba depressa
como este amor tão utópico,
mas que foi sempre verdadeiro
sempre o foi para mim;
É Melhor Deixar Ir
todas as lembranças, tudo isto,
tudo que me faz agradar,
tudo que me faz pensar em ti,
tudo que me fez sonhar para ti,
tudo que me fez sonhar por nós,
um nós que eu apenas projectei falsamente.
É Melhor Deixar Ir
toda a lembrança boa, todo o amor
que senti por ti, tudo que foi marcante
e memorável entre nós, tudo que foi,
tudo que,
tudo...
É Melhor Deixar Ir
o que me fez auto corroer,
o que me fez magoar desnecessariamente,
o que me fez mutilar-me
o que me fez magoar mais que
espadas atravessadas e ainda remexidas
para magoar cada vez mais
o meu coração, o meu amor, a minha alma,
a minha vida, o meu verdadeiro que se apaixonou
por ti, desde do dia que te vi tão
naturalmente como isto tudo que escrevo para ti
de forma tão sincera e verdadeira.
Tu sabes,
Já te amei.
Autor : Carlos Cordoeiro.
tudo que foi bom visto
que tu és apenas o mal em mim,
visto que és o desejo malicioso;
É Melhor Deixar Ir
todo este amor neutro e que
apenas há um lutador
apenas um coração a bater por ti;
É Melhor Deixar Ir
tudo que me fez amar-te,
tudo que me fez suspirar por ti,
tudo que me fez admirar-te,
tudo que me fez elogiar-te,
tudo que me fez fazer escrever por ti.
É Melhor Deixar Ir
tudo que é bom e intenso
pois tudo isso foi passageiro,
tudo isso pareceu engano;
É Melhor Deixar Ir
afinal o que é bom acaba depressa
como este amor tão utópico,
mas que foi sempre verdadeiro
sempre o foi para mim;
É Melhor Deixar Ir
todas as lembranças, tudo isto,
tudo que me faz agradar,
tudo que me faz pensar em ti,
tudo que me fez sonhar para ti,
tudo que me fez sonhar por nós,
um nós que eu apenas projectei falsamente.
É Melhor Deixar Ir
toda a lembrança boa, todo o amor
que senti por ti, tudo que foi marcante
e memorável entre nós, tudo que foi,
tudo que,
tudo...
É Melhor Deixar Ir
o que me fez auto corroer,
o que me fez magoar desnecessariamente,
o que me fez mutilar-me
o que me fez magoar mais que
espadas atravessadas e ainda remexidas
para magoar cada vez mais
o meu coração, o meu amor, a minha alma,
a minha vida, o meu verdadeiro que se apaixonou
por ti, desde do dia que te vi tão
naturalmente como isto tudo que escrevo para ti
de forma tão sincera e verdadeira.
Tu sabes,
Já te amei.
Autor : Carlos Cordoeiro.
sábado, 6 de fevereiro de 2016
Poema Pensei
Pensei que tudo isto era real
entre nós, entre tu, entre eu
mas não sei bem o que somos
o que queremos, e se até posso falar
como nós, visto que sou apenas eu;
Pensei que tudo isto
era projectado para outros,
e nunca para mim, demasiado intenso
e verdadeiro para mim
por isso prefiro apagar-me a ela;
Pensei que fossemos algo mas apenas
eu imaginei algo em mim,
mesmo que outras pessoas não,
mesmo que outras imaginem algo mais utópico;
Pensei que éramos.
Pensei que poderíamos dar-mos
a simplicidade um ao outro
sem pedir nada em troca,
sem pedir a verdade a cada um,
sem pedir a sinceridade como
algo pela chantagem;
Pensei que podessemos ser grandes
como um amor grandioso
que se vê nesses clássicos em cinema
mesmo que pelo caminho
haja tristezas profundas constantes;
Pensei que éramos um sonho
um sonho completamente eterno
em que podia torná-lo como
memorável, como definitivo
e relembrar sempre que eu quisesse
mesmo que isso me custasse caro;
Pensei que fossemos um
mesmo que fossem em simpatia,
alegria, felicidade, amizade,
mas nada disto verifiquei a não ser
falar por falar, desculpa mas assim
nada quero contigo se nada disto for sincero
peço-te desculpa mas agora isto terá que ser a
despedida em grande de não te querer por agora.
Autor : Carlos Cordoeiro.
Poema Serei Eu.........
Serei Eu aquele que podes ou queres escolher?
Certamente que não, visto que sou o erro para ti,
visto que sou a maldade aos teus olhos,
visto que sou a sujidade do dia-a-dia ou da alma,
visto que sou aquele que recusas constantemente,
mesmo que eu te ignore ou faça de ti irreal;
Serei Eu aquele que desejas ter?
Parece não haver dúvidas que não,
não me queres tal como não queres
em dias de sol, ou através de jardins frescos
da Primavera em brisa do Porto;
Serei Eu aquele com quem tu queres falar?
Talvez sim, mas de quê? deve ser sempre essa
a tua questão, falado de tudo que quiseres
até de amor, mesmo que isso faça de mim
vergonha ou indiferença.
Serei Eu aquele que gostas de falar?
Não sei as nossas falas são
dois monólogos, daí não haver total compreensão
e cada um por si fica na sua,
mesmo que se queira falar,
nunca dá por culpa de dois;
Serei Eu?
Serei?
Autor : Carlos Cordoeiro.
Certamente que não, visto que sou o erro para ti,
visto que sou a maldade aos teus olhos,
visto que sou a sujidade do dia-a-dia ou da alma,
visto que sou aquele que recusas constantemente,
mesmo que eu te ignore ou faça de ti irreal;
Serei Eu aquele que desejas ter?
Parece não haver dúvidas que não,
não me queres tal como não queres
em dias de sol, ou através de jardins frescos
da Primavera em brisa do Porto;
Serei Eu aquele com quem tu queres falar?
Talvez sim, mas de quê? deve ser sempre essa
a tua questão, falado de tudo que quiseres
até de amor, mesmo que isso faça de mim
vergonha ou indiferença.
Serei Eu aquele que gostas de falar?
Não sei as nossas falas são
dois monólogos, daí não haver total compreensão
e cada um por si fica na sua,
mesmo que se queira falar,
nunca dá por culpa de dois;
Serei Eu?
Serei?
Autor : Carlos Cordoeiro.
Poema Coração Quebrado
Coração quebrado é como está o meu
desde que eu comecei a amar-te
mas pouco ou nada tenho em troca
apenas uma constante indiferença
e devo apenas simplesmente aceitar isso;
Coração Quebrado é o que sinto
de forma dura, que me fez entristecer
porque nada parece justo ou normal
apenas olho como público, mas nunca
como actor do romance;
Coração Quebrado é como tu gostas de ver
eu neste estado, deve ser algo que te faz rir
ou simplesmente passa-te ao lado
e como tal deve ser-te banal;
Coração Quebrado é o que tu achas
que eu não sou e estou mas sim
que sou uma alegria inundada
e que todo eu é simpatia, alegria e felicidade
mas bem lá por dentro, por dentro
tudo me faz corroer de forma dolorosa,
de forma intensa, de forma triste,
que me sinto que pior que cão molhado
há mercê das chuvas e tempestades
das invejas, ódios, raivas de ti ou de qualquer pessoa.
Coração Quebrado dói agora e parece que é sempre
mesmo não sendo, a dor é tão constante
que o sofrimento talvez seja passageiro ou não,
que tudo isto pareça uma realidade dura mas que ainda assim
eu lá aguento e suporto mesmo não o podendo;
Coração Quebrado é isto mesmo, isto que vês
mas que tão naturalmente julgas verdade
mesmo não sendo de todo, tu sabes que não o é,
sabes mesmo que não é nada disto que sou ou sinto face
a algo que nem se pode chamar nós;
Coração Quebrado é tudo isto que nós somos
mesmo sem haver nós, mesmo sem haver carinho,
mesmo sem haver amor, mesmo sem haver paz, mesmo sem haver amor
mesmo sem haver nada disto somos nós,
porque estou a falar como tal;
Coração Quebrado é o que eu sinto sempre que me magoas constantemente
sempre que tudo isto é verdade, sempre que tudo isto é mentira
ou até mesmo incerto como o que eu sinto por ti
talvez seja verdade ou talvez mentira, fica em suspenso.
Autor : Carlos Cordoeiro.
desde que eu comecei a amar-te
mas pouco ou nada tenho em troca
apenas uma constante indiferença
e devo apenas simplesmente aceitar isso;
Coração Quebrado é o que sinto
de forma dura, que me fez entristecer
porque nada parece justo ou normal
apenas olho como público, mas nunca
como actor do romance;
Coração Quebrado é como tu gostas de ver
eu neste estado, deve ser algo que te faz rir
ou simplesmente passa-te ao lado
e como tal deve ser-te banal;
Coração Quebrado é o que tu achas
que eu não sou e estou mas sim
que sou uma alegria inundada
e que todo eu é simpatia, alegria e felicidade
mas bem lá por dentro, por dentro
tudo me faz corroer de forma dolorosa,
de forma intensa, de forma triste,
que me sinto que pior que cão molhado
há mercê das chuvas e tempestades
das invejas, ódios, raivas de ti ou de qualquer pessoa.
Coração Quebrado dói agora e parece que é sempre
mesmo não sendo, a dor é tão constante
que o sofrimento talvez seja passageiro ou não,
que tudo isto pareça uma realidade dura mas que ainda assim
eu lá aguento e suporto mesmo não o podendo;
Coração Quebrado é isto mesmo, isto que vês
mas que tão naturalmente julgas verdade
mesmo não sendo de todo, tu sabes que não o é,
sabes mesmo que não é nada disto que sou ou sinto face
a algo que nem se pode chamar nós;
Coração Quebrado é tudo isto que nós somos
mesmo sem haver nós, mesmo sem haver carinho,
mesmo sem haver amor, mesmo sem haver paz, mesmo sem haver amor
mesmo sem haver nada disto somos nós,
porque estou a falar como tal;
Coração Quebrado é o que eu sinto sempre que me magoas constantemente
sempre que tudo isto é verdade, sempre que tudo isto é mentira
ou até mesmo incerto como o que eu sinto por ti
talvez seja verdade ou talvez mentira, fica em suspenso.
Autor : Carlos Cordoeiro.
domingo, 31 de janeiro de 2016
Poema Talvez Possa Sonhar...
Talvez Possa Sonhar com tudo isto de forma verdadeira
e supor que tudo isto é a realidade,
que tudo é amizade ou amor que eu supostamente
tenciono misturar por ingenuidade minha e
porque sou constantemente um sonhador;
Talvez Possa Sonhar que tudo isto é demasiado,
mas que é possível ter como algo certo
como algo que pode ser tangível,
como algo que eu posso ficar feliz mesmo sendo utópico
por tempos indefinidos no meu coração.
Talvez Possa Sonhar com tudo isto de forma provocadora,
como beijos provocantes, abraços quentes,
envolvências geometricamente elaboradas,
penetrações intensas e transcendentais
entre outras provocações que poderão ser constantes;
Talvez Possa Sonhar com tudo isto como na verdade
fosse um grande maluco, como achasse que tudo isto
pode e é verdade no meu coração ou cabeça
seja amor ou amor utópico, ou qualquer coisa
a definir por mim, mas que me é difícil.
Talvez Possa Sonhar com a tua beleza todos os dias
mesmo sabendo que aos meus olhos
tu és a realidade dos meus dias, mesmo que não o saibas;
Talvez Possa Sonhar em ter-te como algo bom
como algo que me conforta e eu a ti,
como algo que eu quero tentar amar para sempre
mas com naturalidade tal como este poema
para ti, minha flor que me faz arder a vista
de tanto te admirar sem barreiras, sem limites,
talvez seja assim que tenha que ficar, em suspenso.
Autor : Carlos Cordoeiro.
e supor que tudo isto é a realidade,
que tudo é amizade ou amor que eu supostamente
tenciono misturar por ingenuidade minha e
porque sou constantemente um sonhador;
Talvez Possa Sonhar que tudo isto é demasiado,
mas que é possível ter como algo certo
como algo que pode ser tangível,
como algo que eu posso ficar feliz mesmo sendo utópico
por tempos indefinidos no meu coração.
Talvez Possa Sonhar com tudo isto de forma provocadora,
como beijos provocantes, abraços quentes,
envolvências geometricamente elaboradas,
penetrações intensas e transcendentais
entre outras provocações que poderão ser constantes;
Talvez Possa Sonhar com tudo isto como na verdade
fosse um grande maluco, como achasse que tudo isto
pode e é verdade no meu coração ou cabeça
seja amor ou amor utópico, ou qualquer coisa
a definir por mim, mas que me é difícil.
Talvez Possa Sonhar com a tua beleza todos os dias
mesmo sabendo que aos meus olhos
tu és a realidade dos meus dias, mesmo que não o saibas;
Talvez Possa Sonhar em ter-te como algo bom
como algo que me conforta e eu a ti,
como algo que eu quero tentar amar para sempre
mas com naturalidade tal como este poema
para ti, minha flor que me faz arder a vista
de tanto te admirar sem barreiras, sem limites,
talvez seja assim que tenha que ficar, em suspenso.
Autor : Carlos Cordoeiro.
Imagina (poema)
Imagina que podias ter feito tanto até agora
e nada fizeste por ti nem por ninguém
porque achaste que eras apenas tu
o mais importante e o único em biliões restantes;
Imagina que podias ser o genial
mas nem sequer olhaste o outro
para perceber o que lhe faltava
e se tu podias ajudar de forma tão natural
como a chuva que cai para ajudar as plantas;
Imagina que até tinhas o ideal
até tinhas o planeado, até tinhas o idealizado
mas estiveste com tantas reticentes
que nada fizeste, nem tentaste
apenas tiveste a ideia mas ficou pelo suspenso;
Imagina que tudo seria perfeito senão pensasses tanto,
senão tivesses tanta ganância, tanta sede
de materialismo que agora estás na ruína;
Imagina tudo que podia ser simples
se tomasses como exemplo a natureza,
se tomasses como exemplo os animais,
se tomasses como exemplo os povos verdadeiros,
se tomasses como exemplo a água como fonte de vida,
se tomasses como exemplo os frutos que dão forças
se tomasses como exemplo as energias que sabes que tens
mas que desperdiças com tão pouco,
com tanta coisa rele, com tanta coisa ridícula,
que nem sequer te faz evoluir como humano nem como humano.
Autor : Carlos Cordoeiro.
e nada fizeste por ti nem por ninguém
porque achaste que eras apenas tu
o mais importante e o único em biliões restantes;
Imagina que podias ser o genial
mas nem sequer olhaste o outro
para perceber o que lhe faltava
e se tu podias ajudar de forma tão natural
como a chuva que cai para ajudar as plantas;
Imagina que até tinhas o ideal
até tinhas o planeado, até tinhas o idealizado
mas estiveste com tantas reticentes
que nada fizeste, nem tentaste
apenas tiveste a ideia mas ficou pelo suspenso;
Imagina que tudo seria perfeito senão pensasses tanto,
senão tivesses tanta ganância, tanta sede
de materialismo que agora estás na ruína;
Imagina tudo que podia ser simples
se tomasses como exemplo a natureza,
se tomasses como exemplo os animais,
se tomasses como exemplo os povos verdadeiros,
se tomasses como exemplo a água como fonte de vida,
se tomasses como exemplo os frutos que dão forças
se tomasses como exemplo as energias que sabes que tens
mas que desperdiças com tão pouco,
com tanta coisa rele, com tanta coisa ridícula,
que nem sequer te faz evoluir como humano nem como humano.
Autor : Carlos Cordoeiro.
שיר עדיין חברים
עדיין חברים אחרי הכל מבולבל,
אחרי הכל זה באומרו,עדיין חברים אחרי הכל מבולבל,
אחרי הכל זה באומרו,
גם אם המילים הגסות
העלות שלעכל אמת אפילו שלא יודע איך לדבר בה;
אפילו החברים שלי על ידי בחירה
לאחרים אהבה, אני לא יכול להביע את אמת
אני מרגיש את הצורה הפנימית
עוצמה שלפעמים חונק אותי;
חברים עדיין למשהו גבוה יותר שגורם לי לחייך
למשהו מורכב להבין מדוע אינטנסיבי
כמו שוקולד כהה מה שאני מרגיש;
חברים, כי אני עדיין מתעקש על סבל עצמי,
בהגנה עצמית, בתיאור של המעשים שלי,
בדיווח לא כל הישות שלי,
באינו מסומן באופן הדוק על ידי צדדים שלישיים;
נראה חברים עדיין כחברה לנשמעים יותר טוב
אבל זה בכלל לא מה שאני רוצה, אבל אני רוצה
אנסה להיות שלך, לתת לך את עצמי, אבל בשלווה
גם אם זה לא אומר שאהבה מיידית
מיועד או מתוכנן אהבה;
חברים, כי נראה אפילו עכשיו הגיוני
למרות שזה אולי יביא לי יותר כאב
שבעושה סרט בשחור הלבן
שיגרום לך לבכות הסוף העצוב.
חברים עדיין לאמיתות נוחים
העומדים בכל הזמן
גם אם בכאב,
אפילו בדרך אוטופי
אבל עדיין נשאר משהו כמו אמיתי;
חברים עדיין אוהבים את כל אותם ימים
כי הן שמש וגשום
אבל כל מה שנשאר בהמתנה
כמוני ובתוכי ושם;
חברים עדיין בדרך
בדרך רגועה עם דבר כדי לחסום,
טבעי כמו הפירות המתוקים
אני מתעקש להוכיח כפרובוקציה
שלי או לך, אבל בלי לפגוע במישהו;
חברים עדיין כמו קודם
אבל תמיד בגל הזה של פלא
ואדישות, הכל הוכפל;
כל מה שתמיד חווה כדבר כפול,
כל מה שתמיד הוא כמו כפול אפילו אני
לא להיות שיכור באהבה או בשבילך,
גם אם כל זה נכון
או אירוני; גם אם הידידות הזאת
או אהבה; למרות שזה אמיתי
או אוטופיה; עכשיו,
אנחנו עדיין חברים.
גם אם המילים הגסות
העלות שלעכל אמת אפילו שלא יודע איך לדבר בה;
אפילו החברים שלי על ידי בחירה
לאחרים אהבה, אני לא יכול להביע את אמת
אני מרגיש את הצורה הפנימית
עוצמה שלפעמים חונק אותי;
חברים עדיין למשהו גבוה יותר שגורם לי לחייך
למשהו מורכב להבין מדוע אינטנסיבי
כמו שוקולד כהה מה שאני מרגיש;
חברים, כי אני עדיין מתעקש על סבל עצמי,
בהגנה עצמית, בתיאור של המעשים שלי,
בדיווח לא כל הישות שלי,
באינו מסומן באופן הדוק על ידי צדדים שלישיים;
נראה חברים עדיין כחברה לנשמעים יותר טוב
אבל זה בכלל לא מה שאני רוצה, אבל אני רוצה
אנסה להיות שלך, לתת לך את עצמי, אבל בשלווה
גם אם זה לא אומר שאהבה מיידית
מיועד או מתוכנן אהבה;
חברים, כי נראה אפילו עכשיו הגיוני
למרות שזה אולי יביא לי יותר כאב
שבעושה סרט בשחור הלבן
שיגרום לך לבכות הסוף העצוב.
חברים עדיין לאמיתות נוחים
העומדים בכל הזמן
גם אם בכאב,
אפילו בדרך אוטופי
אבל עדיין נשאר משהו כמו אמיתי;
חברים עדיין אוהבים את כל אותם ימים
כי הן שמש וגשום
אבל כל מה שנשאר בהמתנה
כמוני ובתוכי ושם;
חברים עדיין בדרך
בדרך רגועה עם דבר כדי לחסום,
טבעי כמו הפירות המתוקים
אני מתעקש להוכיח כפרובוקציה
שלי או לך, אבל בלי לפגוע במישהו;
חברים עדיין כמו קודם
אבל תמיד בגל הזה של פלא
ואדישות, הכל הוכפל;
כל מה שתמיד חווה כדבר כפול,
כל מה שתמיד הוא כמו כפול אפילו אני
לא להיות שיכור באהבה או בשבילך,
גם אם כל זה נכון
או אירוני; גם אם הידידות הזאת
או אהבה; למרות שזה אמיתי
או אוטופיה; עכשיו,
אנחנו עדיין חברים.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
Poema Juntos
Juntos somos algo definido
por algo que não sabemos,
por algo que não queremos,
por algo que nos é aleatório,
por algo que não nos pertence;
Juntos somos a impossibilidade,
somos a mágoa que se vê,
e o distanciamento que persiste,
e toda a dor que é algo quotidiano;
Juntos somos a destruição um do outro,
a desgraça em cada um,
a estupidez nas acções,
a infelicidade constante nas palavras do dia.
Juntos somos o ridículo do dia,
somos o sangue que dói correr,
somos o ácido que é o nosso corpo,
somos a dor em carne e osso,
somos a mágoa, a ruindade, a estupidez;
Juntos somos a dor que já passou,
somos as lágrimas sofredoras que já secaram,
somos as dores que passaram a boa disposição,
somos a tristeza que se evaporou com o calor do Verão
agora somos amor;
Juntos somos um amor, informal, puro, natural
em que tudo que fazemos ou dizemos
é como nós
natural, por isso isto corre como água fresca da montanha.
Autor : Carlos Cordoeiro.
por algo que não sabemos,
por algo que não queremos,
por algo que nos é aleatório,
por algo que não nos pertence;
Juntos somos a impossibilidade,
somos a mágoa que se vê,
e o distanciamento que persiste,
e toda a dor que é algo quotidiano;
Juntos somos a destruição um do outro,
a desgraça em cada um,
a estupidez nas acções,
a infelicidade constante nas palavras do dia.
Juntos somos o ridículo do dia,
somos o sangue que dói correr,
somos o ácido que é o nosso corpo,
somos a dor em carne e osso,
somos a mágoa, a ruindade, a estupidez;
Juntos somos a dor que já passou,
somos as lágrimas sofredoras que já secaram,
somos as dores que passaram a boa disposição,
somos a tristeza que se evaporou com o calor do Verão
agora somos amor;
Juntos somos um amor, informal, puro, natural
em que tudo que fazemos ou dizemos
é como nós
natural, por isso isto corre como água fresca da montanha.
Autor : Carlos Cordoeiro.
Poema Querida Sou Teu
Querida sou teu até
o sol terminar a luz
para os nossos beijos
e tudo isto se torna mais confuso;
Querida sou teu
até aqui e sempre
que isto entre nós durar
mesmo como amizade;
Querida sou teu
e deixo-te tocares-me em abuso,
tocar em desejo nosso,
em toques completos de beijos intensos;
Querida sou teu
de forma tão natural de forma tão pura,
de forma tão constante, de forma tão forte,
faço tudo por ti desde deste agora.
Querida adoro-te mesmo tanto
tanto como o chocolate quente,
como o beijo suave,
como o abraço amigável,
como aquela canção memorável;
Sou teu de forma que o desejares
de forma que te for mais louca,
de forma que te for mais sedutora,
de forma que achares mais justa.
Autor : Carlos Cordoeiro.
o sol terminar a luz
para os nossos beijos
e tudo isto se torna mais confuso;
Querida sou teu
até aqui e sempre
que isto entre nós durar
mesmo como amizade;
Querida sou teu
e deixo-te tocares-me em abuso,
tocar em desejo nosso,
em toques completos de beijos intensos;
Querida sou teu
de forma tão natural de forma tão pura,
de forma tão constante, de forma tão forte,
faço tudo por ti desde deste agora.
Querida adoro-te mesmo tanto
tanto como o chocolate quente,
como o beijo suave,
como o abraço amigável,
como aquela canção memorável;
Sou teu de forma que o desejares
de forma que te for mais louca,
de forma que te for mais sedutora,
de forma que achares mais justa.
Autor : Carlos Cordoeiro.
domingo, 24 de janeiro de 2016
Poema Continuo Nisto....
Continuo nisto de tentar algo que é difícil
de explicar, dizer, demonstrar,
visto que dói e não sabes o quanto
tornar-me negligente dos meus
próprios sentimentos mais puros;
Continuo nisto, nesta dor de não falar
de não tentar dizer-te algo, dizer-te algo bom
dizer-te algo que eu posso saber
que irás gostar ou sorrir de forma tão simples e bela
como sempre tu foste aos meus olhos;
Continuo nisto, nesta doente indecisão
se digo ou faço o que me vai na alma
mesmo sabendo que o depois é tão incerto
como as tuas reacções a mim,
como as tuas palavras a mim,
como os teus sorrisos a mim,
é tudo tão enigmático, serás sempre assim?.
Continuo nisto, nisto......nisto de tentar..........
de dizer algo tão poético como as tuas curvas,
como a flor que és para mim;
como o perfume que tu me és
todos os dias e me fazes sentir tão bem;
como a beleza que te vejo
que me faz estremecer
muito mais que um sismo;
como todo o teu sorriso
que a mim me parece uma provocação
mas de forma saudável;
como todo este meu sentimento
que eu sinceramente acho que é bom,
verdadeiro, intenso, positivo, energético.
Autor : Carlos Cordoeiro.
de explicar, dizer, demonstrar,
visto que dói e não sabes o quanto
tornar-me negligente dos meus
próprios sentimentos mais puros;
Continuo nisto, nesta dor de não falar
de não tentar dizer-te algo, dizer-te algo bom
dizer-te algo que eu posso saber
que irás gostar ou sorrir de forma tão simples e bela
como sempre tu foste aos meus olhos;
Continuo nisto, nesta doente indecisão
se digo ou faço o que me vai na alma
mesmo sabendo que o depois é tão incerto
como as tuas reacções a mim,
como as tuas palavras a mim,
como os teus sorrisos a mim,
é tudo tão enigmático, serás sempre assim?.
Continuo nisto, nisto......nisto de tentar..........
de dizer algo tão poético como as tuas curvas,
como a flor que és para mim;
como o perfume que tu me és
todos os dias e me fazes sentir tão bem;
como a beleza que te vejo
que me faz estremecer
muito mais que um sismo;
como todo o teu sorriso
que a mim me parece uma provocação
mas de forma saudável;
como todo este meu sentimento
que eu sinceramente acho que é bom,
verdadeiro, intenso, positivo, energético.
Autor : Carlos Cordoeiro.
Poema Há Pessoas Que....
Há pessoas que de facto não sabem o que são
e não sabem o que dizem,
não sabem como pensar,
não sabem como expressar,
não sabem o que transmitir
e depois acabam no ridículo da sua própria vida;
Há pessoas que são tão supérfluas
que falam tanto, mas tanto, tanto
ignorando quem lhes ensinam,
aqueles que lhes são superior,
nem comento mais nada;
Há pessoas que parecem a futilidade como definição,
há pessoas que se acham qualquer coisa de superior,
há pessoas que têm imensa lata,
há pessoas que se consideram demais,
há pessoas que não respeitam,
ainda se acham com razão;
Há pessoas que inundam-se com um tal ego
que quando dão por si caiem no ridículo de forma constante,
que quando dão por si são de uma estupidez estúpida que até doí,
que quando dão por si são de uma burrice que até espanta,
enfim mas no final, no momento decisivo são estas que se espalham.
Autor : Carlos Cordoeiro.
e não sabem o que dizem,
não sabem como pensar,
não sabem como expressar,
não sabem o que transmitir
e depois acabam no ridículo da sua própria vida;
Há pessoas que são tão supérfluas
que falam tanto, mas tanto, tanto
ignorando quem lhes ensinam,
aqueles que lhes são superior,
nem comento mais nada;
Há pessoas que parecem a futilidade como definição,
há pessoas que se acham qualquer coisa de superior,
há pessoas que têm imensa lata,
há pessoas que se consideram demais,
há pessoas que não respeitam,
ainda se acham com razão;
Há pessoas que inundam-se com um tal ego
que quando dão por si caiem no ridículo de forma constante,
que quando dão por si são de uma estupidez estúpida que até doí,
que quando dão por si são de uma burrice que até espanta,
enfim mas no final, no momento decisivo são estas que se espalham.
Autor : Carlos Cordoeiro.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
Poema V de Vitória
V de Vitória quiseste transmitir não sei bem porquê,
mas talvez venceste na vida por algo de bom que aconteceu
algo de bom era constante na tua vida;
Sorriste para a outra pessoa que se poderá reflectir num espelho
que poderá se quebrar se nada disto for verdadeiro,
se nada disto for intencional,
se nada disto for premeditado,
se nada disto for pensado,
mas continuou uma imagem sorridente mas ainda assim enigmática.
Autor : Carlos Cordoeiro.
domingo, 10 de janeiro de 2016
Poema Não Deveria Estar Aqui...
Não Deveria Estar Aqui pois o sofrimento é intenso,
mas ao mesmo gosto e adoro olhar-te
porque vejo em ti uma simplicidade tão pura
como a tua beleza que se deixa mostrar naturalmente;
Não Deveria Estar Aqui porque é tudo sonhador,
porque é tudo complicado, porque é tudo rendilhado,
porque é tudo doloroso, porque é tudo tão bom e alegre
mas ao mesmo tempo triste e choroso que não me aguento bem de pé;
Não Deveria Estar Aqui porque é tudo tão complicado,
é tudo tão demorado, é tudo tão rápido,
é tudo demasiado sofredor que o meu corpo
já não resiste muito à dor de amores constantemente desfeitos;
Não Deveria Estar Aqui porque sinto-me sempre a mais,
porque me sinto esquisito, porque me sinto como duplo,
porque me sinto a mais quando apenas só o figurante
de um filme que nem sei bem o nome dele.
Não Deveria Estar Aqui, sinceramente agora que penso,
todos os meus dias são derretidos pelo calor do sol
que me faz tornar água, algo que não se pode tocar,
pela impureza do não amor vivido;
Não Deveria Estar Aqui pois não há cadeira com o meu nome,
pois não há mesa para eu estar a trocar impressões,
não há salas onde eu seja puro no que desenho ou escrevo,
bem como não há amores passageiros constantemente;
Não Deveria Estar Aqui há algo em mim que me faz tornar algo a mais
algo que não pertence a este sítio,
algo que não me faz falar,
algo que não me faz tentar ser natural como a flor,
algo que não é natural como o iogurte que eu costumo comer;
Não Deveria Estar Aqui pois o tempo não me é amigo,
muito menos as conversas que tento ter com simplicidade,
muitíssimo menos com acções que me fazem quebrar constantemente
constantemente em mim, e no meu ser plural.
Autor : Carlos Cordoeiro.
mas ao mesmo gosto e adoro olhar-te
porque vejo em ti uma simplicidade tão pura
como a tua beleza que se deixa mostrar naturalmente;
Não Deveria Estar Aqui porque é tudo sonhador,
porque é tudo complicado, porque é tudo rendilhado,
porque é tudo doloroso, porque é tudo tão bom e alegre
mas ao mesmo tempo triste e choroso que não me aguento bem de pé;
Não Deveria Estar Aqui porque é tudo tão complicado,
é tudo tão demorado, é tudo tão rápido,
é tudo demasiado sofredor que o meu corpo
já não resiste muito à dor de amores constantemente desfeitos;
Não Deveria Estar Aqui porque sinto-me sempre a mais,
porque me sinto esquisito, porque me sinto como duplo,
porque me sinto a mais quando apenas só o figurante
de um filme que nem sei bem o nome dele.
Não Deveria Estar Aqui, sinceramente agora que penso,
todos os meus dias são derretidos pelo calor do sol
que me faz tornar água, algo que não se pode tocar,
pela impureza do não amor vivido;
Não Deveria Estar Aqui pois não há cadeira com o meu nome,
pois não há mesa para eu estar a trocar impressões,
não há salas onde eu seja puro no que desenho ou escrevo,
bem como não há amores passageiros constantemente;
Não Deveria Estar Aqui há algo em mim que me faz tornar algo a mais
algo que não pertence a este sítio,
algo que não me faz falar,
algo que não me faz tentar ser natural como a flor,
algo que não é natural como o iogurte que eu costumo comer;
Não Deveria Estar Aqui pois o tempo não me é amigo,
muito menos as conversas que tento ter com simplicidade,
muitíssimo menos com acções que me fazem quebrar constantemente
constantemente em mim, e no meu ser plural.
Autor : Carlos Cordoeiro.
sábado, 9 de janeiro de 2016
Poema Magoaste-me......
Magoaste-me bem lá no fundo do meu ser,
mas na verdade até foi sempre assim
mas na verdade até foi pré destinado,
mas na verdade até foi premeditado,
mas não gosto de ser o outro, o secundário;
Magoaste-me até ao meu osso
que mesmo esse foi quase desfeito,
quase corrompido, quase desfigurado,
mas também é o que nos somos;
Magoaste-me tanto que me custava ver-te
mas via, mas nem tudo foi em vão ou até foi
ou.....até....foi; mas é assim, tudo tem dor quando se gosta
tudo é mau quando sonhamos demais
quando projectamos demais sobre nós aos outros;
Magoaste-me quando me viste como o outro
quando me vieste como secundário,
quando me vieste como aquele que não interessa,
quando me vieste como o patinho feio,
quando me vieste como o desgraçado
que vive uma vida como se fosse uma vítima,
que vive uma vida como um qualquer que por aí anda.
Magoaste-me tanto mas mesmo tanto
que as minhas lágrimas de tristeza
saíram como sangue de dor
causada pelo teu desprezo à minha pessoa;
Magoaste-me mesmo tanto que todo o meu corpo
deixou-se cair, deixou-se morrer por dentro
deixou-se gelar, e agora até o meu coração
já não sente, já não ama, já não gosta;
Magoaste-me com o desprezo a mim
e o valor ao outro como algo prioritário,
e que eu agora deixo-me cair pelo sofá
mas num plano de preto e branco
em que nunca ouvirás a minha voz de lamento
mas sim os meus versos, como agora estes que eu escrevo;
Magoaste-me mesmo muito, tanto mas mesmo tanto
que nem sabes a dor que é constantemente,
que nem imaginas a dor que é cá dentro,
que nem imaginas como está o meu coração,
que nem imaginas cada lágrima que já derramei,
que já me fizeram inundar-me a mim mesmo
com uma tristeza de tal ordem,
que o meu olhar já era apenas a cinzento para o preto
cada vez mais negro como o nosso afastamento estranhado por mim.
Autor : Carlos Cordoeiro.
mas na verdade até foi sempre assim
mas na verdade até foi pré destinado,
mas na verdade até foi premeditado,
mas não gosto de ser o outro, o secundário;
Magoaste-me até ao meu osso
que mesmo esse foi quase desfeito,
quase corrompido, quase desfigurado,
mas também é o que nos somos;
Magoaste-me tanto que me custava ver-te
mas via, mas nem tudo foi em vão ou até foi
ou.....até....foi; mas é assim, tudo tem dor quando se gosta
tudo é mau quando sonhamos demais
quando projectamos demais sobre nós aos outros;
Magoaste-me quando me viste como o outro
quando me vieste como secundário,
quando me vieste como aquele que não interessa,
quando me vieste como o patinho feio,
quando me vieste como o desgraçado
que vive uma vida como se fosse uma vítima,
que vive uma vida como um qualquer que por aí anda.
Magoaste-me tanto mas mesmo tanto
que as minhas lágrimas de tristeza
saíram como sangue de dor
causada pelo teu desprezo à minha pessoa;
Magoaste-me mesmo tanto que todo o meu corpo
deixou-se cair, deixou-se morrer por dentro
deixou-se gelar, e agora até o meu coração
já não sente, já não ama, já não gosta;
Magoaste-me com o desprezo a mim
e o valor ao outro como algo prioritário,
e que eu agora deixo-me cair pelo sofá
mas num plano de preto e branco
em que nunca ouvirás a minha voz de lamento
mas sim os meus versos, como agora estes que eu escrevo;
Magoaste-me mesmo muito, tanto mas mesmo tanto
que nem sabes a dor que é constantemente,
que nem imaginas a dor que é cá dentro,
que nem imaginas como está o meu coração,
que nem imaginas cada lágrima que já derramei,
que já me fizeram inundar-me a mim mesmo
com uma tristeza de tal ordem,
que o meu olhar já era apenas a cinzento para o preto
cada vez mais negro como o nosso afastamento estranhado por mim.
Autor : Carlos Cordoeiro.
quarta-feira, 30 de dezembro de 2015
Poema Ainda Amigos
Ainda Amigos apesar de tudo estar confuso,
apesar de tudo estar por dizer,
mesmo que sejam as palavras mais cruas
que custam a digerir uma verdade que nem sei como falá-la;
Ainda Amigos por opção minha
em amar demais, que não consigo expressar no real
o que sinto de forma interior
de forma intensa que por vezes me abafa;
Ainda Amigos por algo superior que me faz sorrir
por algo complexo de perceber porque é intenso
como o chocolate amargo que quero sentir;
Ainda Amigos porque eu insisto no auto-sofrimento,
na auto-defesa, na descrição dos meus actos,
na não denúncia de todo o meu ser,
na não marcação cerrada por terceiros;
Ainda Amigos visto que agora parece soar melhor
mas não é de todo o que eu quero, quero sim
tentar ser teu, entregar-me a ti mas com muita calma
mesmo que isso não signifique um amor imediato
um amor intencionado ou planeado;
Ainda Amigos porque agora parece fazer sentido
mesmo sabendo que isso me possa trazer uma dor maior
em que me torne preto e branco de um filme
que te irá fazer chorar pelo final infeliz.
Ainda Amigos por verdades convenientes
que nos preenchem constantemente
mesmo que de forma dolorosa,
mesmo que de forma utópica
mas que ainda assim continua algo como verdadeiro;
Ainda Amigos como todos aqueles dias
que tanto são de sol como de chuva
mas que se permanece tudo em suspenso
como eu bem cá dentro e lá encima;
Ainda Amigos de forma normal
de forma descontraída sem nada a bloquear,
natural como o doce do fruto
que eu insisto em provar como provocação
a mim ou a ti, mas sem ferir alguém;
Ainda Amigos como dantes
mas sempre nesta onda de querer saber
e indiferença, tudo é duplicado;
tudo é sempre vivido como algo duplo,
tudo é sempre como o dobrar mesmo eu
não estando bêbedo no amor ou por ti,
mesmo sendo tudo isto verdadeiro
ou irónico; mesmo sendo isto amizade
ou amor; mesmo sendo isto real
ou utópico; agora,
Ainda Somos Amigos.
Autor : Carlos Cordoeiro,
apesar de tudo estar por dizer,
mesmo que sejam as palavras mais cruas
que custam a digerir uma verdade que nem sei como falá-la;
Ainda Amigos por opção minha
em amar demais, que não consigo expressar no real
o que sinto de forma interior
de forma intensa que por vezes me abafa;
Ainda Amigos por algo superior que me faz sorrir
por algo complexo de perceber porque é intenso
como o chocolate amargo que quero sentir;
Ainda Amigos porque eu insisto no auto-sofrimento,
na auto-defesa, na descrição dos meus actos,
na não denúncia de todo o meu ser,
na não marcação cerrada por terceiros;
Ainda Amigos visto que agora parece soar melhor
mas não é de todo o que eu quero, quero sim
tentar ser teu, entregar-me a ti mas com muita calma
mesmo que isso não signifique um amor imediato
um amor intencionado ou planeado;
Ainda Amigos porque agora parece fazer sentido
mesmo sabendo que isso me possa trazer uma dor maior
em que me torne preto e branco de um filme
que te irá fazer chorar pelo final infeliz.
Ainda Amigos por verdades convenientes
que nos preenchem constantemente
mesmo que de forma dolorosa,
mesmo que de forma utópica
mas que ainda assim continua algo como verdadeiro;
Ainda Amigos como todos aqueles dias
que tanto são de sol como de chuva
mas que se permanece tudo em suspenso
como eu bem cá dentro e lá encima;
Ainda Amigos de forma normal
de forma descontraída sem nada a bloquear,
natural como o doce do fruto
que eu insisto em provar como provocação
a mim ou a ti, mas sem ferir alguém;
Ainda Amigos como dantes
mas sempre nesta onda de querer saber
e indiferença, tudo é duplicado;
tudo é sempre vivido como algo duplo,
tudo é sempre como o dobrar mesmo eu
não estando bêbedo no amor ou por ti,
mesmo sendo tudo isto verdadeiro
ou irónico; mesmo sendo isto amizade
ou amor; mesmo sendo isto real
ou utópico; agora,
Ainda Somos Amigos.
Autor : Carlos Cordoeiro,
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
Poema Não Posso Ignorar Que.....
Não Posso Ignorar que és bela enquanto eu tentei
fazer sobressair isso através dos meus olhos
estava constantemente distraído e por isso a conversa
tornava-se estranha e confusa mas eu ainda assim continuava;
Não Posso Ignorar que me marcaste por um motivo
motivo este que é complexo de explicar, dizer, ou mostrar
porque apenas sinto mas não o mostro
e como tal a timidez continua como escudo de algo a;
Não Posso Ignorar que me marcas constantemente
por algo complicado de se perceber,
por algo tanto ou mais maior do que eu,
e por isso sinto-me constantemente num pequeno nervoso;
Não Posso Ignorar que és o meu sismo
muita para lá do 10 na escala de Richter,
e que em réplicas são constantes
a cada segundo, minuto, hora,
por isso a destruição por dentro é completa;
Não Posso Ignorar que cada minuto assim desta maneira
faz-me ficar tremido, mas nem muito bem porquê
ou de quê, apenas tremo mais que uma gelatina
E por isso caio muitas vezes, embora a minha amizade e carinho
por ti sejam muito mais alto, alto tão alto que nem vejo mas sinto.
Autor : Carlos Cordoeiro.
fazer sobressair isso através dos meus olhos
estava constantemente distraído e por isso a conversa
tornava-se estranha e confusa mas eu ainda assim continuava;
Não Posso Ignorar que me marcaste por um motivo
motivo este que é complexo de explicar, dizer, ou mostrar
porque apenas sinto mas não o mostro
e como tal a timidez continua como escudo de algo a;
Não Posso Ignorar que me marcas constantemente
por algo complicado de se perceber,
por algo tanto ou mais maior do que eu,
e por isso sinto-me constantemente num pequeno nervoso;
Não Posso Ignorar que és o meu sismo
muita para lá do 10 na escala de Richter,
e que em réplicas são constantes
a cada segundo, minuto, hora,
por isso a destruição por dentro é completa;
Não Posso Ignorar que cada minuto assim desta maneira
faz-me ficar tremido, mas nem muito bem porquê
ou de quê, apenas tremo mais que uma gelatina
E por isso caio muitas vezes, embora a minha amizade e carinho
por ti sejam muito mais alto, alto tão alto que nem vejo mas sinto.
Autor : Carlos Cordoeiro.
domingo, 27 de dezembro de 2015
Poema Quando Os Meus Olhos
Quando os meus olhos vêem algo mais belo do que eles
então é porque é verdade mesmo,
então é porque há algo de bom a ver,
então é porque devo ver mais e melhor e apreciar
delicadamente como todas estas flores que eu cheiro;
Quando os meus olhos vêem todas aquelas belezas
que caminham suavemente e levemente
que parece que vou voar mas apenas escolho
aquilo que me é o melhor e me faz sentir melhor;
Quando os meus olhos choraram
foi pela incerteza de tudo que pensei
sobre ti, eu e nós como algo que poderia ser
mas não foi, ou está para vir a ser;
Quando os meus olhos viraram para o lado
não queriam ver a realidade que doeu mais
que um fogo no coração em constantemente
ardência;
Quando foi aqueles dias de várias horas seguidas
em plenos dias derretidos pela chuva ou sol doentio
pelo nevoeiro, eu criei em mim mesmo uma dor maior
como escudo de uma dor visível;
Quando os meus olhos olharam para lá não viram nada
a não ser uma dor crescente de incerteza
e de insegurança que não dava para compreender,
mas apenas sofrer cada vez mais
pelo não entendimento do assunto em causa;
Quando os meus olhos analisaram a dor e a mágoa
o choro da dor e a dor do choro foram constantes
dentro de mim, que me fez corroer por dentro
e agora só sobra ossos que não desejas ter como amor;
Quando meus olhos naturalmente te olhavam
eu controlava-os para não se perderem no caminho
da tentação que não me está ao alcance
muito menos a perto como tu agora;
Quando Os Meus Olhos quiseram ter um brilho especial,
foi completamente impossível porque o coração falou mais alto,
a cabeça pensou o filme errado,
o take não foi o certo, e o meu papel até agora é como figurante,
nem faço parte do filme, sou um mero adereço de um filme que começo a desconhecer.
Quando Os Meus Olhos quiseram tentar ver para além de
foi tão complexo tentar compreender
o que nem sequer eu ainda analisei
e como tal fico na mesma, na minha solidão;
Quando Os Meus Olhos querem ver a impossibilidade da questão
vêem muito para além disto e quem fica na mágoa
é o meu coração de tamanha dor
que apenas irá passar com os olhares que se irão elevar ás luzes;
Quando Os Meus Olhos queriam-se alegrar por motivos óbvios
a questão óbvia era muito mais inteligente do que eu
e como tal já era completamente ultrapassado há que muito tempo;
Quando Os Meus Olhos tentaram procurar verdades positivas
eu apenas vi tudo em negativo: como fotografia e vida
e como tal nunca vi a cor na felicidade sonhada;
Quando Os Meus Olhos quiseram ver amores supostos
estava tudo em branco, mas eu é que tinha que preencher
mas não tinha nada para escrever
como tal compreendi a mensagem transmitida a mim;
Quando Através Dos Meus Olhos eu quis amar
fosse através da alegria, carinho, felicidade, simpatia
tudo era demasiado rendilhado, mais que as rendas
da minha avó que já estão arrumadas no baú do século passado;
Quando Meus Olhos quiseram amar
quiseram tentar a utopia, a ilusão,
já pareceu realidade ao meu coração
e como tal a dor não pareceu tão grande;
Quando O Meu Olhar quis ver para além da dor
já era tão complicado, tão verdadeiro, tão doloroso
que habituei-me à ideia;
Quando o meu olhar quis te mostrar
as verdadeiras realidades, no meu coração
tudo se evaporou como o nevoeiro
das nossas manhãs favoritas mas que já se foram
bem como o nosso amor sonhado e projectado
tudo esvoaçou mais do que as nossas vidas,
o que restou foi apenas uma dor que alimentou
parte da minha dor principal de não poder-te amar.
Autor : Carlos Cordoeiro.
então é porque é verdade mesmo,
então é porque há algo de bom a ver,
então é porque devo ver mais e melhor e apreciar
delicadamente como todas estas flores que eu cheiro;
Quando os meus olhos vêem todas aquelas belezas
que caminham suavemente e levemente
que parece que vou voar mas apenas escolho
aquilo que me é o melhor e me faz sentir melhor;
Quando os meus olhos choraram
foi pela incerteza de tudo que pensei
sobre ti, eu e nós como algo que poderia ser
mas não foi, ou está para vir a ser;
Quando os meus olhos viraram para o lado
não queriam ver a realidade que doeu mais
que um fogo no coração em constantemente
ardência;
Quando foi aqueles dias de várias horas seguidas
em plenos dias derretidos pela chuva ou sol doentio
pelo nevoeiro, eu criei em mim mesmo uma dor maior
como escudo de uma dor visível;
Quando os meus olhos olharam para lá não viram nada
a não ser uma dor crescente de incerteza
e de insegurança que não dava para compreender,
mas apenas sofrer cada vez mais
pelo não entendimento do assunto em causa;
Quando os meus olhos analisaram a dor e a mágoa
o choro da dor e a dor do choro foram constantes
dentro de mim, que me fez corroer por dentro
e agora só sobra ossos que não desejas ter como amor;
Quando meus olhos naturalmente te olhavam
eu controlava-os para não se perderem no caminho
da tentação que não me está ao alcance
muito menos a perto como tu agora;
Quando Os Meus Olhos quiseram ter um brilho especial,
foi completamente impossível porque o coração falou mais alto,
a cabeça pensou o filme errado,
o take não foi o certo, e o meu papel até agora é como figurante,
nem faço parte do filme, sou um mero adereço de um filme que começo a desconhecer.
Quando Os Meus Olhos quiseram tentar ver para além de
foi tão complexo tentar compreender
o que nem sequer eu ainda analisei
e como tal fico na mesma, na minha solidão;
Quando Os Meus Olhos querem ver a impossibilidade da questão
vêem muito para além disto e quem fica na mágoa
é o meu coração de tamanha dor
que apenas irá passar com os olhares que se irão elevar ás luzes;
Quando Os Meus Olhos queriam-se alegrar por motivos óbvios
a questão óbvia era muito mais inteligente do que eu
e como tal já era completamente ultrapassado há que muito tempo;
Quando Os Meus Olhos tentaram procurar verdades positivas
eu apenas vi tudo em negativo: como fotografia e vida
e como tal nunca vi a cor na felicidade sonhada;
Quando Os Meus Olhos quiseram ver amores supostos
estava tudo em branco, mas eu é que tinha que preencher
mas não tinha nada para escrever
como tal compreendi a mensagem transmitida a mim;
Quando Através Dos Meus Olhos eu quis amar
fosse através da alegria, carinho, felicidade, simpatia
tudo era demasiado rendilhado, mais que as rendas
da minha avó que já estão arrumadas no baú do século passado;
Quando Meus Olhos quiseram amar
quiseram tentar a utopia, a ilusão,
já pareceu realidade ao meu coração
e como tal a dor não pareceu tão grande;
Quando O Meu Olhar quis ver para além da dor
já era tão complicado, tão verdadeiro, tão doloroso
que habituei-me à ideia;
Quando o meu olhar quis te mostrar
as verdadeiras realidades, no meu coração
tudo se evaporou como o nevoeiro
das nossas manhãs favoritas mas que já se foram
bem como o nosso amor sonhado e projectado
tudo esvoaçou mais do que as nossas vidas,
o que restou foi apenas uma dor que alimentou
parte da minha dor principal de não poder-te amar.
Autor : Carlos Cordoeiro.
sexta-feira, 25 de dezembro de 2015
Poema Nós
Nós fomos uma realidade projectada
de forma aleatória por isso agora estamos errados
mas penso e acredito que poderemos dar bem
penso que podermos ser a bondade;
Nós fomos aquele romance triste que leste
mas num bom dia de sol em viagem
de dia-a-dia a voltar para casa,
e identificaste-te por algum motivo;
Nós fomos algo que nem sabemos definir bem
algo que é complexo de se falar com normalidade
por isso através dos meus versos recorro
a alguma verdade que tenciono encontrar;
Nós fomos o desejo de um que queria algo mais sorridente,
algo mais sincero, algo mais feliz, algo mais intenso
que preencherá constantemente o corpo
e como tal a solidão não existirá nem no coração.
Nós fomos algo...
Nós fomos...
Nós...
Fiquei sem palavras nenhumas
de tanto verdade que encontro em ti,
de tanto amor que te posso retirar
com agrado e ternura sem abusar;
Nós fomos a indecisão dos dois
a confusão de um
pelo atrapalhar do outro e por isso
nada ficou decido em fazer-se;
Nós fomos tudo mas de forma tão naïf,
de forma tão ingénua, de forma tão estranha,
que é definir em rótulo mas isso é bom,
não somos o que a sociedade quer;
Nós fomos um amor utópico surrealista irreal
mas que ainda assim foi imaginado e desconfiado
e como tal ficou como que suspenso
num tribunal indefinido e que nem existe
mas sim apenas todos estes sentimentos.
Autor : Carlos Cordoeiro.
de forma aleatória por isso agora estamos errados
mas penso e acredito que poderemos dar bem
penso que podermos ser a bondade;
Nós fomos aquele romance triste que leste
mas num bom dia de sol em viagem
de dia-a-dia a voltar para casa,
e identificaste-te por algum motivo;
Nós fomos algo que nem sabemos definir bem
algo que é complexo de se falar com normalidade
por isso através dos meus versos recorro
a alguma verdade que tenciono encontrar;
Nós fomos o desejo de um que queria algo mais sorridente,
algo mais sincero, algo mais feliz, algo mais intenso
que preencherá constantemente o corpo
e como tal a solidão não existirá nem no coração.
Nós fomos algo...
Nós fomos...
Nós...
Fiquei sem palavras nenhumas
de tanto verdade que encontro em ti,
de tanto amor que te posso retirar
com agrado e ternura sem abusar;
Nós fomos a indecisão dos dois
a confusão de um
pelo atrapalhar do outro e por isso
nada ficou decido em fazer-se;
Nós fomos tudo mas de forma tão naïf,
de forma tão ingénua, de forma tão estranha,
que é definir em rótulo mas isso é bom,
não somos o que a sociedade quer;
Nós fomos um amor utópico surrealista irreal
mas que ainda assim foi imaginado e desconfiado
e como tal ficou como que suspenso
num tribunal indefinido e que nem existe
mas sim apenas todos estes sentimentos.
Autor : Carlos Cordoeiro.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
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