quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Poema Este Filme Já Não É...

Este Filme Já Não É o mesmo desde
que isto se tornou mais difícil de sentir,
e de saber que estás longe mas ainda assim
acredito que estás por perto, pelo menos em pensamento.

Este Filme Já Não É o mesmo
assim como a sala do cinema está cheia
dos nossos momentos que foram filmados em grande
plano e por isso sabemos ao detalhe.

Este Filme Já Não É o mesmo
que vimos em alguma sala de cinema
em que a parte interessante era o nosso momento
que ainda passa como melhor cena.

Este Filme Já Não É aquele
em que eu chorava com medo
do desfecho que fosse infeliz
mas descobri que o Amor foi o grande final do melhor filme.




Este Filme Já Não É
aquele
que queríamos ficar a ver
mesmo durante o intervalo nós
próprios somos a melhor cena.

Este Filme Já Não É em público
mas em privado, entre nós, entre um amor
que nós gostamos de sentir
como um fogo intenso, como o nosso olhar.

Este Filme Já Não É daqueles que tu queiras
ver por ser demasiado pessoal
e íntimo como as palavras que só eu troquei
aquelas palavras sussurradas apenas àquele ouvido.

Este Filme Já Não É não é daqueles que podes alugar
muito menos comprar, porque não tem qualquer preço
a não ser o preço alto de não ter nada disto
que tu sabes que é amor, carinho, sentimento que todos querem sempre.

Autor: Carlos Cordoeiro.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Poema Dos Dias Eu Faço...

Dos Dias Eu Faço
eles tornarem-se melhores
como todos os meus versos
que por ti escrevi;
Dos Dias Eu Faço
que sejam tão belos
como tu que admiro
como as flores da primavera;
Dos Dias Eu Faço
tornarem-se tão brilhantes
como o meu desejo por ti
que desde sempre existiu;
Dos Dias Eu Faço
serem tão grandiosos
como tudo isto que vivemos
desde sempre, como um amor.




Dos Dias Eu Faço
são daqueles que os vivo
intensamente seja por ti
ou pelo nosso amor fugaz;
Dos Dias Eu Faço
toda uma intensidade
todo um momento intenso
como o nosso amor;
Dos Dias Eu Faço
um momento tão poderoso
como o amor que sinto por ti
mas não sei bem desde quando;
Dos Dias Eu Faço
ser algo melhor, algo intenso
como os nossos beijos secretos
que ainda hoje trocamos.

Autor: Carlos Cordoeiro.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Poema Saudade

Deixaste em mim uma saudade
e por isso penso nos nossos últimos
beijos que demos tão loucamente
como este amor que teima sempre a continuar.

Em mim provocaste saudade
que pensando bem não custa tanto
porque fecho os olhos e penso nos nossos beijos
tão intensos e fortes como isto que vivemos.

De mim esperas saudade
porque gosto que esperes por mim
pois assim o nosso beijo será mais intenso
como  tudo isto que vivemos até agora.

Da tua saudade posso esperar
um amor completamente forte
e verdadeiramente intenso visto
que tudo isto é sincero e tão verdadeiro.

Da nossa saudade posso esperar por tudo
afinal temos um amor em comum
por isso nada disto acaba pelo contrário
cada vez será mais forte, mais intenso, como nós.

Autor: Carlos Cordoeiro.

sábado, 2 de setembro de 2017

Poema Não Somos Namorados...

Não Somos Namorados...
mas sinto a tua falta naqueles
dias frios, gélidos em que a chuva cai
e parece que gela todo o meu corpo
até o meu carinho por ti;
Não Somos Namorados...mas fico de coração partido
ou assustado quando não sei de ti
e faço o pior cenário de um filme
em que o final é a tragédia dos dois;
Não Somos Namorados...mas discutimos por coisas tão supérfluas
ao telefone, cara a cara, de qualquer maneira
e feitio mas pronto somos assim
como faíscas que se queimam completamente;
Não Somos Namorados...mas falamos tanto, que os nossos diálogos
estendem-se por distâncias que são grandes
como nós, puros de luz e verdadeiro
sentimento e natureza.




Não Somos Namorados...
mas brincamos tanto um com o outro
parecemos autênticas crianças
a idade não passa por nós
somos  eternamente ingénuos;
Não Somos Namorados...
somos teimosos e soltamos as ideias
como a criatividade que faz das nossas vidas
cores completamente divertidas
que fazem de nós pessoas alegres e boas;
Não Somos Namorados...
mas temos tantos gostos em comum
somos de uma Arte que mistura
químicos que só existem em nós
E que faz de nós grandes cúmplices;
Não Somos Namorados...
não, por acaso não...mas caramba
que temos coisas tão parecidas temos
já viste!? Fazemos de nós mesmos
um sentimento maior e tão genuíno que nos unimos, mesmo longe.


A ti dedico, Amiga.
Autor: Carlos Cordoeiro.

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Poema Acho Que Não É Impressão...

Acho Que Não É Impressão...
mas realmente aconteceu mesmo!
este beijo aconteceu mesmo, mas eu nem me senti
apenas senti esses lábios tão suaves
como a tua pele que se deita em cama de veludo;
Acho Que Não É Impressão...os nossos olhares trocaram de uma forma
que nem sei explicar, apenas entre faíscas
sentimos um verdadeiro olhar e sentimento
mesmo que fosse tudo pequeno como a semente a crescer;
Acho Que Não É Impressão...que penso que te vi mais que uma vez..ora
na rua, estrada...estamos destinados a alguma coisa?
Não sei diz-me tu...ainda me lembro do beijo
que ainda sinto o momento em sonhos belos;
Acho Que Não É Impressão...
começo a desejar-te mas de forma tímida
como o sol entre nuvens que tenta iluminar
como eu a ti...mas ainda assim sinto este nosso calor
que pode ser a timidez de agir em situações de sorriso atrapalhado.




Acho Que Não É Impressão...pois não !? qualquer coisa poderá vir a acontecer
ou já está? Penso que sim...já me sinto atrapalhado
para te falar de toda esta situação que venho a sentir
mas penso que saberás o que é;
Acho Que Não É Impressão...mas não pareço uma criança?
será normal estar assim confuso? quando beijo,
os meus lábios lembram-se da primeira vez e sorrio
como fosse sempre novo e bom todo este sentimento;
Acho Que Não É Impressão...tudo isto está mesmo a acontecer...este sentimento
que acho que chamam Amor e que é tão poderoso
como a Natureza mas o que eu recordo é o nosso primeiro beijo
tudo o resto é um completo para nós mesmo como almas;
Acho Que Não É Impressão...
que já somos Amor em pessoa como um,
e por isso sentimos tudo isto como veludo, como algodão
é tão bom e leve, que sensação tão leve e pura esta que sinto por ti
que gosto, que toque, que carícia tão suave e calma que me dás, Amo-te.


Autor: Carlos Cordoeiro.

domingo, 27 de agosto de 2017

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Poema Se Por Vezes Duvidares

Se Por Vezes Duvidares
se te amo lê tudo que te escrevi
vê tudo que fiz por ti
sente tudo que vivi por ti;
Se Por Vezes Duvidares
o meu amor por ti
pensa nos nossos momentos
na nossa magia espontânea;
Se Por Vezes Duvidares
de nós em qualquer momento
nunca te esqueças de tudo isto
de tudo isto que é natural como a escrita;
Se Por Vezes Duvidaresdesconfiares do enigmático
nunca duvides de tudo isto
deste nosso sentimento ingénuo.




Se Por Vezes Duvidares
lembra-te que estive aqui
fiz das minhas palavras
tua paz e dócil momento;
Se Por Vezes Duvidaresnão te esqueças das horas
dos eternos segundos vividos
em torno de inocências vividas;
Se Por Vezes Duvidaresem que estive presente
pensa apenas e só que tudo isto
sempre foi para ti e tu sabes;
Se Por Vezes Duvidares 
o meu amor por ti apenas
lê o que te escrevo de forma
tão inocente mas sempre sincera.

Autor: Carlos Cordoeiro.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

For You Poem

For You...I'm worst than I thought
For You...My tears won't fall again
For You...I never tried to be something

For Me...My tears are wounds, my soul are a prision for my feelings
For Me...The pain it's started again and all over again
For Me...The sadness is daily

For You...I'm useless to keep the normal guy
For You...I'm not a hope in life, just review the film twice
For You...The film about me is dark as soon like my love

For Me...I would like to fly to imagine better things
For Me...I write in blue clouds and amazing worlds
For Me...I was a little flower in happiness

For You...I don't have a promising future
For Me...I can change the things
For You...You spoke many times to prove my mistakes
For Me...Don't worry it's just a moment to keep the life.

Author: Carlos Cordoeiro.

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Poema Pensei Que...

Pensei Que Isto era uma suposta amizade
mas que a troca das palavras é bastante
agressiva mesmo com assuntos demasiado banais,
devo-me habituar à ideia?;
Pensei Que Isto fosse algo mais normal
por vezes sinceramente duvido de algumas palavras
mesmo gostando de as ler ou ouvir,
mas não posso gostar de uma coisa que me corrói;
Pensei Que Isto deveria ser bom,
mesmo sendo uma amizade estranha
tudo penso fazer sentido através de
palavras trocadas de forma organizadas;
Pensei Que Isto fosse algo prometedor
mas sinceramente são constantes desilusões,
mesmo não sendo de todo minha intenção
desculpa mas por vezes é o que sinto em pele e coração.




Pensei Que Isto fosse passado mas pelos vistos
ainda vejo por agora, como miragem do pesadelo
do que já vi ou então senti o que posso vir a sentir
mesmo sendo algo utópico mas serei eu sonhador;
Pensei Que Isto seriam mais que palavras gastas e sujas
aquelas palavras que já não aguento escrever para ti ou
para aqueles que me odeiam mas eu insisto em falar
por um punhado de esperança pela normalidade do pensamento;
Pensei Que Isto pode estar mal escrito
visto que tu insistes em ver e ser o meu dicionário
precisarei de quantos anos serei eu português
ou apenas a escrita saberei de forma errada?;
Pensei Que Isto fosse normal mesmo sendo minha Amiga,
mas espera...não será tudo isto normal? Pois claro já me habituei a tudo isto
como habituei a levantar-me à mesma hora,
embora as palavras por vezes sejam amargas mais do que o meu próprio sangue,
embora as palavras sejam mais cruas que os sentimentos mais cruéis,
embora as palavras sejam mais corrosivas que o pior ácido conhecido,
mas talvez tudo isto seja uma mistura de amizade, estranheza e incompreensão.


Autor: Carlos Cordoeiro.

domingo, 23 de julho de 2017

Poema Por Um Punhado

Por Um Punhado de dor
e bastante mágoa, tiraram
aquilo que eu não pude admirar
mesmo sendo meu naturalmente;
Por Um Punhado de tristeza
perda com saudade tornei-me
completamente fora do sítio
actualmente já pareço não ser de onde sou;
Por Um Punhado de batalhas
guerras, e bastantes armas tornei-me
alvo. alvo de tudo que possa ser dor
possa ser confusão e constantes desilusões;
Por Um Punhado que pareceu-me ser
aquilo que quis mas indeciso, por isso
mesmo perdi-me no que queria mesmo
encontrando de forma acidental, mesmo sendo eu, de sempre.




Por Um Punhado que a minha indecisão
de ser algo maior que as estrelas
fez de mim agora ser pequeno
mas grande através das letras e palavras elegantes;
Por Um Punhado de sonhos
que me tornei tão poético mesmo sabendo
que era arriscado sonhar aquilo
que eu apenas pensei de forma utópica ser;
Por Um Punhado pensei desistir
mas pensei que ao desistir não poderia criar
aquilo que faz dos meus dias brilhar
um brilho tão intenso como a luz de todos os dias;
Por Um Punhado de solidão, tristeza, mágoa
penso não ser uma dor constante de mim mesmo,
ou dor de alguém, ou até uma desilusão de alguém
apenas quero surpreender como de antes.


Autor: Carlos Cordoeiro.

Poema Monóculo

Monóculo foi por onde te vi partir pela metade,
a metade que desconheci desde do início,
mas que ainda assim tive a fé em ver o resto,
apenas fiquei pela ansiedade e o desejo;
Monóculo apenas te vi por um
que era tão gigante como tudo isto
mas apenas a verdade era pela metade
por isso meio a meio, como o nosso amor.

Autor: Carlos Cordoeiro.

domingo, 11 de junho de 2017

Poema O Filme Já Não É O Mesmo

O Filme Já Não É O Mesmo
as cadeiras agora estão desgastadas
outras por estrear, outras que nem estão lá
eu penso que filme irei ver
se nem quer está gente apenas aqueles que um dia
vi em fotografias como recordação de anos passados;
O Filme Já Não É O Mesmo
desde que cada um de nós parte
mais cedo que outro, mesmo que o comboio
ainda não chegue para nos levar
ainda assim queremos nos adiantar
por um destino tão negro como o negro da montanha da noite;
O Filme Já Não É O Mesmo
já não sinto o frio da noite
em que estou de passagem entre o frio
e a sala confortável em que vejo imagens
e ao meu lado o amor que sempre quis ter e desejar;
O Filme Já Não É O Mesmo
já nem o sentimento é o mesmo de ver
e sentir-me atraído pelas mulheres belas
em imagens grandiosas à minha frente que me faziam
deslizar pela cadeira cinematográfica da sala.




O Filme Já Não É O Mesmo
a partir do momento que o nosso melhor filme
caiu na desgraça de se tornar história,
a partir do momento que a nossa melhor cena
agora é recordada em conversas de tarde ou noite,
a partir do momento que aquele beijo gigante que vimos
foi o mesmo que nos demos mais em momentos mais íntimos;
O Filme Já Não É O Mesmo
desde que senti que o cinema fazia parte do nosso imaginário
não do nosso diário
simplesmente apenas recordei os nossos momentos
mesmo aqueles mais aborrecidos...mas estava ao teu lado;
O Filme Já Não É O Mesmo
nunca foi, aliás ainda hoje penso mesmo qual
era o filme que vimos, se o filme era o amor, a vida ou a morte,
qual deles admirados mais, qual deles nos despertou mais gosto
apenas quis chorar por saber que nenhum deles me fez feliz
apenas tu que foste uma aparição na minha vida ou no meu ser;
O Filme Já Não É O Mesmo 
é que já não é o mesmo, agora tudo parece inflamável
agora tudo parece mau, dentro e fora do meu coração
agora o filme é de acção mas ao mesmo tempo de terror
apenas tento ter tempo para suspirar e quase que nem consigo
apenas vejo e ouço mas não posso agir, o filme é demasiado real
demasiado directo, demasiado perturbador para os meus olhos
que apenas viam os filmes com finais feliz mas que agora descobrem
que tudo é a preto e branco.

Autor: Carlos Cordoeiro

sábado, 27 de maio de 2017

Roulote 270


Empresa

Roulote 270

Localização

Rua Caetano de Melo 270
Vila Nova de Gaia

Telefone 

+351 223 235 092

Horário

Segunda-feira                11h00 - 22h00
Terça-feira                     11h00 - 22h00
Quarta-feira                   11h00 - 22h00
Quinta-feira                   11h00 - 22h00
Sexta-feira                     11h00 - 00h00
Sábado                           12h00 - 00h00
Domingo                        Encerrado

Especialidades

Prego Pão
Prego Prato
Hamburger Pão
Hamburger Prato
Cachorro
Alheira com ovo Prato
Omelete Pão
Omelete Prato
Kebab

Opinião Pessoal 

Estão com preguiça de fazer a comida? Não vos apetece cozinhar? Querem fazer uma batota e comer algo bom? Não têm ideias?
Venham à Roulote 270!!!
A Roulote 270 é um espaço acolhedor, íntimo mas ao mesmo tempo jovem, alegre, divertido; tem um atendimento muito bom, simpático, honesto, e de uma generosidade.
Eu provei cada especialidade e são todas muito boas, muito mesmo mas a que eu gosto mais e como mais vezes é o Kebab!
Adoro o Kebab daqui da Roulote 270, é qualquer coisa divinal!
Venham a este espaço maravilhoso onde são recebidos com um sorriso, simpatia, diversão, onde todos se dão e conhecem por isso, toca a vir!
Aconselho a toda a gente, vir a este espaço, que desde que abriu, é a nova sensação de Vila Nova de Gaia!!

https://www.facebook.com/Roulote-270-1819161031691578/ Facebook Roulote 270.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Poema Agora Sou Eu

Agora Sou Eu
que também tento lutar
ao teu lado mesmo sabendo que isto
é demasiado doloroso, mesmo sabendo
que isto derrama-se tão rapidamente
que pode explodir a qualquer momento;
Agora Sou Eu
que vejo-te adormecer
para saber que a maldade não faz do teu sono
dores e perdas de tempo
e que fiques numa questão de ansiedade
por isso encosto a minha mão
para te sentires mais protegida e em paz;
Agora Sou Eu
que percebo  mais e melhor
mas também injustamente
que na vida nada é bom a não ser
constantes provações dolorosas
que fazem de nós máquinas;
Agora Sou Eu
que percebo até que ponto na verdade
nunca vivemos, apenas sobrevivemos
a hipocrisia e maldade uns dos outros
simplesmente gostam de esfaquear
e beber o nosso sangue e ainda sorrir.




Agora Sou Eu
sim, agora sou mesmo eu que vejo de perto
vejo de perto tudo isto, toda esta falsidade,
toda esta dor misturada com ironia
e vontade de desistir mas apenas em pensamento;
Agora Sou Eu 
que penso que tudo isto podia ser melhor mas do pior
que penso que isto podia ser melhor mas é ilusão
que penso que isto foi tudo uma miragem
que penso que isto tudo foi doloroso bem cá dentro
mesmo eu não tendo dado conta da ferida aberta;
Agora Sou Eu
que tenho que sofrer também mesmo não querendo,
agora tenho que deixar sair o sangue impuro
agora as feridas têm que inflamar-se
agora quase que sou obrigado a sofrer mesmo que não queira;
Agora Sou Eu
que vejo que a realidade é tão dura
e magoa tanto, ao ponto de me magoar o interior
do meu interior, agora sim sou eu que estou ao teu lado,
agora sim estou mais perto do que nunca,
agora sim estou aqui e posso-te acalmar mesmo que eu não esteja,
agora sim posso sorrir mesmo que por dentro esteja numa dor mortífera,
agora sim posso dizer calma mesmo que por dentro esteja tão agitado
como as águas de um furacão, agora talvez possa dizer que vai tudo correr bem
mesmo que não acredite, ou não tenha esperança mesmo assim por ti...
por ti, tenho tudo,
tenho tudo como força, energia, alegria, simpatia, diversão
mesmo que não esteja assim, mesmo que o meu estado espírito
seja o meu negro possível que nem me vejo a mim mesmo
mas
Agora Sou Eu
que estou para ti,
que estou para te ajudar,
que estou para te embalar,
que estou para te dar mimos,
que estou para te acalmar,
que estou para te adormecer,
que estou para te dar beijinhos,
como fizeste comigo quando eu era criança.


Autor: Carlos Cordoeiro.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

POEMA FADO

O lugar que eu abandono
Nunca é pecado
Sinto que te sou mais perto
Mas Ah, olha para nós
Tão distantes como
O nosso amor
Como o nosso desejo.

Mas se eu um dia tentar a minha sorte
saberei que  contigo posso ter
aquilo que só não há na morte
a não ser um beijo fatal
como aquele na hora de despedida
na hora da desgraça, na hora d'agonia.


Autor: Carlos Cordoeiro

domingo, 14 de maio de 2017

PORTUGAL GANHOU EUROVISÃO | PORTUGAL WON EUROVISION


PORTUGAL GANHOU EUROVISÃO ESTA NOITE  |  PORTUGAL WON EUROVISION TONIGHT

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Poema Carta

Partiste...isto tudo é tão doloroso
tudo isto é difícil de digerir, porque a dor da saudade
é maior do que não te ver, apenas sinto que isto
continua, cada vez mais, de forma tão corrosiva
por isso quero libertar-me, desde que não me saia mal
afinal nem tu, nem eu, somos o ideal de um amor que nunca
resultou na sua essência, no seu momento por isso ambos sofremos!
Saudade esta que marca o meu corpo, a minha alma,
tudo isto é bastante inflamável, tu sabes isso mas ainda assim
podemos tentar fazer do nosso corpo algo fútil para ver
se a podridão torna-se em novas sementes, em que crescemos novos
para uma vida que nunca mudará, será tão fútil como nós fomos
quando temos que ser alguma coisa, mesmo que de forma imaginada
mas acho que conseguimos projectar possíveis amores.
Este momento foi tão corrosivo como os nossos beijos
beijos estes que estavam  repletos de uma doce hipocrisia
tanta ironia neste beijo que me inundou de distância por ti
mas pensei duas vezes...talvez tenha sido exagerado, talvez um dia
acredito nos nossos encontros que já foram retratados pelas memórias
memórias que cada vez são mais distantes do coração e do amor,
e por isso tento mesmo acreditar que somos algo melhor...digo eu!
Mas injustamente creio que tenho que me despedir mesmo
não sendo a minha intenção fazer das tuas lágrimas, momentos de dor
e de sangue a escorrer na tua alma, mas não gosto de escrever a nossa
despedida mesmo que seja, por segundos, não tenciono fazer das minhas palavras
a dor mais corrosiva no teu coração que foi gentilmente espetado por
amores que te foram desamores, mesmo sabendo que eras a Rosa de um
jardim mais próximo, de um jardim em sofrimento.

Autor: Carlos Cordoeiro.

terça-feira, 2 de maio de 2017

Poema Tento Ver

Tento ver que tudo isto é falso
na medida em que tudo me magoa
mesmo quando prefiro a verdade
embora o sofrimento pareça mais ténuo;
Tento ver que isto tudo é farsa
no momento em que exploro a vergonha
da palavra dita em vão e dos homens
da falsa honestidade e verdade;
Tento ver onde posso procurar um novo mundo
novo este que posso tentar viver nele
mesmo que...a dor do desconhecido
seja maior do que tentar viver melhor;
Tento ver se posso tentar aproveitar o tempo
mesmo que este seja pior que a areia
porque escorre mais rápido, escorre de forma dolorosa.




Tento ver o que fazer das minhas lágrimas sangue
sangue este tão doce como a amargura de querer
mais, de querer viver aquilo que não existe
por isso recordo a amargura de viver o esquisito;
Tento ver aquilo que perdi através
 da recordação de momentos a preto e branco
ou então choro na cruz de quem partiu
mesmo quando era cedo demasiado para nos despedir;
Tento ver se isto tudo é meu
desde do coração mal amado,
até ao beijo roubado,
em dias de desespero e solidão sentimental;
Tento ver se tudo isto valeu a pena
ou então senão foi uma mágoa tão pura,
que não quis acreditar se era verdade ou não
mas simplesmente continuei neste sonho doloroso que é a vida.

Autor: Carlos Cordoeiro.

sábado, 8 de abril de 2017

Poema Amor Porque...

Amor porque te encontras
com a impossibilidade de seres eterno,
quando tu mesmo te consomes?

Amor porque te achas completamente por inteiro
se te vivem por metades? se te vivem aos pedaços?
Porquê? Diz-me! Diz-me lá, porquê?
Porque te achas tão poderoso? És capaz de me dizer?

Amor porque te achas capaz de me destruir completamente?
Porque te achas tão especial? Tão forte? Tão intenso?
Nada de ti é tão poderoso, como a tua força que só nos separa,
aliás tu separaste-me de ti, isto foi tão corrosível!

Amor, tu em mim consegues tanto, como de nada,
fazes de mim falar como tivesse qualquer problema...achas bem?
Se és algo bom, porque fico atrapalhado? Se és algo belo porque me sinto
mal? Porque me sinto sem forma? sem corpo? Também o és assim? 

Amor se sinto-te tão fortemente, bem dentro de mim no meu coração,
porque é que tudo isto não se torna verdadeiro? Porque não sou eu mesmo
naturalmente? Porque falo de forma parva? Porque falo o que não devo
e não olho de frente? não olho de frente para ti, quando me amas também?

Amor, és tão mas tão intenso que nem sei se te vivo de forma intensa ou
simplesmente te deixo morrer por aí, como deixei morrer por oportunidades que
tive mas não aproveitei, por isso prefiro deixar correr, se calhar poderá ser melhor não?
o que achas? Poderei eu deixar o amor fugir? Mesmo que ela seja o melhor? E o sofrimento?

Autor: Carlos Cordoeiro. 

AMOR (FRASE)

"Amor porque te encontras com a impossibilidade de seres eterno, quando tu mesmo te consomes?"

Carlos Cordoeiro.