A Vida É Reticente
quando esperei o melhor dela
e apenas tive constantes
amarguras e dores tão fortes
que pensei não me aguentar de pé;
A Vida É Reticente
ao ponto de eu não pensar
aquilo que por vezes é óbvio,
por vezes não vejo a realidade
mesmo que ela me seja clara
e por isso torno-me reticente,
à espera de...;
A Vida É Reticente
a partir do momento que pensas demais
sonhas de menos, e nem saias do sítio
apenas sofres constantemente pela incerteza,
da incerteza de errares, de falhares,
da incerteza de seres o erro de ti próprio;
A Vida É Reticente
a partir do momento que receias
a partir do momento que não estás à vontade
numa sociedade canibalista de egos e personalidades,
e que no final pouco ou nada sobra,
porque não és pessoa mas sim algo que simplesmente
vive por mais atitude que tenhas.
A Vida É Reticente
é aquela que tu sonhas viver
mas quando vais a ver projectas demasiado
aquilo que estás constantemente
a querer como sonho ou realidade
quando no final descobres que tudo é doloroso;
A Vida É Reticente
quando tens que decidir a vida
a vida que dará a uma felicidade que até pode
ser passageira mas garante-te algo,
algo que preenche o teu ser
tão arranhado pelas pessoas tão loucas por si mesmo,
aquelas pessoas loucas de fome social,
fome de personalidades, egos, felicidades
e que se escondem num sorriso tão grandioso;
A Vida É Reticente
naquele momento que descobres que o que tens
poderá ser meramente ilusão porque tu vais
embora e o resto ficar por cá e nem sequer é lembrança
da tua existência mas algo a esquecer, algo a apagar
porque já nada sobrou de ti;
A Vida É Reticente
quando pensas nela, quando pensas num futuro,
quando pensas demasiado no futuro, nem que seja no amanhã
pensar no segundo a seguir é demasiado doloroso
demasiado forte, intenso, agressivo
por isso é que eu prefiro seguir e orientar-me pelo agora,
prefiro viver agora, mas sempre com sonhos, sempre com expectativa
sempre com realidade, sempre com optimismo, sempre com garra,
sempre com aquela garra que nunca pode sair nem desaparecer,
por isso a cada dia que passa tenho que ser tão forte
tão forte como as rochas que tenta-se destruir e ficam inteiros como eu.
Autor: Carlos Cordoeiro.
A ti dedico, Amigo.
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
domingo, 31 de julho de 2016
Poema A Dor
A Dor
do sentimento ganho
mas que depois se perdeu
foi tão doloroso, foi tão pesado,
foi tão cru que nada sobrou em mim
enquanto ser, enquanto alma,
enquanto pessoa que poderia amar;
A Dor
foi tão corrosiva
que o ácido tornou-se algo
parecido com água, visto que a dor
corroeu-me muito mais
no coração, no sentimento;
A Dor
foi desejar demais por menos,
foi eu querer amar-te demais
mesmo sabendo que estava a arriscar
pelo impossível, pelo utópico,
pelo sonhador, pelo irreal
ainda assim acreditei até ao fim;
A Dor
foi depois de tanto sentimento sonhar
sonhar em algo de bom saber
que apenas foi verdadeiro em mim,
saber que o sentimento
apenas existiu em mim
de forma exageradamente ardente, brutal,
ao ponto de por vezes não sequer distinguir a realidade.
A Dor
foi tudo isto que eu sinto
agora mesmo, toda esta angústia
que me aperta, que me sufoca
porque não sei como sair dela
apenas vivo-a mas com muito sofrimento,
com muito desespero, com muito medo,
com medo que faça de mim o final de uma vida
o final de um beijo, de uma etapa;
A Dor
dos meus dias começaram quando tu
simplesmente ignoraste-me, como não
fosses nada para mim, como eu fosse
algo supérfluo para ti, como fosse algo
a libertar mas de forma completamente irracional,
insensível, insensata, ainda assim tentei por tudo
tentei por tudo fazer de nós algo bom, algo de honrar;
A Dor
é sempre a mesma se reparares,
é sempre este constante sofrimento,
estas constantes palavras de tristeza, mágoa,
choro, infelicidade, ruindade,
mas ainda assim sofro cada vez mais isto nem
sequer é um ciclo, estou longe de ver melhorias,
estou longe de ver e sentir o teu verdadeiro amor;
A Dor
isto...isto da dor...tão complicado...tão corrosivo...tão
complexo, tão mau, tão doloroso, é demasiado mau
que as minhas lágrimas escorrem constantemente,
as minhas lágrimas são dor, as minhas lágrimas
são sofrimento, são dores, são constantes
facas de amor que não sinto,
de felicidade que ainda não tenho nem sinto,
de carinho que ainda não sinto na minha pele,
não recebo o beijo daquela pessoa, daquela pessoa que tanto
amei, agora parece que o amor está a apagar-se,
cada vez a luz amorosa é menos, o sentimento é menor.
Autor: Carlos Cordoeiro.
do sentimento ganho
mas que depois se perdeu
foi tão doloroso, foi tão pesado,
foi tão cru que nada sobrou em mim
enquanto ser, enquanto alma,
enquanto pessoa que poderia amar;
A Dor
foi tão corrosiva
que o ácido tornou-se algo
parecido com água, visto que a dor
corroeu-me muito mais
no coração, no sentimento;
A Dor
foi desejar demais por menos,
foi eu querer amar-te demais
mesmo sabendo que estava a arriscar
pelo impossível, pelo utópico,
pelo sonhador, pelo irreal
ainda assim acreditei até ao fim;
A Dor
foi depois de tanto sentimento sonhar
sonhar em algo de bom saber
que apenas foi verdadeiro em mim,
saber que o sentimento
apenas existiu em mim
de forma exageradamente ardente, brutal,
ao ponto de por vezes não sequer distinguir a realidade.
A Dor
foi tudo isto que eu sinto
agora mesmo, toda esta angústia
que me aperta, que me sufoca
porque não sei como sair dela
apenas vivo-a mas com muito sofrimento,
com muito desespero, com muito medo,
com medo que faça de mim o final de uma vida
o final de um beijo, de uma etapa;
A Dor
dos meus dias começaram quando tu
simplesmente ignoraste-me, como não
fosses nada para mim, como eu fosse
algo supérfluo para ti, como fosse algo
a libertar mas de forma completamente irracional,
insensível, insensata, ainda assim tentei por tudo
tentei por tudo fazer de nós algo bom, algo de honrar;
A Dor
é sempre a mesma se reparares,
é sempre este constante sofrimento,
estas constantes palavras de tristeza, mágoa,
choro, infelicidade, ruindade,
mas ainda assim sofro cada vez mais isto nem
sequer é um ciclo, estou longe de ver melhorias,
estou longe de ver e sentir o teu verdadeiro amor;
A Dor
isto...isto da dor...tão complicado...tão corrosivo...tão
complexo, tão mau, tão doloroso, é demasiado mau
que as minhas lágrimas escorrem constantemente,
as minhas lágrimas são dor, as minhas lágrimas
são sofrimento, são dores, são constantes
facas de amor que não sinto,
de felicidade que ainda não tenho nem sinto,
de carinho que ainda não sinto na minha pele,
não recebo o beijo daquela pessoa, daquela pessoa que tanto
amei, agora parece que o amor está a apagar-se,
cada vez a luz amorosa é menos, o sentimento é menor.
Autor: Carlos Cordoeiro.
Poema Amo-te Mais Do Que
Amo-te Mais Do Que tu imaginas...
do que tu possas pensar,
do que tu possas sentir,
acima de qualquer altura,
acima de qualquer medo,
acima de qualquer receio,
acima de qualquer dúvida,
Amo-te Mais Do Que
os olhares dos outros,
mais do que aqueles que se acham superiores,
mais do que aqueles que querem destruir o sentimento,
mais do que aqueles que nos invejam,
mais do que aqueles que não aguentam ver a felicidade;
Amo-te Mais Do Que
qualquer alegria que possa ter tido ou venha a ter,
qualquer beijo que já dei.
aqueles dias mais aborrecidos,
as dores que tive quando partiste mas voltaste.
tudo que nos tenta rebaixar só por gosto e maldade:
Amo-te Mais Do Que
qualquer um te amou,
aqueles que poderão vir-te amar,
qualquer sonho,
qualquer prazer que posso vir a ter contigo,
um lágrima de tristeza que por vezes deixava cair,
as dores da mágoa que já senti,
os ciúmes que por vezes já senti,
tudo isto que já te disse e posso vir-te a dizer muito mais,
mas neste momento, agora
Amo-te Mais Do Que.
Autor: Carlos Cordoeiro.
do que tu possas pensar,
do que tu possas sentir,
acima de qualquer altura,
acima de qualquer medo,
acima de qualquer receio,
acima de qualquer dúvida,
Amo-te Mais Do Que
os olhares dos outros,
mais do que aqueles que se acham superiores,
mais do que aqueles que querem destruir o sentimento,
mais do que aqueles que nos invejam,
mais do que aqueles que não aguentam ver a felicidade;
Amo-te Mais Do Que
qualquer alegria que possa ter tido ou venha a ter,
qualquer beijo que já dei.
aqueles dias mais aborrecidos,
as dores que tive quando partiste mas voltaste.
tudo que nos tenta rebaixar só por gosto e maldade:
Amo-te Mais Do Que
qualquer um te amou,
aqueles que poderão vir-te amar,
qualquer sonho,
qualquer prazer que posso vir a ter contigo,
um lágrima de tristeza que por vezes deixava cair,
as dores da mágoa que já senti,
os ciúmes que por vezes já senti,
tudo isto que já te disse e posso vir-te a dizer muito mais,
mas neste momento, agora
Amo-te Mais Do Que.
Autor: Carlos Cordoeiro.
segunda-feira, 25 de julho de 2016
Poema Momentos Gloriosos
Momentos Gloriosos
são estes que tenho vivido
mas apenas serão por pouco tempo
o que me faz ficar triste,
a sério, é demasiado injusto
não poder ter mais de estes bons momentos,
destes Momentos Gloriosos;
Momentos Gloriosos
que eu vivo a cada dia que passa
mas as saudades já me fazem
querer despedir já
mas ainda assim aguento as lágrimas
da despedida, da emoção, e da
suposta tristeza;
Momentos Gloriosos que eu tive, de pessoas tão belas,
de pessoas tão especiais, de pessoas
tão importantes que eu ganho
ganho para vida como um presente
à memória e ao coração,
por serem pessoas tão brilhantes
mais que qualquer estrela;
Momentos Gloriosossão estes dias
que eu vivo de forma tão pura,
de forma tão sincera, pura, querida,
estes dias são tão marcantes para o meu ser,
para o meu interior, tenho crescido
através do meu coração e personalidade,
sinto que sou diferente, algo mais maduro.
Momentos Gloriosos
são todos estes que eu vivo
neste último mês, tem sido algo
especial, que eu não sei descrever,
tem sido só momentos bons,
marcantes, positivos;
Momentos Gloriosos
como nestes últimos dias
fazem de mim um ser maior,
um ser mais feliz, um ser mais credível,
um ser mais completo
por me sentir realizado;
Momentos Gloriosos
são todos estes segundos, minutos
horas, dias, semanas que tenho vivido
ao fim de dia é cansado de corpo e mente
mas depois compensa, compensa
tudo que recebo como boa energia, como boas ondas
como boas ondas de boa energia, de tudo que sinto
como bom, de pessoas positivas
Momentos Gloriosos
podem acabar, podem terminar, podem incendiar-se,
podem afogar-se, podem-se evaporar mas na memória
fica sempre o que é bom, fica sempre o que foi admirável,
fica sempre as pessoas boas, as pessoas simpáticas,
as pessoas que nos exigem, as pessoas que nos exigem rigor,
as pessoas que nos marcam no coração e na amizade,
por tudo isto e muito mais agradeço-vos bem de coração
e alma.
Autor: Carlos Cordoeiro.
são estes que tenho vivido
mas apenas serão por pouco tempo
o que me faz ficar triste,
a sério, é demasiado injusto
não poder ter mais de estes bons momentos,
destes Momentos Gloriosos;
Momentos Gloriosos
que eu vivo a cada dia que passa
mas as saudades já me fazem
querer despedir já
mas ainda assim aguento as lágrimas
da despedida, da emoção, e da
suposta tristeza;
Momentos Gloriosos que eu tive, de pessoas tão belas,
de pessoas tão especiais, de pessoas
tão importantes que eu ganho
ganho para vida como um presente
à memória e ao coração,
por serem pessoas tão brilhantes
mais que qualquer estrela;
Momentos Gloriosossão estes dias
que eu vivo de forma tão pura,
de forma tão sincera, pura, querida,
estes dias são tão marcantes para o meu ser,
para o meu interior, tenho crescido
através do meu coração e personalidade,
sinto que sou diferente, algo mais maduro.
Momentos Gloriosos
são todos estes que eu vivo
neste último mês, tem sido algo
especial, que eu não sei descrever,
tem sido só momentos bons,
marcantes, positivos;
Momentos Gloriosos
como nestes últimos dias
fazem de mim um ser maior,
um ser mais feliz, um ser mais credível,
um ser mais completo
por me sentir realizado;
Momentos Gloriosos
são todos estes segundos, minutos
horas, dias, semanas que tenho vivido
ao fim de dia é cansado de corpo e mente
mas depois compensa, compensa
tudo que recebo como boa energia, como boas ondas
como boas ondas de boa energia, de tudo que sinto
como bom, de pessoas positivas
Momentos Gloriosos
podem acabar, podem terminar, podem incendiar-se,
podem afogar-se, podem-se evaporar mas na memória
fica sempre o que é bom, fica sempre o que foi admirável,
fica sempre as pessoas boas, as pessoas simpáticas,
as pessoas que nos exigem, as pessoas que nos exigem rigor,
as pessoas que nos marcam no coração e na amizade,
por tudo isto e muito mais agradeço-vos bem de coração
e alma.
Autor: Carlos Cordoeiro.
quarta-feira, 13 de julho de 2016
Poema Palavras Quentes
Palavras Quentes para quê?
se temos estes nossos corpos
para fazer do nosso calor
algo útil, aquilo que por vezes
recusas fazer, e simplesmente pensar;
Palavras Quentes
foram aquelas que sussurrei ao teu ouvido
aquelas que fizeram teus lábios
encostar ao meu pescoço
e beijar constantemente e sem pausas;
Palavras Quentes
são aquelas que quero dizer-te
mas também ouvir de ti enquanto
estamos encostados um ao outro,
enquanto estamos neste amor constante;
Palavras Quentes
é aquelas que suspiramos, visto que
estamos noutras actividades mais
divertidas e desgastantes mas ainda assim
conseguimos fazer tanta coisa ao mesmo tempo.
Palavras Quentes
trocamos quando discutimos
sim, mesmo em momentos maus
elas também ficam quentes
e ficamos tristes como as lágrimas
de chuva que escorre nas janelas;
Palavras Quentes
não foram ditas porque os nossos corpos
tinha uma fala muito própria, uma fala
muito sensível, sensual, quente,
provocante, apetecível ao desejo do toque
e do sabor constante de beijar muito muito
muito devagar cada parte tua, cada pormenor teu;
Palavras Quentes
não são propriamente necessárias
para haver conversa entre nós
visto que o nosso corpo já se conhece,
com ou sem luz já nos sabemos de cor,
com ou sem palavras já nos ouvimos,
com ou sem lençóis já nos sentimos quentes,
com ou sem roupa já sabemos as curvas
e aberturas certas para um prazer maior,
tudo em nós um completo calor que cada vez mais é maior,
tudo em nós é um prazer tão intenso que nós mesmo
não aguentamos o nosso próprio prazer, o nosso próprio desejo,
é demasiado, sabemos isso desde sempre,
é demasiado todo este amor, queremos sempre isto
e fazemos sempre isto, não temos tempo para as futilidades
apenas para o que importa o nosso Amor.
Autor: Carlos Cordoeiro.
se temos estes nossos corpos
para fazer do nosso calor
algo útil, aquilo que por vezes
recusas fazer, e simplesmente pensar;
Palavras Quentes
foram aquelas que sussurrei ao teu ouvido
aquelas que fizeram teus lábios
encostar ao meu pescoço
e beijar constantemente e sem pausas;
Palavras Quentes
são aquelas que quero dizer-te
mas também ouvir de ti enquanto
estamos encostados um ao outro,
enquanto estamos neste amor constante;
Palavras Quentes
é aquelas que suspiramos, visto que
estamos noutras actividades mais
divertidas e desgastantes mas ainda assim
conseguimos fazer tanta coisa ao mesmo tempo.
Palavras Quentes
trocamos quando discutimos
sim, mesmo em momentos maus
elas também ficam quentes
e ficamos tristes como as lágrimas
de chuva que escorre nas janelas;
Palavras Quentes
não foram ditas porque os nossos corpos
tinha uma fala muito própria, uma fala
muito sensível, sensual, quente,
provocante, apetecível ao desejo do toque
e do sabor constante de beijar muito muito
muito devagar cada parte tua, cada pormenor teu;
Palavras Quentes
não são propriamente necessárias
para haver conversa entre nós
visto que o nosso corpo já se conhece,
com ou sem luz já nos sabemos de cor,
com ou sem palavras já nos ouvimos,
com ou sem lençóis já nos sentimos quentes,
com ou sem roupa já sabemos as curvas
e aberturas certas para um prazer maior,
tudo em nós um completo calor que cada vez mais é maior,
tudo em nós é um prazer tão intenso que nós mesmo
não aguentamos o nosso próprio prazer, o nosso próprio desejo,
é demasiado, sabemos isso desde sempre,
é demasiado todo este amor, queremos sempre isto
e fazemos sempre isto, não temos tempo para as futilidades
apenas para o que importa o nosso Amor.
Autor: Carlos Cordoeiro.
quarta-feira, 6 de julho de 2016
Poema A Arma
A Arma
que insiste constantemente usar
por propósitos egoístas,
por propósitos preconceituosos,
por propósitos completamente insanos,
por propósitos completamente doentios;
A Arma
que eu considero mortal
é aquela que afecta o coração
o coração dos que são puros,
daqueles que são genuínos, daqueles que
são o que são de forma tão pura,
tão pura como o aroma que sentes
das flores da primavera;
A Arma
é aquele brinquedo que dás
ao teu filho quando ele é criança
ele pensa que mata o que não vê
mas depois sente a ânsia disso;
A Arma
é aquela bem apontada para o alvo errado,
é aquela arma bem oleada para que o serviço
seja bem feito e fique tudo a brilhar,
para que apenas fique a mancha explodida por todo
o lado excepto as marcas digitais.
A Arma
aquela que faz um barulho rápido,
silencioso, barulhento, invisível
apenas se vê a dor de quem sofreu
mas que depois já se perdeu
enquanto vida, enquanto esperança a viver;
A Arma
foi aquela que usaste com normalidade,
com consciência, com banalidade, com sentido,
sabias o que fazias, sabias o que ias fazer
e mesmo assim seguiste em frente,
e mesmo assim achaste por bem ir,
e mesmo assim achaste por bem terminar algo
que nunca começou, algo que nunca começou,
algo que nunca começou na tua vida, nem sequer conheces
aquela pessoa que vais terminar, assassinar, silenciar;
A Arma
que tu tantas orgulhas usar, que tu tanto usas
quer lá saber se é bala certa ou errada,
até achas engraçado o acto de puxar o gatilho,
o acto de apontar para um alvo injusto,
para um alvo que sabe que vai morrer, que está a tremer,
que já sabe o que lhe espera, mesmo sabendo que não
é essa a sua sina;
A Arma
que tu tens é um gosto: por uma causa, por um motivo,
por um honra, por um país, por uma guerra, por um prémio,
por uma medalha, por um dia glorioso, por dia em que te irão honrar,
pelos camaradas que perdeste, isto tudo para quê?
para depois passares anos completamente num sofá?
para depois passares anos a chorares pelos que perdestes?
para depois passares anos a olhar fotografias a preto e branco
que já nem se vê as caras das pessoas que mais amaste?
a má decisão foi tua, quem puxou o gatilho foste tu,
quem puxou a morte para o outro foste tu, quem fez do outro morte foste tu.
A Arma
que tu tão bem seguras, nem tremes
nem ficas com medo, porque achas que te dá poder,
achas que te dá segurança, achas que tá energia,
que te dá adrenalina, que te dá força,
que dá energia mas apenas te dá cobardia, medo,
frieza, loucura, sensação de força, é pior que droga,
é pior que fogo, é pior que a morte,
é algo intencional, a arma que usas é aquela que usas
contra ti mesmo quando vais parar ao mesmo destino;
A Armaaquela que tu usas, que até achas que fazes boa figura
mas não passaste do pior, do pior dos cenários,
não passaste de ser o mau da história, todos te olham de lado,
estás morto, a arma que tu veneras é aquela que te matou,
mataste inocentes, mataste pessoas que eram amadas,
mataste pessoas que tinham vida, mataste pessoas que tinham família,
mataste pessoas que tinham amor, que tinham carinho, que tinham beijos
a dar a pessoas também queridas, também amadas;
A Arma
essa que matou tantas pessoas, meu Deus que arrepio de mágoa
que arrepio de dor, que arrepio de choro, que arrepio de injustiça,
as minhas lágrimas são pelas pessoas, as minhas lágrimas são pelos que partiram
injustamente, as minhas lágrimas são pelas pessoas grandes que morreram,
são pelas pessoas belas que se foram, pelas pessoas que tinha algo de grande,
as minhas lágrimas são pela diferença, pela maneira diferente de viver;
A Arma
pode ter ganho, pode ter morto,
pode ter acabado, por ter tornado o sangue
em sangue, sangue de horror, sangue de morte
sangue de terror, sangue de mágoa,
mas agora o meu respeito vai para quem é estrela,
mas agora o meu respeito vai para quem partiu,
mas agora o meu respeito vai para quem é maior,
mas agora o meu respeito vai para os que viveram diferente,
mas agora o meu respeito vai para aqueles que se destacaram,
mas agora o meu respeito vai para aqueles que agora são luzes,
mas agora o meu respeito vai para aqueles que são estrelas
de um brilho maior, de um brilho inspirador.
Autor: Carlos Cordoeiro.
TO ORLANDO'S VICTIMS
que insiste constantemente usar
por propósitos egoístas,
por propósitos preconceituosos,
por propósitos completamente insanos,
por propósitos completamente doentios;
A Arma
que eu considero mortal
é aquela que afecta o coração
o coração dos que são puros,
daqueles que são genuínos, daqueles que
são o que são de forma tão pura,
tão pura como o aroma que sentes
das flores da primavera;
A Arma
é aquele brinquedo que dás
ao teu filho quando ele é criança
ele pensa que mata o que não vê
mas depois sente a ânsia disso;
A Arma
é aquela bem apontada para o alvo errado,
é aquela arma bem oleada para que o serviço
seja bem feito e fique tudo a brilhar,
para que apenas fique a mancha explodida por todo
o lado excepto as marcas digitais.
A Arma
aquela que faz um barulho rápido,
silencioso, barulhento, invisível
apenas se vê a dor de quem sofreu
mas que depois já se perdeu
enquanto vida, enquanto esperança a viver;
A Arma
foi aquela que usaste com normalidade,
com consciência, com banalidade, com sentido,
sabias o que fazias, sabias o que ias fazer
e mesmo assim seguiste em frente,
e mesmo assim achaste por bem ir,
e mesmo assim achaste por bem terminar algo
que nunca começou, algo que nunca começou,
algo que nunca começou na tua vida, nem sequer conheces
aquela pessoa que vais terminar, assassinar, silenciar;
A Arma
que tu tantas orgulhas usar, que tu tanto usas
quer lá saber se é bala certa ou errada,
até achas engraçado o acto de puxar o gatilho,
o acto de apontar para um alvo injusto,
para um alvo que sabe que vai morrer, que está a tremer,
que já sabe o que lhe espera, mesmo sabendo que não
é essa a sua sina;
A Arma
que tu tens é um gosto: por uma causa, por um motivo,
por um honra, por um país, por uma guerra, por um prémio,
por uma medalha, por um dia glorioso, por dia em que te irão honrar,
pelos camaradas que perdeste, isto tudo para quê?
para depois passares anos completamente num sofá?
para depois passares anos a chorares pelos que perdestes?
para depois passares anos a olhar fotografias a preto e branco
que já nem se vê as caras das pessoas que mais amaste?
a má decisão foi tua, quem puxou o gatilho foste tu,
quem puxou a morte para o outro foste tu, quem fez do outro morte foste tu.
A Arma
que tu tão bem seguras, nem tremes
nem ficas com medo, porque achas que te dá poder,
achas que te dá segurança, achas que tá energia,
que te dá adrenalina, que te dá força,
que dá energia mas apenas te dá cobardia, medo,
frieza, loucura, sensação de força, é pior que droga,
é pior que fogo, é pior que a morte,
é algo intencional, a arma que usas é aquela que usas
contra ti mesmo quando vais parar ao mesmo destino;
A Armaaquela que tu usas, que até achas que fazes boa figura
mas não passaste do pior, do pior dos cenários,
não passaste de ser o mau da história, todos te olham de lado,
estás morto, a arma que tu veneras é aquela que te matou,
mataste inocentes, mataste pessoas que eram amadas,
mataste pessoas que tinham vida, mataste pessoas que tinham família,
mataste pessoas que tinham amor, que tinham carinho, que tinham beijos
a dar a pessoas também queridas, também amadas;
A Arma
essa que matou tantas pessoas, meu Deus que arrepio de mágoa
que arrepio de dor, que arrepio de choro, que arrepio de injustiça,
as minhas lágrimas são pelas pessoas, as minhas lágrimas são pelos que partiram
injustamente, as minhas lágrimas são pelas pessoas grandes que morreram,
são pelas pessoas belas que se foram, pelas pessoas que tinha algo de grande,
as minhas lágrimas são pela diferença, pela maneira diferente de viver;
A Arma
pode ter ganho, pode ter morto,
pode ter acabado, por ter tornado o sangue
em sangue, sangue de horror, sangue de morte
sangue de terror, sangue de mágoa,
mas agora o meu respeito vai para quem é estrela,
mas agora o meu respeito vai para quem partiu,
mas agora o meu respeito vai para quem é maior,
mas agora o meu respeito vai para os que viveram diferente,
mas agora o meu respeito vai para aqueles que se destacaram,
mas agora o meu respeito vai para aqueles que agora são luzes,
mas agora o meu respeito vai para aqueles que são estrelas
de um brilho maior, de um brilho inspirador.
Autor: Carlos Cordoeiro.
TO ORLANDO'S VICTIMS
sábado, 2 de julho de 2016
Poema Meu Coração
Meu Coração está inundado de sangue
pela dor causada pelo amor
este amor que carrego como peso,
como um peso doloroso;
Meu Coração é mais real
quando sofro, porque assim o amor
parece mais real, parece mais credível
embora isto seja sempre assim,
uma dor que parece constante;
Meu Coração gosta de adormecer a
pensar em ti, gosta de te imaginar
como um constante amor, de te imaginar
como algo bom, como algo a desejar
mas mais do que queres ou imaginas;
Meu Coração está em constante transformação
por causa do amor que é um pouco diferente
porque este coração é bastante forte, porque esta
intensidade do amor é tão escaldante que fico
sem nada, nem o amor que sinto por ti.
Meu Coração é tão negro que agora
estou mais escuro que uma noite
em noite de lua nova, nada vejo,
nada sinto, nada creio, é tudo um completo
código que apenas aquela chave dourada
me poderá abrir e amar-me;
Meu Coração escorre tanta dor
que até esta dor é mais agressiva
que as setas pedras que me atiraste
quando não me querias falar,
quando não me querias tentar amar,
quando não me querias tentar elogiar;
Meu Coração está por aí
aos bocados literalmente e creio
que tu o viste e sabes porque acho isto?
porque senti no meu peito a dor
de calcares o meu coração,
de calcares o que sinto por ti,
de calcares o que eu desejo sobre ti, sobre o teu corpo;
Meu Coração foi um desejo
um desejo que tu quiseste apagar,
um desejo que não mereceu assim tanta atenção,
apenas quiseste ignorar,
apenas quiseste deixar isto assim,
sem nada por dizer.
Autor: Carlos Cordoeiro.
pela dor causada pelo amor
este amor que carrego como peso,
como um peso doloroso;
Meu Coração é mais real
quando sofro, porque assim o amor
parece mais real, parece mais credível
embora isto seja sempre assim,
uma dor que parece constante;
Meu Coração gosta de adormecer a
pensar em ti, gosta de te imaginar
como um constante amor, de te imaginar
como algo bom, como algo a desejar
mas mais do que queres ou imaginas;
Meu Coração está em constante transformação
por causa do amor que é um pouco diferente
porque este coração é bastante forte, porque esta
intensidade do amor é tão escaldante que fico
sem nada, nem o amor que sinto por ti.
Meu Coração é tão negro que agora
estou mais escuro que uma noite
em noite de lua nova, nada vejo,
nada sinto, nada creio, é tudo um completo
código que apenas aquela chave dourada
me poderá abrir e amar-me;
Meu Coração escorre tanta dor
que até esta dor é mais agressiva
que as setas pedras que me atiraste
quando não me querias falar,
quando não me querias tentar amar,
quando não me querias tentar elogiar;
Meu Coração está por aí
aos bocados literalmente e creio
que tu o viste e sabes porque acho isto?
porque senti no meu peito a dor
de calcares o meu coração,
de calcares o que sinto por ti,
de calcares o que eu desejo sobre ti, sobre o teu corpo;
Meu Coração foi um desejo
um desejo que tu quiseste apagar,
um desejo que não mereceu assim tanta atenção,
apenas quiseste ignorar,
apenas quiseste deixar isto assim,
sem nada por dizer.
Autor: Carlos Cordoeiro.
sábado, 25 de junho de 2016
Poema O Tempo É Trapezista
O Tempo é trapezista
fez de mim um completo ser
que manobrava a própria vida
e acabei por cair na minha própria rede.
Sinto-me completamente manipulado
por redes temporais, por redes cronológicas,
por teias que me fecham a boca
e por isso o meu corpo queixa-se do tempo
do tempo que passa completamente
de forma aflitiva e que nos magoa saber
a sua curta duração.
É completamente cruel todo este manipular
que sinto na minha vida,
sinto-me numa rede vermelha,
onde toco e tudo dispara e o tempo é pouco.
Podia-me equilibrar entre a razão
e o coração ou então
simplesmente arriscar em atrasar
o tempo que eu não quero que adiante.
Isto é complicado porque penso
que posso manipular o tempo,
acho que é tudo fácil,
mas ele é que me trocou as voltas,
ele, o tempo é que foi inteligente
mais do que fui por pensar que ele
é demasiado longo como os dias de verão.
Sinto-me completamente como um boneco de madeira
como algo que se pode desfazer completamente,
isto está mau, pois sinto que vou-me partir
sem dó nem piada, isto vai doer tanto
já sinto as dores, as feridas, o sangue por todo o meu corpo
ah...afinal já me magoei, estava encorrilhado
desde sempre, desde que nasci
por isso é que não me sinto livre de todo.
Autor: Carlos Cordoeiro.
fez de mim um completo ser
que manobrava a própria vida
e acabei por cair na minha própria rede.
Sinto-me completamente manipulado
por redes temporais, por redes cronológicas,
por teias que me fecham a boca
e por isso o meu corpo queixa-se do tempo
do tempo que passa completamente
de forma aflitiva e que nos magoa saber
a sua curta duração.
É completamente cruel todo este manipular
que sinto na minha vida,
sinto-me numa rede vermelha,
onde toco e tudo dispara e o tempo é pouco.
Podia-me equilibrar entre a razão
e o coração ou então
simplesmente arriscar em atrasar
o tempo que eu não quero que adiante.
Isto é complicado porque penso
que posso manipular o tempo,
acho que é tudo fácil,
mas ele é que me trocou as voltas,
ele, o tempo é que foi inteligente
mais do que fui por pensar que ele
é demasiado longo como os dias de verão.
Sinto-me completamente como um boneco de madeira
como algo que se pode desfazer completamente,
isto está mau, pois sinto que vou-me partir
sem dó nem piada, isto vai doer tanto
já sinto as dores, as feridas, o sangue por todo o meu corpo
ah...afinal já me magoei, estava encorrilhado
desde sempre, desde que nasci
por isso é que não me sinto livre de todo.
Autor: Carlos Cordoeiro.
sexta-feira, 24 de junho de 2016
Poema O Vazio
Tudo isto estava vazio como tudo que vi
ao meu redor e que parecia ser mágoa,
Tudo isto era um vazio interior e exterior
mas não sei qual dos dois magoava mais,
qual dos dois fez-me chorar, qual dos dois
me fez arrepender por ti e para ti;
Tudo isto foi lágrimas corrosivas
que corroeram o sentido das minhas palavras
fizeram dos meus versos algo doloroso
para alma de quem quis ler o verso que era para ser de amor
mas tornou-se um ferida tão ardente mais que a própria chama.
Tudo isto foi um vazio que me ardeu tanto
a sério sabes o que isto? sabes como me senti?
sabes como eu cresci? sabes como senti tudo isto?
Ai meu D-us tanto vazio, tanta lágrima, tanta obscuridade
tanta falsidade, tantas palavras que escorreram pelas paredes
agora elas estão vazias, assim como a minha mente
que outrora tinha forrado a ouro as palavras mais belas
que fizeste questão de preencher ao meu coração;
Tudo isto até pode ter sido destino
mas ai que destino cortante, afiado que me fez ficar sem voz
que me fez querer gritar por ti, pelo teu amor, pela tua palavra,
que me fez querer salvar-te.
Tudo isto foi dores, aquelas dores que tu sentes constantemente,
em que o teu corpo insiste em que isso aconteça,
aquele sentir de um amor que já amaste e que agora é doutra pessoa,
Tudo isto é demasiado doloroso
não há cura suficiente para tudo isto
sofreste tanto ao ponto de quereres partilhar comigo
uma dor que nem eu tenho culpa nem fiz nada por isso,
porque não sofres por ti mesma, por tua própria conta?
Já sofro por não te ter como minha metade de coração que está em constante falta.
Tudo isto foi constante lágrimas dolorosas, lágrimas que inflamaram o meu coração,
estas lágrimas que fazem-se rio, mar ou até oceano
oceano este que me cobre com uma manta asfixiante,
com uma manta que não me deixa ver nem sentir
amores ou vivências que pude ou posso vir a viver;
Tudo isto foi um enorme vazio sem ti,
não te sinto ao meu lado a sentir este nosso amor,
a sentir este nosso carinho que um dia já tivemos,
a sentir estes nossos beijos que já foram tantos,
a sentir estas brincadeiras que fazíamos,
a sentir os lençóis entre nós em noites estreladas,
agora tudo é um enorme vazio, muito vazio mesmo
em casa já não há nada a não ser o meu sofrimento,
a minha dor, a minha mágoa, a minha tristeza, o que se perdeu
agora apenas estão as paredes, eu e a tua memória no que vejo
a tua memória em fotografias, em cheiros, em imagens, em lembranças,
agora tudo isto está vazio, o sentimento está vazio
agora....agora só te tenho no meu coração como lembrança, como Amor.
Autor: Carlos Cordoeiro.
ao meu redor e que parecia ser mágoa,
Tudo isto era um vazio interior e exterior
mas não sei qual dos dois magoava mais,
qual dos dois fez-me chorar, qual dos dois
me fez arrepender por ti e para ti;
Tudo isto foi lágrimas corrosivas
que corroeram o sentido das minhas palavras
fizeram dos meus versos algo doloroso
para alma de quem quis ler o verso que era para ser de amor
mas tornou-se um ferida tão ardente mais que a própria chama.
Tudo isto foi um vazio que me ardeu tanto
a sério sabes o que isto? sabes como me senti?
sabes como eu cresci? sabes como senti tudo isto?
Ai meu D-us tanto vazio, tanta lágrima, tanta obscuridade
tanta falsidade, tantas palavras que escorreram pelas paredes
agora elas estão vazias, assim como a minha mente
que outrora tinha forrado a ouro as palavras mais belas
que fizeste questão de preencher ao meu coração;
Tudo isto até pode ter sido destino
mas ai que destino cortante, afiado que me fez ficar sem voz
que me fez querer gritar por ti, pelo teu amor, pela tua palavra,
que me fez querer salvar-te.
Tudo isto foi dores, aquelas dores que tu sentes constantemente,
em que o teu corpo insiste em que isso aconteça,
aquele sentir de um amor que já amaste e que agora é doutra pessoa,
Tudo isto é demasiado doloroso
não há cura suficiente para tudo isto
sofreste tanto ao ponto de quereres partilhar comigo
uma dor que nem eu tenho culpa nem fiz nada por isso,
porque não sofres por ti mesma, por tua própria conta?
Já sofro por não te ter como minha metade de coração que está em constante falta.
Tudo isto foi constante lágrimas dolorosas, lágrimas que inflamaram o meu coração,
estas lágrimas que fazem-se rio, mar ou até oceano
oceano este que me cobre com uma manta asfixiante,
com uma manta que não me deixa ver nem sentir
amores ou vivências que pude ou posso vir a viver;
Tudo isto foi um enorme vazio sem ti,
não te sinto ao meu lado a sentir este nosso amor,
a sentir este nosso carinho que um dia já tivemos,
a sentir estes nossos beijos que já foram tantos,
a sentir estas brincadeiras que fazíamos,
a sentir os lençóis entre nós em noites estreladas,
agora tudo é um enorme vazio, muito vazio mesmo
em casa já não há nada a não ser o meu sofrimento,
a minha dor, a minha mágoa, a minha tristeza, o que se perdeu
agora apenas estão as paredes, eu e a tua memória no que vejo
a tua memória em fotografias, em cheiros, em imagens, em lembranças,
agora tudo isto está vazio, o sentimento está vazio
agora....agora só te tenho no meu coração como lembrança, como Amor.
Autor: Carlos Cordoeiro.
domingo, 19 de junho de 2016
Arquitectura
Carlos Cordoeiro
Templo
Caneta preta sobre folha a3
2016
A Arquitectura, para mim, é muito mais do que uma simples área técnica, criativa e prática.
Para mim, a Arquitectura é muito mais que um passatempo, um simples desperdiçar de tempo, um gastar de materiais, para mim é muito mais, vai muito para além do que é tangível em termos de compreensão.
Como se sabe as crianças têm uma capacidade excelente de absorver toda a informação visual, auditiva, táctil, olfactiva, ou seja, as crianças têm mais facilidade a captar o que lhes interessa.
No meu caso, quando era criança, despertou em mim o gosto pelo Desenho e Pintura mas algo muito precoce, muito básico mas já com o uso diferente da gama cromática.
Em criança e na adolescência viajei muito, conheci muito, obtive cultura, muito conhecimento através da visita a Igrejas, Catedrais, Mosteiros, Museus, Jardins, Parques entre outros espaços, outras cidades que obviamente influenciaram-me de forma consciente e inconscientemente para os desenhos que mais tarde iria a fazer.
É por volta do ano 1999 que começo a fazer os meus primeiros desenhos relacionados com Arquitectura, algo muito prematuro visto que não há uma educação técnica e formal sobre o assunto.
Inicialmente o que eu desenhava era casas civis, catedrais, castelos e planos urbanísticos com base em algumas cidades portuguesas e outros eram imaginados. Uma vez que desde de pequeno até agora, criei em mim, uma educação há volta da Arte, em torno do Desenho, Escultura, Pintura entre outras áreas que mais tarde acabo por desenvolver por gosto.
Quanto a Arquitectura...os meus desenhos sempre se basearam em tipos de Arquitectura já existentes que eu vi nos monumentos.
Os primeiros projectos que fiz, que acaba por ser o que eu desenho mais são as Catedrais, um conjunto de vários desenhos que se intitulam como tal visto que se baseiam em em Arquitectura Religiosa e não só.
É complexo, difícil e até mesmo exigente para mim, dizer os estilos efectivamente que transponho para as minhas catedrais visto que eu faço uma mistura de tudo.
Eu tanto desenho catedrais góticas, como desenho catedrais modernas, passando por estilos de Arquitectura como:
Mudéjar, Islâmica, Românico, Gótico, Gótico Flamejante, Renascimento, Barroco, Rococó, Arte Nova, Arte Deco, Moderna e Contemporânea.
Eu no fundo acabo por absorver todos estes estilos e ainda acrescento o meu cunho, "a minha" arquitectura, o meu imaginário, e por isso o resultado são edifícios que parecem familiares, mas ao mesmo tempo surreais na medida que dão uma sensação de existir pela estrutura, pela geometria mas não num lugar, numa geografia.
Eu também tenho arquitectos de referência, passo a citar:
Otto Wagner, Karl Schinkel, Jean Prouvé, Marcel Breuer, Pierre Koenig, Rudolf Schindler e Hans Scharoun.
Autor do texto, desenho e fotografia: Carlos Cordoeiro.
Templo
Caneta preta sobre folha a3
2016
A Arquitectura, para mim, é muito mais do que uma simples área técnica, criativa e prática.
Para mim, a Arquitectura é muito mais que um passatempo, um simples desperdiçar de tempo, um gastar de materiais, para mim é muito mais, vai muito para além do que é tangível em termos de compreensão.
Como se sabe as crianças têm uma capacidade excelente de absorver toda a informação visual, auditiva, táctil, olfactiva, ou seja, as crianças têm mais facilidade a captar o que lhes interessa.
No meu caso, quando era criança, despertou em mim o gosto pelo Desenho e Pintura mas algo muito precoce, muito básico mas já com o uso diferente da gama cromática.
Em criança e na adolescência viajei muito, conheci muito, obtive cultura, muito conhecimento através da visita a Igrejas, Catedrais, Mosteiros, Museus, Jardins, Parques entre outros espaços, outras cidades que obviamente influenciaram-me de forma consciente e inconscientemente para os desenhos que mais tarde iria a fazer.
É por volta do ano 1999 que começo a fazer os meus primeiros desenhos relacionados com Arquitectura, algo muito prematuro visto que não há uma educação técnica e formal sobre o assunto.
Inicialmente o que eu desenhava era casas civis, catedrais, castelos e planos urbanísticos com base em algumas cidades portuguesas e outros eram imaginados. Uma vez que desde de pequeno até agora, criei em mim, uma educação há volta da Arte, em torno do Desenho, Escultura, Pintura entre outras áreas que mais tarde acabo por desenvolver por gosto.
Quanto a Arquitectura...os meus desenhos sempre se basearam em tipos de Arquitectura já existentes que eu vi nos monumentos.
Os primeiros projectos que fiz, que acaba por ser o que eu desenho mais são as Catedrais, um conjunto de vários desenhos que se intitulam como tal visto que se baseiam em em Arquitectura Religiosa e não só.
É complexo, difícil e até mesmo exigente para mim, dizer os estilos efectivamente que transponho para as minhas catedrais visto que eu faço uma mistura de tudo.
Eu tanto desenho catedrais góticas, como desenho catedrais modernas, passando por estilos de Arquitectura como:
Mudéjar, Islâmica, Românico, Gótico, Gótico Flamejante, Renascimento, Barroco, Rococó, Arte Nova, Arte Deco, Moderna e Contemporânea.
Eu no fundo acabo por absorver todos estes estilos e ainda acrescento o meu cunho, "a minha" arquitectura, o meu imaginário, e por isso o resultado são edifícios que parecem familiares, mas ao mesmo tempo surreais na medida que dão uma sensação de existir pela estrutura, pela geometria mas não num lugar, numa geografia.
Eu também tenho arquitectos de referência, passo a citar:
Otto Wagner, Karl Schinkel, Jean Prouvé, Marcel Breuer, Pierre Koenig, Rudolf Schindler e Hans Scharoun.
Autor do texto, desenho e fotografia: Carlos Cordoeiro.
quinta-feira, 16 de junho de 2016
Poema O Que Renasceu
O Que Renasceu
foi como chamas constantes
no meu coração mas que parecia amor
por isso é que me sentia completamente
incendiado pelo teu amor
que por enquanto parece ser sincero;
O Que Renasceu
foi este amor que eu acredito ser real
visto que as evidências são mais que muitas
visto que tudo isto é natural
como as palavras que são para ti
e tu sabes muito bem isso
mesmo que queiras avançar para mim
estás muito indecisa e eu não o entendo;
O Que Renasceu
foi estes nossos olhares, estes sorrisos
que não são de todo indiferentes,
esta simpatia que nos sentíamos,
estes diálogos tão esquisitos
em que entre silêncios está tanto por dizer
em que no silêncio há tanto que dizemos
que falamos, que sorrimos,
que trocamos sentimentos sinceros e verdadeiros;
O Que Renasceu
foi dizeres qualquer coisa e eu rir-me com cuidado
para não imaginares o que sinto
por ti de forma tão natural e pura
como isto tudo que te escrevo constantemente
O Que Renasceu
foi todo este sentimento
que de certa forma posso chamar amor,
paixão, o que for, mas sinceramente é confuso
é confuso dizer o que foi ou é
o sentimento é demasiado estranho por ti;
O Que Renasceu
foi um gozo total em descobrir que o que eu sinto por ti
é o que outros sentem por ti
e que por isso estou completamente a mais
estou completamente fora, fora disto
que supostamente seria amor, mas dito assim
até é demasiado forte, demasiado intenso;
O Que Renasceu
até posso dizer que foi amor,
sim até pode....acho que senti isso por ti
talvez....se calhar, a indecisão do sentimento
é tanta visto que não tive nenhuma correspondência
e até fui culpado por isso
eu mesmo me culpei por nada fazer
mas tu ou pouco nada fizeste afinal sou-te desconhecido;
O Que Renasceu
acho que foi um engano que eu chamei amor,
um amor que pareceu-me sincero, puro,
verdadeiro, honesto, real, mas que não foi nada disto,
muito pelo contrário!
Não passou de um mero sonho que eu esperava ver como real
mas doeu, de facto doeu saber que tudo isto foi oculto
ignorado por ela, eu que a admirei, que a gostei, que a senti
mesmo um sentir de forma utópica.
O Que Renasceu
foi este amor tão ardente que me queimei em mim próprio
queimei ao saber e gostar demasiado de ti,
queimei-me ao saber que te venerava demasiado,
ao saber que podias ser algo para mim mas que na
verdade não o és, na verdade não te sinto,
estou como que à espera de um amor mas não ideal - não os há;
O Que Renasceu
foi eu achar que tudo isto que te escrevo é amor
mesmo não o sendo, mesmo se calhar não o sentindo
e ser apenas imaginação,
imaginação que me levou a realidades irreais,
por isso há um sofrimento constante em tudo isto,
por isso é que há uma dor que carrego constantemente,
por isso é que há uma mágoa que lembra-se em magoar,
por isso é que há uma lágrima de tristeza que me cai todos os dias,
por isso é que há uma lágrima que me magoa visto que chega ao coração.
Autor: Carlos Cordoeiro.
foi como chamas constantes
no meu coração mas que parecia amor
por isso é que me sentia completamente
incendiado pelo teu amor
que por enquanto parece ser sincero;
O Que Renasceu
foi este amor que eu acredito ser real
visto que as evidências são mais que muitas
visto que tudo isto é natural
como as palavras que são para ti
e tu sabes muito bem isso
mesmo que queiras avançar para mim
estás muito indecisa e eu não o entendo;
O Que Renasceu
foi estes nossos olhares, estes sorrisos
que não são de todo indiferentes,
esta simpatia que nos sentíamos,
estes diálogos tão esquisitos
em que entre silêncios está tanto por dizer
em que no silêncio há tanto que dizemos
que falamos, que sorrimos,
que trocamos sentimentos sinceros e verdadeiros;
O Que Renasceu
foi dizeres qualquer coisa e eu rir-me com cuidado
para não imaginares o que sinto
por ti de forma tão natural e pura
como isto tudo que te escrevo constantemente
O Que Renasceu
foi todo este sentimento
que de certa forma posso chamar amor,
paixão, o que for, mas sinceramente é confuso
é confuso dizer o que foi ou é
o sentimento é demasiado estranho por ti;
O Que Renasceu
foi um gozo total em descobrir que o que eu sinto por ti
é o que outros sentem por ti
e que por isso estou completamente a mais
estou completamente fora, fora disto
que supostamente seria amor, mas dito assim
até é demasiado forte, demasiado intenso;
O Que Renasceu
até posso dizer que foi amor,
sim até pode....acho que senti isso por ti
talvez....se calhar, a indecisão do sentimento
é tanta visto que não tive nenhuma correspondência
e até fui culpado por isso
eu mesmo me culpei por nada fazer
mas tu ou pouco nada fizeste afinal sou-te desconhecido;
O Que Renasceu
acho que foi um engano que eu chamei amor,
um amor que pareceu-me sincero, puro,
verdadeiro, honesto, real, mas que não foi nada disto,
muito pelo contrário!
Não passou de um mero sonho que eu esperava ver como real
mas doeu, de facto doeu saber que tudo isto foi oculto
ignorado por ela, eu que a admirei, que a gostei, que a senti
mesmo um sentir de forma utópica.
O Que Renasceu
foi este amor tão ardente que me queimei em mim próprio
queimei ao saber e gostar demasiado de ti,
queimei-me ao saber que te venerava demasiado,
ao saber que podias ser algo para mim mas que na
verdade não o és, na verdade não te sinto,
estou como que à espera de um amor mas não ideal - não os há;
O Que Renasceu
foi eu achar que tudo isto que te escrevo é amor
mesmo não o sendo, mesmo se calhar não o sentindo
e ser apenas imaginação,
imaginação que me levou a realidades irreais,
por isso há um sofrimento constante em tudo isto,
por isso é que há uma dor que carrego constantemente,
por isso é que há uma mágoa que lembra-se em magoar,
por isso é que há uma lágrima de tristeza que me cai todos os dias,
por isso é que há uma lágrima que me magoa visto que chega ao coração.
Autor: Carlos Cordoeiro.
terça-feira, 14 de junho de 2016
Poem I'm Keep You In My Heart
I'm Keep You In My Heart
without the right keys
and I cried once again
in my garden, it's real
you know every days;
I'm Keep You In My Heart
I'm spell the word love but I can't see
so I can't feeling,
and you cry like a blood river,
but it's so hard to see this river
this pain, this love without another love,
I'm scratch my life
because I wanna to suffer
like you sufer without my roses;
I'm Keep You In My Heart
in suffering I'm the one
the number one
can suffer like you imagine
in your nightmare
I'm Keep You In My Heart
it's so hard to keep this thing
love? I don't know...
if you wanna know
I could say I love you
but it's unreal, you know that.
Autor: Carlos Cordoeiro.
without the right keys
and I cried once again
in my garden, it's real
you know every days;
I'm Keep You In My Heart
I'm spell the word love but I can't see
so I can't feeling,
and you cry like a blood river,
but it's so hard to see this river
this pain, this love without another love,
I'm scratch my life
because I wanna to suffer
like you sufer without my roses;
I'm Keep You In My Heart
in suffering I'm the one
the number one
can suffer like you imagine
in your nightmare
Your heart it is so powerful
than you thought
that is why I love you so much
and you know that;
it's so hard to keep this thing
love? I don't know...
if you wanna know
I could say I love you
but it's unreal, you know that.
Autor: Carlos Cordoeiro.
sábado, 11 de junho de 2016
Poema Novos Amores
Novos Amores
podiam florescer como segunda oportunidade
como segunda hipótese da primeira que falhou
ou não, pode acontecer como eu sonhava
como eu queria, como eu gostava naqueles dias;
Novos Amores
podiam inundar-me de alegria
mas também de tristeza como já me aconteceu
agora e sempre que me lembro disto todos os dias constantemente;
Novos Amores
podiam florir como na Primavera,
mas tudo é constantes chuvas e Invernos
entre eu, tu e todos nós que vivemos
que vivemos os falsos amores que são sonhados apenas uma vez;
Novos Amores
fazem-me rir com aquele ar de parvo,
aquele ar de criança toda feliz
como tivesse um brinquedo novo, algo novo,
algo com que brincar e amar.
Novos Amores
surgem como as flores da primavera,
no campo que eu gosto de descansar
e lembrar-me de ti, e querer-te beijar-te tanto
que até se torna real, que até se torna real
que até se torna bastante real que até me repito
porque estou sobre o teu efeito, sobre a tua beleza
hipnótica e por isso não ando bem, mas no amor;
Novos Amores
é aquilo que começamos a ser
a partir do momento que trocamos olhares,
a partir do momento que trocamos sorrisos
daquele tipo que estávamos a perceber algo,
que estávamos a imaginar algo,
que um de nós timidamente sentia-se sem jeito;
Novos Amores
é cada vez mais pensar em ti
mesmo quando não dou conta,
é desejar-te tanto que ás vezes tenho
receio que repares nisso
mas sinceramente já não me importo
a minha intenção é mesmo essa, que
tu repares em mim;
Novos Amores
surgiram como nós supostamente
com estes sorrisos parvos,
com estes olhares tolos de crianças,
como este estar à vontade, sem qualquer pressão,
estes momento de puro relaxamento
este amor que parece surgir tão lentamente
tão em câmarae lenta que vai demorar vir o início
propriamente dito mas quando o for
vai ser uma explosão de intensidades sentidas.
Autor: Carlos Cordoeiro.
podiam florescer como segunda oportunidade
como segunda hipótese da primeira que falhou
ou não, pode acontecer como eu sonhava
como eu queria, como eu gostava naqueles dias;
Novos Amores
podiam inundar-me de alegria
mas também de tristeza como já me aconteceu
agora e sempre que me lembro disto todos os dias constantemente;
Novos Amores
podiam florir como na Primavera,
mas tudo é constantes chuvas e Invernos
entre eu, tu e todos nós que vivemos
que vivemos os falsos amores que são sonhados apenas uma vez;
Novos Amores
fazem-me rir com aquele ar de parvo,
aquele ar de criança toda feliz
como tivesse um brinquedo novo, algo novo,
algo com que brincar e amar.
Novos Amores
surgem como as flores da primavera,
no campo que eu gosto de descansar
e lembrar-me de ti, e querer-te beijar-te tanto
que até se torna real, que até se torna real
que até se torna bastante real que até me repito
porque estou sobre o teu efeito, sobre a tua beleza
hipnótica e por isso não ando bem, mas no amor;
Novos Amores
é aquilo que começamos a ser
a partir do momento que trocamos olhares,
a partir do momento que trocamos sorrisos
daquele tipo que estávamos a perceber algo,
que estávamos a imaginar algo,
que um de nós timidamente sentia-se sem jeito;
Novos Amores
é cada vez mais pensar em ti
mesmo quando não dou conta,
é desejar-te tanto que ás vezes tenho
receio que repares nisso
mas sinceramente já não me importo
a minha intenção é mesmo essa, que
tu repares em mim;
Novos Amores
surgiram como nós supostamente
com estes sorrisos parvos,
com estes olhares tolos de crianças,
como este estar à vontade, sem qualquer pressão,
estes momento de puro relaxamento
este amor que parece surgir tão lentamente
tão em câmarae lenta que vai demorar vir o início
propriamente dito mas quando o for
vai ser uma explosão de intensidades sentidas.
Autor: Carlos Cordoeiro.
sexta-feira, 10 de junho de 2016
Poema A Dor De Tudo Isto
A Dor De Tudo Isto
é aqueles dias desperdiçados
em que eu poderia tomá-los como certos
tomá-los como decisivos para um futuro
melhor, para um futuro certo
mais feliz ou divertido dependendo do desejo;
A Dor De Tudo Isto
foi sentir-me a mais constantemente
com sorrisos, com palavras ditas
como segredos constantes e que por isso
me faziam sentir a mais,
me faziam sentir como o excluído;
A Dor De Tudo Isto
foi eu sonhar com algo de bom
para os dois quando apenas é um,
foi eu sonhar com dias melhores
quando todos ou quase foram maus;
A Dor De Tudo Isto
foi quando te percebi como algo desejável
mas intangível então deixei-me estar por aqui
deixei-me estar assim nesta eterna indecisão
antes sonhar em amar do que amar
com dor sem sucesso
ou sem desejo duplo.
A Dor De Tudo Istofoi tudo isto que me fez chorar sangue,
pelas palavras indiferentes que me quiseste dar,
que me quiseste inflamar com as palavras
mais corrosivas e dolorosas
de todo o momento que não vivemos;
A Dor De Tudo Istofoi eu querer-te beijar tantas vezes,
querer-te abraçar-te tanto, queria-te proteger tanto,
queria rir-me contigo,
queria sentir-me parvo contigo, queria tentar aqueles
encontros como aqueles filmes
tipo comédia romântica
mas tudo isto foi sonho, um sonho tornado pesadelo;
A Dor De Tudo Istofoi tão corrosivo por cada dia que passava,
cada dia que passava ora chorava
como me ria de todos os momentos
indirectos que passei contigo ou por ti;
A Dor De Tudo Isto
foi querer-te beijar nem que por
brincadeira, nem que por pensamento,
nem que por olhares, mas mesmo assim
insistes em ignorar, insiste em esquecer
em preferir o outro e não a mim,
em preferir o errado do certo,
o feio do belo.
A Dor De Tudo Isto
foi eu querer mas tu não
fazeres de conta que não percebes
fazeres de conta que não queres,
fazeres de conta que não sabes,
fazeres de conta que não vês
mas se calhar na verdade sabes demais e não dizes;
A Dor De Tudo Istofoi talvez saberes demais e não dizeres,
saberes que havia sentimentos
mas ignoraste, que havia olhares
mas não os viste como importante,
é saber que tu sabias aquilo que se passava
e nada fizeste, nada quiseste,
nada sonhaste como eu tentei várias vezes;
A Dor De Tudo Istofoi saber que tu sabias de tudo isto
mas ficaste assim indiferente como eu
também o fiquei mas por outros motivos,
por outros pensamentos, por outras mágoas,
por outras realidades, por outras coisas que vi
que incendiaram-me logo como mágoa
e sofrimento todo o meu coração até ficar pó;
A Dor De Tudo Isto
é saberes que não avanças mas também
não o faço, tenho receio, tenho medos
que se prolongam pelo meu corpo
que se prolongam pela vida
mas se sabes que eu te amo porque é verdade
e tu a mim, então porque não vires a mim?
então porque não te tentares a mim?
então porque não me seduzires? me encantares?
me amares? Sou todo teu, saberás isso...certo?.
Autor: Carlos Cordoeiro.
é aqueles dias desperdiçados
em que eu poderia tomá-los como certos
tomá-los como decisivos para um futuro
melhor, para um futuro certo
mais feliz ou divertido dependendo do desejo;
A Dor De Tudo Isto
foi sentir-me a mais constantemente
com sorrisos, com palavras ditas
como segredos constantes e que por isso
me faziam sentir a mais,
me faziam sentir como o excluído;
A Dor De Tudo Isto
foi eu sonhar com algo de bom
para os dois quando apenas é um,
foi eu sonhar com dias melhores
quando todos ou quase foram maus;
A Dor De Tudo Isto
foi quando te percebi como algo desejável
mas intangível então deixei-me estar por aqui
deixei-me estar assim nesta eterna indecisão
antes sonhar em amar do que amar
com dor sem sucesso
ou sem desejo duplo.
A Dor De Tudo Istofoi tudo isto que me fez chorar sangue,
pelas palavras indiferentes que me quiseste dar,
que me quiseste inflamar com as palavras
mais corrosivas e dolorosas
de todo o momento que não vivemos;
A Dor De Tudo Istofoi eu querer-te beijar tantas vezes,
querer-te abraçar-te tanto, queria-te proteger tanto,
queria rir-me contigo,
queria sentir-me parvo contigo, queria tentar aqueles
encontros como aqueles filmes
tipo comédia romântica
mas tudo isto foi sonho, um sonho tornado pesadelo;
A Dor De Tudo Istofoi tão corrosivo por cada dia que passava,
cada dia que passava ora chorava
como me ria de todos os momentos
indirectos que passei contigo ou por ti;
A Dor De Tudo Isto
foi querer-te beijar nem que por
brincadeira, nem que por pensamento,
nem que por olhares, mas mesmo assim
insistes em ignorar, insiste em esquecer
em preferir o outro e não a mim,
em preferir o errado do certo,
o feio do belo.
A Dor De Tudo Isto
foi eu querer mas tu não
fazeres de conta que não percebes
fazeres de conta que não queres,
fazeres de conta que não sabes,
fazeres de conta que não vês
mas se calhar na verdade sabes demais e não dizes;
A Dor De Tudo Istofoi talvez saberes demais e não dizeres,
saberes que havia sentimentos
mas ignoraste, que havia olhares
mas não os viste como importante,
é saber que tu sabias aquilo que se passava
e nada fizeste, nada quiseste,
nada sonhaste como eu tentei várias vezes;
A Dor De Tudo Istofoi saber que tu sabias de tudo isto
mas ficaste assim indiferente como eu
também o fiquei mas por outros motivos,
por outros pensamentos, por outras mágoas,
por outras realidades, por outras coisas que vi
que incendiaram-me logo como mágoa
e sofrimento todo o meu coração até ficar pó;
A Dor De Tudo Isto
é saberes que não avanças mas também
não o faço, tenho receio, tenho medos
que se prolongam pelo meu corpo
que se prolongam pela vida
mas se sabes que eu te amo porque é verdade
e tu a mim, então porque não vires a mim?
então porque não te tentares a mim?
então porque não me seduzires? me encantares?
me amares? Sou todo teu, saberás isso...certo?.
Autor: Carlos Cordoeiro.
terça-feira, 7 de junho de 2016
Poema O Tempo
O Tempo
escorreu tanto
como as lágrimas que caíram
e fez da tua dor
um rio, um rio maior
que a dor do teu coração;
O Tempo escorreu-se não pelos
meus dedos, mas pelas minhas veias
visto que o tempo é tão fino,
é tão rápido, tão invisível
que quando reparas nele
ele foi-se a triplicar para o teu corpo
torna-te em algo que não queres ver todos os dias;
O Tempo este que tanto gostas como temes porque sabes que ele cada vez mais é sempre curto, curto para te encortar a vida e como tal ficas quase sem respirar e com medo daquilo que é o suposto descanso;
O Tempo aquele que usas como desculpa, para não te fazeres à estrada, que usas como desculpa para não socializares, para não amar, para não desejar, para não beijar, para nada, para tudo, para ninguém, para todos e quando dás por ela já tens filhos e netos e sentes-te tão triste mas ao mesmo tempo feliz pela família. O Tempo foi cortado pelo desejo de se querer tudo muito depressa, pelo desejo de querer que seja lento, pelo desejo que se despache mais que tu, pelo desejo que ela escorra completamente, muito mais que a água na tempestade; O Tempo é aquele que goza contigo e ainda se ri, é aquele que faz do teu corpo rugas, e sentes-te próximo ao final de algo que nem sequer começou mas sim que foi uma ilusão dolorosa; O Tempo é aquele que tu queres tanto ter em tua posse, porque sabes que ele voa muito mais para além das nuvens, e como tal é-te difícil apanhar....mas não desesperes; O Tempo aquele que tu amas tanto porque queres e tentar preservá-lo o mais puro, sem quebrar, sem magoar, sem o fragilizar, sem o despedaçar, sem o censurar, afinal foi o que o fizeste mas ao teu amor, amizade, carinho e a todos aqueles que adoravas; O Tempo foi aquele que não soubeste, aquele que não quiseste, aquele que recusaste, aquele que deixaste ir, aquele que não soubeste aproveitar como um tesouro tão valioso como a vida, deixaste tudo escorrer, escorreu tantos mas tantos momentos que podiam ter sido bons, tantos momentos que podiam fazer-te brilhar, tantos momentos que podiam fazer-te sorrir, mas insiste em discutir, chorar, gritar, berrar pelas pessoas que constantemente fazem-te de ti um ferida completamente aberta, já te vejo o coração, o coração banhado em sangue e dor como tudo isto que já sofreste e ainda insiste em sofrer; O Tempo agora já passou, já passou aquilo que querias, o verdadeiro Amor. Autor: Carlos Cordoeiro.
O Tempo escorreu-se não pelos
meus dedos, mas pelas minhas veias
visto que o tempo é tão fino,
é tão rápido, tão invisível
que quando reparas nele
ele foi-se a triplicar para o teu corpo
torna-te em algo que não queres ver todos os dias;
O Tempo este que tanto gostas como temes porque sabes que ele cada vez mais é sempre curto, curto para te encortar a vida e como tal ficas quase sem respirar e com medo daquilo que é o suposto descanso;
O Tempo aquele que usas como desculpa, para não te fazeres à estrada, que usas como desculpa para não socializares, para não amar, para não desejar, para não beijar, para nada, para tudo, para ninguém, para todos e quando dás por ela já tens filhos e netos e sentes-te tão triste mas ao mesmo tempo feliz pela família. O Tempo foi cortado pelo desejo de se querer tudo muito depressa, pelo desejo de querer que seja lento, pelo desejo que se despache mais que tu, pelo desejo que ela escorra completamente, muito mais que a água na tempestade; O Tempo é aquele que goza contigo e ainda se ri, é aquele que faz do teu corpo rugas, e sentes-te próximo ao final de algo que nem sequer começou mas sim que foi uma ilusão dolorosa; O Tempo é aquele que tu queres tanto ter em tua posse, porque sabes que ele voa muito mais para além das nuvens, e como tal é-te difícil apanhar....mas não desesperes; O Tempo aquele que tu amas tanto porque queres e tentar preservá-lo o mais puro, sem quebrar, sem magoar, sem o fragilizar, sem o despedaçar, sem o censurar, afinal foi o que o fizeste mas ao teu amor, amizade, carinho e a todos aqueles que adoravas; O Tempo foi aquele que não soubeste, aquele que não quiseste, aquele que recusaste, aquele que deixaste ir, aquele que não soubeste aproveitar como um tesouro tão valioso como a vida, deixaste tudo escorrer, escorreu tantos mas tantos momentos que podiam ter sido bons, tantos momentos que podiam fazer-te brilhar, tantos momentos que podiam fazer-te sorrir, mas insiste em discutir, chorar, gritar, berrar pelas pessoas que constantemente fazem-te de ti um ferida completamente aberta, já te vejo o coração, o coração banhado em sangue e dor como tudo isto que já sofreste e ainda insiste em sofrer; O Tempo agora já passou, já passou aquilo que querias, o verdadeiro Amor. Autor: Carlos Cordoeiro.
domingo, 5 de junho de 2016
Poema Chega De Tudo Isto
Chega De Tudo Isto
de todos estes momentos que parecem falsos,
de tudo isto que parece verdadeiro
num dos nossos corações,
num dos beijos imaginados, em algo que projectei;
Chega De Tudo Isto
que de início parecia verdadeiro,
mas como era bom demais,
E como sonhei para lá do utópico,
deixa de te ver como algo tangível;
Chega De Tudo Isto
chega de eu sentir isto tudo,
se nunca foi verdadeiro, se nunca foi sincero,
apenas numa das partes,
numa das pessoas,
num dos amores, então não vale a pena;
Chega De Tudo Isto
de fingir que sinto tanto
por algo que não sente nada por mim.
de fingir que me és algo
quando não te sou nada,
de fingir que isto é verdadeiro,
quando me és falsa.
Chega De Tudo Isto
de eu sentir-me assim, de forma tão incerta,
De forma tão angustiante, de me sentir incerto,
de me sentir nervoso, de me sentir ignorado,
como tal isto pode parar por momentos,
como tal isto pode parar por segundos,
segundos estes que para mim são valiosos;
Chega De Tudo Isto
chega de ser mais um
por menos, de ser mais o outro
num sofrimento escusado de vários dias,
chega de eu ser aquilo
que imagino não poder ser,
mas que sonho tanto
que me deprimo sem querer
mas que o meu coração insiste em fazê-lo;
Chega De Tudo Isto
chega de gozares comigo, chega de te rires de mim,
chega de isto tudo, de te rires por minha causa,
de te rires assim como que tivesses razão,
de te rires assim com toda essa facilidade,
quando sabes perfeitamente que já te senti como meu futuro,
que já te senti como futuro próximo, que já te senti como algo
que poderia supostamente ser verdadeiro, como algo que seria um
amor....julgo eu....imagino eu;
Chega De Tudo Isto
isto de me sentir assim,
de me gozares assim com esse descaramento,
mesmo tu que sabes que já te adorei,
já te quis, já te admirei, já te sorri, já te quis
já me insinuei, já me entreguei,
já me fiz a ti mesmo timidamente, já te tentei,
já te reparei, já te imaginei como algo muito meu
mas tudo pelo errado, tudo pelo utópico, tudo pelo imaginário,
tudo pela lágrima...lá está....da constante dor de sentir-te
apenas nos meus pensamentos!;
Chega De Tudo Istoquero já parar com isto que nunca aconteceu
a não ser nas minhas lágrimas quando percebi,
quero parar de te sentir,
quero parar de pensar ainda que podemos ser algo,
quero parar de projectar algo que não existe.
Autor: Carlos Cordoeiro.
de todos estes momentos que parecem falsos,
de tudo isto que parece verdadeiro
num dos nossos corações,
num dos beijos imaginados, em algo que projectei;
Chega De Tudo Isto
que de início parecia verdadeiro,
mas como era bom demais,
E como sonhei para lá do utópico,
deixa de te ver como algo tangível;
Chega De Tudo Isto
chega de eu sentir isto tudo,
se nunca foi verdadeiro, se nunca foi sincero,
apenas numa das partes,
numa das pessoas,
num dos amores, então não vale a pena;
Chega De Tudo Isto
de fingir que sinto tanto
por algo que não sente nada por mim.
de fingir que me és algo
quando não te sou nada,
de fingir que isto é verdadeiro,
quando me és falsa.
Chega De Tudo Isto
de eu sentir-me assim, de forma tão incerta,
De forma tão angustiante, de me sentir incerto,
de me sentir nervoso, de me sentir ignorado,
como tal isto pode parar por momentos,
como tal isto pode parar por segundos,
segundos estes que para mim são valiosos;
Chega De Tudo Isto
chega de ser mais um
por menos, de ser mais o outro
num sofrimento escusado de vários dias,
chega de eu ser aquilo
que imagino não poder ser,
mas que sonho tanto
que me deprimo sem querer
mas que o meu coração insiste em fazê-lo;
Chega De Tudo Isto
chega de gozares comigo, chega de te rires de mim,
chega de isto tudo, de te rires por minha causa,
de te rires assim como que tivesses razão,
de te rires assim com toda essa facilidade,
quando sabes perfeitamente que já te senti como meu futuro,
que já te senti como futuro próximo, que já te senti como algo
que poderia supostamente ser verdadeiro, como algo que seria um
amor....julgo eu....imagino eu;
Chega De Tudo Isto
isto de me sentir assim,
de me gozares assim com esse descaramento,
mesmo tu que sabes que já te adorei,
já te quis, já te admirei, já te sorri, já te quis
já me insinuei, já me entreguei,
já me fiz a ti mesmo timidamente, já te tentei,
já te reparei, já te imaginei como algo muito meu
mas tudo pelo errado, tudo pelo utópico, tudo pelo imaginário,
tudo pela lágrima...lá está....da constante dor de sentir-te
apenas nos meus pensamentos!;
Chega De Tudo Istoquero já parar com isto que nunca aconteceu
a não ser nas minhas lágrimas quando percebi,
quero parar de te sentir,
quero parar de pensar ainda que podemos ser algo,
quero parar de projectar algo que não existe.
Autor: Carlos Cordoeiro.
sábado, 4 de junho de 2016
CINEMA
Fazer Cinema não é só com sentimentos é também fazer das imagens Arte, Memória.
Carlos Cordoeiro
Dezembro 2014
Carlos Cordoeiro
Dezembro 2014
sábado, 28 de maio de 2016
Poema É Melhor
É Melhor viver como um pássaro
livre, onde não há luta sem dor,
mas pelo menos tenho ganho
o que quero para mim;
É Melhor irradiar-me como luz forte
fazer-te ver uma luz
uma luz tão forte
forte como o nosso amor;
É Melhor sentir-me unido a ti
pois assim tudo é tão mais fácil
de enfrentar e a dor é menor;
É Melhor sermos tudo isto
como algo forte, como algo unido,
algo que nunca se irá destruir
visto que nós mesmos somos a força
de um amor que nasceu connosco.
É Melhor estarmos assim,
neste conforto de amor, nesta sinceridade
de beijos que foram prometidos e dados,
como algo tão tocante como os nossos lábios
que insistem em encontrar-se;
É Melhor sermos algo tão grande como isto
isto a que chamam amor, isto que chamam de paixão
isto que chamam de sorriso, isto que chamam de mimo,
isto que chamam de sexo, isto que chamam de amor carnal;
É Melhor permanecer tudo assim
porque assim continuo a sonhar que somos
algo perfeito, algo unido, algo junto
tipo como os átomos;
É Melhor sermos tudo isto assim,
de forma atrevida, de sermos sensuais
ou perversos, ou até mesmo descarados,
ou até mesmo completamente nus
quando fazemos aquilo que gostamos num quarto;
É Melhor sermos o beijo bem em câmara lenta,
aquele beijo tão suave, mais do que uma pétala
que é tão suave, tão suave, que eu preciso
e peço-te mais;
É Melhor sermos uma imagem que perdura,
uma acção que foi filmada em grande plano,
um amor que foi captado em perspectiva,
e um intenso Amor que foi captado como uma película
de 35 mm para ser mostrado em jardins,
em camas, em praias, em qualquer lado,
tal como o nosso amor, que está presente,
nos nossos corpos, coração e em todo o sítio.
Autor: Carlos Cordoeiro.
livre, onde não há luta sem dor,
mas pelo menos tenho ganho
o que quero para mim;
É Melhor irradiar-me como luz forte
fazer-te ver uma luz
uma luz tão forte
forte como o nosso amor;
É Melhor sentir-me unido a ti
pois assim tudo é tão mais fácil
de enfrentar e a dor é menor;
É Melhor sermos tudo isto
como algo forte, como algo unido,
algo que nunca se irá destruir
visto que nós mesmos somos a força
de um amor que nasceu connosco.
É Melhor estarmos assim,
neste conforto de amor, nesta sinceridade
de beijos que foram prometidos e dados,
como algo tão tocante como os nossos lábios
que insistem em encontrar-se;
É Melhor sermos algo tão grande como isto
isto a que chamam amor, isto que chamam de paixão
isto que chamam de sorriso, isto que chamam de mimo,
isto que chamam de sexo, isto que chamam de amor carnal;
É Melhor permanecer tudo assim
porque assim continuo a sonhar que somos
algo perfeito, algo unido, algo junto
tipo como os átomos;
É Melhor sermos tudo isto assim,
de forma atrevida, de sermos sensuais
ou perversos, ou até mesmo descarados,
ou até mesmo completamente nus
quando fazemos aquilo que gostamos num quarto;
É Melhor sermos o beijo bem em câmara lenta,
aquele beijo tão suave, mais do que uma pétala
que é tão suave, tão suave, que eu preciso
e peço-te mais;
É Melhor sermos uma imagem que perdura,
uma acção que foi filmada em grande plano,
um amor que foi captado em perspectiva,
e um intenso Amor que foi captado como uma película
de 35 mm para ser mostrado em jardins,
em camas, em praias, em qualquer lado,
tal como o nosso amor, que está presente,
nos nossos corpos, coração e em todo o sítio.
Autor: Carlos Cordoeiro.
sexta-feira, 20 de maio de 2016
Poema Desde Já Te Digo
Desde Já Te Digo
que tudo isto que sinto por ti
pode e é real, pelo menos no meu coração,
pelo menos na minha ideia, pelo menos no meu olhar,
pelo menos nas minhas lágrimas, pelo menos nas minhas palavras,
pelo menos neste meu amor que é normal,
normal no sentido de se sentir no meio de algo;
Desde Já Te Digo
que todas as palavras
podem ser verdadeiras
desde que sentidas quando escritas
e também ouvidas pelo coração;
Desde Já Te Digo
que tudo pode ser intenso,
desde que sincero, desde que genuíno,
desde que puro, desde que tão natural,
como as flores que brotam
nos campos tão grandes como o nosso amor;
Desde Já Te Digo
que é tudo tão prematuro
mas sonhador, tudo tão esquisito
mas ao mesmo tempo claro como
a fonte de água que alimenta o nosso amor.
Desde Já Te Digo
que todos os pássaros voam em torno de
amores tão sinceros e puros como o nosso,
que os anjos tornam tudo isto
mais angelical, mais pomposo, mais amoroso,
que todos os santos fazem tudo de divino,
fazem dos dias algo memorável, do sol algo
brutal, da natureza algo tão belo como o nosso amor;
Desde Já Te Digo
que tudo isto que sinto por ti
é mesmo real, cada vez mais,
cada vez melhor, cada vez de forma
mais intensa, mais intensa que a intensidade
é mais forte que o meu coração;
Desde Já Te Digo
que cada dia é difícil de não te olhar,
cada vez o meu olhar é atraído
pela tua naturalidade, pela tua beleza
que surge de forma provocatória,
Desde Já Te Digo
que me atrevo a dizer
que posso mesmo dizer-te
que se calhar até estou a sentir algo por ti,
algo meio nervoso, algo meio ansioso,
algo meio indefinido, algo que me faz tremer,
algo que me faz ficar sem jeito,
mas que faz ter jeito para te escrever tudo isto.
Autor: Carlos Cordoeiro.
que tudo isto que sinto por ti
pode e é real, pelo menos no meu coração,
pelo menos na minha ideia, pelo menos no meu olhar,
pelo menos nas minhas lágrimas, pelo menos nas minhas palavras,
pelo menos neste meu amor que é normal,
normal no sentido de se sentir no meio de algo;
Desde Já Te Digo
que todas as palavras
podem ser verdadeiras
desde que sentidas quando escritas
e também ouvidas pelo coração;
Desde Já Te Digo
que tudo pode ser intenso,
desde que sincero, desde que genuíno,
desde que puro, desde que tão natural,
como as flores que brotam
nos campos tão grandes como o nosso amor;
Desde Já Te Digo
que é tudo tão prematuro
mas sonhador, tudo tão esquisito
mas ao mesmo tempo claro como
a fonte de água que alimenta o nosso amor.
Desde Já Te Digo
que todos os pássaros voam em torno de
amores tão sinceros e puros como o nosso,
que os anjos tornam tudo isto
mais angelical, mais pomposo, mais amoroso,
que todos os santos fazem tudo de divino,
fazem dos dias algo memorável, do sol algo
brutal, da natureza algo tão belo como o nosso amor;
Desde Já Te Digo
que tudo isto que sinto por ti
é mesmo real, cada vez mais,
cada vez melhor, cada vez de forma
mais intensa, mais intensa que a intensidade
é mais forte que o meu coração;
Desde Já Te Digo
que cada dia é difícil de não te olhar,
cada vez o meu olhar é atraído
pela tua naturalidade, pela tua beleza
que surge de forma provocatória,
Desde Já Te Digo
que me atrevo a dizer
que posso mesmo dizer-te
que se calhar até estou a sentir algo por ti,
algo meio nervoso, algo meio ansioso,
algo meio indefinido, algo que me faz tremer,
algo que me faz ficar sem jeito,
mas que faz ter jeito para te escrever tudo isto.
Autor: Carlos Cordoeiro.
domingo, 15 de maio de 2016
Poema Somos
Somos muito mais do que isto,
este sentimento esquisito,
este nervoso que muitas vezes sentimos
um pelo outro mas que não está
completamente descodificado;
Somos mais que palavras injustamente
trocadas e apenas são ditas, mas nunca
pensadas;
Somos tudo que não devemos ser,
criamos imagens tão utópicas como nós mesmos
o somos aqui e agora, como nós o somos sempre
que apenas um imagina um futuro feliz,
mas que na realidade não existe;
Somos tudo aquilo que apenas um de nós
tenta imaginar como felicidade ou como amor
ou como algo maior que se torna cada vez mais falso
visto que tudo é parado mais que o próprio tempo,
aquele tempo desértico;
Somos algo de bastante utópico, nada de provável
há entre nós; nada nos liga, nada nos une,
já fomos mais unidos apenas por olhares
e mesmo isto era tão forçado,
tão falso, tão irreal que
até dói em tudo e em todos;
Somos algo que necessita de atenção mas talvez
não todos os dias, afinal não serve de muito
quem nos dá atenção se somos ignorados
de forma intencional;
Somos algo completamente petrificado no tempo daí não termos tempo
para nada, para ninguém, para não ser nada, para
tudo e para nada e como tal nada somos,
como o agora mesmo;
Somos aqueles que apenas um de nós sonha com algo
mais real, algo mais suposto
mas dá sempre em nada, dá sempre em dor,
dá sempre em alguma dor que se prolonga
constante como as lágrimas de dor ou tristeza;
Somos por fim um amor que nem sequer chegou a acontecer,
um amor que nem sequer foi tentado,
um amor que nem sequer foi projectado,
um amor que nem sequer foi visto,
um amor que nem sequer foi ouvido,
um amor que nem sequer foi real,
assim cada um de nós não é real.
Autor: Carlos Cordoeiro.
este sentimento esquisito,
este nervoso que muitas vezes sentimos
um pelo outro mas que não está
completamente descodificado;
Somos mais que palavras injustamente
trocadas e apenas são ditas, mas nunca
pensadas;
Somos tudo que não devemos ser,
criamos imagens tão utópicas como nós mesmos
o somos aqui e agora, como nós o somos sempre
que apenas um imagina um futuro feliz,
mas que na realidade não existe;
Somos tudo aquilo que apenas um de nós
tenta imaginar como felicidade ou como amor
ou como algo maior que se torna cada vez mais falso
visto que tudo é parado mais que o próprio tempo,
aquele tempo desértico;
Somos algo de bastante utópico, nada de provável
há entre nós; nada nos liga, nada nos une,
já fomos mais unidos apenas por olhares
e mesmo isto era tão forçado,
tão falso, tão irreal que
até dói em tudo e em todos;
Somos algo que necessita de atenção mas talvez
não todos os dias, afinal não serve de muito
quem nos dá atenção se somos ignorados
de forma intencional;
Somos algo completamente petrificado no tempo daí não termos tempo
para nada, para ninguém, para não ser nada, para
tudo e para nada e como tal nada somos,
como o agora mesmo;
Somos aqueles que apenas um de nós sonha com algo
mais real, algo mais suposto
mas dá sempre em nada, dá sempre em dor,
dá sempre em alguma dor que se prolonga
constante como as lágrimas de dor ou tristeza;
Somos por fim um amor que nem sequer chegou a acontecer,
um amor que nem sequer foi tentado,
um amor que nem sequer foi projectado,
um amor que nem sequer foi visto,
um amor que nem sequer foi ouvido,
um amor que nem sequer foi real,
assim cada um de nós não é real.
Autor: Carlos Cordoeiro.
sábado, 7 de maio de 2016
Poema MÃE
Mil Beijos E O Amor fizeram-me nascer
de forma explosiva muito mais que uma estrela,
algures perdida no espaço, mas sei onde estou
estou aqui à tua beira, no teu coração, no teu brilho,
no teu orgulho, na tua felicidade, no teu amor;
Mil Beijos E O Amor fizeram-me brotar
muito mas mesmo muito que o solo mesmo que fosse duro
o amor era tão mais forte que fazia do solo manta de conforto
para mim, que eu ainda era bebé;
Mil Beijos E O Amor fizeram eu brotar, fizeram eu rebentar com
tanta força, mais que as raízes que crescem em cimento,
ou raízes que crescem no coração, para o amor ser maior,
ou então rebento como tanta força que nas pedras
mais gigantes do mundo rebento;
Mil Beijos E O Amor fizeram com que o frio
tornasse algo que é tão fútil e todo eu fui calor,
mais do que a brasa que te sabia bem,
mais do que a chama que tinha a tua atenção,
mais do que o incêndio que fez a tua aflição,
fui o teu maior calor e tu o meu.
Mil Beijos E O Amor
fizeram do meu corpo
um corpo quente e recheado de amor,
recheado de ternura,
recheado de felicidade, recheado de bons momentos,
de felicidade, estava tão recheado
mas que os bolos que têm recheio;
Mil Beijos E O Amor
fizeram de mim a criança mais feliz do mundo,
tornei-me uma criança feliz, alegre, radiante
como os dias de sol em que eu passeava
com a minha mãe pelos Jardins do Palácio de Cristal;
Mil Beijos E O Amor
fez-me crescer de forma tão invulgar,
de forma tão brutal, de forma tão estranha,
de forma tão rápida, de forma tão sincera,
de forma que me tornou uma cria adulta;
Mil Beijos E O Amor
tornou-me o Homem que sou agora,
fez de mim a pessoa que sou, os valores que tenho,
as qualidades e também os defeitos que tenho,
a bondade que tenho, o egoísmo que não deveria ter,
a ingenuidade, o lado banal a algumas coisas
que fez de mim menos pessoa mas que já passou;
Mil Beijos E O Amor
fez-me retribuir com este poema
o amor que sinto por ti,
a felicidade, o carinho, a alegria, a magia,
o respeito, as brincadeiras, os bons momentos,
e tudo mais de bom que vivi contigo
e que vai perdurar muito, muito, muito,
mesmo depois de partires e eu também.
Autor: Carlos Cordoeiro.
de forma explosiva muito mais que uma estrela,
algures perdida no espaço, mas sei onde estou
estou aqui à tua beira, no teu coração, no teu brilho,
no teu orgulho, na tua felicidade, no teu amor;
Mil Beijos E O Amor fizeram-me brotar
muito mas mesmo muito que o solo mesmo que fosse duro
o amor era tão mais forte que fazia do solo manta de conforto
para mim, que eu ainda era bebé;
Mil Beijos E O Amor fizeram eu brotar, fizeram eu rebentar com
tanta força, mais que as raízes que crescem em cimento,
ou raízes que crescem no coração, para o amor ser maior,
ou então rebento como tanta força que nas pedras
mais gigantes do mundo rebento;
Mil Beijos E O Amor fizeram com que o frio
tornasse algo que é tão fútil e todo eu fui calor,
mais do que a brasa que te sabia bem,
mais do que a chama que tinha a tua atenção,
mais do que o incêndio que fez a tua aflição,
fui o teu maior calor e tu o meu.
Mil Beijos E O Amor
fizeram do meu corpo
um corpo quente e recheado de amor,
recheado de ternura,
recheado de felicidade, recheado de bons momentos,
de felicidade, estava tão recheado
mas que os bolos que têm recheio;
Mil Beijos E O Amor
fizeram de mim a criança mais feliz do mundo,
tornei-me uma criança feliz, alegre, radiante
como os dias de sol em que eu passeava
com a minha mãe pelos Jardins do Palácio de Cristal;
Mil Beijos E O Amor
fez-me crescer de forma tão invulgar,
de forma tão brutal, de forma tão estranha,
de forma tão rápida, de forma tão sincera,
de forma que me tornou uma cria adulta;
Mil Beijos E O Amor
tornou-me o Homem que sou agora,
fez de mim a pessoa que sou, os valores que tenho,
as qualidades e também os defeitos que tenho,
a bondade que tenho, o egoísmo que não deveria ter,
a ingenuidade, o lado banal a algumas coisas
que fez de mim menos pessoa mas que já passou;
Mil Beijos E O Amor
fez-me retribuir com este poema
o amor que sinto por ti,
a felicidade, o carinho, a alegria, a magia,
o respeito, as brincadeiras, os bons momentos,
e tudo mais de bom que vivi contigo
e que vai perdurar muito, muito, muito,
mesmo depois de partires e eu também.
Autor: Carlos Cordoeiro.
sábado, 30 de abril de 2016
Poema Adoro-te Nestes Dias
Adoro-te Nestes Dias em que sempre que acordo
penso em ti, penso na cara que vou ver com um sorriso,
a tua cara que faz-me ficar com cara de parvo,
como nos filmes românticos que eu não gosto muito de ver;
Adoro-te Nestes Dias em que tu simplesmente
trazes vestidos esvoaçantes, vestidos que são transparentes
e como tal deixa ver mais de ti,
mais do teu corpo que apenas eu queria ver como segredo,
como algo que sou eu contigo a descobrir em noites calorosas;
Adoro-te Nestes Dias
Adoro-te Nestes Dias que cada vez está mais calor,
cada vez estás mais bonita, com um sorriso mais notório
o calor faz-te bem, quanto mais não seja, porque sorris, porque olhas
mesmo que não seja para mim, acho-te piada na mesma;
Adoro-te Nestes Dias
em que tu és constantemente bela, és constantemente elegante,
todos os dias és tão ou mais bonita que as flores que eu vejo embora
tu sejas a Rainha delas todas;
Adoro-te Nestes Dias em que, mesmo que passem horas,
eu irei continuar a admirar-te constantemente,
como se fosse o primeiro dia, o primeiro olhar,
os primeiros sentimentos, os primeiros nervosismos,
que insistem completamente em existir quando nos vemos;
Adoro-te Nestes Dias que eu olho-te completamente
e acho que já me entendes mas ainda assim há uma barreira,
esta barreira é demasiado forçada e tu sabes isso,
como tal não compreendo o porquê de toda esta confusão,
de todas estas complicações, se nos........amamos porque não logo um beijo
como entrada nesta refeição que é o amor?
Adoro-te Nestes Dias
Adoro-te Nestes Dias em que a tua beleza parecer ser maior
isto porque te ris, isto porque te tornas mais simples,
isto porque és maior do que tu mesma e como tal superas
aquilo que achaste impossível e como tal tornas-te maior
e por isso adoro-te com simplicidade, não peço muito de ti
aliás peço de ti um amigável amor, e mais tarde um amor amigável
sabes o que é isto? é o que somos agora, amigos mas prestes a ser.....;
Adoro-te Nestes Dias por saber que estou mais perto de ti,
mais perto do nosso amor que apenas eu pensava ou sonhava,
mas agora somos dois, agora só somos um, e como é Primavera
vamos crescer tão delicadamente como as flores que tu gostas de ver
e cheirar nos campos longos das tuas memórias;
Adoro-te Nestes Dias
Adoro-te mesmo muito e tu talvez o saibas mas ainda assim
queres que eu continue neste sofrimento, neste momento
até deves achar uma certa piada e um gozo, mas eu vou achar mais
quando descobrires que eu te amo e tu nem sonhas isso.
Adoro-te Neste Dias.
Autor: Carlos Cordoeiro.
penso em ti, penso na cara que vou ver com um sorriso,
a tua cara que faz-me ficar com cara de parvo,
como nos filmes românticos que eu não gosto muito de ver;
Adoro-te Nestes Dias em que tu simplesmente
trazes vestidos esvoaçantes, vestidos que são transparentes
e como tal deixa ver mais de ti,
mais do teu corpo que apenas eu queria ver como segredo,
como algo que sou eu contigo a descobrir em noites calorosas;
Adoro-te Nestes Dias
Adoro-te Nestes Dias que cada vez está mais calor,
cada vez estás mais bonita, com um sorriso mais notório
o calor faz-te bem, quanto mais não seja, porque sorris, porque olhas
mesmo que não seja para mim, acho-te piada na mesma;
Adoro-te Nestes Dias
em que tu és constantemente bela, és constantemente elegante,
todos os dias és tão ou mais bonita que as flores que eu vejo embora
tu sejas a Rainha delas todas;
Adoro-te Nestes Dias em que, mesmo que passem horas,
eu irei continuar a admirar-te constantemente,
como se fosse o primeiro dia, o primeiro olhar,
os primeiros sentimentos, os primeiros nervosismos,
que insistem completamente em existir quando nos vemos;
Adoro-te Nestes Dias que eu olho-te completamente
e acho que já me entendes mas ainda assim há uma barreira,
esta barreira é demasiado forçada e tu sabes isso,
como tal não compreendo o porquê de toda esta confusão,
de todas estas complicações, se nos........amamos porque não logo um beijo
como entrada nesta refeição que é o amor?
Adoro-te Nestes Dias
Adoro-te Nestes Dias em que a tua beleza parecer ser maior
isto porque te ris, isto porque te tornas mais simples,
isto porque és maior do que tu mesma e como tal superas
aquilo que achaste impossível e como tal tornas-te maior
e por isso adoro-te com simplicidade, não peço muito de ti
aliás peço de ti um amigável amor, e mais tarde um amor amigável
sabes o que é isto? é o que somos agora, amigos mas prestes a ser.....;
Adoro-te Nestes Dias por saber que estou mais perto de ti,
mais perto do nosso amor que apenas eu pensava ou sonhava,
mas agora somos dois, agora só somos um, e como é Primavera
vamos crescer tão delicadamente como as flores que tu gostas de ver
e cheirar nos campos longos das tuas memórias;
Adoro-te Nestes Dias
Adoro-te mesmo muito e tu talvez o saibas mas ainda assim
queres que eu continue neste sofrimento, neste momento
até deves achar uma certa piada e um gozo, mas eu vou achar mais
quando descobrires que eu te amo e tu nem sonhas isso.
Adoro-te Neste Dias.
Autor: Carlos Cordoeiro.
sábado, 23 de abril de 2016
Poema Vamos Voar Para A Cama
Vamos Voar Para A Cama
que eu quero amar-te como
flores que se envolvem com o vento
mas que nunca se perdem
assim como nós não nos perdemos
visto que basta tocarmos um no outro;
Vamos Voar Para A Cama
visto que é a única maneira de ficares em brasa
visto que os meus elogios nada fazem em ti
apenas vários aborrecimentos através da
indiferença que me demonstras constantemente;
Vamos Voar Para A Cama
porque disseram que de noite se pensa melhor,
mas eu não o poderei fazer logo,
visto que tu estás demasiado intensa para mim,
e como tal devo-te umas;
Vamos Voar Para A Cama que é um lugar de conforto,
e como tal podemos nos aquecer
de forma que desejares, com ou sem lençóis,
é como tu achares melhor, não te quero contrariar
meu amor, façamos à tua maneira.
Vamos Voar Para A Cama
pelos visto é lá que nos entendemos
ó menos não precisamos de falar muito mas sim
trocar intensidades corporais, beijos intensos e calorosos
em partes corporais que se incendeiam por si próprias
como tal tudo em nós é caloroso, intenso, brutal,apetecível
cada vez mais a cada dia que passa;
Vamos Voar Para A Cama
visto que agora está de chuva o tempo,
é agora que vem o mau tempo e como tal quero-te amar
continuar a amar, mas ainda assim continuo a preferir a cama,
sabes o sofá é demasiado confortável e não dá de todo muito jeito
para a nossa actividade preferida;
Vamos Voar Para A Cama
lentamente ou não, é como tu quiseres
não somos esquisitos, nunca o fomos,
somos bem versáteis, por isso a cama
é sempre nova, é sempre renovada, é sempre desejável;
Vamos Voar Para A Cama
que é onde nos sentimos verdadeiros, é onde trocamos impressões
naturais, genuínas as palavras pouco ou nada interferem,
o nosso lado corporal comunica um com o outro,
por isso não dizer nada e fazer muito levou-nos tão longe.
Vamos Voar Para A Cama
é lá que adoro-te dizer-te fisicamente
que sou mesmo muito feliz contigo,
e que tudo em nós vai ser duradouro;
Vamos Voar Para A Cama
aquela que nos faz feliz todas as noites,
que faz de nós Anjos do Amor,
e cada noite e dia que passa somos
cada vez mais verdadeiros;
Vamos Voar Para A Cama
mesmo sem asas, sem aparas, sem nada,
apenas vamos voar para lá com beijos completamente
fortes que até os vidros estremecem,
imagina o resto...;
Vamos Voar Para A Cama
que lá é que é bom, os momentos,
os desejos, as promessas, a felicidade,
o carinho, o amor, a elegância, o erotismo,
o sexo, o toque, o sussurrar, o mordiscar,
tudo isto através da nossa fala corporal
que é naturalmente natural e bela como as flores
e as brisas que agora sentimos da Primavera.
Autor: Carlos Cordoeiro.
domingo, 17 de abril de 2016
Poema O Medo
O Medo foi o dia em que te conheci,
e pensei que eras algo normal,
e que poderia trocar algo contigo,
como um amor calmo e tranquilo;
O Medo pensei eu quando tive que te falar
pensando que ia ser mais difícil
mas afinal foi um erro,
certos dias foi um erro, visto que não me
és nada, nem eu o fui para ti e isso
fez o meu coração arder nem pó sobrou;
O Medo foi aquilo que eu tive
desde dos primeiros dias que te vi
e dificilmente deu para falarmos
alguma coisa, apenas olhares;
O Medo foi todo este meu medo que ainda
sinto como um pulsar, um sentir que é mais forte
que vários corações, isto se eu conseguisse
aguentar com tanto batimento, nem sequer aguento
o bater que sinto por ti desde sempre.
O Medo faz-me tremer a ti e a mim mesmo,
tudo em mim é medo quando penso em ti,
por não saber se sinto a verdade ou a mentira
dos meus dias que passam de forma dolorosa,
que passam de forma tão angustiante, de forma tão
corrosiva, de forma que eu mesmo não entendo;
O Medo faz de mim
algo que eu não costumo ser,
perante a tua pessoa eu supostamente
falo aquilo que é para ficar como o take errado
mas que foi filmado e agora a cena já passa a
rolar, e eu limito a sorrir como desculpa pelo meu erro;
O Medo faz-me falar como outro,
como a personagem errada que entrou na cena
errada mas que agora acidentalmente faz e diz
aquilo que não deveria mas as palavras saiem
constantemente, sem parar, minha boca
apenas não diz a verdade, o gostar demasiado de ti
que não o demonstro de forma sincera, desculpa?;
O Medo foi tudo aquilo que não senti,
foi tudo aquilo que não disse, foi tudo aquilo que aguentei
em vão sem ser preciso, foi tudo aquilo que me fez
entristecer, foi tudo que me fez desistir, foi tudo aquilo
que me fez ficar em baixo mesmo nos dias mais alegres
disto resto apenas a alegria que é sempre de mim,
nasceu comigo e por isso faço dela algo tanto ou maior
que esta dor que já tens há tanto mesmo que eu não queira acreditar.
Autor: Carlos Cordoeiro.
e pensei que eras algo normal,
e que poderia trocar algo contigo,
como um amor calmo e tranquilo;
O Medo pensei eu quando tive que te falar
pensando que ia ser mais difícil
mas afinal foi um erro,
certos dias foi um erro, visto que não me
és nada, nem eu o fui para ti e isso
fez o meu coração arder nem pó sobrou;
O Medo foi aquilo que eu tive
desde dos primeiros dias que te vi
e dificilmente deu para falarmos
alguma coisa, apenas olhares;
O Medo foi todo este meu medo que ainda
sinto como um pulsar, um sentir que é mais forte
que vários corações, isto se eu conseguisse
aguentar com tanto batimento, nem sequer aguento
o bater que sinto por ti desde sempre.
O Medo faz-me tremer a ti e a mim mesmo,
tudo em mim é medo quando penso em ti,
por não saber se sinto a verdade ou a mentira
dos meus dias que passam de forma dolorosa,
que passam de forma tão angustiante, de forma tão
corrosiva, de forma que eu mesmo não entendo;
O Medo faz de mim
algo que eu não costumo ser,
perante a tua pessoa eu supostamente
falo aquilo que é para ficar como o take errado
mas que foi filmado e agora a cena já passa a
rolar, e eu limito a sorrir como desculpa pelo meu erro;
O Medo faz-me falar como outro,
como a personagem errada que entrou na cena
errada mas que agora acidentalmente faz e diz
aquilo que não deveria mas as palavras saiem
constantemente, sem parar, minha boca
apenas não diz a verdade, o gostar demasiado de ti
que não o demonstro de forma sincera, desculpa?;
O Medo foi tudo aquilo que não senti,
foi tudo aquilo que não disse, foi tudo aquilo que aguentei
em vão sem ser preciso, foi tudo aquilo que me fez
entristecer, foi tudo que me fez desistir, foi tudo aquilo
que me fez ficar em baixo mesmo nos dias mais alegres
disto resto apenas a alegria que é sempre de mim,
nasceu comigo e por isso faço dela algo tanto ou maior
que esta dor que já tens há tanto mesmo que eu não queira acreditar.
Autor: Carlos Cordoeiro.
sábado, 9 de abril de 2016
Poema Não Sou O Teu Ideal
Não Sou O Teu Ideal
tu sabes que não o sou,
nunca o fui afinal sou demasiado imperfeito
não é?, tu projectas demasiado naquilo
que achas ser o homem ideal e pelos vistos
eu não sou como esse estereótipo!;
Não Sou O Teu Ideal
porque se o fosse acho que não fazias isto
de me ignorar todos os dias, apenas falas mas como que
por favor, falas com um sorriso mas e se isto for falso?
e se todos estes sorrisos forem mentira? falsidade?
hipocrisia tua? como lido com isto? pretendes continuar?;
Não Sou O Teu Ideal
mesmo que me fales de forma normal,
mesmo que sejas educada para mim,
mesmo que me fales um pouco para não parecer
que não queres saber de mim;
Tu sabes isto - que não sou aquele homem
que tu queres que as tuas amigas vejam;
Não Sou O Teu Ideal
falas comigo, mas....porquê?
por favor? nem sequer me olhas nos olhos
estás a fugir de mim?
Sou demasiado monstruoso quando te falo?
Pareço-te perigoso? Vê lá tu que até te escrevo,
Vê lá tu que até te tento emocionar, de tantas vezes que te escrevo mas...
não sou o teu ideal de homem.
Não Sou O Teu Ideal em nada, não me escolhes,
não vês em mim nada que poderia brilhar-te,
não vês em mim oportunidade de ser feliz,
não vês em mim oportunidade de ser claro como
as águas que correm todos os dias num rio
que tu de vez em quando vais lá ver e senti-lo;
Não Sou O Teu Ideal de modelo
afinal não sou como aqueles que vês nas revistas
na Televisão, na Internet, em sonhos,
ou aonde tu quiseres....acho isso em ti supérfluo
ligares ao corpo e não ao interior da Alma,
e o que eu sinto tão intensamente por ti,
são meras palavras, mas...por agora contento-me com isto,
com isto de não te poder abraçar,
beijar, sentir, amar, mas isto vai mudar.
Não Sou O Teu Ideal de Homem
mas porque não começar a ser a partir de agora?
Já viste a sorte que poderias ter? teres um homem como eu?
Um homem que te escreve mais que 100 poemas?
Um homem que se declara a ti e tu nem percebes?
Um homem que te ama de forma descarada e nem reparas?
Um homem que te venera e tu nem reparas?
Um homem que é doido por ti e nem está preso?
Um homem que sorri de forma parva e tu nem percebes isso?
Apenas peço-te por amor de Deus abre os olhos que eu estou aqui
para ti, sempre tive, mesmo tu dizendo que não me vês,
eu quero que apenas sintas os meus lábios tocarem os teus
em câmara bastante lenta, para que essa parte do filme fique
gravada na cassete dos meus olhos, que estão a filmar o momento.
Adoro-te.
Autor: Carlos Cordoeiro.
tu sabes que não o sou,
nunca o fui afinal sou demasiado imperfeito
não é?, tu projectas demasiado naquilo
que achas ser o homem ideal e pelos vistos
eu não sou como esse estereótipo!;
Não Sou O Teu Ideal
porque se o fosse acho que não fazias isto
de me ignorar todos os dias, apenas falas mas como que
por favor, falas com um sorriso mas e se isto for falso?
e se todos estes sorrisos forem mentira? falsidade?
hipocrisia tua? como lido com isto? pretendes continuar?;
Não Sou O Teu Ideal
mesmo que me fales de forma normal,
mesmo que sejas educada para mim,
mesmo que me fales um pouco para não parecer
que não queres saber de mim;
Tu sabes isto - que não sou aquele homem
que tu queres que as tuas amigas vejam;
Não Sou O Teu Ideal
falas comigo, mas....porquê?
por favor? nem sequer me olhas nos olhos
estás a fugir de mim?
Sou demasiado monstruoso quando te falo?
Pareço-te perigoso? Vê lá tu que até te escrevo,
Vê lá tu que até te tento emocionar, de tantas vezes que te escrevo mas...
não sou o teu ideal de homem.
Não Sou O Teu Ideal em nada, não me escolhes,
não vês em mim nada que poderia brilhar-te,
não vês em mim oportunidade de ser feliz,
não vês em mim oportunidade de ser claro como
as águas que correm todos os dias num rio
que tu de vez em quando vais lá ver e senti-lo;
Não Sou O Teu Ideal de modelo
afinal não sou como aqueles que vês nas revistas
na Televisão, na Internet, em sonhos,
ou aonde tu quiseres....acho isso em ti supérfluo
ligares ao corpo e não ao interior da Alma,
e o que eu sinto tão intensamente por ti,
são meras palavras, mas...por agora contento-me com isto,
com isto de não te poder abraçar,
beijar, sentir, amar, mas isto vai mudar.
Não Sou O Teu Ideal de Homem
mas porque não começar a ser a partir de agora?
Já viste a sorte que poderias ter? teres um homem como eu?
Um homem que te escreve mais que 100 poemas?
Um homem que se declara a ti e tu nem percebes?
Um homem que te ama de forma descarada e nem reparas?
Um homem que te venera e tu nem reparas?
Um homem que é doido por ti e nem está preso?
Um homem que sorri de forma parva e tu nem percebes isso?
Apenas peço-te por amor de Deus abre os olhos que eu estou aqui
para ti, sempre tive, mesmo tu dizendo que não me vês,
eu quero que apenas sintas os meus lábios tocarem os teus
em câmara bastante lenta, para que essa parte do filme fique
gravada na cassete dos meus olhos, que estão a filmar o momento.
Adoro-te.
Autor: Carlos Cordoeiro.
quinta-feira, 7 de abril de 2016
COMICS STRIP PRESENTATION
Carlos Cordoeiro
HUMMM
Lápis de cor e caneta preta sobre folha a3
29,7 cm x 42,0 cm
Abril 2016.
COMICS STRIP PRESENTATION, é um trabalho de Banda Desenhada, com influência artística na Pop Art e nos anos 50 e de certa forma, mesmo que de forma distante na Arte Nova (Art Nouveau) perceptível através das ondulações do cabelo.
No fundo esta Banda Desenhada, conta uma pequena história entre duas personagens sobre a Cordoeiro Jewelry (Cordoeiro Bijutaria), em que as personagens querem mesmo muito ter as peças de joalharia / bijutaria deste loja.
domingo, 3 de abril de 2016
Poema Funeral
Quando eu morrer no meu funeral...
No Meu Funeral estará a alegria na tristeza,
não haverá aquelas lágrimas falsas
e dizer-se que eu era boa pessoa, ou fui muito bom quando estava vivo,
assim como não haverá muitas pessoas de preto
e a entristecer todo o lado cinematográfico do momento;
No Meu Funeral não haverá carros a andar lentos,
filas gigantes de pessoas a andarem atrás
como se elas tivessem morrido por mim ou comigo,
muito menos vai haver aqueles gritos e choros
tão teatrais para outros ouvirem e insultarem;
No Meu Funeral não irei ser esmagado
com quilos e quilos de flores extremamente perfumadas,
e que ficam a apodrecer o meu belo túmulo,
e que ficam ali a ocupar espaço e nem consigo mexer-me
à vontade enquanto estou a dormir,
No Meu Funeral não quero estar de noite
a ser visto e beijado inconscientemente e de forma doentia
como eu fosse um corpo anormal
que deve ser estudado e analisado e explorado sentimentalmente
por isso agradeço que me vejam mas de longe;
No Meu Funeral a sepultura será grande mas cómoda.
sabem porquê? Para não ver a desgraça dos dias futuros,
para não chorar pelo mau rumo que o mundo está a tomar,
para não sentir a dor de inocentes,
para não falar o que não quero na hora que deveria;
No Meu Funeral a alegria vai ser intensa, brutal, imensa, verdadeira,
uma festa autêntica onde os sentimentos serão puros e genuínos,
tudo será natural como o lado natural de eu ser enterrado
na terra fresca e boa da Natureza que me fez criar;
No Meu Funeral não haverá pessoas hipócritas a verem-me lá em baixo
já deitado, a dormir descansado para acordar numa dimensão melhor
numa dimensão mais pura, numa dimensão mais alegre,
numa dimensão que não me julguem por ser diferente,
por ter vivido as artes plásticas como vida,
por ter escrito os poemas das pessoas que amei e detestei,
por ter chorado, por ter magoado aqueles que me eram mais próximos
e que de facto amaram-me sempre mesmo eu não percebendo,
por ter ter falado àqueles que me diziam tanto e que sempre viram em mim
uma pessoa boa, simpática, amável mesmo quando eu não via nada disto em mim,
mesmo quando em mim vi apenas momentos escuros que não consegui variar
numa fase em que os dias não foram tão bons para se viver;
No Meu Funeral vou ser recordado, vou ser lembrado, vou ser amado,
vou ser imortalizado, vou ser adorado, vou ser petrificado na História da Arte,
vou ser aquele que marcou as Artes, aquele que revolucionou, aqueles que não teve medo
de escrever o que o coração sentia e queria dizer.
No Meu Funeral irei viver uma nova vida mais pura do que esta.
Autor: Carlos Cordoeiro.
No Meu Funeral estará a alegria na tristeza,
não haverá aquelas lágrimas falsas
e dizer-se que eu era boa pessoa, ou fui muito bom quando estava vivo,
assim como não haverá muitas pessoas de preto
e a entristecer todo o lado cinematográfico do momento;
No Meu Funeral não haverá carros a andar lentos,
filas gigantes de pessoas a andarem atrás
como se elas tivessem morrido por mim ou comigo,
muito menos vai haver aqueles gritos e choros
tão teatrais para outros ouvirem e insultarem;
No Meu Funeral não irei ser esmagado
com quilos e quilos de flores extremamente perfumadas,
e que ficam a apodrecer o meu belo túmulo,
e que ficam ali a ocupar espaço e nem consigo mexer-me
à vontade enquanto estou a dormir,
No Meu Funeral não quero estar de noite
a ser visto e beijado inconscientemente e de forma doentia
como eu fosse um corpo anormal
que deve ser estudado e analisado e explorado sentimentalmente
por isso agradeço que me vejam mas de longe;
No Meu Funeral a sepultura será grande mas cómoda.
sabem porquê? Para não ver a desgraça dos dias futuros,
para não chorar pelo mau rumo que o mundo está a tomar,
para não sentir a dor de inocentes,
para não falar o que não quero na hora que deveria;
No Meu Funeral a alegria vai ser intensa, brutal, imensa, verdadeira,
uma festa autêntica onde os sentimentos serão puros e genuínos,
tudo será natural como o lado natural de eu ser enterrado
na terra fresca e boa da Natureza que me fez criar;
No Meu Funeral não haverá pessoas hipócritas a verem-me lá em baixo
já deitado, a dormir descansado para acordar numa dimensão melhor
numa dimensão mais pura, numa dimensão mais alegre,
numa dimensão que não me julguem por ser diferente,
por ter vivido as artes plásticas como vida,
por ter escrito os poemas das pessoas que amei e detestei,
por ter chorado, por ter magoado aqueles que me eram mais próximos
e que de facto amaram-me sempre mesmo eu não percebendo,
por ter ter falado àqueles que me diziam tanto e que sempre viram em mim
uma pessoa boa, simpática, amável mesmo quando eu não via nada disto em mim,
mesmo quando em mim vi apenas momentos escuros que não consegui variar
numa fase em que os dias não foram tão bons para se viver;
No Meu Funeral vou ser recordado, vou ser lembrado, vou ser amado,
vou ser imortalizado, vou ser adorado, vou ser petrificado na História da Arte,
vou ser aquele que marcou as Artes, aquele que revolucionou, aqueles que não teve medo
de escrever o que o coração sentia e queria dizer.
No Meu Funeral irei viver uma nova vida mais pura do que esta.
Autor: Carlos Cordoeiro.
quarta-feira, 30 de março de 2016
Poema Desculpa Por...
Desculpa Por isto não ser o que sonhas,
por não ser aquilo que projectaste como verdadeiro,
como algo que poderias acreditar desde do início,
que poderias acreditar de olhos fechados;
Desculpa Por te fazer sentir mal, se disse aquilo
que te fez chorar de forma assustadora, de forma
brutal e que fez do teu coração incendiar-se
com a infelicidade que eu te criei;
Desculpa Por tudo que disse ou pensei erradamente
da tua pessoa, desculpa se a minha boca falou mentiras,
e se o meu coração pensou o errado,
e fui demasiado emotivo em falar aquilo que mais tarde
soube que era errado e nunca existiu;
Desculpa Por dias completamente em insónia
que foram vividos com bastante dor, que até os ossos
quebraram, até o teu corpo gelou
por tantas lágrimas dolorosas e gélidas que derramaste;
Desculpa Por todas estas palavras que te fez incendiar
a tua sensibilidade e que por isso ficaste magoada comigo
e que por isso te fez ignorar-me vários dias, vários momentos
não te condeno, não te julgo, não te censuro
visto que eu fui o mau da história ao fazer-te chorar cada dia,
cada momento, cada semana, cada momento que passou
estavas cada vez mais triste porque eu fui culpado disso
e acho que não vais conseguir perdoar-me por eu ser assim,
Desculpa, Desculpa Por tudo isto que foi marcante
para os dois mas muito mais para ti que ficaste com uma cruz marcada no coração.
Desculpa Por tudo isto se é que ainda me amas,
se ainda me achas a pessoa ideal para o teu coração,
se ainda me achas aquele tipo que pode te acalmar
nos dias mais agressivos dos sentimentos maus
que por vezes surgem sem nós queremos;
Desculpa Por tudo isto que te fiz ou disse,
sabes...acho eu..que não foi de todo por mal,
que não foi de todo o que eu quis fazer-te,
acho que sabes que adoro-te pela tua simplicidade,
acho que sabes que eu adoro esse teu sorriso que me remexe,
acho que sabes que adoro ver como andas de forma provocatória,
tu sabes que tudo que te escrevo é sincero
mesmo depois de todo o sofrimento que te causei;
Desculpa Por todas estas coisas que te escrevo
que se calhar para ti já enoja e já não te diz nada,
mas tu sabes que te adoro, que te admiro,
mesmo depois de todo o mal que te fiz,
será difícil mas.....mas...achas que podemos recomeçar?
Achas que podemos recomeçar como nos primeiros dias?
Aqueles dias que ambos éramos inocentes? Aqueles dias que sorriamos?
Aqueles dias provocatórios? Aqueles dias indiferentes?
Aqueles momentos de pura ironia? Aqueles momentos de suposta alegria?
Desculpa Por todo este tempo não dizer-te que acho que te amo,
venho há imenso tempo a tentar descobrir se é amor ou não, o que achas tu?
Achas que te amo? É só carinho?
De qualquer maneira atrevo-me a dizer Amo-te.
Autor: Carlos Cordoeiro.
por não ser aquilo que projectaste como verdadeiro,
como algo que poderias acreditar desde do início,
que poderias acreditar de olhos fechados;
Desculpa Por te fazer sentir mal, se disse aquilo
que te fez chorar de forma assustadora, de forma
brutal e que fez do teu coração incendiar-se
com a infelicidade que eu te criei;
Desculpa Por tudo que disse ou pensei erradamente
da tua pessoa, desculpa se a minha boca falou mentiras,
e se o meu coração pensou o errado,
e fui demasiado emotivo em falar aquilo que mais tarde
soube que era errado e nunca existiu;
Desculpa Por dias completamente em insónia
que foram vividos com bastante dor, que até os ossos
quebraram, até o teu corpo gelou
por tantas lágrimas dolorosas e gélidas que derramaste;
Desculpa Por todas estas palavras que te fez incendiar
a tua sensibilidade e que por isso ficaste magoada comigo
e que por isso te fez ignorar-me vários dias, vários momentos
não te condeno, não te julgo, não te censuro
visto que eu fui o mau da história ao fazer-te chorar cada dia,
cada momento, cada semana, cada momento que passou
estavas cada vez mais triste porque eu fui culpado disso
e acho que não vais conseguir perdoar-me por eu ser assim,
Desculpa, Desculpa Por tudo isto que foi marcante
para os dois mas muito mais para ti que ficaste com uma cruz marcada no coração.
Desculpa Por tudo isto se é que ainda me amas,
se ainda me achas a pessoa ideal para o teu coração,
se ainda me achas aquele tipo que pode te acalmar
nos dias mais agressivos dos sentimentos maus
que por vezes surgem sem nós queremos;
Desculpa Por tudo isto que te fiz ou disse,
sabes...acho eu..que não foi de todo por mal,
que não foi de todo o que eu quis fazer-te,
acho que sabes que adoro-te pela tua simplicidade,
acho que sabes que eu adoro esse teu sorriso que me remexe,
acho que sabes que adoro ver como andas de forma provocatória,
tu sabes que tudo que te escrevo é sincero
mesmo depois de todo o sofrimento que te causei;
Desculpa Por todas estas coisas que te escrevo
que se calhar para ti já enoja e já não te diz nada,
mas tu sabes que te adoro, que te admiro,
mesmo depois de todo o mal que te fiz,
será difícil mas.....mas...achas que podemos recomeçar?
Achas que podemos recomeçar como nos primeiros dias?
Aqueles dias que ambos éramos inocentes? Aqueles dias que sorriamos?
Aqueles dias provocatórios? Aqueles dias indiferentes?
Aqueles momentos de pura ironia? Aqueles momentos de suposta alegria?
Desculpa Por todo este tempo não dizer-te que acho que te amo,
venho há imenso tempo a tentar descobrir se é amor ou não, o que achas tu?
Achas que te amo? É só carinho?
De qualquer maneira atrevo-me a dizer Amo-te.
Autor: Carlos Cordoeiro.
sábado, 26 de março de 2016
Poema Amor Por Ti
Amor Por Ti é todos os momentos que penso em ti,
todos aqueles momentos que foram sonhados apenas em ti,
aqueles que sonhos que recordo sempre,
mesmo que esteja na rua a andar na minha vida distraído,
distraído como estou por ti, meu belo amor;
Amor Por Ti é tudo isto que lês e escrevo para ti,
que escrevo como todo o meu amor,
com toda a minha sinceridade e sentimento
e nada disto é falso, pois podes confiar
o meu amor é tão simples e natural
como o sumo de laranja que bebes em dias de sol;
Amor Por Ti é eu escrever-te tantos poemas
que perdi conta, perdi a conta o números de versos
que fiz para ti, mesmo sabendo que me eras desconhecida,
mesmo sabendo que não sabes que te amo,
mesmo sabendo que não sabes que respiro este amor;
Amor Por Ti é sentir tudo isto
de forma tão pura, tão natural, tão verdadeira,
tão sincera, tão refrescante, tão intensa,
isto tudo é tão intenso na sua origem,
este amor ainda não nasceu e já me faz gaguejar por ti.
Amor Por Ti escrevo-te tudo isto
e tu sabes perfeitamente que é para ti,
sabes que estes versos são para ti,
estes versos tão repletos de um amor
que se quer libertar, de um amor que quer
desejado, correspondido;
estes versos são inundados em amor, beleza, pureza
é como sinto o teu corpo, a tua felicidade,
a alegria que me contagias e que eu passo-a
para os meus versos carregados de amor intenso como chocolate,
café, morango tudo que desejares para uma noite
como aperitivo de uma noite duradoura como aquele sonho;
Amor Por Ti eu escrevi, eu senti, eu chorei, eu fiquei na tristeza,
eu fique completamente devastado, completamente destruído
porque o que te escrevi sentia de forma tão dolorosa,
tudo que era menos bom eu senti bem cá dentro,
a ferida era tão cortante, era tão aberta, tão cheia de infecção
como naquele tempo que eu sentia o amor corroído
mas agora sinto-te como uma nova energia que pode completar a minha;
Amor Por Ti
escrevi tanto mas mesmo tanto
que se fosse a contar o tempo que ganhei em escrever
o que sentia por ti, não estou mesmo nada arrependido,
estou mesmo intensamente feliz, nas nuvens,
por saberes que todos este poemas foram para ti, meu amor,
Amor Por Ti
escrevi mesmo imenso, mesmo muito,
todas as minhas palavras, todos os meus versos,
todas as minhas estrofes, todos os meus poemas foram para ti
para sentir a tua beleza tão alta como os céus que estão para lá das nuvens,
para sentir a tua felicidade em leres o que te escrevia,
para sentir a tua alegria em saber que te revias nos meus poemas,
para ver que ao leres o amor que te escrevi de forma sincera
ficaste assim, tão naturalmente bela mesmo sabendo que o és,
tão naturalmente elegante, mesmo sabendo que te amo.
Autor: Carlos Cordoeiro.
todos aqueles momentos que foram sonhados apenas em ti,
aqueles que sonhos que recordo sempre,
mesmo que esteja na rua a andar na minha vida distraído,
distraído como estou por ti, meu belo amor;
Amor Por Ti é tudo isto que lês e escrevo para ti,
que escrevo como todo o meu amor,
com toda a minha sinceridade e sentimento
e nada disto é falso, pois podes confiar
o meu amor é tão simples e natural
como o sumo de laranja que bebes em dias de sol;
Amor Por Ti é eu escrever-te tantos poemas
que perdi conta, perdi a conta o números de versos
que fiz para ti, mesmo sabendo que me eras desconhecida,
mesmo sabendo que não sabes que te amo,
mesmo sabendo que não sabes que respiro este amor;
Amor Por Ti é sentir tudo isto
de forma tão pura, tão natural, tão verdadeira,
tão sincera, tão refrescante, tão intensa,
isto tudo é tão intenso na sua origem,
este amor ainda não nasceu e já me faz gaguejar por ti.
Amor Por Ti escrevo-te tudo isto
e tu sabes perfeitamente que é para ti,
sabes que estes versos são para ti,
estes versos tão repletos de um amor
que se quer libertar, de um amor que quer
desejado, correspondido;
estes versos são inundados em amor, beleza, pureza
é como sinto o teu corpo, a tua felicidade,
a alegria que me contagias e que eu passo-a
para os meus versos carregados de amor intenso como chocolate,
café, morango tudo que desejares para uma noite
como aperitivo de uma noite duradoura como aquele sonho;
Amor Por Ti eu escrevi, eu senti, eu chorei, eu fiquei na tristeza,
eu fique completamente devastado, completamente destruído
porque o que te escrevi sentia de forma tão dolorosa,
tudo que era menos bom eu senti bem cá dentro,
a ferida era tão cortante, era tão aberta, tão cheia de infecção
como naquele tempo que eu sentia o amor corroído
mas agora sinto-te como uma nova energia que pode completar a minha;
Amor Por Ti
escrevi tanto mas mesmo tanto
que se fosse a contar o tempo que ganhei em escrever
o que sentia por ti, não estou mesmo nada arrependido,
estou mesmo intensamente feliz, nas nuvens,
por saberes que todos este poemas foram para ti, meu amor,
Amor Por Ti
escrevi mesmo imenso, mesmo muito,
todas as minhas palavras, todos os meus versos,
todas as minhas estrofes, todos os meus poemas foram para ti
para sentir a tua beleza tão alta como os céus que estão para lá das nuvens,
para sentir a tua felicidade em leres o que te escrevia,
para sentir a tua alegria em saber que te revias nos meus poemas,
para ver que ao leres o amor que te escrevi de forma sincera
ficaste assim, tão naturalmente bela mesmo sabendo que o és,
tão naturalmente elegante, mesmo sabendo que te amo.
Autor: Carlos Cordoeiro.
Poema As Flores
As Flores fazem de nós um par que caminham
por jardins que estão cobertos de aromas
e suavidades vermelhas ou rosas
que tão delicadamente se sente e que é apetecível
de ser ter ou provar;
As Flores deixam em nós um perfume tão intenso
como os amores que começam a surgir
de maneira natural como o crescimento de uma flor
num jardim tão fresco como nos primeiros
dias da Primavera;
As Flores são aquelas que te envolvem todos os dias
num vestido tão belo como a tua face,
como o teu olhar que embala o meu,
como a tua suavidade que me torna mais puro,
como a tua calma que me acalma,
como a tua felicidade que me torna mais feliz;
As Flores que nos rodeiam
criam em nós uma sensação tão pura,
uma sensação tão boa, uma sensação tão normal,
uma sensação tão arrepiante, uma sensação tão primaveril,
uma sensação que eu quero conservar
como os nossos primeiros beijos.
As Flores que vemos nos jardim
são tão frágeis como o nosso amor
que ainda não existe por não ter semente,
por não ter ainda aquele início,
por não ter ainda aquele beijo,
por não ter ainda aquele desejo,
por não ter ainda aquela intensidade do momento
que se deseja e é conhecido;
As Flores fazem de ti algo tão fresco
como as brisas marítimas que começo a sentir,
como as brisas nortenhas que me fazem arrepiar,
como as brisas do leste que me fazem abafar,
como as brisas abafadas que me fazem ficar sem ar
como acontece quando te aproximas de mim
e eu quero falar e nada sai a não ser um riso parvo
como este amor que insisto em guardar;
As Flores cobrem o meu amor
cobrem com uma manta fina de Verão,
para não se ver o calor do momento de te amar,
para não se ver a frescura dos beijos que te quero dar,
para não se ver a grandiosidade do meu amor,
para não se ver o meu lado romântico que tento sempre esconder,
para não se ver o meu sentimento profundamente verdadeiro,
para não se ver o meu amor que ocupa o teu redor e as tuas vivências
mesmo sem notares isso e sem repares que tudo isto é para ti.
Autor: Carlos Cordoeiro.
por jardins que estão cobertos de aromas
e suavidades vermelhas ou rosas
que tão delicadamente se sente e que é apetecível
de ser ter ou provar;
As Flores deixam em nós um perfume tão intenso
como os amores que começam a surgir
de maneira natural como o crescimento de uma flor
num jardim tão fresco como nos primeiros
dias da Primavera;
As Flores são aquelas que te envolvem todos os dias
num vestido tão belo como a tua face,
como o teu olhar que embala o meu,
como a tua suavidade que me torna mais puro,
como a tua calma que me acalma,
como a tua felicidade que me torna mais feliz;
As Flores que nos rodeiam
criam em nós uma sensação tão pura,
uma sensação tão boa, uma sensação tão normal,
uma sensação tão arrepiante, uma sensação tão primaveril,
uma sensação que eu quero conservar
como os nossos primeiros beijos.
As Flores que vemos nos jardim
são tão frágeis como o nosso amor
que ainda não existe por não ter semente,
por não ter ainda aquele início,
por não ter ainda aquele beijo,
por não ter ainda aquele desejo,
por não ter ainda aquela intensidade do momento
que se deseja e é conhecido;
As Flores fazem de ti algo tão fresco
como as brisas marítimas que começo a sentir,
como as brisas nortenhas que me fazem arrepiar,
como as brisas do leste que me fazem abafar,
como as brisas abafadas que me fazem ficar sem ar
como acontece quando te aproximas de mim
e eu quero falar e nada sai a não ser um riso parvo
como este amor que insisto em guardar;
As Flores cobrem o meu amor
cobrem com uma manta fina de Verão,
para não se ver o calor do momento de te amar,
para não se ver a frescura dos beijos que te quero dar,
para não se ver a grandiosidade do meu amor,
para não se ver o meu lado romântico que tento sempre esconder,
para não se ver o meu sentimento profundamente verdadeiro,
para não se ver o meu amor que ocupa o teu redor e as tuas vivências
mesmo sem notares isso e sem repares que tudo isto é para ti.
Autor: Carlos Cordoeiro.
sexta-feira, 25 de março de 2016
Poema Quem És Tu
Quem És Tu que me queres constantemente
como um amor por uns segundos,
mas que é tudo completamente incerto,
e eu fico naquela de não saber o que fazer;
Quem És Tu que por momentos
queres falar-me de tudo que é bom
tudo que é amor, sentimento, boas sensações
mas que depois queres-me ver
nos dias negros sem a tua presença
sem o teu amor, sem o teu beijo,
sem o teu abraço, sem aquele desejo de ser amado;
Quem És Tu que por vezes
cobres os meus dias de uma felicidade plena
que o resto é demasiado passageiro,
que o resto é demasiado supérfluo,
que o resto é demasiado indiferente,
viste que o nosso amor incendeia por onde passamos,
por onde andamos, por onde caminhamos,
por onde tentamos ser felizes;
Quem És Tu que por vezes queimas o meu amor,
que por vezes incendeias o meu desejo,
arrasas o sentido de desejo que tenho por ti,
arrasas todos os beijos que guardei para ti,
arrasas todas as palavras como estas que te escrevo.
Quem És Tu que brilhas tanto para mim,
que és-me tão especial,
e que suavemente te toco, suavemente te imagino,
suavemente imagino que somos um eterno beijo,
um eterno momento de amor que é infinito em nós,
um eterno jardim em constante crescimento e beleza;
Quem És Tu meu amor
que me completas tanto mesmo sem saber,
que me fazes sorrir mesmo sem dares conta,
que me fazes sentir parvo mesmo que isso não te passe pela cabeça,
que me fazes sentir nervoso mesmo que isso se note,
que me fazes gaguejar mesmo que não seja caso para isso,
que me fazes acalmar quando não estou,
que me fazes sentir tudo isto e muito mais de forma tão natural como o meu amor por ti;
Quem És Tu que me fazes sentir tudo isto
sem qualquer pudor, e com todo o atrevimento
provocas em mim todo este meu amor que eu quero dar-te
mas não sei bem como, de que maneira, de que intensidade,
é tudo demasiado provocante, a mim, a ti e a nós,
o nós, é algo que existe constantemente nos meus sonhos.
Quem És Tu que tanto me falas, tanto te dás
a mim mesmo como amiga mas depois abandonas-me
de forma tão natural, de forma tão indiferente,
e o nosso amor fica completamente em suspenso;
Quem És Tu que fazes de mim um
constante sonhador,
em que todos os meus sonhos são contigo,
todos os meus sonhos são a tua presença,
todos os meus sonhos são projectados,
num amor tão utópico embora o que eu sinta seja
infinito no finito, tudo que sinto por ti
é dolorosamente verdadeiro;
Quem És Tu meu coração tão apetecível e desejado,
que me fazes perder em ti, todo o meu amor,
que não há nada em nós que seja falso ou verdadeiro,
apenas este amor que sinto por ti,
mas que insiste em ser como que vários hologramas num só,
mas eu ainda assim irei continuar a insistir em amar-te,
mesmo sendo sonhos, para mim eles são sempre reais, sempre.
Autor: Carlos Cordoeiro.
como um amor por uns segundos,
mas que é tudo completamente incerto,
e eu fico naquela de não saber o que fazer;
Quem És Tu que por momentos
queres falar-me de tudo que é bom
tudo que é amor, sentimento, boas sensações
mas que depois queres-me ver
nos dias negros sem a tua presença
sem o teu amor, sem o teu beijo,
sem o teu abraço, sem aquele desejo de ser amado;
Quem És Tu que por vezes
cobres os meus dias de uma felicidade plena
que o resto é demasiado passageiro,
que o resto é demasiado supérfluo,
que o resto é demasiado indiferente,
viste que o nosso amor incendeia por onde passamos,
por onde andamos, por onde caminhamos,
por onde tentamos ser felizes;
Quem És Tu que por vezes queimas o meu amor,
que por vezes incendeias o meu desejo,
arrasas o sentido de desejo que tenho por ti,
arrasas todos os beijos que guardei para ti,
arrasas todas as palavras como estas que te escrevo.
Quem És Tu que brilhas tanto para mim,
que és-me tão especial,
e que suavemente te toco, suavemente te imagino,
suavemente imagino que somos um eterno beijo,
um eterno momento de amor que é infinito em nós,
um eterno jardim em constante crescimento e beleza;
Quem És Tu meu amor
que me completas tanto mesmo sem saber,
que me fazes sorrir mesmo sem dares conta,
que me fazes sentir parvo mesmo que isso não te passe pela cabeça,
que me fazes sentir nervoso mesmo que isso se note,
que me fazes gaguejar mesmo que não seja caso para isso,
que me fazes acalmar quando não estou,
que me fazes sentir tudo isto e muito mais de forma tão natural como o meu amor por ti;
Quem És Tu que me fazes sentir tudo isto
sem qualquer pudor, e com todo o atrevimento
provocas em mim todo este meu amor que eu quero dar-te
mas não sei bem como, de que maneira, de que intensidade,
é tudo demasiado provocante, a mim, a ti e a nós,
o nós, é algo que existe constantemente nos meus sonhos.
Quem És Tu que tanto me falas, tanto te dás
a mim mesmo como amiga mas depois abandonas-me
de forma tão natural, de forma tão indiferente,
e o nosso amor fica completamente em suspenso;
Quem És Tu que fazes de mim um
constante sonhador,
em que todos os meus sonhos são contigo,
todos os meus sonhos são a tua presença,
todos os meus sonhos são projectados,
num amor tão utópico embora o que eu sinta seja
infinito no finito, tudo que sinto por ti
é dolorosamente verdadeiro;
Quem És Tu meu coração tão apetecível e desejado,
que me fazes perder em ti, todo o meu amor,
que não há nada em nós que seja falso ou verdadeiro,
apenas este amor que sinto por ti,
mas que insiste em ser como que vários hologramas num só,
mas eu ainda assim irei continuar a insistir em amar-te,
mesmo sendo sonhos, para mim eles são sempre reais, sempre.
Autor: Carlos Cordoeiro.
sábado, 19 de março de 2016
Poema Pai (Dia do Pai)
Mais um dia especial,
que é teu,
todos os anos,
mesmo que eu não te consiga ver,
mesmo que eu não te consiga ouvir,
mesmo que eu não te consiga sentir,
mesmo que eu não te consiga falar-te,
consigo fazer tudo isto contigo
através do meu coração
e da recordação constante que criei de ti
através da tua presença petrificada em foto.
Segundos, Minutos, Horas, Dias, Semanas,
Meses e Anos correm tão lentamente,
se me lembrasse de cada momento que te perdi
de forma injusta e tão crua,
que quando engulo em seco até dói
eu se calhar pensava duas vezes nisto tudo;
Se soubesse, ou pensasse de forma triste ou irracional
na probabilidade de cada segundo ser o último
para mim...há muito tempo que já estava contigo,
há muito tempo que já sorria contigo,
há muito tempo que já falava contigo,
há muito tempo que já te abraçava,
há muito tempo que já sabia como eras,
há muito tempo que já te conhecia e amava;
É ingrato tudo isto
é ingrato a garganta inchada que se sente
quando queremos falar, escrever ou sentir
alguém que nos é especial e não nos conhecemos, e não nos vimos,
os olhos não cruzaram, o toque não foi mútuo;
É tão forte esta dor que se mistura com a curiosidade,
de se querer conhecer alguém, que deveria ficar comigo
mais tempo, para que este tempo até hoje
não fosse tão duro, tão forte, tão corrosivo
nos corações daqueles que realmente sofreram mesmo sem querer com à tua partida.
Mãe tiveste que ser duas estrelas,
tiveste que ser tu mesma e aprender do nada a ser uma nova
a estrela Pai, a estrela masculina,
tiveste que ser mais homem, tiveste que ser mais dura,
talvez....tiveste que ser tanta coisa
em tempos tão difíceis, tempos apertados,
tempos complexos, tempos de mágoa, tempos de dor,
em tempos de saudade, tempos de arrepio, tempos de aflição,
tempos de imaginação, tempos de suspirar....suspirar....suspirar
suspirar por dias tão cansativos....
por dias de tamanha luta...
por dias de tamanho desespero...
por dias batalhados de forma sozinha...
por dias tão remexidos...
por dias tão injustos...
por coisas, dias, acções, dilemas, verdades, mentiras, angústias,
hipocrisias, por tudo isto e por tudo mais que tiveste que brilhar pelo Pai, Mãe.
Podes estar longe meu Pai, ou então tão perto
mesmo aqui ao meu lado sentado a ler isto que te escrevo
e a dizeres para não chorar e para ser forte,
e para não sofrer com a tua saudade,
para não sofrer com a tua ausência,
para não sofrer com a tua transparência,
para não sofrer por não te sentir,
para não sofrer por não te tocar,
para não sofrer por não te ver,
porque mesmo sendo isto tudo injusto ou parecer, o que fica é o futuro,
as sementes que tu deixaste no futuro, as sementes que floresceram,
que nasceram, mesmo que de forma tremida,
que crescemos, mesmo que sem um apoio, um pilar, um membro, um amor.
AMO-TE PAI.
Autor : Carlos Cordoeiro.
que é teu,
todos os anos,
mesmo que eu não te consiga ver,
mesmo que eu não te consiga ouvir,
mesmo que eu não te consiga sentir,
mesmo que eu não te consiga falar-te,
consigo fazer tudo isto contigo
através do meu coração
e da recordação constante que criei de ti
através da tua presença petrificada em foto.
Segundos, Minutos, Horas, Dias, Semanas,
Meses e Anos correm tão lentamente,
se me lembrasse de cada momento que te perdi
de forma injusta e tão crua,
que quando engulo em seco até dói
eu se calhar pensava duas vezes nisto tudo;
Se soubesse, ou pensasse de forma triste ou irracional
na probabilidade de cada segundo ser o último
para mim...há muito tempo que já estava contigo,
há muito tempo que já sorria contigo,
há muito tempo que já falava contigo,
há muito tempo que já te abraçava,
há muito tempo que já sabia como eras,
há muito tempo que já te conhecia e amava;
É ingrato tudo isto
é ingrato a garganta inchada que se sente
quando queremos falar, escrever ou sentir
alguém que nos é especial e não nos conhecemos, e não nos vimos,
os olhos não cruzaram, o toque não foi mútuo;
É tão forte esta dor que se mistura com a curiosidade,
de se querer conhecer alguém, que deveria ficar comigo
mais tempo, para que este tempo até hoje
não fosse tão duro, tão forte, tão corrosivo
nos corações daqueles que realmente sofreram mesmo sem querer com à tua partida.
Mãe tiveste que ser duas estrelas,
tiveste que ser tu mesma e aprender do nada a ser uma nova
a estrela Pai, a estrela masculina,
tiveste que ser mais homem, tiveste que ser mais dura,
talvez....tiveste que ser tanta coisa
em tempos tão difíceis, tempos apertados,
tempos complexos, tempos de mágoa, tempos de dor,
em tempos de saudade, tempos de arrepio, tempos de aflição,
tempos de imaginação, tempos de suspirar....suspirar....suspirar
suspirar por dias tão cansativos....
por dias de tamanha luta...
por dias de tamanho desespero...
por dias batalhados de forma sozinha...
por dias tão remexidos...
por dias tão injustos...
por coisas, dias, acções, dilemas, verdades, mentiras, angústias,
hipocrisias, por tudo isto e por tudo mais que tiveste que brilhar pelo Pai, Mãe.
Podes estar longe meu Pai, ou então tão perto
mesmo aqui ao meu lado sentado a ler isto que te escrevo
e a dizeres para não chorar e para ser forte,
e para não sofrer com a tua saudade,
para não sofrer com a tua ausência,
para não sofrer com a tua transparência,
para não sofrer por não te sentir,
para não sofrer por não te tocar,
para não sofrer por não te ver,
porque mesmo sendo isto tudo injusto ou parecer, o que fica é o futuro,
as sementes que tu deixaste no futuro, as sementes que floresceram,
que nasceram, mesmo que de forma tremida,
que crescemos, mesmo que sem um apoio, um pilar, um membro, um amor.
AMO-TE PAI.
Autor : Carlos Cordoeiro.
terça-feira, 15 de março de 2016
domingo, 13 de março de 2016
Poema Adoro-te
Adoro-te quando te conheci e vi que eras diferente,
achei-te desde sempre algo como um misto de
tão belos momentos, tão belos desejos,
tão belos prazeres que um homem pode desejar ter,
Adoro-te desde este dia em que a admiração é constantemente
enjoativa e sabes porquê? Porque não tiro os olhos de ti,
tentando transmitir aquilo que supostamente poderia ser uma verdade
pelo menos para mim, pelo menos para o meu lado mais sonhador;
Adoro-te desde que isto tornou-se um hábito para mim
em que te olho de forma tão natural,
de forma tão apetecível, mas não me tornas de ponta,
apenas te admiro por uma beleza que surge tão naturalmente como uma flor;
Adoro-te simplesmente porque te vejo
e fazes dos meus dias melhores mesmo que não me fales,
mesmo que me ignores, mesmo que me aches inferior
isso não é nada comparado com o pequeno delírio que tenho por ti.
Adoro-te assim, tal e qual como és, claro que és demasiado
és demasiado enquanto dose para complementar o que sinto
mesmo que isto que sinto seja sonhador,
ou pesadelo, senão se realizar no meu coração;
Adoro-te mesmo que me vejas como algo inferior,
adoro-te mesmo que pensas que não sou bom para ti,
pelo contrário eu sou-o demais que até nem o vês,
nem o reparas, nem o sentes e por isso isto
que tenho ou sinto está completamente a palpitar
mas entretanto vou deixando assim,
andar até que um dia irá parar mas ou porque foste embora
ou porque nos unimos enquanto pares de amores completamente sonhadores;
Adoro-te porque vejo em ti
tudo que não posso sonhar
em dizer ou fazer de forma tão natural,
eu apenas fico a admirar de longe, porque assim não me incendeia
os olhos de uma beleza que eu tenciono ter mas não sei
e eu quero tentar fazer de ti meu par de dança
mas a minha dança é tão disforme como o batimento do meu coração
quando te aproximas de mim, nem que seja para falar das banalidades;
Adoro-te como és mesmo que o teu olho se direccione
para o lado errado, e não reparas que o amor está deste lado
sou eu, surpreendida? Não me admira, e sabes porquê?
Por achares que estou disponível e aberto para a tua personalidade
como a carteira que tanto adoras e valorizas,
mas apenas estou aberto para o amor, este que tem um cadeado tão forte
que me magoa tanto aqui dentro.
Autor : Carlos Cordoeiro.
achei-te desde sempre algo como um misto de
tão belos momentos, tão belos desejos,
tão belos prazeres que um homem pode desejar ter,
Adoro-te desde este dia em que a admiração é constantemente
enjoativa e sabes porquê? Porque não tiro os olhos de ti,
tentando transmitir aquilo que supostamente poderia ser uma verdade
pelo menos para mim, pelo menos para o meu lado mais sonhador;
Adoro-te desde que isto tornou-se um hábito para mim
em que te olho de forma tão natural,
de forma tão apetecível, mas não me tornas de ponta,
apenas te admiro por uma beleza que surge tão naturalmente como uma flor;
Adoro-te simplesmente porque te vejo
e fazes dos meus dias melhores mesmo que não me fales,
mesmo que me ignores, mesmo que me aches inferior
isso não é nada comparado com o pequeno delírio que tenho por ti.
Adoro-te assim, tal e qual como és, claro que és demasiado
és demasiado enquanto dose para complementar o que sinto
mesmo que isto que sinto seja sonhador,
ou pesadelo, senão se realizar no meu coração;
Adoro-te mesmo que me vejas como algo inferior,
adoro-te mesmo que pensas que não sou bom para ti,
pelo contrário eu sou-o demais que até nem o vês,
nem o reparas, nem o sentes e por isso isto
que tenho ou sinto está completamente a palpitar
mas entretanto vou deixando assim,
andar até que um dia irá parar mas ou porque foste embora
ou porque nos unimos enquanto pares de amores completamente sonhadores;
Adoro-te porque vejo em ti
tudo que não posso sonhar
em dizer ou fazer de forma tão natural,
eu apenas fico a admirar de longe, porque assim não me incendeia
os olhos de uma beleza que eu tenciono ter mas não sei
e eu quero tentar fazer de ti meu par de dança
mas a minha dança é tão disforme como o batimento do meu coração
quando te aproximas de mim, nem que seja para falar das banalidades;
Adoro-te como és mesmo que o teu olho se direccione
para o lado errado, e não reparas que o amor está deste lado
sou eu, surpreendida? Não me admira, e sabes porquê?
Por achares que estou disponível e aberto para a tua personalidade
como a carteira que tanto adoras e valorizas,
mas apenas estou aberto para o amor, este que tem um cadeado tão forte
que me magoa tanto aqui dentro.
Autor : Carlos Cordoeiro.
domingo, 6 de março de 2016
Poema Perdi-me Por Ti
Perdi-me Por Ti
com beijos que podiam ser duradouros
como o sol que eu insisto em ver,
como a brisa do mar que insiste em sentir
na minha cara desgastada por um amor que não existe;
Perdi-me Por Ti
com abraços que podiam ser reais
como a lua que eu insisto em brilhar-me,
como a brisa de um rio que insisto em imaginar
na minha cara desgastada pela madrugada;
Perdi-me Por Ti
com troca de olhares tão sonhadores
que nem mesmo os meus lençóis
cobriam o melhor que sonhei,
o melhor que projectei de mim mesmo,
o melhor que quis para sonhar ainda mais longe;
Perdi-me Por Ti
mesmo sabendo que poderia ser arriscado,
mesmo sabendo que isto pareceria utópico,
mesmo sabendo que isto era tão intenso
que nem o meu coração aguentava tanto amor aprisionado.
Perdi-me Por Ti
como alguém que se perde por algo que gosta,
como me perdesse num caminho bom mas assustador,
como me encontrasse perante em ti e descansasse,
mas que no fundo desejo-te constantemente e de forma secreta;
Perdi-me Por Ti
com tantos beijos que te dei de forma provocante,
no canto da boca para deixar uma saudade
que nunca ou talvez nunca irá ser recordada
mas que tudo isto foi imaginado por mim e por ti falsamente;
Perdi-me Por Ti
como um grande amor perde outro
sem se despedir, sem abraçar, sem falar,
sem escrever, sem beijar, sem amar, sem olhar,
sem nada fazer ou dizer e por isso no final fica isto
isto de tão tamanha dor de vazio como os dias de Inverno;
Perdi-me Por Ti
como uma pessoa perde-se no seu próprio rumo,
como um animal perde do seu grupo restante,
como uma árvore que cresce sozinha completamente na escuridão,
como um corvo que voa entre florestas negras nórdicas,
como um fumo restante de uma fogueira de guerra,
como um calafrio de medo ou ansiedade de algo que sabes que pode vir a acontecer,
como um animal que morre lentamente sem piedade aos olhos de outros,
como uma serpente que engole a vítima, como o meu medo engole o meu amor
que já senti por ti mas que agora é cinza mas que pode renascer, renascer de forma
tão nobre como uma fénix, mas agora tudo é tão sentido, isto é a ansiedade,
A ansiedade, agora vejo como um campo completamente destruído, árvores cortadas, fumo
do fogo restante das casas, sangue derramado junto com vinho, tristeza respirável, medo que se sente, todo este cenário completamente horroroso, assustador, gritante mas sem som e sem ajuda possível,
é todo o meu amor,
todo o meu sentimento, toda a minha verdade,
todo o meu desejo, toda a minha vontade,
todo o meu querer, toda a minha beleza,
aprisionada por ti, por nós, por isto, pelo amor, por isso...
Perdi-me Por Ti.
Autor : Carlos Cordoeiro.
com beijos que podiam ser duradouros
como o sol que eu insisto em ver,
como a brisa do mar que insiste em sentir
na minha cara desgastada por um amor que não existe;
Perdi-me Por Ti
com abraços que podiam ser reais
como a lua que eu insisto em brilhar-me,
como a brisa de um rio que insisto em imaginar
na minha cara desgastada pela madrugada;
Perdi-me Por Ti
com troca de olhares tão sonhadores
que nem mesmo os meus lençóis
cobriam o melhor que sonhei,
o melhor que projectei de mim mesmo,
o melhor que quis para sonhar ainda mais longe;
Perdi-me Por Ti
mesmo sabendo que poderia ser arriscado,
mesmo sabendo que isto pareceria utópico,
mesmo sabendo que isto era tão intenso
que nem o meu coração aguentava tanto amor aprisionado.
Perdi-me Por Ti
como alguém que se perde por algo que gosta,
como me perdesse num caminho bom mas assustador,
como me encontrasse perante em ti e descansasse,
mas que no fundo desejo-te constantemente e de forma secreta;
Perdi-me Por Ti
com tantos beijos que te dei de forma provocante,
no canto da boca para deixar uma saudade
que nunca ou talvez nunca irá ser recordada
mas que tudo isto foi imaginado por mim e por ti falsamente;
Perdi-me Por Ti
como um grande amor perde outro
sem se despedir, sem abraçar, sem falar,
sem escrever, sem beijar, sem amar, sem olhar,
sem nada fazer ou dizer e por isso no final fica isto
isto de tão tamanha dor de vazio como os dias de Inverno;
Perdi-me Por Ti
como uma pessoa perde-se no seu próprio rumo,
como um animal perde do seu grupo restante,
como uma árvore que cresce sozinha completamente na escuridão,
como um corvo que voa entre florestas negras nórdicas,
como um fumo restante de uma fogueira de guerra,
como um calafrio de medo ou ansiedade de algo que sabes que pode vir a acontecer,
como um animal que morre lentamente sem piedade aos olhos de outros,
como uma serpente que engole a vítima, como o meu medo engole o meu amor
que já senti por ti mas que agora é cinza mas que pode renascer, renascer de forma
tão nobre como uma fénix, mas agora tudo é tão sentido, isto é a ansiedade,
A ansiedade, agora vejo como um campo completamente destruído, árvores cortadas, fumo
do fogo restante das casas, sangue derramado junto com vinho, tristeza respirável, medo que se sente, todo este cenário completamente horroroso, assustador, gritante mas sem som e sem ajuda possível,
é todo o meu amor,
todo o meu sentimento, toda a minha verdade,
todo o meu desejo, toda a minha vontade,
todo o meu querer, toda a minha beleza,
aprisionada por ti, por nós, por isto, pelo amor, por isso...
Perdi-me Por Ti.
Autor : Carlos Cordoeiro.
sábado, 27 de fevereiro de 2016
Poema Dói-me A Palavra
Dói-me A Palavra que te escrevo constantemente
e que tu insiste em ler mas ignorar que tudo isto
é para ti, para ti meu Amor;
Dói-me A Palavra que eu escrevo de forma
tão intensa que o meu coração também escreve,
a minha alma também escreve para ti,
tudo em mim é escrito para ti,
Dói-me A Palavra cada vez mais por dentro de mim,
visto que sou eu que faço isto, isto de te escrever
em constante sofrimento, em constante mágoa,
em constantes lágrimas que se deixam derramar
formando o rio da mágoa do amor e da tristeza.
Dói-me A Palavra, arde-me tanto o desejo de escrever-te,
arde-me tanto querer-te amar sem reservas,
arde-me pior que fogo esta palavra que eu escrevo sempre
para ti, sempre a pensar em nós, sempre a pensar nisto;
Dói-me A Palavra que insisto em escrever,
que insisto como cura das dores utópicas que existem,
como remédios de amores altamente platónicos,
insisto neste círculo infinito que finita em algo que não conheço:
Dói-me A Palavra que tenciono dizer-te como necessidade,
mesmo que isso a mim me cause uma dor, uma lágrima, uma dor,
algo que sabes que é complexo de decidir ou ter.
Dói-me A Palavra mesmo muito, mas não sei muito bem o que fazer,
dói-me o corpo todo, a alma toda, os dedos de escrever
o que tu não lês, o que tu não queres saber,
o que tu insiste em achar que não vivo; que insistes em achar-me falso,
que achas que tudo isto é pura gota de prazer da minha imaginação
quando nem imaginas a verdade......a verdade de estar aprisionado em ti,
neste amor tão prisioneiro, que me prendo a mim mesmo nestes círculos
círculos estes que giram, tal como a minha cabeça gira por algo que não é verdadeiro,
que gira por algo demasiado fantástico e surreal para ser verdade,
o nosso amor existe apenas aqui, no que te escrevo, no que te tento transmitir
desde de sempre, todos os dias, semanas, meses, anos a fio a escorrer.
Autor : Carlos Cordoeiro.
e que tu insiste em ler mas ignorar que tudo isto
é para ti, para ti meu Amor;
Dói-me A Palavra que eu escrevo de forma
tão intensa que o meu coração também escreve,
a minha alma também escreve para ti,
tudo em mim é escrito para ti,
Dói-me A Palavra cada vez mais por dentro de mim,
visto que sou eu que faço isto, isto de te escrever
em constante sofrimento, em constante mágoa,
em constantes lágrimas que se deixam derramar
formando o rio da mágoa do amor e da tristeza.
Dói-me A Palavra, arde-me tanto o desejo de escrever-te,
arde-me tanto querer-te amar sem reservas,
arde-me pior que fogo esta palavra que eu escrevo sempre
para ti, sempre a pensar em nós, sempre a pensar nisto;
Dói-me A Palavra que insisto em escrever,
que insisto como cura das dores utópicas que existem,
como remédios de amores altamente platónicos,
insisto neste círculo infinito que finita em algo que não conheço:
Dói-me A Palavra que tenciono dizer-te como necessidade,
mesmo que isso a mim me cause uma dor, uma lágrima, uma dor,
algo que sabes que é complexo de decidir ou ter.
Dói-me A Palavra mesmo muito, mas não sei muito bem o que fazer,
dói-me o corpo todo, a alma toda, os dedos de escrever
o que tu não lês, o que tu não queres saber,
o que tu insiste em achar que não vivo; que insistes em achar-me falso,
que achas que tudo isto é pura gota de prazer da minha imaginação
quando nem imaginas a verdade......a verdade de estar aprisionado em ti,
neste amor tão prisioneiro, que me prendo a mim mesmo nestes círculos
círculos estes que giram, tal como a minha cabeça gira por algo que não é verdadeiro,
que gira por algo demasiado fantástico e surreal para ser verdade,
o nosso amor existe apenas aqui, no que te escrevo, no que te tento transmitir
desde de sempre, todos os dias, semanas, meses, anos a fio a escorrer.
Autor : Carlos Cordoeiro.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
Poema Por Eu Te Amar
Por Eu Te Amar que tudo foi intenso
até há ultima gota de sangue
que eu derramei por ti,
destas gotas tornou-se tudo rio,
lago, mar, oceano, tal como todo este meu sofrimento
por ti, que sempre foi constante,
em constante sofrimento de não poder-te decifrar;
Por Eu Te Amar foi tudo inundado em mim
senti-me sem ar porque te amava
e não poder dizer, e não poder admirar-te por isto,
e senti-me interiormente inundado
com uma dor que me afoga mais que a água.
Por Eu Te Amar que esta dor parece sempre grande,
parece cada vez maior, mais que o meu coração,
parece que tudo sempre maior, maior que a minha dor,
maior do que isto tudo, esta dor é tão inexplicável,
Até consigo amar-te, sim um pouco, mas a dor é sempre uma constante
é algo indeterminado que insiste em magoar-me
sempre que eu quero amar-te, sempre que eu tento conseguir algo
nem que seja o teu olhar simples e sem cumprimisso;
Até posso-te perdoar por não me olhares,
não me considero o modelo tão levemente esculpido pelo vento,
tão suave como os lençóis que te cobrem,
Por Eu Te Amar que isto pareceu o meu maior vício
isto de escrever para ti, mesmo que tu não me ames,
mesmo que eu não te seja nada, mesmo eu que seja apenas algo que vês,
algo que apenas observas com uma normalidade
como o normal dos teus dias que correm com naturalidade em que talvez
prefiras outros do que a mim, apenas suponho tudo isto em mim mesmo;
Por Eu Te Amar atrevo-me a dizer a palavra Amar mesmo que seja utópico
porque amor é tudo isto, de forma tão sonhadora, que não há hora certa para
quando isto acontecer mesmo que seja de forma sonhadora,
mesmo que eu seja um sonhador dos sonhos da minha vida sonhada
e portanto tudo isto é de forma assustadora verdadeira apenas no meu eu.
e o resto é tudo ficção, algo como hologramas reais presenciais na minha vida.
Por Eu Te Amar
parece estar a escrever sem sentido, e se calhar é isso mesmo
se calhar tudo isto não faz sentido como este amor que eu sinto por ti,
como esta utopia que eu sinto por ti,
como esta falsidade que sinto por ti que insisto em ser minha como sofrimento,
insisto num sofrimento puro e elegante, que me faz florescer sorrisos forçados
mesmo que ignorados pela pessoa que deveria olhar e sentir o mesmo
de forma pura como o ar que se respira;
Por Eu Te Amar
escrevo isto de forma tão estranha tal como o sentimento que sinto por ti...é
algo a definir não por mim, mas pelos dias que vão correndo
contra ou não a minha pessoa que insiste em admirar-te.
Autor : Carlos Cordoeiro.
até há ultima gota de sangue
que eu derramei por ti,
destas gotas tornou-se tudo rio,
lago, mar, oceano, tal como todo este meu sofrimento
por ti, que sempre foi constante,
em constante sofrimento de não poder-te decifrar;
Por Eu Te Amar foi tudo inundado em mim
senti-me sem ar porque te amava
e não poder dizer, e não poder admirar-te por isto,
e senti-me interiormente inundado
com uma dor que me afoga mais que a água.
Por Eu Te Amar que esta dor parece sempre grande,
parece cada vez maior, mais que o meu coração,
parece que tudo sempre maior, maior que a minha dor,
maior do que isto tudo, esta dor é tão inexplicável,
Até consigo amar-te, sim um pouco, mas a dor é sempre uma constante
é algo indeterminado que insiste em magoar-me
sempre que eu quero amar-te, sempre que eu tento conseguir algo
nem que seja o teu olhar simples e sem cumprimisso;
Até posso-te perdoar por não me olhares,
não me considero o modelo tão levemente esculpido pelo vento,
tão suave como os lençóis que te cobrem,
Por Eu Te Amar que isto pareceu o meu maior vício
isto de escrever para ti, mesmo que tu não me ames,
mesmo que eu não te seja nada, mesmo eu que seja apenas algo que vês,
algo que apenas observas com uma normalidade
como o normal dos teus dias que correm com naturalidade em que talvez
prefiras outros do que a mim, apenas suponho tudo isto em mim mesmo;
Por Eu Te Amar atrevo-me a dizer a palavra Amar mesmo que seja utópico
porque amor é tudo isto, de forma tão sonhadora, que não há hora certa para
quando isto acontecer mesmo que seja de forma sonhadora,
mesmo que eu seja um sonhador dos sonhos da minha vida sonhada
e portanto tudo isto é de forma assustadora verdadeira apenas no meu eu.
e o resto é tudo ficção, algo como hologramas reais presenciais na minha vida.
Por Eu Te Amar
parece estar a escrever sem sentido, e se calhar é isso mesmo
se calhar tudo isto não faz sentido como este amor que eu sinto por ti,
como esta utopia que eu sinto por ti,
como esta falsidade que sinto por ti que insisto em ser minha como sofrimento,
insisto num sofrimento puro e elegante, que me faz florescer sorrisos forçados
mesmo que ignorados pela pessoa que deveria olhar e sentir o mesmo
de forma pura como o ar que se respira;
Por Eu Te Amar
escrevo isto de forma tão estranha tal como o sentimento que sinto por ti...é
algo a definir não por mim, mas pelos dias que vão correndo
contra ou não a minha pessoa que insiste em admirar-te.
Autor : Carlos Cordoeiro.
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